Acústico MTV (álbum de Titãs)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Os Cegos do Castelo)
Acústico MTV
Álbum ao vivo de Titãs
Lançamento 23 de maio de 1997
Gravação 6 e 7 de março de 1997 no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro
Gênero(s) Rock acústico
Duração 01:11:40
Idioma(s) Português
Formato(s) CD, VHS, DVD
Gravadora(s) WEA
Produção Liminha
Cronologia de Titãs
Domingo
(1995)
Volume Dois
(1998)
Singles de Acústico MTV
  1. "Pra Dizer Adeus"
    Lançamento: 1997
  2. "Flores (part. Marisa Monte)"
    Lançamento: 1997
  3. "Nem 5 Minutos Guardados"
    Lançamento: 1997
  4. "Os Cegos do Castelo"
    Lançamento: 1998

Acústico MTV é o segundo álbum ao vivo da banda brasileira de rock Titãs, lançado em 1997 em CD e VHS e relançado em DVD no ano de 2002. Foi gravado em 6 e 7 de março de 1997 no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.[1] Rendeu um CD, um VHS, um DVD e um especial transmitido no canal no dia 22 de maio daquele ano.[2][3] Atingiu a certificação de diamante, com mais de 1,7 milhão de vendas.[4]

O show contou com participações especiais do argentino Fito Páez em "Go Back", Marisa Monte em "Flores", o jamaicano Jimmy Cliff em "Querem Meu Sangue", e o ex-titã Arnaldo Antunes em "O Pulso". Páez também participa da versão do DVD de "Televisão", enquanto a versão do CD (gravada em estúdio) conta com a participação de Rita Lee e Roberto de Carvalho. O CD também contém uma vinheta de "Cabeça Dinossauro" gravada por Marina Lima. Uma participação de Maria Bethânia em uma versão de "Miséria" também estava prevista antes da realização do show.[2][3]

Concepção e divulgação[editar | editar código-fonte]

A banda inicialmente relutou em participar do projeto, oferecendo resistência a ele por entre três e quatro anos. Convencido pela gravadora e pela MTV, que enalteciam o sucesso do formato fora do Brasil, o grupo acabou aceitando, com a condição de que a apresentação fosse montada à maneira deles. A ideia era "radicalizar. Vamos fazer com orquestra, vamos sair do rock'n roll e fazer uma coisa totalmente diferente."[5]

Apesar do sucesso de vendas e nas rádios que o disco acabou sendo, a banda descartou na época a ideia de que fosse um álbum produzido com interesses comerciais. Para eles, criar essas versões foi um desafio. Nas palavras do vocalista e baixista Nando Reis, "tivemos que provar que os Titãs podem ser diferentes dos Titãs e ainda ser tão bom quanto".[6] Eles tinham medo de soarem "patéticos", mas ficaram felizes em ampliar o público e voltar a tocar nas rádios. Nando disse que o trabalho "foi um desafogo. É muito importante para uma banda desse porte ser popular. Nossa vocação não é ser underground. Não tenho vocação para tocar para meia dúzia de pessoas. Isso não significa mediocrizar o trabalho".[7] O álbum também foi pensado como uma celebração dos 15 anos da banda.[8]

Para carregar todos os músicos do projeto de um show a outro, a banda viajava em dois ônibus.[9] As últimas apresentações da turnê se deram no dia 4 e 5 de abril de 1998, no Olympia, em São Paulo. As apresentações só ocorreram por insistência dos fãs, pois a turnê deveria ter sido encerrada em 14 de março no Parque do Ibirapuera, após 140 shows. Nessas últimas apresentações, a banda já começava a tocar sua versão de "É Preciso Saber Viver", sucesso de seu então futuro disco Volume Dois, que a banda já começava a conceber na época.[10]

