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Os quatro grandes do Rio de Janeiro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Para ver as doze grandes equipes do futebol brasileiro, veja G-12.
Bandeiras de Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco da Gama, respectivamente.

Os quatro grandes do Rio de Janeiro é a forma como são chamados os maiores clubes de futebol deste estado brasileiro, a saber, Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama. Os quatro estão entre os mais vitoriosos do Brasil e possuem performances mais destacadas que os outros clubes que representam o estado do Rio de Janeiro em competições nacionais e internacionais, havendo sido campeões cariocas, brasileiros e da Copa Libertadores da América, a principal competição continental.[1][2][3][4][5]

A cidade do Rio de Janeiro, sede dos quatro grandes, é aquela que reunia mais clubes profissionais no Brasil em 2018, um total de 28 clubes, contra 9 clubes de Belém, a segunda colocada, com o Estado do Rio de Janeiro tendo 69 clubes em todas as suas divisões neste ano citado.[6]

Em 2024 o Rio de Janeiro se tornou a primeira cidade brasileira a ter quatro finalistas consecutivos da Copa Libertadores da América, com três clubes diferentes disputando a fase máxima da competição nesses quatro anos, cidade que também em 2024 se tornou a primeira do continente a ter três clubes participando das quartas-de-finais numa mesma edição, e que ao seu final consagrou o quarto clube carioca campeão da principal competição da América do Sul, além da primeira a ostentar um tricampeonato continental seguido com três clubes diferentes, considerando as principais competições continentais, classificando os três campeões para a disputa da Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2025, a maior competição entre clubes realizada pela FIFA até então, havendo sido o Rio de Janeiro a cidade com mais representantes.[7][8][9][10]

Segundo estado mais rico do Brasil pelos dados do IBGE[11] e que produziu 11,6% da riqueza nacional em 2018,[12] com uma área de 43 780,172 km² e cerca de 17 milhões de habitantes, o Estado do Rio de Janeiro pode ser comparado a nações como Países Baixos em população e tamanho, ou Chile, considerando o quesito população, para entendimento da importância de suas competições estaduais, e assim como o futebol do Países Baixos, o Rio de Janeiro ostentava três clubes campeões da principal competição de seu continente, até o quarto (Botafogo) conquistar a Libertadores em 2024, contra um do Chile, sendo que apenas os países Brasil e Argentina possuem mais campeões da Copa Libertadores da América que a cidade do Rio de Janeiro, sendo esses dois países e também o Uruguai as únicas nações que tem mais títulos. A economia do Estado do Rio de Janeiro, segundo dados de 2013, é maior do que a chilena, sendo esse o país latino-americano com dados mais próximos para efeito de comparação.[13]

Além da consideração jornalística ou consuetudinária de serem estes 4 clubes os "grandes" do Rio de Janeiro, em destaque aos demais clubes do referido Estado, tal consideração pode ser alicerçada em fatos objetivos, como por exemplo haverem sido estes 4 os únicos clubes do Rio de Janeiro a haverem sido aceitos no Clube dos 13, agremiação representativa dos maiores clubes do Brasil, cujo número de clubes membros se expandiu ao longo dos anos mas que nunca incluiu outros clubes do Rio de Janeiro além dos referidos quatro; e como por exemplo o próprio regulamento do Campeonato Carioca de Futebol haver discriminado, em seu regulamento oficial, estes clubes em relação aos demais, ao determinar que apenas jogos entre os 4 teriam recurso ao VAR na fase inicial do Campeonato, e ao determinar que os mesmos seriam igualmente divididos nos grupos da Primeira Fase, 2 por cada grupo, nunca todos os 4 ou mesmo 3 em um único grupo, prerrogativas que não foram desfrutadas por outros clubes do Rio de Janeiro. Cabe observar que a consideração de alguns poucos clubes serem considerados grandes em um país ou região não configura qualquer forma de menoscabo aos demais clubes que lhes sejam conterrâneos; na verdade, tal diferenciação ocorre em praticamente todo o mundo, como por exemplo as cidades de São Paulo (Trio de Ferro), Belo Horizonte (Clássico Mineiro), Porto Alegre (Grenal), a Argentina (Cinco grandes do futebol argentino), o Uruguai (Clássico Uruguaio), a Inglaterra (Big Six), Portugal (Os Três Grandes), Escócia (Old Firm), Brasil como um todo (G-12, etc.

Além dos títulos conquistados, os quatro grandes do Rio de Janeiro se destacam nacional e internacionalmente de diversas formas.

Os quatro grandes clubes

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Torcidas dos quatro grandes do Rio de Janeiro
Torcida do Botafogo
Torcida do Flamengo
Torcida do Fluminense
Torcida do Vasco da Gama

Além de suas conquistas em nível intra-estadual, os quatro grandes se destacam de diversas maneiras em nível nacional e internacional.

O Botafogo é o clube que mais cedeu jogadores para a Seleção Brasileira em Copas do mundo (quarenta e sete), e o terceiro que mais cedeu jogadores à Seleção em Copas em que o Brasil foi campeão.[14][15] É o detentor da maior goleada e da maior sequência invicta em partidas oficiais do futebol brasileiro.[16][17]

O Flamengo possui a maior torcida do Brasil e a maior torcida do conjunto Europa-América, considerando apenas torcedores do próprio país dos clubes.[18] Uma das três equipes que nunca foram rebaixadas da divisão principal do Campeonato Brasileiro, é também o clube que mais contribuiu com jogadores para a Seleção Brasileira principal considerando todos os jogos (cento e vinte e sete atletas até maio de 2020).[19] Na edição de 2025 da Copa Libertadores, o Rubro-negro se tornou o clube brasileiro maior campeão da Libertadores, com quatro títulos.

O Fluminense é, entre os clubes do G-12 nacional, o mais antigo a praticar o futebol. O Estádio das Laranjeiras foi a primeira casa da Seleção Brasileira, sediando dezessete jogos desta entre 1914 e 1932.[20] É o único clube de futebol do mundo no Século XX a ter conquistado a Taça Olímpica, em 1949, ano no qual também foi apontado pelo presidente da FIFA, Jules Rimet, como "a organização esportiva mais perfeita do mundo".[21] O clube também é o primeiro clube campeão da Copa Libertadores a vencer cinco ex-campeões em sua campanha até o título (Boca Juniors, River Plate, Olimpia, Internacional e Argentinos Juniors).[22][23][24]

O Vasco da Gama foi a primeira instituição brasileira de futebol (clube ou seleção) a conquistar título em território estrangeiro e o primeiro clube a ter o título de "campeão-sul-americano", ao vencer o Sul-Americano de Campeões de 1948. Pelo Torneio de Paris de 1957, tornou-se o único clube não-europeu a derrotar o Real Madrid entre 1955 e 1959 (antes da estreia da Copa Intercontinental, em 1960), período em que o time espanhol foi campeão das cinco primeiras edições da Copa dos Campeões da Europa.[25] Seu estádio, era o maior da América Latina quando da sua inauguração, em 1927.[26] Roberto Dinamite, o maior artilheiro da história do clube, é o maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro (190 gols).

Um Fla-Flu detém o recorde mundial de público de partidas entre clubes: 194.603 espectadores, na final do Campeonato Carioca de 1963, conquistado pelo Flamengo após um empate sem gols (já que bastava ao rubro-negro não ser derrotado para ser campeão).[27][28]

Conquistas nacionais

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A última atualização do texto ocorreu em 05 de janeiro de 2026. Para posteriores atualizações dos dados, ver Lista de títulos de clubes brasileiros de futebol.

Em âmbito nacional, os chamados quatro "grandes" clubes cariocas conquistaram 19 Campeonatos Brasileiros (8 do Flamengo, 4 do Fluminense, 4 do Vasco e 3 do Botafogo), 7 Copas do Brasil (5 do Flamengo, 1 do Fluminense e 1 do Vasco) e 1 Copa dos Campeões da CBF (do Flamengo). Ainda em âmbito nacional, três entre os quatro grandes venceram Campeonatos Brasileiros de divisões inferiores: o Fluminense, a Série C em 1999; o Vasco da Gama, a Série B em 2009; e o Botafogo, a Série B em 2015 e 2021.

