PEC da Blindagem
| PEC da Blindagem | |
|---|---|
Plenário da Câmara dos Deputados durante votação da PEC das Prerrogativas | |
| Congresso Nacional do Brasil | |
| Citação | Proposta de Emenda à Constituição Nº 3/2021 |
| Jurisdição | Brasil |
| Aprovado por | Câmara dos Deputados |
| Histórico Legislativo | |
| Casa iniciadora: Câmara dos Deputados | |
| Citação do projeto de lei | PEC 3/2021 |
| Apresentado por | Celso Sabino (PSDB-PA) |
| Apresentado em | 24 de fevereiro de 2021 |
| Leitura preliminar | Cláudio Cajado (PP-BA) |
| Segunda leitura | 16 de setembro de 2025 |
| Aprovado | 16 de setembro de 2025 |
| Resumo da votação |
|
| Casa revisora: Senado Federal | |
| Citação do projeto de lei | PEC 3/2021 |
| Comissões responsáveis | Constituição, Justiça e Cidadania (24 de setembro de 2025, rejeitado, 0 votou a favor - 26 votaram contra) |
| Resumo geral | |
| Altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares. | |
| Estado: Não aprovado | |
A PEC 3/21, (conhecida popularmente como PEC da Blindagem, PEC da Imunidade ou PEC da Bandidagem;[1][2] PEC das Prerrogativas por parlamentares favoráveis), foi uma proposta de emenda constitucional que consistia na necessidade de autorização prévia, e em votação secreta, da Câmara ou do Senado para o Supremo Tribunal Federal (STF) processar um parlamentar, seja ele deputado ou senador.[1][3][4] Criada por partidos da oposição, direita e centrão, sob justificativa de ser uma resposta a supostos "abusos" e alegações de perseguição do STF,[5][6][7][8] essa PEC ampliaria a proteção de parlamentares contra investigações, processos criminais e civis (mesmo que tenham cometido crimes graves como assassinato, roubo, pedofilia e violência doméstica)[9] e poderia beneficiar e blindar uma série de congressistas que são investigados atualmente no Supremo Tribunal Federal por desvios de emendas parlamentares e por atuação contra a soberania nacional do Brasil.[10][11] Partidos de centro-direita e direita, tais quais o Partido Liberal (PL), Progressistas (PP), UNIÃO e Republicanos, apresentaram apoio massivo à PEC.[12]
Especialistas e organizações que trabalham com o combate à corrupção têm alertado que a PEC pode favorecer a corrupção no uso das emendas parlamentares, uma vez que ela proíbe a abertura de ações criminais contra deputados e senadores sem autorização do Parlamento.[13] A proposta também instituiria, se aprovada, foro privilegiado para presidentes de partidos políticos, que atualmente não dispõem dessa prerrogativa.[14]
Um outro risco grande seria membros do crime organizado, como do Primeiro Comando da Capital (PCC) ou do Comando Vermelho (CV), ingressarem na política com o objetivo de se blindarem contra investigações.[15] Casos recentes, como o do deputado estadual TH Joias (MDB-RJ), investigado por associação ao tráfico de drogas, e o federal Elmar Nascimento (União-BA), investigado de desvio de emendas, não poderiam acontecer sem autorização de seus pares.[16][17][18]
Milhões de cidadãos, setores da sociedade, artistas e intelectuais mostraram-se contra a PEC,[1] com vários protestos em oposição tendo ocorrido em inúmeras cidades pelo Brasil, principalmente nas mais populosas, como São Paulo, Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Florianópolis e Porto Alegre.[19][20] Diante da má repercussão, vários deputados(as) pediram desculpa por voto a favor do texto.[21]
Histórico
[editar | editar código]Apresentação
[editar | editar código]A apresentação da proposta partiu do Deputado Federal Paraense Celso Sabino, a época parlamentar do Partido da Social Democracia Brasileira. A primeira leitura no plenário da Câmara foi realizada em 24 de fevereiro de 2021.
Votações na Câmara
[editar | editar código]No dia 16 de setembro de 2025 foi posta na agenda de votações da Câmara pelo presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) após uma reunião com presidentes de partidos políticos.[22][23]
Relatoria
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A relatoria da proposta foi delegada pelo presidente primeiramente ao seu correligionário Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) em agosto de 2025, após a ocupação das mesas diretoras das casas legislativas por deputados da bancada de oposição ao Governo Lula. A ocupação visava pressionar a presidência das duas câmaras para pautarem a PEC das Prerrogativas e a proposta de anistia aos presos que participaram da tentativa de golpe de estado de 8 de janeiro.[24] A desocupação das mesas partiu de um acordo costurado entre os parlamentares e Arthur Lira, ex-presidente da Câmara dos Deputados, aliado do então presidente Hugo Motta. No dia em que a proposta foi posta na agenda de votações, o presidente modificou a relatoria do texto, delegando ao deputado Cláudio Cajado (PP-BA), parlamentar aliado de Lira.[25][26]
Plenário
[editar | editar código]Realizada em dois turnos, a votação da PEC foi aprovada em primeiro turno por 353 votos a favor e 134 contra[27] e em segundo turno por 344 votos favoráveis e 133 desfavoráveis ao texto.[28]
| Turno | Quórum | Votos Sim | Votos Não | Abstenção | Obstrução | Resultado | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1.º | 488 | 353 | 134 | 1 | 0 | Aprovada | [29][27] |
| 2.º | 477 | 344 | 133 | 0 | 0 | Aprovada | [30][28] |
Emenda aglutinativa
[editar | editar código]Após a votação, no dia seguinte, em 17 de setembro de 2025 os líderes das bancadas partidárias da Câmara levaram ao relator da matéria uma nova emenda que consistia em uma reformulação do texto aprovado no dia anterior, acrescentando a permissão da votação secreta dos pedidos de autorização para processos contra deputados federais e senadores no Supremo Tribunal Federal (STF).[31] O texto reformulado foi levado ao plenário da Câmara na sessão deliberativa do dia, sendo aprovado por 314 votos a 168 contrários.[32]
| Turno | Quórum | Votos Sim | Votos Não | Abstenção | Obstrução | Resultado | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2.º | 482 | 314 | 168 | 0 | 0 | Aprovada | [33] |
A distribuição de votos por partido se deu da seguinte forma. Apenas os partidos PSOL, PCdoB, PV e Rede foram totalmente contrários à medida.
