Organisation Armée Secrète

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Cartaz de propaganda da OAS

O Organisation Armée Secrète ou OAS era uma organização paramilitar clandestina francesa que se opunha à independência da Argélia. A OAS realizou várias ações terroristas tanto na Argélia, como na França metropolitana. A sua mais conhecida ação foi o atentado contra a vida do general Charles de Gaulle.

Criada em Madrid a 11 de fevereiro de 1961, por Jean-Jacques Susini e Pierre Lagaillarde, era a união de vários grupos de direita que se desenvolveram após a declaração do general de Gaulle sobre o direito à autodeterminação da Argélia. A base de apoio da OAS incluía sobretudo os pieds noirs, mas também os militares franceses e os argelinos leais à França.

As letras OAS apareceram pela primeira vez nos muros de Argel a 16 de março de 1961, acompanhadas do slogan L'Algérie est française et le restera ('A Argélia é francesa e continuará sendo'). A escolha do nome Organisation Armée Secrète foi feita para capitalizar a memória do exército secreto da resistência francesa.

Em termos práticos, não era uma organização centralizada e unificada. De um modo geral, era dividida em três ramos mais ou menos independentes e, às vezes, rivais : a "OAS Madrid", a "OAS Argel" e a "OAS Metropolitana".

A OAS é referida no livro O Dia do Chacal, de Frederick Forsyth, publicado em 1971. Em 1973, foi lançado o filme O Dia do Chacal (The Day of the Jackal), baseado no livro.

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