Desde a criação da Taça Brasil em 1959 (primeira competição de clubes de abrangência nacional, aberta a clubes de todos os estados) até o fim da temporada 2019 do futebol brasileiro, entre os estados do Brasil, o futebol do Rio de Janeiro é o segundo mais vitorioso na principal competição de clubes dessa nação, com 16 conquistas do Campeonato Brasileiro, todas pelos quatro grandes, atrás de São Paulo, com 32, e a frente de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com 5 títulos cada um. Clubes cariocas decidiram entre si, em confrontos diretos, o título brasileiro, por duas vezes: Fluminense e Vasco em 1984, e Flamengo e Botafogo em 1992.

Na segunda competição nacional, a Copa do Brasil, apenas a cidade do Rio de Janeiro teve 3 clubes campeões, tendo o Botafogo se sagrado vice campeão em 1999. Apenas uma vez houve decisão entre clubes cariocas nessa competição, em 2006, envolvendo Flamengo e Vasco.

Campeonato Brasileiro de 1987

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A conquista, pelo Flamengo, do Módulo Verde do Campeonato Brasileiro de 1987, é desde então tratada pelo clube, sua torcida e por expressiva parte da imprensa como um título de campeão brasileiro ao mesmo,[29][30] e chegou a ser assim reconhecida pela CBF, tendo o reconhecimento sido posteriormente revogado por força de decisão judicial,[31][32] decisão reiterada em 18 de abril 2017 pelo Supremo Tribunal Federal.[33]

A conquista do citado Módulo contou com a participação de todos os quatro grandes do Rio de Janeiro, juntamente a outros 12 clubes, perfazendo um total de 16 participantes, 14 dos quais estavam entre os então 16 primeiros do Ranking da CBF,[34] sendo que 10 entre os 16 clubes participantes do Módulo Verde estavam entre os 16 primeiros do Campeonato Brasileiro do ano anterior (1986), com os demais 6 (entre os 16 melhores no Brasileiro de 1986) estando no Módulo Amarelo de 1987, incluindo America e Guarani, respectivamente semifinalista e vice-campeão do Campeonato Brasileiro de 1986 e que estavam à época entre os 16 primeiros do Ranking da CBF. Em respeito às decisões judiciais, o título não é contabilizado ao Flamengo no presente verbete.

Conquistas internacionais

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A última atualização do texto ocorreu em 05 de janeiro de 2026. Para posteriores atualizações dos dados, ver Lista de títulos de clubes brasileiros de futebol.

Em competições internacionais, o Estado do Rio de Janeiro é o segundo em número de títulos internacionais oficialmente reconhecidos, sendo também o segundo disparado em número de participações e em número de títulos nacionais oficialmente reconhecidos e de 1ª Divisão, superado apenas por São Paulo nestes quesitos. Somados títulos oficiais nacionais e internacionais, o Rio de Janeiro aparece como o segundo estado mais vitorioso do país (42 títulos até março de 2024), superado apenas por São Paulo (80 títulos, no mesmo período), e à frente de Minas Gerais (28 títulos) e Rio Grande do Sul (26 títulos).

Com o reconhecimento da FIFA à Copa Intercontinental, o Flamengo passou a ser o único clube carioca a ter sido reconhecido como campeão mundial (1981), tendo Fluminense e Vasco da Gama sido finalistas de edições organizadas pela FIFA a partir do ano de 2000.

Na edição da Copa Libertadores da América de 2024 o Rio de Janeiro tornou-se a primeira cidade a classificar três clubes para as quartas de final na principal competição continental, quando Botafogo, Flamengo e Fluminense alcançaram a classificação e ao seu final o Botafogo se sagrou campeão.[35][36]

Conquistas sul-americanas

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Em âmbito sul-americano, os clubes cariocas conquistaram treze títulos (seis do Flamengo, três do Vasco, dois do Fluminense e dois do Botafogo), oito dos quais disputados com o objetivo de indicar o campeão sul-americano: quatro do Flamengo, a Copa Libertadores da América de 1981, Copa Libertadores da América de 2019, a Copa Libertadores da América de 2022 e a Copa Libertadores da América de 2025; dois do Vasco: a Copa Libertadores da América de 1998 e o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948 [37]; um do Fluminense: a Copa Libertadores da América de 2023; e um do Botafogo: a Copa Libertadores da América de 2024.

Em relação ao Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948, este não foi organizado pela CONMEBOL como uma de suas competições oficiais, mas organizado com o apoio do seu então presidente Luiz Valenzuela[38] tendo sido a única competição sul-americana, além da Copa Libertadores, cujo título rendeu vaga na Supercopa dos Campeões da Libertadores (competição de clubes oficial da Conmebol que permitia a participação apenas dos campeões da Copa Libertadores, sem dar vaga aos campeões de competições secundárias da CONMEBOL, como a Copa Conmebol), através de reconhecimento outorgado em 1996 pelo Comitê Executivo da CONMEBOL,[39][40][41] tendo a CONMEBOL qualificado a competição de 1948 como a antecedente que se tornou a Copa Libertadores, e o Vasco da Gama como o primeiro campeão sul-americano.[42][43][44][45]

Além dos títulos de campeão, o Fluminense sagrou-se vice campeão da Copa Libertadores da América de 2008, o Flamengo foi vice em 2021 e o Botafogo alcançou semifinais na Copa Libertadores da América de 1963 e na de 1973, essa última, fase disputada por seis clubes. Em apenas uma ocasião houve confrontos envolvendo clubes cariocas válidos pela principal competição continental, em 1985, tendo como oponentes Fluminense e Vasco.[46]

Com relação às competições secundárias da CONMEBOL (competições não disputadas com o objetivo de indicar o campeão sul-americano, sendo de importância inferior à Copa Libertadores), o Botafogo sagrou-se campeão da Copa Conmebol de 1993, o Fluminense vice-campeão da Copa Sul-Americana de 2009, e o Flamengo vice-campeão da mesma em 2017, sendo estas respectivamente a antiga e a atual competição secundária continental. Flamengo e Vasco conquistaram ainda a Copa Mercosul, competição da Conmebol disputada por clubes da Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, em 1999 e 2000, respectivamente. O Flamengo venceu ainda a Copa Ouro,competição da Conmebol disputada entre 1993 e 1997 por campeões dos torneios dessa entidade, a Recopa Sul-Americana, e foi duas vezes vice-campeão da Supercopa Sul-Americana e uma vez vice-campeão da Copa Mercosul. O Fluminense foi campeão da Recopa Sul-Americana de 2024.