Em 2019, em meio à turnê "Trio Acústico", que celebrava os 20 anos do disco, Sérgio disse que a banda ficou surpresa na época com o sucesso do projeto: "Muita gente apostava nessa ideia de que as nossas canções iam render, enquanto outras achavam que não ia combinar. A gente mesmo tinha uma certa dúvida. (...) Mesmo assim, sinto que quando o disco saiu a gente se surpreendeu com a rapidez e com o alcance que ele teve em termos de popularidade. Nosso público deu uma renovada radical. A gente começou a tocar para gente muito nova e para um número maior de mulheres. Talvez fôssemos o grupo mais popular daquele ano, levando em conta todos os gêneros."[9]

Informações das faixas[editar | editar código-fonte]

O álbum e o DVD contêm faixas retiradas de todos os discos da banda até então, com exceção de Tudo ao Mesmo Tempo Agora, de 1991 (representada apenas como uma menção a letra de "Eu Não Sei Fazer Música" durante "32 Dentes"), e Domingo, de 1995. Outras quatro canções inéditas também foram incluídas: "Os Cegos do Castelo", "Nem 5 Minutos Guardados", "A Melhor Forma" e "Não Vou Lutar"; cada uma é cantada por um dos quatro vocalistas que constavam na formação da época (respectivamente, Nando Reis, Sérgio Britto, Branco Mello e Paulo Miklos[2]). "A Melhor Forma", "Nem 5 Minutos Guardados" e "Não Vou Lutar" já haviam sido compostas no passado (as duas primeiras para o Õ Blésq Blom) e foram resgatadas para o lançamento.[3][11] Originalmente, apenas uma inédita apareceria e a banda elegeu "Os Cegos do Castelo"; mais tarde, Nando disse que isso gerou certo desconforto no resto da banda e eles decidiram incluir uma canção para cada cantor da banda.[12]

"Go Back" aparece no álbum em uma versão em espanhol feita por Martin Cardoso para Os Paralamas do Sucesso e à qual Sérgio Britto acrescentou versos de Pablo Neruda na parte falada. O vocalista fez algo parecido em "Homem Primata", desta vez com versos de Bob Marley. A versão de "Prá Dizer Adeus" foi a faixa escolhida para tocar nas rádios.[13] Nos primeiros shows (incluindo os que foram gravados para o lançamento), "Bichos Escrotos" e "Polícia" consistiam apenas em rápidas vinhetas cantadas praticamente a cappella pela banda com a plateia, mas eventualmente elas acabaram ganhando versões completas.[14]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
All Music Guide 4.5 de 5 estrelas.[15]
Folha de S.Paulo Favorável[16]
Folha de S.Paulo Favorável[17]
Folha de S.Paulo Desfavorável[18]

O álbum polarizou críticos dentro da Folha de S.Paulo. Luiz Antônio Ryff considerou o trabalho "ótimo" e que a versão em CD conseguiu "preservar a energia do show e ressaltar as qualidades da apresentação da banda. Talvez a mais importante delas seja provar que não é preciso acoplar guitarras elétricas em paredões de amplificadores para fazer um show vigoroso." Ele também considerou que algumas faixas ganharam versões melhores que as originais e que "mesmo quando há improvisos o resultado é bom".[16] Contudo, alguns meses mais tarde, ele consideraria os shows acústicos d'Os Paralamas do Sucesso melhores[19] - a banda só lançaria seu Acústico MTV em 1999.

Marcos Augusto Gonçalves disse que o trabalho "ressuscitou" a banda que "mergulhava numa crise que poderia tê-la liquidado". "Mais maduros, mais relaxados com a liberdade individual adquirida nos últimos anos e dispostos a escapar do beco em que se metiam, os sete componentes do grupo -que já haviam tentado com "Domingo" um trabalho mais eclético- encontraram na fórmula 'unplugged' a saída para a encruzilhada.[17]

Por outro lado, Pedro Alexandre Sanches considerou Acústico MTV uma pura jogada comercial. Chamou de "ilógico" despir "Polícia", "Cabeça Dinossauro" e "Homem Primata" de sua agressividade em favor "da cafonice de cordas que assola a MPB" e aceitar bem as regravações de "Go Back" e "Comida" cantadas de forma ruim por "cantores (...) tão pouco dispostos a se aprimorarem". Também criticou a versão de "Go Back" por ter transformado o poema de Torquato Neto "em espanhol mal pronunciado e mal cantado, utilizando, uma vez mais, o bobo alegre Fito Paez como pretexto de congraçamento transnacional".[18]

