Original fila brasileiro

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Original Fila Brasileiro
Original Fila Brasileiro macho adulto
Nome original Original Fila Brasileiro
Outros nomes Fila brasileiro antigo
Old brazilian fila
OFB
País de origem  Brasil
Características
Peso macho 50 a 60 kg
Peso fêmea 40 a 50 kg
Altura macho 65 a 75 cm
Altura fêmea 60 a 70 cm
Pelo Curto
Cor A maioria das cores são aceitas, sem sinal de albinismo, menos cães pretos, cinza rato, malhados, manchetados, preto com canela (black and tan) e fulvos com canela. A trufa só se aceita na cor preta e bem pigmentada.
Expectativa de vida 10 anos

Original Fila Brasileiro (OFB) é uma raça de cães de fazenda, nativa do interior do Brasil.[1] A raça é composta pelos últimos exemplares de antigos cães de fila ainda preservados em fazendas do interior do Brasil e esquecidos durante décadas pela cinofilia oficial.[2][3]

O Original Fila Brasileiro é reconhecido pela SOBRACI, e apesar do nome similar trata-se de uma raça à parte do moderno Fila Brasileiro.[4] O termo “cão fila” é usado desde os primórdios como um adjetivo, no qual o verbo Filar significa “agarrar fortemente com os dentes”.

História[editar | editar código-fonte]

Em carta citada em O Grande Livro do Fila Brasileiro, Antônio Roberto Nascimento chama atenção para o antigo Alão português, que era utilizado na Idade Média em Portugal para caçar ursos e javalis.[5] Presente na literatura portuguesa, o Alão era descrito como um tipo ou qualidade de cão de presa, grande e poderoso. O livro aponta também que o cão de fila brasileiro, ou o seu ancestral, teria sido chamado de alão e molosso, pelos antigos.[5] Desta forma, o alão português (ou alão ibérico) é apontado como um provável ancestral dos cães fila do Brasil.

Foto em preto e branco de filas antigos. A foto destes animais mostra que a estrutura destes cães antigos se mantém nos exemplares resgatados e é transmissível geneticamente.

Após estudar profundamente a raça Fila brasileiro por 40 anos, por meio de trabalhos como o de Antônio Roberto Nascimento, Paulo Santos Cruz, Procópio do Vale, dentre outros, além de suas próprias experiências pessoais com a raça, o criador e pesquisador mineiro Antônio Carlos Linhares Borges chegou a conclusão de que havia a necessidade de preservar o antigo cão que deu origem ao Fila brasileiro moderno. Segundo ele, o fila antigo, ou original, vem chegando próximo à extinção devido à práticas de cruzamentos que anexaram genética e características de raças estrangeiras não aparentadas com o cão endêmico brasileiro.[1][2][3][6]

A morfologia dos cães antigos revela contradições quanto a teoria mais antiga e difundida sobre a base genética do cão fila brasileiro, a qual especulava a participação de raças inglesas (mastim inglês, bloodhound e antigo bulldog), o que se mostra improvável. Antônio Borges acredita que esta crença de que raças inglesas foram a base do cão brasileiro acabou por inadvertidamente incentivar intercruzamentos do fila com tais raças estrangeiras, culminando no cão moderno, que está perdendo as características físicas e psicológicas que eram a essência do cão fila original. Com base em seus estudos, Antônio Carlos Linhares Borges defende que o cão de fila brasileiro é de origem puramente ibérica, em especial de origem portuguesa (cão alão português, ou alão ibérico).[1]

Deste modo, Borges lançou em 2018 o livro Cão Fila Brasileiro - Preservação do Original, fruto de muitos anos de pesquisas e estudos, mostrando na obra os estudos comparativos, migratórios e históricos que dão fortes evidências da provável origem da raça ser no Alão português.[7] O livro de Borges disseca cada uma das teorias de formação da raça mostrando as incoerências delas com base no contexto histórico de diferentes épocas, nas gravuras ou fotos (se existentes) de cães dos respectivos períodos e nos documentos históricos disponíveis.[1]

Filas como este com boa parte do corpo branco com marcações de cores na cabeça provavelmente têm algum ancestral com o Cão de gado transmontano, cuja coloração e marcação na pele são muito similares.

