Operação Tabela Periódica

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Operação Tabela Periódica é uma operação da Polícia Federal do Brasil deflagrada em 30 de junho de 2016 em Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Ceará, Paraná, Bahia e Espírito Santo. A ação investiga fraudes nas licitações da Ferrovia Norte-Sul e da Ligação Leste-Oeste.[1] É um desdobramento da Operação Lava Jato e nova etapa da Operação O Recebedor, investiga cartel, fraude em licitações, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro em obras da ferrovia Norte-Sul. Segundo o Ministério Público Federal, a operação decorre de acordo de leniência da Camargo Corrêa.[2][3]

Ainda de acordo com o Ministério Público Federal de Goiás, por meio dos depoimentos, administradores da empreiteira confessaram a existência do cartel, de fraudes em licitações, lavagem de dinheiro e prática de corrupção em contratos com a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A (Valec).[1]

Participaram da operação o Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO), Superintendência de Polícia Federal em Goiás (PF/GO) e Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Um procurador da República, cerca de 200 policiais federais, 26 peritos criminais federais e 52 agentes do Cade.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Operação Tabela Periódica combate fraudes na Ferrovia Norte-Sul». Zero Hora. 30 de junho de 2016. Consultado em 13 de julho de 2016. 
  2. a b «No CE, diretor de construtora é alvo da operação Tabela Periódica». G1. Globo. Consultado em 13 de julho de 2016. 
  3. Mateus Coutinho, Julia Affonso e Fausto Macedo. «PF faz nova operação contra fraudes na ferrovia Norte-Sul em oito Estados e DF». Estadão. Consultado em 13 de julho de 2016.