Grupo Globo

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Grupo Globo[1]
Edifício Jornalista Roberto Marinho
Razão social Organizações Globo Participações S.A.[1]
Empresa de capital fechado
Slogan O ambiente onde todos se encontram
Atividade Conglomerado de mídia
Gênero Sociedade anônima
Fundação 25 de julho de 1925 (96 anos)
Fundador(es) Irineu Marinho
Sede Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Área(s) servida(s) Brasil e Mundo
Proprietário(s) Família Marinho
Presidente Jorge Nóbrega
Vice-presidente
  • Paulo Tonet Camargo[2]
Produtos
Subsidiárias
Acionistas
Valor de mercado Aumento R$ 15.897 bilhões (2019)[4]
Ativos Aumento R$ 23.421 bilhões (2019)[4]
Receita Baixa R$ 14.090 bilhões (2019)[4]
Lucro BaixaR$ 752 milhões (2019)[4]
LAJIR Baixa R$ 1.079 bilhão (2019)[4]
Faturamento Aumento R$ 15.897 bilhões (2019)[4]
Website oficial grupoglobo.globo.com

Grupo Globo[1][12] é o maior conglomerado de mídia e comunicação do Brasil e da América Latina, que tem as seguintes empresas subsidiárias: TV Globo,[3][13] Infoglobo,[3] Editora Globo,[3] Edições Globo Condé Nast,[3] Sistema Globo de Rádio[3] e Zap Imóveis,[3] além de ser mantenedor da Fundação Roberto Marinho. Em 2016, o Grupo Globo foi citado entre os maiores proprietários de mídia do mundo, de acordo com o ranking produzido pela consultoria Zenith Optimedia, sendo a única empresa brasileira da lista. A principal empresa do Grupo Globo é a TV Globo, que é a maior do país e, em 2012, a segunda maior emissora de televisão do mundo.[14][15][16][17][18][19][20]

Entre 2011 e 2017, o Grupo Globo figurou na pesquisa Top Thirty Global Media Owners, realizada pela Zenith Optimedia com base nas receitas publicitárias do ano, o Grupo Globo apareceu na posição 17 dentre os maiores grupos de mídia do mundo; que lista as '30 empresas mais influentes do mundo na área de mídia, atrás de empresas como Google (1º lugar), News Corp (3º lugar) e The Walt Disney Company (4º lugar). Em seguida, esteve presente na lista das "30 empresas mais influentes do mundo na área de mídia", sendo o único latino-americano entre os 20 maiores. O levantamento apontou também que o conglomerado era maior do que grupos de mídia conhecidos internacionalmente, como Microsoft (21º lugar) e Yahoo! (18º lugar).[21][22][23]

História[editar | editar código-fonte]

Século XX[editar | editar código-fonte]

A primeira iniciativa da holding foi o jornal A Noite, fundado e dirigido por Irineu Marinho em 1911, no Rio de Janeiro, então capital do Brasil.[24] Em 1925, com o sucesso do vespertino, Irineu decide fundar um segundo jornal chamado O Globo que, após sua morte repentina, passa a ter Eurycles de Matos, amigo pessoal de Irineu, como diretor-redator-chefe. Com o falecimento de Eurycles, em 1931, o filho de Irineu, Roberto Marinho, assume o jornal.[6]

Em 1944, ocorreu a inauguração da Rádio Globo, também no Rio de Janeiro, mas foi com a inauguração da TV Globo (transmitida a partir de 1965) a partir da obtenção da concessão do canal 4 do Rio de Janeiro, que a empresa se tornou líder no segmento de mídia e expandiu negócios como com a portuguesa SIC, em 2010.[16][25][26][27][28]

Nos anos seguintes, o Grupo Globo fundou a gravadora Som Livre (1969), a Fundação Roberto Marinho (1977), a programadora de canais Globosat (1991), o portal Globo.com (2000) e o G1 (2006).[29]

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Em 25 de agosto de 2014, a empresa divulgou que passaria a adotar como nome "Grupo Globo", antes "Organizações Globo", marca usada desde a inauguração do jornal O Globo em 1925.[30] Segundo Roberto Irineu Marinho, "Essa mudança é resultado da nossa visão de futuro e atuação nos anos recentes. Queremos incentivar e promover cada vez mais a colaboração entre nossas empresas, o alinhamento de objetivos e a busca de resultados comuns. O esforço conjunto será cada vez mais importante para entender expectativas do público e atendê-las.[31] No dia 10 de setembro, foi re-lançado o documento "Essência Globo" contendo a visão, missão e valores do Grupo. Sua primeira versão havia sido publicada no ano 2000.[28][31][32]