Conquistas intercontinentais

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Para além dos limites da América do Sul, o Flamengo conquistou a Copa Intercontinental em 1981, conquista oficial por UEFA e CONMEBOL, tratada pela imprensa da época como o título mundial de clubes,[47] e desde outubro de 2017 reconhecida pela FIFA como tal,[48][49] enquanto o Fluminense conquistou a Copa Rio de 1952, organizada pela CBD e pelo próprio clube[50] que recebeu tratamento de troféu mundial pela imprensa da época,[51][52][53][54][55][56] e o Vasco da Gama venceu  a Taça Rivadavia de 1953, competição sucessora da Copa Rio,[57][58][59] tendo sido também da CBD e com contato telefônico com o dirigente Ottorino Barassi da FIFA, no recrutamento de equipes europeias ao torneio, função que ele também desempenhara em 1951 e 1952,[60] e tratada na Europa como uma edição da Copa Rio,[61][62][63][64][65][66][67] por exemplo entendida como um mundial de clubes pelo participante europeu Hibernian, embora de fato a Copa Rio tenha se encerrado em 1952 e tenha sido criado um torneio com personalidade própria, e a competição de 1953 jamais tenha sido comentada pela FIFA em suas manifestações recentes.[68][69][70]

A despeito das citadas competições de 1952 e 1953 terem contado com certo reconhecimento da imprensa e dos clubes participantes como copas mundiais de clubes (cada competição tendo tido este reconhecimento em maior ou menor grau), a Copa Intercontinental disputada entre 1960 e 2004 foi a única delas posteriormente reconhecida pela FIFA como um mundial de clubes, em decisão de 27/10/2017, sendo portanto o Flamengo o único clube carioca reconhecido como campeão mundial.[71] As competições de 1952 e 1953, a despeito de não serem reconhecidas como Mundiais de Clubes, foram organizadas em caráter oficial pela CBD (entidade oficial do futebol brasileiro), com regulamento previamente estabelecido determinando critérios técnicos classificatórios para os participantes brasileiros, sendo portanto competições oficiais perante todos os clubes brasileiros, e almejadas por todos os 4 grandes clubes cariocas,[72][73][74] em uma época (antes de 1955) quando instituições oficiais internacionais (FIFA e CONMEBOL, posteriormente sendo fundada a UEFA) se negavam a organizar diretamente competições de clubes.[75]

Com o advento do novo Mundial de Clubes da FiFA de 2025, os clubes campeões continentais passaram a ter o direito de disputar a competição supracitada e a Copa Intercontinental da FIFA, portanto 2 competições intercontinentais com 1 único título continental. No período anterior a isso, e considerando o quesito competições mundiais de clubes realizadas a partir de 1960, o Vasco possui o triste recorde de ser, até hoje, o único clube que jogou duas competições mundiais de clubes (1998 e 2000) com base em um único título continental (1998), sem ter logrado o título mundial em nenhuma das duas ocasiões, com o Fluminense tendo sido finalista da Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2023 e semifinalista da Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2025.

Durante a primeira expansão da Copa do Mundo de Clubes da FIFA realizada em 2025 e disputada por Botafogo, Flamengo e Fluminense, com 32 participantes de todos os continentes,a FIFA publicou um documento[76] que igualou os títulos intercontinentais de Fluminense (1952), Flamengo (1981) e demais conquistas intercontinentais conquistadas por outros clubes pré-2025, com a definição de títulos interconfederacionais, havendo outros torneios que nunca foram considerados mundiais de clubes (ex:Copa Suruga Bank e Copa Afro-Asiática de Clubes) sido incluídos na mesma definição do citado documento, e havendo o mesmo sido retirado do ar logo depois, observando que apenas a Copa Intercontinental teve reconhecimento como Mundial de Clubes por parte do Comitê Executivo da FIFA (ver Lista de clubes campeões mundiais de futebol). Na citada maior competição internacional de clubes da FIFA já realizada, o Fluminense terminou em quarto lugar, a melhor colocação de um clube não-europeu na competição.

Conquistas em torneios não-oficiais

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Além destas conquistas, todos os quatro grandes clubes cariocas conquistaram diversos torneios amistosos, nacional e internacionalmente, incluindo alguns dos mais conhecidos mundialmente, como Copa Kirin, Torneio de Paris, Troféu Ramón de Carranza e Troféu Teresa Herrera, entre outros, podendo ser destacada a conquista, pelo Vasco, do Torneio Internacional de Paris de 1957, torneio que, se por um lado foi organizado como amistoso,[77] sua final foi a primeira partida citada como "o melhor time sul-americano contra o melhor time europeu"[78][79] antes da criação da Copa Intercontinental, tendo sido a única derrota de um campeão europeu (no caso, o Real Madrid, desde a criação da Copa dos Campeões da Europa até a primeira edição da Copa Intercontinental) para rival não-europeu antes da criação da citada Copa Intercontinental em 1960, e a conquista foi citada à época pelo Jornal dos Sports como um título mundial de clubes ao Vasco da Gama.[80]

O Vasco da Gama defendeu a ideia de que sua vitória no Torneio de Paris de 1957, assim como o título brasileiro na Copa da Mundo de 1958, mostraram à Europa a qualidade do futebol brasileiro e sul-americano, influenciando para o anúncio de criação da Copa Intercontinental, anunciada em outubro de 1958.[79]

A conquista do Vasco em Paris, contudo, não possui reconhecimento por UEFA, FIFA ou CONMEBOL. Botafogo e Fluminense também venceram edições do Torneio de Paris, disputadas posteriormente, após o estabelecimento da Copa Intercontinental como o torneio euro-sul-americano oficial de UEFA e Conmebol.

Outra competição em que um clube carioca derrotou o vigente campeão europeu foi o Troféu Teresa Herrera de 1996, vencido pelo Botafogo contra o Juventus.

O Botafogo ostenta ainda 3 títulos no Troféu Triangular de Caracas, que o clube chegou a considerar como um mundial de clubes, tendo recebido resposta negativa da FIFA à possibilidade de reconhecimento do mesmo,[81][82] cabendo observar que estas conquistas do Botafogo ocorreram depois de 1960, quando UEFA e CONMEBOL estabeleceram a Copa Intercontinental como o título intercontinental oficial entre Europa e América do Sul.

Um levantamento da revista Placar em 2017, apontou o Fluminense como o clube brasileiro com o segundo melhor aproveitamento contra times europeus, com 65,7% de aproveitamento, atrás apenas do Grêmio, o Vasco da Gama como o clube que mais jogou, tendo atuado em 237 partidas, o Flamengo como o clube com maior variação de adversários e países, 134 adversários de 32 países, e o Botafogo presente entre os 5 primeiros em 6 dos 12 quesitos apontados pela revista.[83]

Rivalidades

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Rivalidades entre os clubes do Rio de Janeiro

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Ver: Lista de clássicos de futebol do Rio de Janeiro.

Rivalidade com clubes de São Paulo

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Sem sombra de dúvida, a grande rivalidade interestadual do futebol do Rio de Janeiro é aquela com o futebol de São Paulo. Em parte resultado de Rio de Janeiro e São Paulo terem sido historicamente as cidades mais populosas e mais influentes do país do ponto de vista político, econômico e cultural, tradicionalmente os dois estados são considerados os mais relevantes do país também no que diz respeito ao futebol. Exemplo disso é o fato que, quando a CBD criou a Copa Rio Internacional com o objetivo de ser uma Copa do Mundo de Clubes, não existia ainda a Taça Brasil, e os campeões de Rio de Janeiro e São Paulo foram indicados pela CBD como representantes do Brasil no citado torneio internacional, pela premissa de que eram os estados mais fortes do futebol brasileiro e por isso seus campeões seriam os mais gabaritados representantes do país. Outro exemplo é o fato que, antes da criação da Taça Brasil, o Torneio Rio-São Paulo chegou a ser chamado pela imprensa de "campeonato brasileiro oficioso", afirmando-se à época que os dois estados possuíam os melhores times do Brasil.[84] O Torneio Rio-São Paulo acabaria sendo o "embrião" do "Robertão" e por conseguinte do próprio Campeonato Brasileiro de Futebol.

De 1959 (ano de criação da Taça Brasil de Futebol e das competições de clubes da Conmebol, disputadas desde 1960) até o fim do ano de 2023, apenas São Paulo possui mais conquistas internacionais oficialmente reconhecidas. São Paulo e Rio de Janeiro também são os estados líderes no que diz respeito a conquistas nacionais oficialmente reconhecidas, e consequentemente no que diz respeito ao somatório de títulos nacionais e internacionais reconhecidos, com ampla vantagem para São Paulo, no período supracitado tendo obtido 79 conquistas, enquanto o futebol do Rio de Janeiro contabilizou no mesmo período 41 conquistas somando-se nacionais e internacionais.

