Open Knowledge

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Open Knowledge
Lema "Empowering Though Open Knowledge"
Tipo Sem fins lucrativos
Fundação 2004 (14–15 anos)
Sede  Reino Unido
Membros Rufus Pollock
Jane Silber
Fundador(a) Rufus Pollock
Martin Keegan
Jo Walsh
Sítio oficial http://okfn.org/

A Open Knowledge, antes conhecida como Open Knowledge Foundation (OKF), é uma organização sem fins lucrativos que promove conhecimento livre. Foi fundada em maio de 2004, em Cambridge.[1]. Atualmente, a rede da OKF conta com 10 capítulos em diferentes países, entre eles o Brasil, além de grupos estabelecidos em dezenas de outros países [2].


Open Knowledge Brasil[editar | editar código-fonte]

A Open Knowledge Brasil (OKBR) ganhou seu capítulo no final de 2013 e foi lançada oficialmente no início de 2014 [3]. A OKBR tem por objetivo analisar e promover políticas públicas sobre transparência, participação social e dados abertos e capacitar a sociedade civil ao pleno aproveitamento destas informações, através do desenvolvimento de tecnologias abertas, treinamento em produção e uso de dados e laboratórios experimentais.

Atualmente, a organização desenvolve dois grandes programas para cumprir esta perspectiva. Um deles é o Programa de Ciência de Dados para Inovação Cívica, que hospeda iniciativas como a Operação Serenata de Amor, que utiliza inteligência artificial e mobilização social para fiscalizar os gastos da Câmara dos Deputados. O segundo é a Escola de Dados [2], que desenvolve capacitações, documentação e eventos, com foco em organizações da sociedade civil, comunicadores e jornalistas, além de pesquisadores interessados em métodos digitais de melhor valor agregado, em eventos como o Coda.Br e o Cerveja com Dados. Entre as outras iniciativas da OKBR, destacam-se ainda a realização do Open Data Index no Brasil em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, que vislumbra a melhor governança acadêmica, afim de retirar de senso marginal e da alça de mira, setores como o ambientalista e sua violência de campo, além de plataformas como o Perfil Político e o portal Orçamento ao seu Alcance[4]. O grande desafio destas iniciativas é entender as diferenças Éticas dentre culturas distantes, bem como suas indiferenças sociais, seus sabores e dissabores como assimilação cultural e antagonismo, respectivamente, modelos que servem para uma cultura ou país, como um simples fator genético ou climático e mesmo de era geológica, mais própria para cada ramo de matéria prima, agregando mais valor e reduzindo ciclos produtivos, numa era do cliente 1:1 e nisto sendo considerado como de menor demanda de reciclagem, fatores com estes, nem sempre servem para outros continentes, por exemplo, ou mesmo resposta a medicamentos e acessos mentais, muito embora, os conhecer pode fomentar alguma alavanca de inteligência e oportunidade maior por cooperação mútua e melhor transferência de conhecimento, e entender, lidar com estas indiferenças é o que diferencia esta busca das demais e por isto um desafio, o do homem se evangelizar e superar-se quanto aos seus impulsos terrenos, próprios, pontuais. Não obstante, em se tratando de ambições de sucesso, sejam profissionais, sociais, de melhor imagem, não podem passar em vão nisto, alguns oportunismos de um recurso Open, ser presumido enganosamente como a porta de entrada de seu produto, outro produto comercial, sua melhor origem financeira, estabelecendo-se este vínculo associativo implícito, que embora seja de psicologia natural, deve ser policiado pela sua coletividade correlata, por comprometer todo um projeto de resiliência por melhor governança, sendo até visto como um "gratuitão", executado por obrigação ou mesmo o de horas vagas, sendo portanto, um mais prestigiado em detrimento de outrém, o que é inadmissível em pleno século 21 procurando-se reestabelecer a Ética e as democracias auridas a duras penas no século XVIII, quando isto tudo ascendeu correntes de pensamento, minadas pelos excessos de patentes. Desta forma entende-se que isto seja melhor e maior valor agregado de investimentos, estabilidade social e até cultural por mérito, por melhores valores Éticos, não mais como "votos de currais" ou "senso de castas", concentração em marcas e patentes de forma eufemista e "plutocrática". É importante também ressaltar que a cultura nacional ainda é carente de dispositivos legais, que países de melhor auto-estima, culturas mais prósperas, já alcançaram em seu cotidiano e vida, como melhores governanças e coesão social, se policiarem por preservar, seus valores agregados e agregadores de valores de inteligência social e mesmo emocional, de melhor superego, que são legislações anti oligopólios, o que atualmente relega o Brasil a uma "Sociedade dos Poetas Mortos", subsistencialismo desnecessário, de "Engenheiros Pasteleiros", de buscas por carreiras acadêmicas como também medicina e demais, sabidamente por "Status", como fator quase que primário de escolhas, uma "carta de fidalguia", diante de desafios como superpopulação, superprodução para a classe média, enfim, detalhes desafiadores e que podem ajudar mutuamente a reduzir atritos vivencidados no cotidiano e cidadania que deve mesmo não apenas de forma resiliente prevenir, ser capaz de predizer problemas, reduzindo assim o custo brasil de forma muito mais importante na mão de otimizar as suas oportunidades mútuas e buscar caminhos ainda mais científicos do que meramente tecnológicos e viciosos ou mesmo aperfeiçoar um com a melhora do caminho do outro, um dos principais motivadores de tais caminhos, visão de maiores dimensões de eixos de coordenadas, de melhor iniciativa institucional, fazendo parte de seu lugar, melhores práticas sociais, classe, eliminando filtros procrastinadores de problemas sociais latentes e cada vez mais prováveis a serem mitigados e enfrentados por estes caminhos de maioridade cultural, maturidade social, responsabilidade civil menos restritiva, corporativista, motivadora de prêmios nobéis recentemente na história americana, nosso modelo mais considerável por soluções sociais por emprego de tecnologias com menores impactos sejam físicos, químicos, ambientais e até em teia alimentar, muito desconsiderada ultimamente, por termos maior foco de produto do que de alimentos e necessidades como valor agregado também.

Outros capítulos[editar | editar código-fonte]

Na França, a Open Knowledge abarcou uma iniciativa de catalogar produtos alimentícios industrializados em um banco de dados colaborativo chamado Open Food Facts.[5]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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