Pépé le Moko

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Pépé le Moko
Pepe Le Moko[1] (PRT)
O Demônio da Argélia[2] (BRA)
 França
1937 •  pb •  94 min 
Direção Julien Duvivier
Produção Raymond Hakim
Robert Hakim
Roteiro Jacques Constant (adaptação)
Henri Jeanson (diálogos)
Julien Duvivier
Elenco Jean Gabin
Gabriel Gabrio
Saturnin Fabre
Gênero filme policial
filme de drama
filme de romance
Música Vincent Scotto
Mohamed Ygerbuchen
Direção de fotografia Marc Fossard
Jules Kruger
Edição Marguerite Beaugé
Distribuição Arthur Mayer & Joseph Burstyn (EUA, 1941)
Lançamento 28 de janeiro de 1937 (França)
3 de março de 1941 (EUA)
Idioma língua francesa
Página no IMDb (em inglês)

Pépé le Moko é um filme francês de 1937, dos gêneros policial, drama e romance, dirigido por Julien Duvivier.

O roteiro é baseado em romance homônimo de Henri La Barthe, com esse autor contribuindo com o pseudônimo de "Détective Ashelbé". O filme faz parte do movimento francês da década de 1930 conhecido como "realismo poético" e também é considerado como um precursor dos filmes noir. Houve um remake em língua inglesa, lançado em 1938 com o título de Algiers, com Hedy Lamarr e Charles Boyer nos papeis principais, e outro em 1948 com o título Casbah, musical estrelado por Tony Martin, Märta Torén, Yvonne De Carlo e Peter Lorre.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

A gangue do assaltante francês Pépé le Moko rouba na França e se esconde no populoso bairro da Casbá em Argel na Argélia. Ali a polícia não consegue agir e o bandido é protegido como um herói local. O Inspetor da polícia argelina Slimane tem livre acesso ao bairro graças a proteção de Pépé por ele lhe dever um favor, mas não ousa prender o bandido ali pois sabe que será morto pelo moradores. Então ele pacientemente engendra um plano para atrair Pépé para fora da Casbá, que envolve a bela turista Gaby Gould.

Recepção[editar | editar código-fonte]

O autor inglês Graham Greene escreveu uma resenha do filme afirmando ser (tradução livre) "Um dos mais excitantes e movimentados filmes que se lembrava de ter assistido...O suspense cresce até um nível poético!" [3] De acordo com documentário da BBC, o filme foi a inspiração para o aclamado livro de Greene, The Third Man.

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Referências

  1. «Pepe Le Moko». Portugal: CineCartaz. Consultado em 22 de outubro de 2018 
  2. «O Demônio da Argélia». Brasil: AdoroCinema. Consultado em 22 de outubro de 2018 
  3. Greene, Graham (23 de abril de 1937). The Spectator  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
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