Todas as pesquisas de torcidas já realizadas com até 1% de margem de erro indicam serem 5 clubes do eixo Rio de Janeiro-São Paulo (Flamengo, Vasco da Gama, Corinthians, Palmeiras e São Paulo) os cinco clubes de maior torcida do Brasil, e indicam os 8 "grandes" clubes deste eixo (os cinco supracitados mais Santos, Fluminense e Botafogo) entre os 12 clubes de maior torcida do Brasil, ou seja, os estados do Rio de Janeiro e São Paulo representando juntos cerca de dois terços dos 13 clubes de maior torcida do Brasil, sendo os únicos 2 estados que possuem 4 clubes cada um entre os maiores do Brasil.

Além de diversos embates decisivos em competições internacionais e nacionais, houve diversas disputas contando apenas com clubes de Rio de Janeiro e São Paulo, algumas disputas não reconhecidas oficialmente (como a Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo e o Torneio Quinela de Ouro), e pelo menos 5 competições oficiais entre clubes dos 2 Estados: a Taça Ioduran, o já citado Torneio Rio-São Paulo, o Torneio Início do Rio-São Paulo de 1951 (uma espécie de "edição extra" do Torneio Rio-São Paulo de 1951 porém disputado com as regras do Torneio Início), o Torneio Ricardo Teixeira (disputado em 1993 como um Torneio Rio-São Paulo de "segunda divisão", ou de "segunda linha")[85] e o Torneio João Havelange (organizado pela CBF em 1993 como uma espécie de "recopa" entre os vencedores dos torneios disputados em Rio de Janeiro e São Paulo naquele ano). No total dos títulos nestas competições (as cinco interestaduais oficiais), a vantagem é de São Paulo, com 20 títulos, contra 14 do Rio de Janeiro (até novembro de 2019).

No que diz respeito à rivalidade entre clubes, pode-se dizer que há rivalidade entre todos os clubes "grandes" do eixo Rio de Janeiro-São Paulo, com algumas eventuais polêmicas intra ou extra-campo tendo ocorrido nas partidas entre os mesmos. Como exemplo de rivalidade mais acirrada, pode-se citar a rivalidade dos clubes cariocas com o Corinthians: pesquisa realizada em 2012 apontou que, de forma geral, torcedores de Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama veem o Corinthians como um rival mais ferrenho que o Botafogo, e que os torcedores do Vasco colocam o Corinthians como rival mais ferrenho que Botafogo e Fluminense. No universo de dados da pesquisa, foram os únicos casos em que uma rivalidade interestadual apareceu com mais destaque que tradicionais rivalidades locais,[86] o que é provavelmente explicado pelo fato de Flamengo e Corinthians despontarem como as duas maiores torcidas do Brasil, e pelo Corinthians ter sobrepujado o Vasco em quase todas as decisões disputadas entre os dois clubes.

Em partida válida pelo Torneio Rio-São Paulo de 1954, houve o recorde de expulsões do futebol brasileiro na vitória da Portuguesa por 3 a 1 sobre o Botafogo no Estádio do Pacaembu, quando após briga envolvendo todos os jogadores, o árbitro carioca Carlos de Oliveira Monteiro, também conhecido como "Tijolo", expulsou os 22 jogadores que estavam em campo.[87]

Rivalidade com clubes de outros estados

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O futebol do Rio de Janeiro não possui, com outros estados além de São Paulo, uma rivalidade tão tradicional quanto a existente para com este. Houve disputas decisivas de clubes do Rio de Janeiro com clubes de outros Estados, algumas marcadas por polêmicas intra ou extra-campo, podendo ser citadas duas (do Flamengo) por serem atípicas, sem nenhum paralelo conhecido: uma com o Clube Atlético Mineiro, decorrente, em parte, do extremamente atípico e polêmico desenlace do jogo de desempate da 1ª fase entre os dois clubes na Copa Libertadores da América de 1981,[88][89] e a animosidade com o Sport Club do Recife em decorrência da polêmica sobre o Campeonato Brasileiro de 1987.[90]

O Club Athletico Paranaense protagonizou pelo menos 4 partidas conturbadas contra clubes cariocas: no Campeonato Brasileiro de 1996, contra o Fluminense, no Estádio das Laranjeiras, uma invasão de campo de parte da torcida do Fluminense para agredir o goleiro adversário Ricardo Pinto, após provocação do ex-goleiro tricolor aos torcedores, gerando uma briga generalizada;[91][92] na Copa do Brasil de 1997, partida em que o clube paranaense eliminou o Vasco da Gama, com a arbitragem de Oscar Roberto de Godoy contestada pelo Vasco da Gama, com gravações de conversas telefônicas posteriormente divulgadas associando esta partida (supostamente) ao escândalo do Caso Ivens Mendes;[93] no Campeonato Brasileiro de 2013, partida com o Vasco com briga generalizada entre os torcedores dos dois clubes deixando diversos feridos[94] e mesmo nas categorias de base, com o Fluminense sagrando-se campeão do Campeonato Brasileiro Sub-17 de 2020 na Arena da Baixada ao vencer o Athletico por 2 a 1, com pancadaria ao fim do jogo provocada pelos jogadores adversários.[95]

O pênalti que resultou na conquista da Copa do Brasil de 1992 pelo Sport Club Internacional sobre o Fluminense é uma das grandes polêmicas da História da Copa do Brasil. Em entrevista para os jornais LANCE! (RJ) e Zero Hora (RS), Pinga confessou que "cavou o pênalti", momento habitualmente lembrado quando os dois clubes se confrontam, notadamente em momentos decisivos.[96][97]

Em partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 2009, Fluminense e Coritiba Foot Ball Club decidiram, no Estádio Couto Pereira lotado por mais de 32.000 torcedores, a permanência na primeira divisão, em uma partida tensa na qual o Flu manteve-se na primeira e o resultado de 1 a 1 acabou por rebaixar o Coxa, tendo havido atos de violência por parte da torcida local após o encerramento da partida, dentro do estádio e pelas ruas de Curitiba.[98][99]

Títulos reconhecidos dos quatro grandes do futebol carioca

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Última atualização: 03 de dezembro de 2025