Nesta obra, a origem do Alão ibérico e, consequentemente, dos cães do tipo molosso de Portugal e da Espanha está explicada na emigração dos alanos que foram forçados a se moverem da Ásia Central para outra regiões pela perseguição implacável dos hunos, entre elas a península ibérica por volta do ano 400, levando seus próprios cães conhecidos por sua ferocidade e tamanho, que acabaram cruzando com cães nativos locais. Isto explicaria a similaridade genética e física em diversos aspectos (como o crânio braquicéfalo, ossatura forte e pesada, grande porte e as barbelas no pescoço) entre cães como o Alão português, Cão de gado transmontano, Mastim espanhol, Dogue Canário, Dogo espanhol, etc, com os do oriente médio e do cáucaso como Bully Kutta, Kangal, Pastor do Cáucaso, Pastor da Geórgia, etc, pois parte dos alanos se dispersaram para estas regiões e seus arredores.[1]

A teoria defendida neste livro é que para a formação do Cão de Fila brasileiro a grande imigração de portugueses ao Brasil no ciclo do ouro e do diamante foi essencial. Nesta época milhares de portugueses desembarcaram no país sendo que a grande maioria fixou moradia em Minas Gerais atraídos pela possibilidade de ficarem ricos, pois as principais e a maioria das minas de ouro e diamante foram encontradas neste estado. É estimado que num período de 100 anos, entre os séculos 18 e 19, chegaram ao Brasil por volta de 800 mil imigrantes lusitanos.[8] Assim esta imigração em massa de Portugal trouxe grandes quantidades de cães que eram muito utilizados naquele país, principalmente cães rústicos e multifuncionais como é o caso do Alão português explicando o motivo do fila ter se formado e ter sido descoberto em Minas Gerais e não em outros estados brasileiros, pois a raça se desenvolveu justamente nas rotas das áreas de exploração destes minérios - nas cidades, fazendas e áreas comerciais que existiam em função da mineração interligado diferentes regiões - e eram locais que constantemente existiam fluxos de pessoas, consequentemente de cães também, negociando mercadorias e serviços entre elas.[1]

Note-se a estrutura extremamente funcional e não atarracada dos filas antigos, além do focinho proporcional de acordo com o padrão OFB.

O autor estudou sobre as prováveis origens do Cão de Fila brasileiro sob a orientação de André Oliveira e Antônio Ferreira - portugueses, cinófilos e pesquisadores da Universidade de Coimbra de Portugal - que forneceram ricos materiais de estudos, muitos documentos históricos e fotos de antigos cães portugueses, entre eles o Alão português do final do século 19 e início do século 20.[1] O Alão português atualmente está extinto, mas as antigas fotos mostram que ele e o Fila brasileiro antigo são praticamente iguais. Provavelmente o Alão português em grande parte e o Cão de gado transmontano em menor parte são a base do Fila brasileiro, com alguns possíveis cruzamentos pontuais com outros tipos de cães portugueses de acordo com o livro. Para Borges, entender a verdadeira origem do Fila Brasileiro e preservar as características originais que fizeram do fila um cão de excelência por séculos é manter viva, no Brasil, a genética do extinto Alão português.[1][9] Esta teoria apresentada no livro Cão Fila Brasileiro - Preservação do Original — devido aos embasamentos históricos, científicos e ao rico material encontrado em Portugal — tem ganhado cada vez mais aceitação.

Trabalho de resgate[editar | editar código-fonte]

Fêmea de OFB em fazenda.

A procura e resgate dos últimos exemplares que ainda correspondem à morfologia dos cães de fazenda dos anos 70 e 60 ainda está em andamento.[3][4] Fora da cinofilia oficial, muitos exemplares extremamente típicos e rústicos ainda são encontrados no anonimato sendo úteis em fazendas do interior, afastados de contatos com raças estrangeiras, sendo selecionados por aptidões na lida das fazendas por gerações. Os exemplares encontrados são avaliados através da anatomia e temperamento, e se aprovados então são catalogados, recebendo o registro inicial da SOBRACI. Foi formado o Núcleo de Preservação do Original Fila Brasileiro (Núcleo OFB) presidido pelo próprio Antônio Carlos Linhares Borges, onde há a distribuição de cães registrados para unidades regionais de todo o Brasil com fins de reprodução e preservação controlada da raça. O modelo de cão procurado se espelha no padrão idealizado por Paulo Santos Cruz, Erwin Waldemar Rathsam e João Ebner em 1946.[6][10]