| Partido | Votos sim | Votos não | Abstenções |
|---|---|---|---|
| PL | 85 | 0 | 3 |
| PT | 8 | 57 | 2 |
| UNIÃO | 43 | 10 | 6 |
| PP | 46 | 2 | 2 |
| Republicanos | 43 | 1 | 1 |
| PSD | 18 | 21 | 6 |
| MDB | 27 | 7 | 8 |
| Podemos | 14 | 3 | 0 |
| PSB | 3 | 14 | 0 |
| PDT | 4 | 11 | 1 |
| PSOL | 0 | 14 | 0 |
| PSDB | 7 | 6 | 0 |
| PCdoB | 0 | 9 | 0 |
| Avante | 6 | 1 | 0 |
| Solidariedade | 4 | 1 | 0 |
| PRD | 4 | 1 | 0 |
| Novo | 0 | 4 | 1 |
| PV | 0 | 4 | 0 |
| Cidadania | 2 | 2 | 0 |
| Rede | 0 | 1 | 0 |
Votos por deputado
[editar | editar código]A votação por parlamentar se deu da seguinte forma:[29][30][33]
Votação por parlamentar
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Consequências
[editar | editar código]Protestos
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No dia 21 de setembro de 2025, manifestações contrárias à aprovação da PEC da blindagem e contra a proposta de anistia aos condenados pelos atos golpistas do 8 de janeiro aconteceram em várias cidades do país.[35] No Rio de Janeiro, no bairro de Copacabana, uma manifestação organizada pela produtora Paula Lavigne, reuniu nomes como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Paulinho da Viola, Djavan, Frejat, Ivan Lins, Geraldo Azevedo e Maria Gadú em um show contra a PEC da Blindagem e a anistia.[36] Segundo a estimativa da equipe do Monitor do Debate Político do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), em parceria com a ONG More in Common foram estimadas cerca de 41,8 mil manifestantes, com uma margem de erro entre 36,8 mil a 46,8 mil pessoas.[37]

Em São Paulo, a manifestação aconteceu na Avenida Paulista, e contou com a presença de artistas como Emicida, Luiz Thunderbird, João Suplicy, Otto e Leoni, além da presença de movimentos sociais e de centrais sindicais.[38][39] Segundo estimativa do CEBRAP, cerca de 42,4 mil pessoas estavam presentes na manifestação que teve lugar na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, às 16h06, considerado o momento de ápice da manifestação, com margem de erro estimada entre 37,3 mil a 47,5 mil participantes.[20] A capital mineira, Belo Horizonte, registrou concentração popular na Praça Raul Soares e seguiu em direção à Praça da Estação, contando com a presença de sindicatos e com presença de artistas locais.[40]
Em Salvador, as manifestações ocorreram no Morro do Cristo e contou com a presença de Daniela Mercury e Wagner Moura e de centrais sindicais.[41][42] Na cidade de Brasília, as manifestações ocorreram na Esplanada dos Ministérios, com presença de artistas como Chico César e Djonga.[43][44] Em Belém, que sediará a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP-30), a manifestação se concentrou em frente ao Theatro da Paz, na Praça da República, pela manhã.[45] O ator Marco Nanini e artistas da cidade também endossaram o ato.[46]
Na capital do Paraná, Curitiba, cerca de 15 mil pessoas compareceram em manifestação na Boca Maldita, tradicional local de manifestações na capital paranaense, visando barrar a PEC da blindagem, em ato convocado por movimentos sociais na parte da tarde.[47][48] Em Florianópolis, o ato convocado pelos sindicatos e partidos políticos de esquerda, reuniu cinco mil pessoas.[49][50] Porto Alegre, contou com uma manifestação de mais de 15 mil pessoas, que encerrou-se no Largo Zumbi dos Palmares.[51][52]
Votação no Senado
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No dia 24 de setembro de 2025, três dias após os protestos, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal rejeitou a proposta por unanimidade.[54] Havia a expectativa de que a proposta fosse encaminhada ao plenário e eventualmente derrotada, mas o presidente do senado Davi Alcolumbre informou de que acordo com o regimento como a CCJ determinou a sua inconstitucionalidade, a proposta não precisaria sequer ser votada, e com isso determinou o seu arquivamento no mesmo dia.[55][56]
Os 26 senadores membros da comissão e responsáveis pela rejeição foram:
- Alan Rick
- Alessandro Vieira
- Angelo Coronel
- Augusta Brito
- Carlos Portinho
- Eduardo Braga
- Eduardo Girão
- Eliziane Gama
- Esperidião Amin
- Fabiano Contarato
- Hamilton Mourão
- Jader Barbalho
- Jorge Kajuru
- Jorge Seif
- Laércio Oliveira
- Magno Malta
- Omar Aziz
- Oriovisto Guimarães
- Randolfe Rodrigues
- Renan Calheiros
- Rodrigo Pacheco
- Rogério Carvalho
- Rogério Marinho
- Sergio Moro
- Soraya Thronicke
- Veneziano Vital do Rêgo[53]
Referências
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