Competições internacionais, nacionais e interestaduais[nota 1] Botafogo Flamengo Fluminense Vasco da Gama
Copa Intercontinental 0 1 0 0
Copa Rio Internacional 0 0 1 0
Octogonal Rivadávia 0 0 0 1
Copa Libertadores 1 4 1 1
Sul-Americano de Campeões 0 0 0 1
Copa Mercosul 0 1 0 1
Copa Conmebol 1 0 0 0
Copa Ouro 0 1 0 0
Recopa Sul-Americana 0 1 1 0
Campeonato Brasileiro 3 8[nota 2] 4 4
Copa do Brasil 0 5 1 1
Copa dos Campeões 0 1 0 0
Supercopa do Brasil[nota 3] 0 3 0 0
Torneio Rio-São Paulo[nota 4] 4 1 2 3
Torneio João Havelange[nota 5] 0 0 0 1
Taça Ioduran[nota 6] 0 0 1 0
Total 9 26 11 13
Competições estaduais[nota 7] Botafogo Flamengo Fluminense Vasco da Gama
Campeonato Carioca 21 39 33 24
Taça Guanabara Independente 2 2 3 1
Copa Rio Estadual 0 1 1 2
Torneio Municipal 1 0 2 4
Cidade Maravilhosa 1 0 0 0
Torneio Relâmpago 0 1 0 2
Torneio Início 8 6 9 10
Total 33 49 48 43
Todas as competições Botafogo Flamengo Fluminense Vasco da Gama
Total 42 75 59 56
Notas
  • A. ^ Critérios da lista: São listados os títulos reconhecidos dos quatro clubes considerados "grandes" no futebol do  Rio de Janeiro, no futebol de campo, masculino, adulto, em competições abertas à possibilidade de participação da equipe principal dos clubes, sendo portanto desconsideradas competições de equipes de juniores (divisões de base), equipes femininas, outras modalidades de futebol (areia, futsal, etc), torneios de aspirantes e reservas (2º e 3º quadros), turnos e fases de campeonatos, divisões de acesso, e torneios de amadores disputados após a implantação do profissionalismo. Não são computadas competições que já são "parte" de outras, não sendo elas próprias competições independentes, como os turnos do Campeonato Carioca, a Zona Sul da Taça Brasil, o Dérbi das Américas da FIFA, a Copa Challenger da FIFA, e títulos honoríficos por partidas que já são parte de uma competição (ex: Troféu Super-Clássicos da Ferj). Por imparcialidade, não são levadas em consideração, como critério de inclusão ou exclusão, valorações opinativas sobre a "importância" ou "valor" das competições reconhecidas e oficiais. Pela mesma razão, os próprios clubes e seus torcedores não são considerados como fonte. Seguem exemplos de títulos que recebem destaque nos sites dos clubes, mas que não foram incluídos na lista acima, e as razões da sua não-inclusão: a Primeira Liga do Brasil, disputada por 2 anos, foi autorizada pela CBF apenas como jogos amistosos,[114] com a participação dos clubes não seguindo critérios técnicos mas sendo decidida pela negociação entre os mesmos; o Torneio do Povo que fez parte do calendário do futebol brasileiro por 3 anos, contudo sem ter recebido a chancela de competição oficial pela Confederação Brasileira de Desportos, e seu critério era incluir o clube de maior torcida em cada Estado, portanto sendo o Flamengo (idealizador e organizador do certame) representante permanente do Rio de Janeiro na competição, mesmo que figurasse abaixo dos demais 3 grandes clubes cariocas em competições oficiais estaduais ou nacionais; a Copa dos Campeões Mundiais, que fez parte do calendário do futebol brasileiro por 3 anos, e possuía critério classificatório imparcial (contar com os clubes brasileiros campeões da Copa Intercontinental), mas não foi tampouco chancelada como competição oficial pela CBF. Ademais, fontes da época, presentes no respectivo verbete, atestam que o organizador e idealizador, o SBT, cogitou convidar clubes campeões da Copa Intercontinental de outros países sul-americanos ou europeus, em cujo a competição se revestiria de natureza internacional, em cujo caso não se prescindiria de reconhecimento de instituições como FIFA, CONMEBOL ou UEFA para que fosse considerada um torneio reconhecido. Por fim, a lista não inclui títulos de divisões inferiores.
  • Sobre as competições estaduais, é computado o Campeonato Carioca de Futebol, principal competição de clubes do Estado, em todas as suas edições, e além deste, são computadas apenas as competições estaduais oficiais que tenham incluído todos os quatro "grandes" clubes cariocas: assim, não são computados o Torneio Extra, o Torneio Aberto e a Copa Record. No caso dos torneios Aberto e Copa Record, estes contaram com dois entre os atuais quatro "grandes" clubes cariocas, enquanto cada um dos Torneios Extra contou com pelo menos três. No Torneio Aberto, Botafogo e Vasco da Gama não participaram, pois embora "teoricamente" aberto a inscrições de quaisquer times (daí o nome Torneio Aberto, havendo contado com equipes que sequer eram de clubes, como as dos Fuzileiros Navais, Encouraçado Minas Gerais, Encouraçado São Paulo e Aviação Naval),[115] o torneio era organizado pela Liga Carioca de Futebol, enquanto Botafogo e Vasco da Gama pertenciam à rival Federação Metropolitana de Desportos. A Copa Record foi disputada para manter em atividade jogadores novos e sem oportunidade nos clubes,[116] que a disputaram com times mistos de jogadores reservas e juniores,[117] e mesmo havendo sido conquistada em 2005, sequer era listada entre os títulos do Flamengo no site oficial do clube até 2013.[118] O Torneio Extra não foi uma competição em si, mas um nome dado a alguns torneios desconexos disputados como um torneio "a mais" em seu respectivo ano (daí o nome "Extra"). O Botafogo não participou do Torneio Extra de 1934 por não ser filiado à Liga Carioca de Futebol, o Vasco da Gama abandonou este mesmo torneio ao desfiliar-se da citada Liga, o Fluminense não participou do de 1938 por razões desconhecidas e do de 1973 por não ter sido convidado,[119] e o Flamengo não participou do de 1990 por opção própria.[120] Os demais Torneios Extra contaram com todos os "grandes", totalizando 1 conquista do Fluminense e 1 do America. No caso da Taça Guanabara, são computadas apenas as edições disputadas separadamente do Campeonato Estadual. No caso da Copa Rio, competição criada para indicar o segundo representante do Estado na Copa do Brasil, os "grandes" clubes cariocas deixaram de disputá-la após passarem a ter vaga garantida na citada competição nacional: Vasco da Gama e Flamengo abandonaram a Copa Rio, no seu decorrer, respectivamente em 1994 e 1995, porque já tinham vaga garantida na Copa do Brasil do ano seguinte, e todos os quatro "grandes" clubes desistiram da competição a partir de 1996 quando a CBF passou a incluir todos o quatro na Copa do Brasil. Desistências deste tipo ocorreram em outros casos: por exemplo, o Flamengo desistiu de participar da Copa do Brasil de 1992 (disputada no 2º semestre de 1992) porque já havia garantido vaga na Copa Libertadores de 1993 através do Campeonato Brasileiro de 1992 (disputado no 1º semestre de 1992).[121] Seguindo o critério estabelecido, são contabilizados os títulos dos "grandes" clubes na Copa Rio, pois todas as edições vencidas pelos "grandes" contaram com todos os quatro "grandes", exceto a de 1998, vencida pelo Fluminense (se descontada da contagem a Copa Rio de 1998, sem todos os "grandes", e contabilizado o Torneio Extra de 1941, com todos os "grandes", não haveria mudança no número de títulos contabilizados do Fluminense). Por fim, em que pese a nome do Torneio Municipal, o referido torneio possuía âmbito estadual, uma vez que a cidade do Rio de Janeiro era o então Distrito Federal.

Todos os títulos

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Jogadores que defenderam todos os 4 grandes durante sua carreira

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Esta seção traz uma lista com os jogadores que defenderam profissionalmente, ao menos uma vez, todos os 4 grandes enquanto jogadores. Até hoje, 17 futebolistas vestiram as 4 camisas[122], sendo o primeiro deles o zagueiro Moisés (que completou o ciclo pelo Fluminense, em 1979) e o último o meia Diego Souza, que entrou para o grupo em 2019.[123]

  • Legenda: Em negrito, o ano em que ele entrou nesta lista.
# Jogador Posição Anos no Botafogo Anos no Flamengo Anos no Fluminense Anos no Vasco
01 Moisés Zagueiro 1970 1968 / 1978 1979 1971–1976
02 Paulo Cézar Caju Ponta-esquerda 1967–1972 1972–1974 1975–1977 1980
03 Afonsinho Meia 1966–1970 1973–1974 1981 1971
04 Nielsen Elias Goleiro 1980 / 1982 1978–1979 1971–1973 1981
05 Cláudio Adão Atacante 1980 / 1984 / 1988 1977–1979 / 1983 1981 1982 / 1985
06 Vítor Beckenbauer Volante 1987–1989 1978–1983 1989–1990 1985–1987
07 Válber Zagueiro 1991–1992 1995–1996 1990–1991 / 1999 / 2002 1997–1998
08 Leandro Ávila Volante 1995 / 2001 1998–2001 / 2002 1997–1998 1992–1995 / 1996
09 Carlos Alberto Dias Meia 1990–1992 1994 1998 1993
10 Bruno Carvalho Lateral-direito 1996–1997 2000–2001 1998–1999 1993–1995
11 Leonardo Inácio Lateral-esquerdo 2001–2002 1993–2000 2003 2003–2004
12 Beto Cachaça Meia 1994–1996 1998–2000 2002 2003–2004
13 Leandro Eugênio Lateral-esquerdo 2000–2002 1997–1999 2005 2003
14 Leonardo Moura Lateral-direito 2001 2005–2015 2004 2002
15 Renato Silva Zagueiro 2007–2008 2005–2006 2007 2011–2013
16 Julio César Lateral-esquerdo 2013–2014 2003–2005 2010–2012 2015–2017
17 Diego Souza Meia / Atacante 2019 2005–2006 2003–2005 / 2016 2011–2012
  • Nota 1: o zagueiro Jorge Luiz atuou nos 4 clubes, mas não defendeu o Fluminense no profissional, apenas nas divisões de base.[124]
  • Nota 2: o meia Reinier atuou nas categorias de base dos quatro clubes, entretanto só jogou no profissional no Flamengo.[125]