Este trabalho vem despertando interesse e trazendo novos entusiastas para a raça,[2][11] pretendendo resgatar e preservar o Fila brasileiro considerando o tipo original de fazenda,[12] que é um tipo considerado mais antigo, primitivo ou aborígene utilizado para diversas tarefas no interior de Minas Gerais sendo - muitas vezes - um cão multitarefa, entre elas a lida diária com o gado e outros animais (filas eram bastante usados para buscar animais de fazenda vivos - como porcos, galinhas, etc. - sob comando), a guarda do rebanho e da propriedade e, em alguns casos, usado para farejar, perseguir e filar (imobilizar ou presar) a caça. É um cão que deve possuir saúde superior, estrutura excelente e funcional, bem constituído e sem excessos para o trabalho diário - sendo muitas vezes um cão que percorria vários quilômetros todos os dias na companhia de um cavaleiro para buscar o gado afastado em grandes propriedades ou acompanhava os funcionários em grandes rondas de manutenção pela fazenda[13] - onde percorrer grandes distâncias eram uma das funções originais dos seus prováveis ancestrais de origem ibérica,[14] principalmente o Alão português,[3] sendo por isto um tipo de cão que normalmente se sobressaía no meio rural onde a vida no campo, o fazendeiro e o peão sempre selecionavam os mais aptos para o trabalho.[1]

OFB na lida com o gado.

Borges, junto a algumas outras pessoas, tem feito centenas de viagens pelo interior de Minas Gerais, visitando diversas fazendas, para resgatar animais considerados originais sendo usados em cruzamentos programados que, por séculos ou no mínimo muitas décadas, mantiveram-se isolados conservando muitas das características dos antigos cães ibéricos, adaptados ao nosso ambiente, cuja genética única existe somente entre os cães que vivem no meio rural que, sem um trabalho organizado, iria se perder com o passar dos anos. A preferência tem sido em resgatar cães de genética isolada nas fazendas, porém há o uso de alguns poucos cães denominados padrão CAFIB no programa de cruzamentos por se enquadrarem ou se mostrarem suficientemente próximos das características consideradas desejadas no padrão OFB.[1][15] Já quanto a cães do padrão CBKC, há remota possibilidade de ser usado algum animal, se o exemplar se enquadrar nas características físicas e de temperamento consideradas ideais não se divergindo do padrão dos filas antigos, além da ausência de traços de mestiçagem que esta linhagem costuma ter.[15][16] O autor usa como referência para o seu trabalho de recuperação destes cães além dos próprios estudos sobre a raça fila, os estudos feitos por Vladimir Beregovoy, que defende no livro Primitive Breeds - Perfect Dogs o resgate e manutenção de raças caninas com tipos denominados por ele como aborígenes, que por terem sido moldados mais naturalmente, quase sem intervenção humana, são os tipos de cães ideais por apresentarem morfologia extremamente funcional e serem muito saudáveis — Beregovoy define estes cães aborígenes como "lobos domesticados" por se assemelharem aos seus parentes selvagens em alguns aspectos físicos e temperamentais.[15][17]

Características físicas, comportamentais e temperamentais da raça[editar | editar código-fonte]

Algumas características que os Originais Filas Brasileiros devem possuir, os diferenciando dos cães de outros padrões, é o crânio braquicéfalo com formato periforme[18] quando visto de cima, sendo uma das características mais importantes a serem observadas, pois o diferencia dos demais molossos. Outra característica muito importante que deve ser observada é que a profundidade do focinho jamais deve ultrapassar o comprimento do mesmo[19] e a sua rima labial, deve perfazer um "U" invertido[20] - lábios superiores grandes puxam a pele para baixo por conta do peso formando uma rima no formato de "V" invertido, sendo isto inadmissível - estas características do focinho e boca devem ser rigorosamente respeitadas[21][22][23] pois parece haver uma "tendência" entre diversas entidades de criação de fila de tolerar cães com focinhos mais profundos, sendo esta característica muito variável mesmo entre cães registrados nos padrões feitos por Paulo Santos Cruz ou derivados destes (CAFIB,[24] AMFIBRA,[25] etc) - mesmo que não sejam tão profundos como filas padrão CBKC - mas os quais exigem observar esta proporção.[26][27] O focinho do OFB deve ser levemente romano, porém não devendo se parecer com o focinho de raças lupóides. A altura e peso de tais cães pertencentes a este padrão devem ser de 65 a 75 cm na cernelha e de 50 a 60 quilos para os machos; e de 60 a 65 cm na cernelha e de 40 a 50 quilos para as fêmeas, sendo o comprimento proporcionalmente maior que a altura em até 10%, medido do peito à ponta do ísquio[28] - comparado aos filas padrão CAFIB, os OFB são cães proporcionalmente um pouco mais altos. Em termos de comportamento, são cães que devem manter a conhecida ojeriza a estranhos, mas devem se comportar de modo autoconfiantes e tolerantes a estranhos sob comando, se mantendo atentos, pois nas fazendas era comum a propriedade receber pessoas estranhas como clientes, vizinhos, parentes, etc, e não há lógica em ter um cão descontrolado nestas condições - sendo um cão controlado considerado confiável e de bons nervos.[1][4]