Álvaro Pereira Júnior rechaçou o disco e o considerou "o pior de 1997". Ele disse: "Dilemas pseudo-existenciais, cabecismo, arranjos 'profundos'. Os piores defeitos que podem acometer uma banda de rock aparecem em doses cavalares. (...) Os Titãs são uma banda de mentira, os herdeiros diretos da afetação e do conformismo, combustível desse monstro que domina a música brasileira, o establishment caetânico. Já mudaram de estilo zilhões de vezes (curiosamente, sempre embarcando no que está na moda) e fazem pose séria, na melhor escola Herbert Vianna de pretensão".[20]

Ele já havia demonstrado insatisfação com o trabalho num texto de junho de 1997, no qual o acusava de ser "artificial" e comparava os Titãs aos pagodeiros do Negritude Júnior, afirmando que estes tinham mais atitude rock and roll que aqueles. Ele disse ainda: "Já analisando a trajetória dos Titãs (chato falar deles de novo, mas esse disco "unplugged" é de uma ruindade abismal, fica difícil fugir), vemos uma banda sempre tentando ser o que não é. Criados à base de musiquinha contemplativa caetânica, já se meteram a new wave, grunge, cabeça, punk e só agora, finalmente, abraçam claramente a MPB pretensiosa que os moldou".[21]

Em uma votação envolvendo 870 leitores da Folha, contudo, a maioria elegeu o álbum, o show e a banda como os melhores do ano. "Prá Dizer Adeus" também foi eleita a melhor canção.[22]

Em agosto de 2018, Lucas Brêda, da revista Vice, elegeu o Acústico dos Titãs como o pior Acústico MTV numa lista com 31 dos 33 discos do projeto lançados no Brasil.[23]

Recepção comercial[editar | editar código-fonte]

O álbum vendeu 180 mil cópias em menos de um mês,[24] 500 mil até 18 de agosto de 1997[25] e três dias depois já era o álbum mais vendido da carreira deles, com 700 mil cópias.[6] Em outubro de 1997, a marca de um milhão havia sido batida.[26] Eventualmente, culminou na certificação de diamante, com mais de 1,7 milhão de vendas[4] - número que bateu a meta da gravadora WEA (um milhão de cópias), mas não a previsão do empresário Manoel Poladian, que apostava em 3 milhões.[27]

Certificações[editar | editar código-fonte]

Ano Vendagem Certificação[4]
1997 ca. 1.700.000 ABPD: Diamante

Faixas[editar | editar código-fonte]

CD[editar | editar código-fonte]

