Operação Carranca

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Operação Carranca foi o nome da operação deflagrada pela Polícia Federal, a 12 de novembro de 2007, com o objetivo de desbaratar um esquema de fraudes em licitações e desvios de verbas federais envolvendo pelo menos 12 prefeituras de Alagoas.

A operação prendeu 21 pessoas, entre elas um assessor parlamentar lotado no gabinete de um deputado federal, e o dono da Lacerda Engenharia Ltda, que tinha pelo menos dois contratos com a prefeitura de Murici, totalizando 5,5 milhões de reais, referentes à construção de um ginásio e de obras de drenagem e de infra-estrutura com recursos da Funasa. Um dos presos foi o prefeito de Marechal Deodoro, Danilo Dâmaso.[1]

Consoante as investigações da Polícia Federal, iniciadas em fevereiro de 2006, sob sigilo de justiça, dois funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF) seriam peças-chave do esquema. São dois engenheiros da Gerência de Desenvolvimento Urbano de Alagoas, órgão da CEF que acompanha os projetos em desenvolução.

Os presos são acusados dos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, falsidade ideológica, fraude em licitações, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Ex-prefeito Danilo Dâmaso morre após passar um mês internado». TNH1. 30 de abril de 2014. Consultado em 15 de junho de 2015 
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