Projeto Uma Só Globo (2018-2021)[editar | editar código-fonte]

Em 24 de setembro de 2018, o Grupo Globo anunciou o projeto Uma Só Globo onde, em três anos, as operações de suas subsidiárias TV Globo, Globoplay, Globosat, Globo.com, Som Livre e DGCorp seriam integradas em uma única empresa,[33] sob a razão social Globo Comunicações e Participações S.A. e a marca Globo. As empresas-irmãs Editora Globo, Infoglobo, Sistema Globo de Rádio e Fundação Roberto Marinho não foram contempladas para o projeto e continuam operando independentemente. O processo de reestruturação foi feito com a consultoria da Accenture.[34]

Com esse movimento, a Globo vem buscando corte de despesas fixas em alinhamento com seu lucro líquido, além de ganhar mais dinamismo e se preparar para enfrentar a concorrência das novas plataformas de mídia que surgem, e que como tendência mundial, estão cada vez mais concentradas.[35] Esses cortes geraram ao longo do processo uma série de controvérsias relacionadas quanto a demissões em massa de funcionários das antigas empresas. No caso da TV Globo, chamou-se bastante atenção, já que se dispensou uma parcela significativa de seu elenco de artistas da emissora - muitos deles de longa data e outros ociosos - e passou a utilizar um modelo de contrato por obra, algo que era planejado há mais de 30 anos.

A fusão também teve impactos culturais de gestão, uma vez que para parte do público - de acordo com pesquisa do site NaTelinha - enquanto a antiga Globosat era considerada mais jovial, avançada e moderna, a TV Globo tinha aspectos de repartição pública. Isso também era perceptível desde 2013, quando a emissora aberta consultou telespectadores, e concluiu-se que ela era vista pelo público jovem como "uma senhora rica, elegante e austera, sem muitas novidades e com uma programação engessada";[36] o que a motivou a realizar uma série de mudanças graduais tanto na comunicação com o público, quanto na identidade visual.

Em 8 de novembro de 2019, é anunciado uma centralização de algumas empresas do Grupo Globo, que se juntarão em uma nova empresa, apenas de nome Globo. A mudança, que aconteceu em 1º de janeiro de 2020, também afetará em toda a direção do grupo, com remanejamento e promoção de nomes. A TV aberta, bem como a própria TV Globo e a responsabilidade sobre suas afiliadas, agora terá a direção de Paulo Marinho.[37]

Em 4 de janeiro de 2021, é anunciada oficialmente a marca da nova Globo, como resultado da união da TV aberta, TV por assinatura, streaming e plataformas digitais. O projeto gráfico foi realizado por uma equipe multidisciplinar e teve como ponto de partida a opinião do público. Ele ilustra os valores da empresa compostos por brasilidade, proximidade, diversidade, senso de comunidade, liberdade e criatividade. A arquitetura da nova marca traz o uso de letras em caixa baixa para representar a proximidade com o público. As cores vibrantes refletem a natureza, e a tipografia arredondada foi idealizada para trazer a ideia de círculo e movimento.[38]

Empresa Mediatech[editar | editar código-fonte]

Um dos principais pontos da reestruturação é que ela passaria a se tornar uma empresa mediatech, visionando um futuro mais direcionado aos âmbitos digital e tecnológico. Nóbrega argumentou: "Nossos canais lineares falam com mais de 100 milhões de pessoas todos os dias no Brasil, o que demonstra a enorme relevância da televisão como a conhecemos, mas o conceito do que é televisão está se ampliando com rapidez".[39]

No dia 7 de abril de 2021, é anunciado um acordo de 7 anos com a plataforma Google Cloud. A parceria contempla a migração de 100% dos dados de seus data centers próprios para a nuvem da gigante tecnológica americana, assim como os seus conteúdos, produtos e serviços digitais da nova empresa; e abre possibilidades para a utilização de Inteligência Artificial e Machine Learning, incluindo no desenvolvimento de soluções e no processo de inovação da Globo.[40]

Venda da Som Livre[editar | editar código-fonte]