N.º TítuloCompositor(es)Vocais principais[1] Duração
1. "Comida (Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas, 1987)"  Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer, Sérgio BrittoPaulo Miklos 5:22
2. "Go Back (Titãs, 1984; versão em espanhol inédita)" (Contém trecho do poema "Farewell y Solosos", de Pablo Neruda)Sérgio, Torquato Neto (versão: Martin Cardoso)Sérgio, Fito Páez (part.) 3:50
3. "Pra Dizer Adeus (Televisão, 1985)"  Tony Bellotto, Nando ReisPaulo 3:42
4. "Família (Cabeça Dinossauro, 1986)"  Arnaldo, TonyNando Reis 3:38
5. "Os Cegos do Castelo (inédita)"  NandoNando 4:50
6. "O Pulso (Õ Blésq Blom, 1989)"  Arnaldo, Marcelo, TonyArnaldo (part.) 3:19
7. "Marvin (Titãs, 1984)"  R. Dunbar, G N. Johnson (versão: Sérgio, Nando)Nando 4:24
8. "Nem 5 Minutos Guardados (inédita)"  Sérgio, MarceloSérgio 4:05
9. "Flores (Õ Blésq Blom, 1989)"  Charles Gavin, Tony, Paulo Miklos, SérgioBranco Mello, Marisa Monte (part.) 3:35
10. "Palavras (Õ Blésq Blom, 1989)"  Sérgio, MarceloSérgio 2:38
11. "Hereditário (Titanomaquia, 1993)"  Titãs & ArnaldoNando 2:31
12. "A Melhor Forma (inédita)"  Sérgio, Paulo, Branco MelloBranco 3:11
13. "Cabeça Dinossauro (vinheta) (Cabeça Dinossauro, 1986)"  Arnaldo, Paulo, BrancoMarina Lima (part.) 0:37
14. "32 Dentes (Õ Blésq Blom, 1989)" (Contém trecho de "Eu Não Sei Fazer Música" ('Tudo Ao Mesmo Tempo Agora, 1991))Branco, Marcelo, SérgioBranco 3:04
15. "Bichos Escrotos (Cabeça Dinossauro, 1986)"  Arnaldo, Sérgio, NandoPaulo 1:44
16. "Não Vou Lutar (inédita)"  Paulo, SérgioPaulo 3:09
17. "Homem Primata (vinheta)"  Sérgio, Marcelo, Nando, Ciro PessoaSérgio 0:34
18. "Homem Primata (Cabeça Dinossauro, 1986)"  Sérgio, Marcelo, Nando, CiroSérgio 3:18
19. "Polícia (vinheta) (Cabeça Dinossauro, 1986)"  TonySérgio 3:32
20. "Querem Meu Sangue / The Harder They Come (Titãs, 1984)"  Jimmy Cliff (versão: Nando)Nando, Jimmy (part.) 3:32
21. "Diversão (Jesus não Tem Dentes no País dos Banguelas, 1987)"  Sérgio, NandoPaulo 4:41
22. "Televisão (Televisão, 1985)"  Arnaldo, Marcelo, TonyBranco, Rita Lee (part.) 4:53
Duração total:
01:11:40

DVD[editar | editar código-fonte]

  1. "Televisão" (participação especial: Fito Paez)
  2. "Go Back" (participação especial: Fito Paez)
  3. "Família"
  4. "Pra Dizer Adeus"
  5. "Comida"
  6. "Os Cegos do Castelo"
  7. "O Pulso" (participação especial: Arnaldo Antunes)
  8. "Bichos Escrotos"
  9. "A Melhor Forma"
  10. "Marvin"
  11. "Nem 5 Minutos Guardados"
  12. "Palavras"
  13. "Hereditário"
  14. "Flores" (participação especial: Marisa Monte)
  15. "32 Dentes"
  16. "Não Vou Lutar"
  17. "Homem Primata"
  18. "Querem Meu Sangue (The Harder They Come)" (participação especial: Jimmy Cliff)
  19. "Diversão"

Créditos[editar | editar código-fonte]

Titãs[editar | editar código-fonte]

Créditos adaptados do encarte:[1]

  • Branco Mello - vocal ("Flores", "A Melhor Forma", "32 Dentes" e "Televisão")
  • Paulo Miklos - vocal ("Comida", "Pra Dizer Adeus", "Bichos Escrotos", "Não Vou Lutar" e "Diversão") e bandolim
  • Sérgio Britto - vocal ("Go Back", "Nem 5 Minutos Guardados", "Palavras", "Homem Primata" e "Polícia"), piano e órgão Hammond
  • Nando Reis - baixolão, violão ("Os Cegos do Castelo") e vocal ("Família", "Os Cegos do Castelo", "Marvin", "Hereditário" e "Querem Meu Sangue")
  • Marcelo Fromer - violões
  • Tony Bellotto - violões de 6 e de 12 cordas, slide
  • Charles Gavin - bateria

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Músicos de apoio[editar | editar código-fonte]

Pessoal técnico[editar | editar código-fonte]

Gravado ao vivo no Teatro João Caetano, Rio de Janeiro, nos dias 06 e 7 de março de 1997, pelas unidades móveis Nas Nuvens e Solo

