Os Inconfidentes

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Os Inconfidentes
José Wilker (à frente) e Roberto Maya no cartaz do filme.
 Brasil /  Itália
1972 •  cor •  100 min 
Direção Joaquim Pedro de Andrade
Roteiro Eduardo Escorel
Cecília Meireles
Joaquim Pedro de Andrade
Elenco José Wilker
Luís Linhares
Paulo César Peréio
Fernando Torres
Carlos Kroeber
Género drama histórico
Idioma português
Página no IMDb (em inglês)

Os inconfidentes é uma co-produção brasileira e italiana de 1972, do gênero drama histórico, dirigida por Joaquim Pedro de Andrade. Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.[1]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O filme é uma versão cinematográfica da Inconfidência Mineira, de seu início até o degredo dos inconfidentes e a execução de Tiradentes.

Elenco e personagens[editar | editar código-fonte]

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Troféu APCA 1973 (Brasil)

  • Venceu na categoria de Melhor Filme.
José Wilker, o intérprete do personagem Tiradentes

[carece de fontes?]

Produção[editar | editar código-fonte]

Os inconfidentes é um contraponto a outro filme do mesmo ano, Independência ou morte, que celebrava os 150 anos da independência do Brasil de forma heróica e ufanista. Os inconfidentes, ao contrário, mostrando a mão de ferro da Coroa portuguesa, é uma metáfora do regime autoritário da ditadura militar. Os roteiristas construíram diálogos que se inseriam no contexto da falta de liberdade do período militar. Para que o filme não fosse proibido, o diretor concordou em inserir propaganda pró-governo, e o que ficou foi um apêndice sarcástico e irônico (ao fundo, Aquarela do Brasil, de Ari Barroso), com o qual conseguiu exibir o filme. Fernando Torres voltou a repetir o papel do poeta Cláudio Manuel da Costa, que já vivera na telenovela Dez vidas, na TV Excelsior. Os inconfidentes foi filmado em Ouro Preto, Minas Gerais. O filme é baseado no livro Autos da devassa, compilação dos documentos levantados nos processos contra os inconfidentes, e em O romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles. Além de Aquarela do Brasil, o filme apresenta a canção Farolito, de Agustín Lara, com João Gilberto.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. André Dib (27 de novembro de 2015). «Abraccine organiza ranking dos 100 melhores filmes brasileiros». Abraccine. abraccine.org. Consultado em 26 de outubro de 2016. 
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