Pâncreas exócrino

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Os ácinos pancreáticos formam cachos de células piramidais que armazenam grânulos secretórios zimógenos (precursores de enzimas) na parte apical e os liberam no ducto pancreático.

O pâncreas exócrino é a parte do pâncreas dos mamíferos que produz e secreta enzimas digestivas e bicarbonato diluídos em água.[1] Seu pH varia entre 8 e 8,3, graças a grandes quantidades de bicarbonato, e serve para neutralizar os ácidos estomacais que entram no intestino.

A produção de enzimas pancreáticas é estimulada pela Colecistoquinina (CCK), liberada quando gorduras e proteínas chegam ao duodeno. São produzidas diversas enzimas dentre elas:

Os ácinos pancreáticos estão ligados através de finos condutos, por onde sua secreção é levada até um condutor maior, o ducto pancreático (canal de Wirsung), que desemboca no duodeno, durante a digestão alcalina. Esse ducto é aberto ao ser estimulado pela secretina, hormônio duodenal que alerta sobre a acidez intestinal.[1]

A distensão do duodeno, ingestão de cálcio, aminoácidos, álcool, ácidos graxos e alimentos ácidos leva ao estímulo da secreção de colecistocinina e gastrina.

Referências

  1. a b Franciele C. «Pâncreas exócrino em cães e gatos». InfoEscola. Consultado em 11 de agosto de 2013 
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