  • Direção artística - Paulo Junqueiro
  • Arranjos de base - Titãs e Liminha
  • Arranjos de cordas e metais - Jaques Morelenbaum, Liminha e Titãs
  • Arranjos de metais em "Família", "Homem Primata", "Querem Meu Sangue"), metais e cordas ("Diversão") - Marcelo Martins, Liminha e Titãs
  • Direção técnica - Paulo Lima
  • Engenharia de gravação - Vitor Farias
  • Assistente de gravação - Marcelo Calvario, Daniel Pires, Breno Gradel, Bruno Leite e Mario Léo.
  • Engenheiros adicionais - Denilson Campos e Alexandre Saggesa
  • Mixagem: U.M.Q.A. (Unidade Móvel Quiosque do Amor)
  • Engenharia de mixagem - Vitor Farias e Liminha
  • Assistentes de mixagem - Marcelo "Bro" Calvario, Mario Léo, Breno Gradel e Bruno Leite
  • Edição digital - Denilson Campos, Liminha e Titãs
  • Engenharia de masterização - Ricardo Garcia, Magic Master
  • Projeto gráfico - Toni Vanzolini, Gualter Pupo e João Bonelli
  • Coordenação gráfica - Silvia Panella
  • Fotos - Juan Steves, Marcelo Rossi, Mila Maluhy (Rita Lee) e Marcia Ramalho (Marina Lima)
  • Produção (Titãs) - Nelson Damascena
  • Assistente de produção (Titãs) - Wilson Rosa
  • Roadies - Sombra Jones, Sergio Molina, Gerson Molina
  • Segurança - Lauro Silva e Luiz Gomes
  • Som - MacAudio
  • Engenharia de P.A. - Carlos Pedruzzi
  • Engenharia de Monitor - Andre Nogueira
  • Técnico - Edilson Meireles
  • P.A. - Paulo Junqueiro
  • Luz - Marcos Olivio / Spectrum
  • Figurinos - Ellen Igersheimer
  • Cenário - Tom Vanzolini e Gualter Pupo
  • Roadies - Liminha e Breno Gradel
"Cabeça Dinossauro"

Gravado na Unidade Móvel Quiosque do Amor, por Vitor Farias e Liminha.

  • Assistentes - Marcelo "Bro" Calvario e Mário Léo
"Televisão"

Gravado no Artmix, São Paulo, por Antoine Midani.

  • Assistentes - Alexandre Soares, Edgard Popó e Alexandre Russo.

