Pântano de Sangue

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Pântano de Sangue
Autor (es) Pedro Bandeira
Idioma Português
País  Brasil
Género Aventura
Série Karas
Editora Editora Moderna

Pântano de Sangue é um livro de Pedro Bandeira, lançado em 1987.[1] Narra as aventuras de cinco adolescentes, Os Karas, para combater o crime organizado no Pantanal, liderado pelo implacável Ente.

Personagens[editar | editar código-fonte]

Crânio, Calu, Magri, Chumbinho, Miguel (os Karas), Tia Matilde(Ente), Senador, Robson(Araguaçú), Detetive Andrade, Piloto Bezerra, Índio Peorê, Centurião, Pepino, Prof. Elias e as Formigas Carnívoras.

Enredo[editar | editar código-fonte]

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A história se passa no pantanal, onde Crânio tenta descobrir o motivo da morte de seu professor de matemática. Tudo começou com um dia normal na escola onde os Karas e o resto dos estudantes encontram o corpo de seu professor. Como está no ultimo dia de aula, Crânio resolve visitar sua tia no pantanal, mas esse não seria o único propósito da viagem, ele também estava interessado em saber quem havia matado o professor. Antes de ir, pega uma caixa com as coisas do professor e vê duas fotos: uma que parece ser a primeira de muitas outras que desapareceram, e a última delas. Quando Crânio chegou no pantanal, uma moça estava olhando pela janela com um bebê no colo. Quando um cachorro começa a latir, a moça joga o bebê para o Crânio, que ataca o cachorro e o "acerta" com uma bala. O cachorro desmaia. No hospital, Crânio encontra o senador, que o faz se sentir bem. No dia seguinte, Crânio foi conhecer o pantanal com um índio, Robson, que o leva a um barco onde Crânio nota a imagem da primeira foto e sente que está indo no caminho certo. Quando chegam em um cemitério de jacarés, Crânio vê pessoas sendo devoradas por formigas carnívoras, logo depois o barco afunda e Robson e Crânio saem correndo. Com essa confusão, Robsoniano acaba desaparecendo e Crânio chega á um aeroporto clandestino, onde é preso pelos homens que estavam lá. Ele encontra o Bezerra, um piloto conhecido, dentro da gaiola em que foi preso. Crânio pôde perceber que Bezerra foi drogado a força. O menino então hipnotiza o piloto e descobre que ele conhecia seu professor, e mais, Bezerra ja havia visto aquelas fotos antes. Os Karas estavam a procura de quem estava fazendo todos esses crimes. Antes de tudo começar, policiais já haviam achado bezerra com o casaco de Crânio e com a sua gaitinha, por isso os karas resolveram ir para o pantanal. No tal passeio, Magri, Chumbinho e o detetive Andrade passearam de barco, no qual foram capturados pela mesma pessoa que levou Crânio, o barqueiro. O homem estava apenas cumprindo ordens de alguém denominado "o ente". Apenas Calu e Miguel não vão á viagem de barco. Calu é raptado pelo ente e descobre sua verdadeira identidade. O menino consegue escapar fingindo ser um encanador. Enquanto isso, Crânio estava sob o poder dos bandidos e é jogado no lago dentro de um saco de lixo, quando seu plano era, na verdade, ser levado para o quarto de bezerra. Crânio se afoga, mas é salvo e levada à tribo do índio Robson. Como desfecho, os Karas descobrem que o "ente" era, na verdade a Tia Matilde.

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Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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