Ainda sob o processo de reestruturação da nova empresa, em 18 de novembro de 2020, o presidente Jorge Nóbrega anunciou que pretendia vender a gravadora Som Livre. Ainda no mesmo dia, colocou-se a marca em processo de valuation, para disponibilizá-la ao mercado.[41] A distribuidora global Believe foi uma das interessadas na aquisição, porém, em 1º de abril de 2021, foi anunciado que a gravadora foi adquirida pela Sony Music, em uma transação de estimadamente US$ 255 milhões. Nóbrega afirmou na aquisição: "Nós queríamos assegurar que esse acordo preservasse tudo que a Som Livre representa para os brasileiros".[42][43]

Negócios do grupo[editar | editar código-fonte]

Globo[editar | editar código-fonte]

Logo da Globo

Empresa de mídia e comunicação, fundada em 1 de janeiro de 2021, a partir da fusão das operações das empresas Rede Globo, Globosat, Globo.com, Som Livre e DGCorp, que antes operavam de forma independente uma da outra.[44][45][33] Atualmente, a empresa possui as seguintes divisões:

TV Globo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: TV Globo
Antigo escritório comercial da TV Globo no Jardim Botânico, Rio de Janeiro.

Inaugurada em 1965, possui cinco emissoras próprias (TV Globo Rio de Janeiro, TV Globo São Paulo, TV Globo Brasília, TV Globo Minas e TV Globo Nordeste), 119 emissoras afiliadas e é a maior rede de televisão aberta do Brasil em número total de emissoras próprias e afiliadas, em faturamento e em números de audiência. A emissora também distribui o conteúdo aberto para 118 países, através do serviço por assinatura Globo Internacional. Sua sede administrativa se localiza no bairro do Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro, além de contar com um complexo de estúdios chamado Estúdios Globo, na Zona Oeste da capital fluminense. Já o departamento comercial da empresa se localiza no Edifício Jornalista Roberto Marinho, no bairro de Vila Cordeiro, na Zona Sul da capital paulista.[31][46][47][48][49]

Canal Futura[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Canal Futura

Canal de TV educacional, produzido pela Fundação Roberto Marinho em parceria com a Rede Globo e outras empresas a partir de 1997. Programado pelos Canais Globo, pode ser acessada via internet, antena parabólica e nos serviços de televisão por assinatura, TVs universitárias e UHF.[7][28][50][51]

Canais Globo[editar | editar código-fonte]

Sede dos Canais Globo e da divisão de Esporte da Globo no Rio de Janeiro

Lançada em 1991 como Globosat, é considerada a maior produtora de conteúdo destinado a TV por assinatura da América Latina. Possui mais de 30 canais próprios e de parceiros, e conta com produtos em outras plataformas, distribuídos para mais de 18 milhões de telespectadores.

Tiago Maranhão em uma reportagem para o SporTV em agosto de 2014 na Coreia do Norte com Jong Song-ok, ganhadora do Campeonato Mundial de Atletismo de 1999.

Globoplay[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Globoplay
Logo do Globoplay

Serviço de streaming de vídeo sob demanda e podcasts, criado em 2015. Inicialmente agregava apenas programas transmitidos anteriormente pela Rede Globo nos últimos anos e possuía transmissão ao vivo da programação da emissora aberta para algumas praças. Mas em 2018, passou a disponibilizar séries e filmes estrangeiros, além de produzir suas próprias séries e programas para serem disponibilizadas exclusivamente na plataforma. A partir de 2020, com um novo pacote, adicionou-se a transmissão ao vivo dos Canais Globo, além de conteúdos sob demanda dos mesmos.

Em 2021, o Globoplay começou a investir no ramo de áudio. O aplicativo passou a produzir uma série de podcasts originais e agregar todos os podcasts produzidos pelos portais da Globo.com, pelos Canais Globo e também pelo jornal O Globo - em parceria com a Editora Globo - e pela Rádio CBN - em parceria com o Sistema Globo de Rádio, contemplando também a transmissão ao vivo do sinal da emissora em vídeo diretamente dos estúdios de São Paulo e do Rio de Janeiro - e pelo portal B9 - por meio de um acordo de comercialização e distribuição pela Globo. Todos os programas estariam disponíveis tanto no app do Globoplay quanto nos principais agregadores de podcasts, como Spotify, Google Podcasts e Apple Podcasts.