Referências

  1. a b c (1997). "Anotações de Acústico MTV". Em Acústico MTV [encarte do CD]. São Paulo: WEA.
  2. a b c Ryff, Luiz Antônio (6 de março de 1997). «Titãs fazem festa de debutante acústica». Rio de Janeiro. Folha de S.Paulo (24809): Ilustrada 6. Consultado em 9 de julho de 2017 
  3. a b c Barros, Bruna Monteiro de (15 de maio de 1997). «Titãs comemoram 15 anos com acústico». Folha de S.Paulo (24879): Ilustrada 4. Consultado em 9 de julho de 2017 
  4. a b c Associação Brasileira de Produtores de Discos. «ABPD - Certificados». Consultado em 8 de abril de 2010. Arquivado do original em 6 de setembro de 2010 
  5. «Titãs fazem show em trio e formato acústico». IstoÉ. Editora Três. 9 de agosto de 2019. Consultado em 25 de março de 2020 
  6. a b Loures, Alexandre (21 de agosto de 1997). «Titãs apresenta o "Acústico" em SP». Folha de S.Paulo (24977): Acontece 2. Consultado em 10 de julho de 2017 
  7. Ryff, Luiz Antônio; Loures, Alexandre (29 de agosto de 1997). «'Acústico' tira Titãs da crise». Grupo Folha. Folha de S.Paulo (24985). Consultado em 10 de julho de 2017 
  8. «Hoje o cantor Paulo Miklos é o nosso convidado, falando do seu novo CD "A Gente Mora No Agora"». Transamérica Pop. Conglomerado Alfa. 15 de agosto de 2017. Consultado em 16 de setembro de 2017 
  9. a b Pinheiro, Pedro Henrique (9 de agosto de 2019). «Titãs Trio Acústico: conversamos com Sérgio Britto sobre shows, nova geração, likes e mais». Tenho Mais Discos Que Amigos!. Consultado em 25 de março de 2020 
  10. Citero, Priscila (4 de abril de 1998). «Titãs fazem último "Acústico" e preparam o próximo disco». Folha de S.Paulo (25203): Especial 1. Consultado em 9 de julho de 2017 
  11. Sérgio Britto: O single "Epifania" e as histórias de "Õ blésq blom" - Entrevista - Alta Fidelidade. YouTube. 6 de dezembro de 2020. Em cena em 30:22-31:35. Consultado em 27 de julho de 2021 
  12. Nando Reis - Quem são os "Cegos do Castelo"?. YouTube. 10 de abril de 2019. Consultado em 20 de setembro de 2020 
  13. «"Acústico" faixa-a-faixa». Grupo Folha. Folha de S.Paulo (24886): Ilustrada 12. 22 de maio de 1997. Consultado em 9 de julho de 2017 
  14. Pessini, Ana Cristina (22 de agosto de 1997). «'Filho: leve seu pai ao show dos Titãs'». Folha de S.Paulo (24978): Guia da Folha. Consultado em 10 de julho de 2017 
  15. Avaliação no All Music Guide
  16. a b Ryff, Luiz Antônio (16 de maio de 1997). «Titãs produzem um acústico vigoroso». Rio de Janeiro: Grupo Folha. Folha de S.Paulo (24880): Ilustrada 9. Consultado em 9 de julho de 2017 
  17. a b Gonçalves, Marcos Augusto (22 de maio de 1997). «Titãs reencontram caminho em 'Acústico'». Grupo Folha. Folha de S.Paulo (24886): Ilustrada 12. Consultado em 9 de julho de 2017 
  18. a b Sanches, Pedro Alexandre (29 de agosto de 1997). «Disco é pura concessão». Grupo Folha. Folha de S.Paulo (24985). Consultado em 10 de julho de 2017 
  19. Ryff, Luiz Antônio (14 de novembro de 1997). «Paralamas fazem melhor que os Titãs». Grupo Folha. Folha de S.Paulo: Especial 1. Consultado em 10 de julho de 2017 
  20. Júnior, Álvaro Pereira (22 de dezembro de 1997). «Titãs acústico foi o pior de 1997». Grupo Folha. Folha de S.Paulo (25100): Folhateen 4. Consultado em 10 de julho de 2017 
  21. Júnior, Álvaro Pereira (23 de junho de 1997). «Negritude Jr. é mais rock que Titãs». Grupo Folha. Folha de S.Paulo (24918): Folhateen 4. Consultado em 10 de julho de 2017 
  22. «Hall of Fame 97». Folha de S.Paulo (24916): Folhateen. 29 de dezembro de 1997. Consultado em 10 de julho de 2017 
  23. Brêda, Lucas (7 de agosto de 2018). «Todos o 'Acústicos' da MTV Brasil, do pior ao melhor». Vice. Vice Media. Consultado em 15 de janeiro de 2019 
  24. Barros, Bruna Monteiro de (21 de junho de 1997). «Titãs mostram seu 'Acústico' em SP». Folha de S.Paulo (24916): Especial 1. Consultado em 9 de julho de 2017 
  25. «Esta semana tem Titãs, progressivo, filmes, vestibular e até OVNI». Folha de S.Paulo (24974): Folhateen. 18 de agosto de 1997. Consultado em 9 de julho de 2017 
  26. «Shows». Folha de S.Paulo (25027): GR62. 10 de outubro de 1997. Consultado em 10 de julho de 2017 
  27. Paiva, Marcelo Rubens (29 de agosto de 1997). «Poladian aposta que 'Acústico' vende 3 mi». Grupo Folha. Folha de S.Paulo (24985). Consultado em 10 de julho de 2017