Ordenação de mulheres

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Gnome-globe.svg
Esta página ou seção não representa uma visão mundial do assunto.
Por favor melhore este artigo ou discuta este caso na página de discussão.

A ordenação de mulheres, ou ordenação feminina, é a nomeação de mulheres como padres e bispos dentro das igrejas e comunidades cristãs. Ocorre em certas Igrejas Protestantes, mas não é aceita na Igreja Católica nem na Igreja Ortodoxa.[1][2][3]

Igrejas cristãs protestantes luteranas[editar | editar código-fonte]

A Igreja da Suécia (protestante luterana) aceita a ordenação feminina desde 1958, e consequentemente há inúmeras mulheres-padres, algumas bispas, e desde 2013 uma arcebispa — Antje Jackelén.[4]

A Igreja da Dinamarca (protestante luterana) teve a sua primeira mulher-padre em 1948.[4][5]

Desde 1974 que a Igreja da Islândia (protestante luterana) tem mulheres-padres. Estas constituem atualmente 40% dos sacerdotes do país. Desde 2012, Agnes M. Sigurðardóttir é a arcebispa da Igreja da Islândia.[6]

Mulheres ordenadas em Igrejas cristãs protestantes
Rosemarie Köhn, bispa emérita da Igreja da Noruega 
Katharine Jefferts Schori, episcopisa da Igreja Episcopal dos Estados Unidos (2006–2015) 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Igreja de Inglaterra aprova a ordenação de mulheres como bispos». Público. Consultado em 23 de julho de 2015 
  2. Filipe d'Avillez. «O que diz a Igreja Católica sobre a ordenação de mulheres?». Renascença. Consultado em 22 de julho de 2015 
  3. Anselmo Borges. «Sobre a ordenação de mulheres». Diário de Notícias. Consultado em 22 de julho de 2015 
  4. a b Sören Wibeck. «Kvinnliga präster 1958 – ett omstritt beslut» (em sueco). Populär historia, 2/2008. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  5. «Præsten» (em dinamarquês). Folkekirken. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  6. «Agnes M. Sigurðardóttir: Biskopen som städar kyrkan» (em sueco). Arbeidsliv i Norden. Consultado em 31 de outubro de 2016