O cão da foto é uma amostra de como deve ser a estrutura física do OFB, a de um cão extremamente funcional para os trabalhos rurais.

As cores do OFB, devem ser sólidas de pelagem lisa ou rajada, com matiz variando desde o baio claro até o castanho avermelhado ou marrom, passando pelo amarelo palha e o cinza, sendo comum marcações brancas na linha inferior, membros e cauda, podendo estas marcações avançarem sobre o restante do corpo. Os rajados são preferíveis em rajas de espessura estreita distribuídas de forma irregular, às rajas grandes e largas em forma de listras longas. Cães predominantemente brancos não devem possuir sinal de albinismo. Não são aceitas as cores preta, cinza-rato, malhados, manchetados, preto com canela (black and tan),[29] fulvos com canela (fawn and tan).[30] A trufa deve ser bem pigmentada e sem falhas. Máscaras negras na cabeça da raça são bastante comuns, mas não são obrigatórias.[1]

Além da preocupação com a características físicas dos filas resgatados, o padrão OFB busca cães considerados ideais em temperamento[31] por meio de alguns testes para emitir àquele considerado apto um registro inicial próprio.[4][32][33] Porém, para aqueles que desejam selecionar filas com um temperamento mais específico e adequado para a função de guarda, montou-se um grupo de estudiosos de comportamento canino e adestradores profissionais para desenvolver um teste próprio adaptado à raça baseado no já consagrado teste de Schutzhund utilizado em diversas raças pastoras, como o Pastor Alemão.[34] Borges esclarece que este trabalho é de resgate e preservação do fila original, não é para aprimoramento ou melhoramento do mesmo, visto que se considera que o fila já foi aprimorado e melhorado e o dever dos criadores agora é de preservar o animal já moldado há muito tempo e que novos "melhoramentos" podem levar, novamente, aos problemas ocorridos nas décadas de 70 e 80 que criou conflito e divisão entre os criadores e o aparecimento do padrão CAFIB e CBKC, gerando discrepâncias nas características físicas a ponto de algumas pessoas considerarem que hoje são duas raças diferentes.[1][35]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Outras raças caninas brasileiras[editar | editar código-fonte]


Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m Borges, Antônio Carlos Linhares (2018). Cão Fila Brasileiro - Preservação do Original. Alterações na raça Fila Brasileiro e o reconhecimento da raça Original Fila Brasileiro. Minas Gerais: Gráfica Formato, publicação independente. 
  2. a b c «Criador faz resgate dos animais originais filas brasileiros, que viviam nas fazendas e ajudavam a tocar a boiada». G1. Consultado em 13 de setembro de 2018. 
  3. a b c d «Pesquisador valadarense resgata, em livro, a originalidade do cão fila brasileiro». tagarelapet.com. Consultado em 13 de setembro de 2018. 
  4. a b c d «Padrão Original Fila Brasileiro». SOBRACI. Consultado em 13 de setembro de 2018. 
  5. a b Do Valle, Procópio (1981). O Grande Livro do Fila Brasileiro: Quatro séculos da história do Brasil. [S.l.]: Livraria Nobel. pp. 25 a 41. ISBN 9788521300595 
  6. a b «Estudo do Padrão Original. Conheça o Padrão Original Fila Brasileiro». Canil Caramonã. Consultado em 13 de setembro de 2018. 
  7. NÚCLEO ORIGINAL FILA BRASILEIRO (8 de fevereiro de 2017), Núcleo Original Fila Brasileiro - Apresentação, consultado em 16 de julho de 2018. 
  8. «Mineiração no Brasil colonial». Consultado em 3 de agosto de 2018. 
  9. «Original Fila Brasileiro: Tópico Alternativo 9». Original Fila Brasileiro. Consultado em 25 de outubro de 2018. 
  10. «Conheça o processo para conseguir o certificado de pedigree para o seu pet». G1 - É o Bicho. Consultado em 13 de setembro de 2018. 
  11. NÚCLEO ORIGINAL FILA BRASILEIRO (2 de março de 2017), Entrevista TV Kefas - Parte 2, consultado em 26 de julho de 2018. 
  12. NÚCLEO ORIGINAL FILA BRASILEIRO (25 de fevereiro de 2018), VÍDEO 3 - ORIGINAL FILA BRASILEIRO, consultado em 26 de julho de 2018. 
  13. Marko Nurminen (16 de fevereiro de 2010), Fila Brasileiro travel to Brasil 1993, consultado em 22 de setembro de 2018. 
  14. NÚCLEO ORIGINAL FILA BRASILEIRO (2 de março de 2017), Entrevista TV Kefas - Parte 1, consultado em 26 de julho de 2018. 
  15. a b c «Original Fila Brasileiro: Tópicos». Original Fila Brasileiro. Consultado em 5 de setembro de 2018. 
  16. contato@filagoiano.com.br. «Canil Santa Luzia - Fila Brasileiro - Dicas e curiosidades - Dicas para distinguir mestiços». www.filagoiano.com.br. Consultado em 16 de agosto de 2018. 
  17. «"The Concept Of An Aboriginal Dog Breed" By Vladimir Beregovoy – PADS Journals #14 – Brad Anderson». www.bradanderson.org (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2018. 
  18. «Original Fila Brasileiro: HISTÓRIA - 7». Original Fila Brasileiro. Consultado em 4 de setembro de 2018. 
  19. «Original Fila Brasileiro: HISTÓRIA - 9». Original Fila Brasileiro. Consultado em 4 de setembro de 2018. 
  20. «Original Fila Brasileiro: HISTÓRIA - 21». Original Fila Brasileiro. Consultado em 4 de setembro de 2018. 
  21. «Original Fila Brasileiro: Tópicos». Original Fila Brasileiro. Consultado em 17 de setembro de 2018. 
  22. «Original Fila Brasileiro: Tópico 05». Original Fila Brasileiro. Consultado em 17 de setembro de 2018. 
  23. «Original Fila Brasileiro: Tópico 06». Original Fila Brasileiro. Consultado em 17 de setembro de 2018. 
  24. «Padrão da Raça - CAFIB». www.cafibbrasil.com. Consultado em 14 de setembro de 2018. 
  25. «AMFIBRA - ASSOCIAÇÃO DO FILA BRASILEIRO - PADRÃO RACIAL». amfibra.org. Consultado em 14 de setembro de 2018. 
  26. «Original Fila Brasileiro: Tópicos». Original Fila Brasileiro. Consultado em 14 de agosto de 2018. 
  27. «Original Fila Brasileiro: Tópicos». Original Fila Brasileiro. Consultado em 15 de agosto de 2018. 
  28. «Original Fila Brasileiro: HISTÓRIA - 17». Original Fila Brasileiro. Consultado em 4 de setembro de 2018. 
  29. «List of Black & Tan Dog Breeds with Pictures». www.dog-learn.com (em inglês). Consultado em 5 de outubro de 2018. 
  30. «Australian kelpie fawn tan.... reminds me on my own dog | Beautiful things | Pinterest | Patinhos, Anjo e Animais». Pinterest. Consultado em 5 de outubro de 2018. 
  31. NÚCLEO ORIGINAL FILA BRASILEIRO (25 de fevereiro de 2018), VÍDEO 6 - ORIGINAL FILA BRASILEIRO, consultado em 26 de julho de 2018. 
  32. NÚCLEO ORIGINAL FILA BRASILEIRO (8 de fevereiro de 2017), Núcleo Original Fila Brasileiro - Apresentação, consultado em 16 de julho de 2018. 
  33. «O resgate do FILA BRASILEIRO - Bandog Brasil». Bandog Brasil. 22 de março de 2018 
  34. «O resgate do FILA BRASILEIRO (continuação) - Bandog Brasil». Bandog Brasil. 31 de março de 2018 
  35. Dias, Julian de Moura (27 de julho de 2012). «VARIAÇÃO FENOTÍPICA NA RAÇA FILA BRASILEIRO». INSTITUTO DE ZOOTECNIAPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
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