Oswaldo Mendes

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Oswaldo Mendes
Oswaldo Mendes em dezembro de 2010.
Nome completo Oswaldo Ramos Mendes Filho
Nascimento 19 de setembro de 1946 (71 anos)
Marília
Nacionalidade Brasil brasileira
Ocupação ator, diretor, autor de teatro e jornalista

Oswaldo Ramos Mendes Filho, mais conhecido como Oswaldo Mendes (Marília, 19 de Setembro de 1946) é um ator, diretor, autor de teatro e jornalista do Brasil, residente na cidade de São Paulo.

Perfil[editar | editar código-fonte]

Ator, diretor e autor de teatro, formado em 1971 pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. Como jornalista profissional, de 1969 a 1992, dirigiu o jornal Última Hora (SP), foi editor do suplemento Folhetim e sub-secretário de redação da Folha de S. Paulo, editor de Cultura da revista Visão e um dos fundadores da Associação Paulista de Críticos de Arte, APCA. Escreveu os livros Getúlio Vargas, uma biografia (Editora Moderna, 1984), Ademar Guerra: O teatro de um homem só (Editora Senac, 1997), indicado para o prêmio Shell, e Teatro e Circunstância (Editora Núcleo, 2005) [1], que reúne três de suas peças já encenadas: Um tiro no coração (1984), Voltaire – Deus me livre e guarde (1998) e A dança do universo (2005). Autor dos textos das edições do livro-agenda Anotações com arte, de conteúdo biográfico, sobre Vinicius de Moraes (2004), Chico Buarque (2005-2006), Tom Jobim (2007) e “50 anos de Bossa Nova” (2008).

Em 2009 lançou a biografia de Plínio Marcos "Bendito Maldito" (Editora Leya) que lhe rendeu o Prêmio Jabuti e o Prêmio APCA, Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Como ator estreou em 1972, no espetáculo Missa Leiga de Chico de Assis, direção de Ademar Guerra e coreografia de Márika Gidali, e integra desde 2001 e é um dos diretores artísticos do grupo Arte Ciência no Palco, onde atuou nas seguintes peças: Copenhagen, A dança do universo, E agora, sr. Feynman?, Quebrando códigos e Perdida – Uma comédia quântica, pela qual foi indicado ao prêmio Shell de melhor ator em 2002, Oxigênio, After Darwin e Crianças da noite. De 2010 a 2012 atuou no espetáculo "12 homens e uma sentença", que estreou em São Paulo no CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil e cumpriu temporadas nos teatros Imprensa, Tucarena e Promon, apresentando-se em seguida em Lisboa, Coimbra, Braga e Évora.

Dirigiu, entre outros espetáculos: Brecht Segundo Brecht com Armando Bogus, Essa mulher com Elis Regina, São Paulo Brasil com César Camargo Mariano, Sinal de Vida de Lauro César Muniz com Antonio Fagundes e Francisco Milani, Natal na praça com Etty Fraser e Caio Blat, A que ponto chegamos com Esther Góes e Walter Breda, e vários shows da cantora Célia, entre eles A louca do bordel.

Como AUTOR DE TEATRO escreveu as seguintes peças:

"Brecht segundo Brecht" (1974), apresentada sob direção do autor no Auditório Augusta, em São Paulo, com Armando Bogus, Cacilda Lanuza, Chico de Assis, Rachel Araújo e Fernando de Souza, e dirigida por Ademar Guerra excursionou pelo país (1976) com Aracy Balabanian, Walmor Chagas, Cláudio Marzo, Lucélia Santos e Pedro Veras.

"Revista do Henfil" (1978), adaptação da obra do cartunista Henfil, com músicas de Cláudio Petraglia e direção de Ademar Guerra, produção de Ruth Escobar, que encabeçou o elenco formado por Sônia Mamede, Rafael de Carvalho, Sérgio Roperto e Paulo César Pereio.

"Um tiro no coração" (1984), com Dionísio Azevedo e Walderez de Barros.

"Noite na taverna" (1989), adaptação da obra de Álvares de Azevedo, dirigida por Ademar Guerra para o Teatro Guaíra de Curitiba.

"Por baixo do pano (1995), com Consuelo Leandro.

"Voltaire - Deus me livre e guarde" (1998), direção de Marika Gidali, músicas de Paulo Herculano e coreografia de Décio Otero; apresentada de novembro de 1998 a fevereiro de 1999 na Sala Ademar Guerra do Centro Cultural São Paulo.

"A dança do universo" (205), direção de Soledad Yungue para a o núcleo Arte Ciência no Palco.

"Insubmissas" (2015), sobre mulheres na ciência, direção de Carlos Palma, para o núcleo Arte Ciência no Palco. Estreou em 17 de janeiro no Teatro de Arena Eugênio Kusnet. Indicado aos prêmios Shell e APCA - Associação Paulista de Críticos Teatrais de melhor autor.

Principais trabalhos em teatro - Ator[editar | editar código-fonte]

  • 2014 - Matéria Obscura - direção de Rubens Velloso
  • 2013 - Anti Nelson Rodrigues - direção de Eduardo Tolentino de Araújo
  • 2012 - Crianças da noite - direção Marco Antonio Rodrigues
  • 2011 - 12 Homens e uma sentença - direção Eduardo Tolentino de Araújo
  • 2008 – After Darwin – direção Rachel Araújo
  • 2006 – Oxigênio – direção Sylvio Zilber
  • 2005 - A Dança do Universo – direção Soledad Yunge
  • 2004 – E Agora, Sr Feynman? – direção Sylvio Zilber
  • 2003 – Quebrando Códigos – direção Roberto Vignati
  • 2002 – Perdida, Uma Comédia Quântica – direção Marco Antonio Braz
  • 2001 – Copenhagen – direção Marco Antonio Rodrigues
  • 2000 – Visão Cega – direção José Renato
  • 1998 – Voltaire – Deus me livre e guarde – direção Márika Gidali
  • 1997 – Medéia – direção Jorge Takla
  • 1996 – Oeste – direção Marco Ricca
  • 1994 – A Gaivota – direção Francisco Medeiros
  • 1972 – Missa Leiga – direção Ademar Guerra

Autor dos livros[editar | editar código-fonte]

  • “Getúlio Vargas”, coleção de biografias (Editora moderna)
  • “Ademar Guerra: O teatro de um homem só” (Editora Senac), indicado em 1997 para o prêmio Shell
  • “Teatro e Circunstância” (Editora Núcleo), reunindo três peças de sua autoria: “Um tiro no coração” (1984), “Voltaire - Deus me livre e guarde” (1997) e “A dança do universo” (2005)
  • "Bendito Maldito" uma biografia de Plínio Marcos (Editora Leya, 2010), Prêmio Jabuti e APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte

Música e televisão[editar | editar código-fonte]

  • Direção de Elis Regina em “Essa Mulher” (1979)
  • Direção de "São Paulo, Brasil" com César Camargo Mariano (1977)
  • Direção de shows da cantora Célia, de "Vento bravo" (1984) e "A louca do bordel" (1991)
  • Direção de “Chico Viola” especial da TV Cultura nos 35 anos da morte do cantor Francisco Alves (1987)
  • Ator em teleteatros na TV Cultura dirigidos por Ademar Guerra, Silvio de Abreu e Maucir Campanholi
  • Ator na novela "Mulheres de Areia" de Ivani Ribeiro (1973/74)
  • Participação especial na novela de Lauro César Muniz “As Pupilas do Senhor Reitor” (1994)

Fontes[editar | editar código-fonte]

  • APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte - www.apca.org.br
  • Núcleo ACP
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