Treinadores que dirigiram todos os 4 grandes

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  • Ramón Platero - campeão em 1919 com o Fluminense, e em 1923 com o Vasco.
  • Gentil Cardoso - campeão em 1946 com o Fluminense e em 1952 com o Vasco.
  • Tim - quatro títulos cariocas como jogador e um como técnico com o Fluminense.
  • Zagallo - campeão em 1967/68 com o Botafogo, 1971 com o Fluminense, 1972 e 2001 com o Flamengo.
  • Jair Pereira - também treinou o América.
  • Abel Braga - campeão carioca como jogador em 1973 e 1975 pelo Fluminense e 1977 pelo Vasco; e como técnico em 2004 pelo Flamengo e 2005, 2012 e 2022 pelo Fluminense.
  • Joel Santana - campeão carioca em 1992/93 pelo Vasco, 1995 pelo Fluminense, 1996 pelo Flamengo, 1997 pelo Botafogo, 2008 pelo Flamengo e 2010 pelo Botafogo
  • Paulo César Gusmão - jogou pelo Vasco e pelo Botafogo.
  • Oswaldo de Oliveira - Vasco em 2000, Fluminense em 2001, 2002, 2006 e 2019; Flamengo em 2003 e 2015, e Botafogo em 2012.

Outros clubes do futebol fluminense

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America e Bangu, grandes no passado

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America

Entre os outros clubes do futebol carioca, o America já foi avaliado como um dos grandes no passado, à luz de alguns fatos:[126][127] no início da popularização do futebol no Rio de Janeiro, o América exercia considerável influência como um dos clubes que controlava a Liga Metropolitana de Football, entidade responsável pelo Campeonato Carioca;[128] tinha considerável torcida nas primeiras décadas de 1900, o que pode ser notado pelos borderôs da época, nos quais o clube figurava como tendo uma das maiores médias de renda de público, tanto em jogos em casa quanto fora,[129] havendo em pesquisa de 1954 aparecido como a quarta maior torcida do Rio de Janeiro (à frente da do Botafogo);[130] chegou a ser o 16º do ranking nacional da CBF,[131] chegou a ter mais títulos no Campeonato Carioca que Botafogo e Vasco da Gama; e é o único carioca "não-grande" a ter vencido um campeonato nacional oficial de 1ª divisão, o Torneio dos Campeões de 1982, ostentando ainda entre as suas glórias, 7 títulos do Campeonato Carioca, 1 da Taça Ioduran, 2 do Torneio Extra e 1 do Torneio Relâmpago, entre outros títulos importantes, tendo alcançado as semifinais do Campeonato Brasileiro em 1986. O America é o clube cujo nome próprio mais foi copiado por outros clubes do Brasil (sem considerar clubes que são conhecidos como Atlético/Esporte/Esportiva/etc, palavras que originalmente não são substantivos próprios),[132] com os "Americas" mais famosos, além do carioca, sendo os de São José do Rio Preto, Natal (estes dois primeiros, com identidade visual claramente baseada no original carioca), Belo Horizonte, México e Cali (este último, tendo em comum com o America carioca, além do nome, a cor vermelha e o Diabo como mascote).

Bangu

No caso do Bangu, este sagrou-se duas vezes campeão carioca, foi vice-campeão brasileiro em 1985, e conquistou a International Soccer League, competição chamada de Mundial de Clubes quando da sua criação,[133] e autorizada pela FIFA quando de sua realização,[134] porém sem possuir reconhecimento pela mesma. O Bangu também já chegou a ser apontado como um dos grandes clubes do Rio de Janeiro em seus melhores momentos, como foi pelo jornalista Mário Filho em 1951, e por seu irmão Nelson Rodrigues, em 1966.[135]

Outros clubes da cidade do Rio de Janeiro

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O São Cristóvão foi campeão de 2 edições do Campeonato Carioca e 1 do Torneio Municipal, e revelou Ronaldo "Fenômeno", em nível de categorias de base, antes da profissionalização do mesmo no Cruzeiro.[136]

O Campo Grande e o Olaria foram campeões em pelo menos uma das divisões de acesso do Campeonato Brasileiro de Futebol. O Olaria teve Romário nas divisões de base, antes da profissionalização do mesmo no Vasco da Gama,[137] e o Campo Grande teve Roberto Dinamite em seu plantel.[138]

O Madureira lançou em 2013 uma camisa em homenagem a Che Guevara, que se tornou enorme sucesso de vendas no Brasil e no exterior,[139] com a camisa tendo sido prestigiada por Diego Maradona.[140] A Portuguesa Carioca teve como momento destacado de sua história ter derrotado o Real Madrid no Estádio Santiago Bernabéu.[141] O Bonsucesso revelou ao futebol profissional o primeiro brasileiro a ter sido artilheiro e melhor jogador de uma Copa do Mundo, Leônidas da Silva.[142]

Chama a atenção o alto número de clubes de futebol no município do Rio de Janeiro. Considerando apenas clubes de futebol profissional com diversas décadas de atividade e que se mantém praticando o esporte em nível profissional (ou seja, excluindo-se clubes que já não praticam mais futebol profissional, e os que o praticam há muito menos tempo), somam-se 12 clubes: os quatro "grandes" objeto do verbete, America, Bangu e os seis de "relativamente menor expressão" citados acima (contando clubes apenas do município do Rio de Janeiro, sem contar clubes de outros municípios do Grande Rio). A título de comparação, o município de São Paulo (mais expressivo que o município do Rio de Janeiro econômica e demograficamente), considerando os mesmos critérios (clubes de futebol profissional com diversas décadas de atividade e que se mantém praticando-o profissionalmente, incluindo apenas clubes do próprio município sem incluir os de outros municípios da Grande São Paulo), soma 6 clubes: os 3 "grandes" do Trio de Ferro, a Portuguesa Paulista e os 2 "de relativamente menor expressão" Juventus e Nacional.

Clubes de outros municípios do Estado do Rio de Janeiro

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Os clubes dos outros municípios fluminenses só passaram a disputar as mesmas competições que os clubes da capital após a fusão das duas federações estaduais, decorrente da fusão dos antigos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, resultando na atual Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. Entre estes clubes, o Volta Redonda, da cidade cujo nome ostenta, conquistou 3 edições da Copa Rio ainda no período inicial desta (1991-2000, exceto 1996-1997), quando a mesma contava com a participação dos grandes clubes cariocas.

O Macaé e o já citado Volta Redonda foram campeões em pelo menos uma das divisões de acesso do Campeonato Brasileiro de Futebol.

O Americano, da cidade de Campos dos Goytacazes, participou do Módulo Azul do Campeonato Brasileiro de 1987, na prática equivalente em competitividade a uma divisão de acesso. Já o seu rival citadino Goytacaz foi vice-campeão brasileiro da Série B de 1985.

Médias de público por clube nas principais competições

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Campeonato Carioca

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O Campeonato Carioca representa a principal competição estadual dos clubes locais, organizado pela FERJ.