Globo.com[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Globo.com
Logo do Globo.com

O portal foi lançado em 2000 e se firma em quatro pilares: notícias, esportes, entretenimento e vídeos.[55][56] Sites como o G1, ge e Gshow, além de páginas das empresas do grupo, estão hospedados dentro do portal.[57][58] Também oferece serviço provedor de internet através de hotspots Wi-Fi, usando a rede da Oi.[58][59] É o 5º endereço mais acessado no país e o 148º no mundo, de acordo com o Alexa Internet.[60]

O Grupo Globo foi a primeira empresa brasileira a obter um dos novos domínios de topo genéricos (gTLD) criados pela ICANN, órgão que regulamenta a web.[61] O Grupo Globo conseguiu a oficialização da extensão ".globo" na rede junto ao órgão.[62] Com a publicação da homologação do sufixo pela IANA em maio de 2014, o domínio ".globo" passou a fazer parte da internet.[63][64]

Globo Filmes[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Globo Filmes

Coprodutora de cinema, criada em 1998 como braço cinematográfico da TV Globo. A divisão atua em parceria com outras produtoras independentes nacionais e distribuidoras nacionais e internacionais.[65]

Sistema Globo de Rádio[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Sistema Globo de Rádio

Empresa que controla as concessões e redes de rádio do grupo. Está sediada na cidade do Rio de Janeiro, no mesmo edifício da Editora Globo.[66][67]


Editora Globo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Editora Globo

Fundada em 1952, a editora publica livros e revistas. Sua sede está localizada em São Paulo, além de contar com sucursais no Rio de Janeiro e em Brasília.[69][70][71]

Edições Globo Condé Nast[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Edições Globo Condé Nast

Joint venture formada entre a Editora Globo (70%) e a Condé Nast (30%), que funciona de forma independente, porém, diretamente ligada.[72][73]

Infoglobo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Infoglobo
Parque gráfico do jornal O Globo

Empresa responsável por editar e publicar os jornais do grupo.[74][75]

Outros negócios, sociedades e participações[editar | editar código-fonte]

Globo Ventures[editar | editar código-fonte]

Braço de investimentos do Grupo Globo, fundado em 2020.[78]

Sky[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Sky Brasil
Logotipo da Sky Brasil

Lançada em 30 de outubro de 1996, a Sky foi uma das primeiras empresas de TV por assinatura via satélite do Brasil usando o sistema de televisão digital no DTH.[81][82] Dez anos mais tarde, em 2006, é concluída a maior fusão do setor com a DirecTV Brasil, até então sua maior concorrente.[83] A News Corporation, sócia da Sky, tinha comprado 35% das ações da DirecTV em 2004.[84][85] Anteriormente, em 2002, a Globo vendeu parte de sua participação na Sky para a News Corporation, fazendo com que esta assumisse o seu controle.[86][87] A controladora da DirecTV e, consequentemente, da Sky é da empresa de telecomunicações norte-americana AT&T, que comprou a empresa em 2015.[88][89]

Grupo ZAP[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Grupo Zap Viva Real

Holding que abriga alguns dos maiores portais de classificados do país.

Som Livre[editar | editar código-fonte]

Gravadora musical, fundada em 1969, inicialmente criada para lançar as trilhas sonoras das telenovelas produzidas pela TV Globo.[91][92]

Em 2020, foi anunciada a sua venda para a Sony Music; mas a conclusão da compra depende de aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).[93]

Estrutura corporativa[editar | editar código-fonte]

O Grupo Globo possui em seu alto escalão os seguintes nomes:[94]

Conselho de administração
Executivos [95]
  • Jorge Nobrega (presidente executivo)
  • Paulo Tonet Camargo (vice-presidente de relações institucionais)
  • Erick Brêtas (diretor de Produtos e Serviços Digitais)
  • Eduardo Schaeffer (diretor de Negócios Integrados de Publicidade)
  • Carlos H. Schroder (diretor de Criação e Produção de Conteúdo)
  • Pedro Garcia (diretor de Aquisição de Direitos)
  • Rossana Fontenele (diretora de Estratégia e Tecnologia)
  • Sérgio Valente (diretor de Marca e Comunicação)
  • Manuel Belmar (diretor de Finanças, Jurídico e Infraestrutura)
  • Cláudia Falcão (diretora de Recursos Humanos)
  • Paulo Marinho (diretor dos Canais Globo)
  • Frederic Kachar (diretor da Editora Globo e Sistema Globo de Rádio)
  • Roberto Marinho Neto (diretor da Globo Ventures)

Referências

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