  • Período: entre 1971 e 2023, exceto 2001 a 2003.[143]
  1. Flamengo: 28.309
  2. Fluminense: 20.214
  3. Vasco da Gama: 20.160
  4. Botafogo: 15.991
  5. America: 7.117
  6. Bangu: 4.338
  7. Goytacaz: 3.869
  8. Volta Redonda: 3.540
  9. Bonsucesso: 3.540
  10. Campo Grande: 2.838
  11. Madureira: 2.571
  12. Americano: 2.456
  13. Olaria: 2.361
  14. São Cristóvão: 2.293
  15. Nova Iguaçu: 2.031

Campeonatos nacionais

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Inclui o Campeonato Brasileiro séries A, B, C, D e a Copa do Brasil entre 1959 e 2024, todas as competições organizadas pela CBF.[144]

  1. Flamengo: 30.991
  2. Fluminense: 17.800
  3. Vasco da Gama: 17.780
  4. Botafogo: 15.048
  5. America: 4.831

Copa Libertadores da América

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A Copa Libertadores da América é a principal competição continental, o período pesquisado foi entre 1960 e 2019 e incluiu clubes com pelo menos seis participações até então, de modo que o Botafogo e o Bangu que também participaram dessa competição não foram citados nessa pesquisa.[145]

  1. Flamengo: 34.705
  2. Fluminense: 29.471
  3. Vasco da Gama: 14.648

Retrospecto no Campeonato Brasileiro

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Clube Campeões Vices Terceiro lugar Quarto lugar Total entre os quatro primeiros Participações
Rio de Janeiro Flamengo 8 (1980, 1982, 1983, 1992, 2009, 2019, 2020 e 2025) 3 (1964, 2018, 2021) 4 (1987, 2007, 2016 e 2024) 3 (2011 e 2023) 15 59
Rio de Janeiro Vasco da Gama 4 (1974, 1989, 1997 e 2000) 4 (1965, 1979, 1984 e 2011) 2 (1968 e 1992) 2 (1959 e 1978) 12 53
Rio de Janeiro Fluminense 4 (1970, 1984, 2010 e 2012) 1 (1937) 6 (1960, 1975, 1988, 2001, 2011 e 2022) 6 (1966, 1976, 1991, 1995, 2002 e 2007) 17 59
Rio de Janeiro Botafogo 3 (1968, 1995 e 2024) 3 (1962, 1972 e 1992) 1 (1971) 5 (1963, 1969, 1981, 1989 e 2013) 12 59
Rio de Janeiro Bangu 0 1 (1985) 0 0 1 11
Rio de Janeiro America 0 0 1 (1961) 1 (1986) 2 19

Retrospecto na Copa Libertadores da América

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* Tabela atualizada até o início da Copa Libertadores da América de 2024.

* Em negrito os anos com título dos clubes.

* Em sublinhado os anos com vice-campeonatos dos clubes.

* Tabela organizada em ordem de número de participações, conquistas, vice-campeonatos, melhores participações e pontuação histórica.

* O Vasco conquistou o Campeonato Sul-Americano de Campeões em 1948, que lhe concede o título de campeão sul-americano, mas a competição não é incluída nas estatísticas da Copa Libertadores da América pela Conmebol.

Clube Participações Total entre os quatro primeiros
Rio de Janeiro Flamengo 22 (1981, 1982, 1983, 1984, 1991, 1993, 2002, 2007, 2008, 2010, 2012, 2014, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025 e 2026) 6
Rio de Janeiro Fluminense 11 (1971, 1985, 2008, 2011, 2012, 2013, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2026 ) 2
Rio de Janeiro Vasco da Gama 9 (1975, 1980, 1985, 1990, 1998, 1999, 2001, 2012 e 2018) 1
Rio de Janeiro Botafogo 8 (1963, 1973, 1996, 2014, 2017, 2024, 2025 e 2026) 3
Rio de Janeiro Bangu 1 (1986) 0

Ver também

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Notas e referências

Notas

  1. Títulos incluídos conforme a Lista de títulos de clubes brasileiros de futebol e a Lista de títulos interestaduais do futebol brasileiro. As supracitadas listas trazem os critérios de inclusão e exclusão de competições, e a Nota abaixo da presente tabela traz maior detalhamento sobre a não-inclusão de algumas competições que recebem destaque no site dos clubes.
  2. Não é atribuído o título do Campeonato Brasileiro de 1987 ao Flamengo, conforme a Lista de títulos de clubes brasileiros de futebol, uma vez que a referida conquista não é comprovadamente reconhecida pela CBF nem como edição do Campeonato Brasileiro nem como campeonato em separado do Campeonato Brasileiro,[100] por forca de decisão judicial transitada em julgado,[101] em que pese a CBF haver afirmado em nota o Flamengo possuir o mérito esportivo de Campeão Brasileiro de 1987.[102] A CBF chegou a citar a Copa União como título do Flamengo em postagem em seu site e em manual/guia do Campeonato Brasileiro,[103][104] o que não significa necessariamente que isso represente um reconhecimento como título em separado do Campeonato Brasileiro, uma vez que o reconhecimento de competições pela CBF é feito via Resolução de Presidência, não postagens de matérias jornalísticas ou historiográficas em sites, guias, manuais, livros, revistas, redes sociais, entrevistas de dirigentes, material publicitário, etc (a título de exemplo, o Torneio de Paris de 1957, vencido pelo Vasco da Gama, é citado em matéria do site da FIFA como precursor da Copa Intercontinental,[105] mas não é considerado um torneio reconhecido, uma vez que o reconhecimento da FIFA vem através de decisão de seu Conselho/Comitê Executivo, não publicação de matérias em sites.).
  3. Por algum tempo, o verbete da Wikipedia sobre a Supercopa do Brasil erroneamente incluiu menção à "Taça dos Campeões Brasileiros de 1992". Entretanto, segundo as fontes primárias, da própria época, constantes no referido verbete, a mesma tratou-se de partida amistosa. A mesma sequer constava na lista de títulos do site oficial do Flamengo até 2013.[106]
  4. Sobre o Torneio Rio-São Paulo de 1940, a fontes primárias constantes no referido verbete afirmam o mesmo jamais haver sido homologado a Flamengo e Fluminense. Até janeiro de 2013, a edição de 1940 sequer constava da lista de títulos do site oficial do Flamengo;[107] até outubro de 2016, a lista de títulos do site oficial do Fluminense tampouco listava o torneio de 1940.[108]
  5. Organizada pela CBF como uma espécie de Recopa Rio-São Paulo, entre os campeões dos campeonatos disputados em Rio de Janeiro e São Paulo. Pode ser feito um paralelo com a Copa Ouro, vencida pelo Flamengo em 1996, organizada pela Conmebol como uma Recopa entre os campeões das competições sul-americanas, e que apesar de haver sido qualificado pela Revista Placar como "caça-níqueis da Conmebol"[109] é incluído por tratar-se de competição oficial da referida entidade sul-americana. Assim, ambas as competições citadas são incluídas na lista, dada sua oficialidade, em que pese terem tido menor impacto junto ao público e imprensa esportivos.
  6. Sobre as disputas entre clubes de Rio de Janeiro e São Paulo, disputas desconexas que vieram a ser agregadas no verbete Taça dos Campeões Estaduais Rio–São Paulo, há alto grau de incerteza sobre quais edições teriam sido oficiais, quais teriam sido taças amistosas, e quais teriam sido meras partidas amistosas sequer entregando-se uma taça; um exemplo é o título do Flamengo na edição de 1956 (referente aos títulos estaduais de 1955), que sequer constava na lista de títulos do site oficial do clube até 2013[110] e que o jornal O Estado de São Paulo da data da partida afirma haver-se tratado de mero amistoso;[111] no caso da Taça Ioduran, vencida pelo Fluminense após W.O. do Paulistano, o mesmo jornal, à época da taça, afirma tratar-se de taça organizada pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres, que à época regulava o futebol do Rio de Janeiro,[112] informação também afirmada pela história da Taça conforme contada no site do Paulistano;[113] para evitar polêmicas, a lista de títulos não inclui nenhuma edição da Taça dos Campeões Estaduais Rio–São Paulo, exceto a Taça Ioduran, pelas razões apontadas.
  7. Não são contabilizadas taças que são turnos ou fases de outros campeonatos, torneios de divisões de base, aspirantes, reservas/segundos quadros e divisões de acesso. Além disso, para além do Campeonato Carioca, em todas as suas edições, são consideradas apenas competições estaduais com participação de todos os 4 clubes, portanto não se incluindo os Torneios Aberto, Extra e Record. Maior detalhamento dos critérios é mostrado na Nota abaixo da presente tabela de títulos.

Referências

  1. GLOBOPLAY, Equipe do site (24 de fevereiro de 2011). «Presidentes dos 4 grandes clubes cariocas anunciam oficialmente a saída do Clube dos 13». Site Globoplay. Consultado em 24 de fevereiro de 2017 
  2. ESPORT EINTERATIVO, Equipe do site (14 de janeiro de 2016). «Confira as perspectivas dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro para a temporada de 2016». Site Esporte Inetrativo. Consultado em 24 de fevereiro de 2017 
  3. TARGINO, Maurício (18 de maio de 2012). «O G-12 brasileiro.». Site deprimeira. Consultado em 17 de outubro de 2016 
  4. RODRIGUES, Rodolfo e GINI, Paulo Villena (3 de agosto de 2009). «Livro A história das camisas dos 12 maiores times do Brasil». Panda Books. Consultado em 26 de dezembro de 2013 
  5. Site da revista PLACAR - Livro sobre camisa dos 12 grandes clubes do Brasil ganha versão atualizada, página editada em 13 de dezembro de 2016 e disponível em 31 de dezembro de 2016.
  6. AZEVEDO, Rafael Luis - Quais as 8 cidades com mais clubes profissionais no Brasil? Fizemos o ranking, página editada em 23 de novembro de 2018 e disponível em 30 de janeiro de 2019.
  7. Revista Isto É - Libertadores: Rio de Janeiro é a cidade brasileira com mais finalistas consecutivos, página editada e disponível em 31 de agosto de 2024.
  8. O Globo - O Rio tirou onda pela primeira vez na História três times da mesma cidade disputam as quartas da Libertadores, página editada em 22 de agosto de 2024 e disponível em 31 de outubro de 2024.
  9. O Globo- Com Botafogo campeão veja a lista completa dos times campeões, página editada e disponível em 30 de novembro de 2024.
  10. O Globo - Rio de Janeiro se torna 1ª cidade do mundo a conquistar tricampeonato continental seguido, página editada e disponível em 30 de novembro de 2024.
  11. Site PT.QUIZUR - Os 15 estados mais ricos do Brasil-2018, página editada em 15 de fevereiro de 2018 e disponível em 25 de novembro de 2018.
  12. A participação de cada Estado e região no PIB em 5 gráficos, página editada em 3 de maio de 2017 e disponível em 25 de novembro de 2018.
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  37. No verbete sobre o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948, ver ligações aos acervos de 1948 de diversos jornais, afirmando que a referida competição foi saudada como o título de campeão sul-americano de clubes.
  38. Jornal dos Sports. Edição 5675, de 22/02/1948, páginas 1 e 6, confirmando que o então presidente da Conmebol. Luiz Valenzuela, participou da organização do certame junto ao  Colo Colo. Acervo on-line. Memória Bn. Biblioteca Nacional.
  39. Nota, no antigo site da Conmebol, sobre a participação do Vasco da Gama na Supercopa de 1997.
  40. Cópia do Informe à Imprensa da Conmebol de 29 de abril de 1996, no site Casaca!
  41. Cópia do Informe à Imprensa da Conmebol de 29/04/1996, autorizando a participação do Vasco da Gama na Supercopa de 1997.
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  52. Jornal Última Hora, 04 de agosto de 1952, página 2, catalogado no acervo on-line da Biblioteca Nacional como edição 351 do Última Hora.
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  57. Jornal Mundo Esportivo, página 5 da edição 459, de 12/06/1953. Na página 5 de sua edição 459 (de 12/06/1953), o jornal Mundo Esportivo compara o Torneio Rivadavia com a 2ª Copa Rio (de 1952), dizendo que o Torneio Rivadavia era "quase uma cópia" da Copa Rio, criticando a CBD pela organização e sobre alguns clubes participantes, e dizendo que, para o jornal, "só o nome da competição foi mudado, continuando tudo como dantes.
  58. Jornal do Brasil, 08/06/1953, página 10.
  59. Jornal O Estado de S. Paulo,  edições de 13/05/1953, 22/05/1953 e 27/05/1953, diz que os clubes Sporting de Lisboa, Olimpia de Assunção e Nacional de Montevidéu concordaram em participar da "Taça Rio" que seria disputada naquele ano, em junho; ou seja, chamando o Torneio Octogonal Rivadavia Correa Meyer de Taça Rio. Comentando a participação do Sporting Lisboa no Torneio Rivadavia, a edição de 14/06/1953 comentou "no ano passado, quando o certame se denominava Taça Rio".
  60. Jornal Diário da Noite, edições: 5447, de 10 de abril de 1953 (página 18), e 5446, de 09 de abril de 1953 (página 18).
  61. Jornal Diário Carioca, edição 7609, de 27/05/1953, página 9, reproduzindo texto de notícia da agência de notícias francesa AFP (Agence France Press), que comenta a possibilidade da participação do clube alemão Rot Weiss Essen no Torneio Rivadavia e chama o torneio de Copa Rio.
  62. Jornal Última Hora, edição 614, de 15 de junho de 1953, afirmando que o Torneio Rivadavia de 1953 era tratado no Velho Mundo (Europa) como uma edição da Copa Rio.
  63. Jornal escocês Glasgow Herald, de 22/06/1953, página 04, chamando a Copa Rivadavia de Rio de Janeiro Football.
  64. Jornal ABC de Madrid, 04/06/1953, página 19, chamando a Copa Rivadavia de "el torneo de Rio".
  65. Jornal espanhol El Mundo Deportivo, 29/04/1953, pag.03. O jornal se refere ao Torneio Octogonal Rivadavia Correa Meyer como "o torneio de futebol do Rio" ("el torneo de fútbol de Río"), sugerindo que o jornal via o torneio de 1953 e as edições da Copa Rio como sendo a mesma competição. A mesma edição do jornal comenta que o adianto da Copa Latina de 1953 em uma semana (para os dias 04 e 07 de junho) possibilitaria ao Reims francês e ao Sporting de Lisboa participar da "Copa de Rio"- ou seja, tratando a Copa Rio e o Torneio Octogonal Rivadavia Correa Meyer como sendo a mesma competição.
  66. Jornal do Brasil, 07/05/1953, página 3 do 2º caderno. Noticiou que o Reims (então campeão francês) foi questionado sobre o Torneio Octogonal e tinha dito "que irá ao Brasil participar do torneio em disputa da Taça Rivadavia Corrêa Meyer (Copa Rio), confirmando sua participação e escrevendo (Copa Rio) logo após a menção da Taça Rivadavia.
  67. Jornal Última Hora, edição 570, de 22/04/1953. Diz que o Torneio Octogonal, que entregará a Taça Rivadavia Correa Meyer, é a Copa Rio com um nome diferente. Na edição 594 (de 21/05/1953, pág. 12), o mesmo jornal diz que o Torneio Octogonal "outrora se chamava Copa Rio". A edição de 16 de Junho de 1955 do jornal (edição catalogada no Acervo Memoria Bn como edição 1222) chama o Torneio Rivadavia de "Copa Rio de 1953".
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  71. [2]
  72. Jornal do Brasil, 10/06/1953. No que diz respeito ao Torneio Rivadavia de 1953, o jornal dá conta que Flamengo e Fluminense solicitaram à CBD sua participação no Torneio Rivadavia quando da impossibilidade de participação do Nacional de Montevidéu e consequente abertura de vaga. A vaga foi dada ao Fluminense, tendo o Flamengo reclamado da decisão porque pleiteava a vaga para si. Vasco e Botafogo também participaram do torneio.
  73. Folha da Noite, 10/06/1953, página 7. Idem afirmação anterior.
  74. Jornal O Estado de S. Paulo, 10/06/1953, página 11. Idem afirmação anterior.
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Ligações externas

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