Partido da Frente Liberal

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Partido da Frente Liberal
PFL logotipo.jpg
Número eleitoral 25
Fundação 1985
Ideologia Conservadorismo social
Liberalismo econômico
Espectro político Centro-direita à direita
Antecessor Partido Democrático Social
Sucessor Democratas
Cores      Amarelo

     Azul

     Verde

O Partido da Frente Liberal foi um partido político brasileiro fundado em 1985 em meio às articulações que elegeram Tancredo Neves à presidência da República encerrando assim um ciclo de vinte e um anos do Regime Militar de 1964 no Brasil. Inicialmente uma dissidência do PDS, logo ascendeu no cenário político nacional servindo como aliado de quase todos os governos civis instituídos desde a sua fundação.

Existe uma controvérsia sobre o fato de ser o PFL ter sido extinto ou apenas renomeado para Democratas (DEM). Segundo a ata do congresso do PFL realizado em 28 de março de 2007, houve uma renomeação do partido naquele ano[1] e o arquivo do Tribunal Superior Eleitoral aponta que as duas legendas compartilham a mesma data de registro.[2] Diversos julgados da Justiça Eleitoral relativos a infidelidade partidária trazem veredictos que afirmam tratar-se do mesmo partido,[3][4][5][6] algo aceito pelo meio acadêmico e por veículos de mídia.[7][8][9]

Por outro lado, também há pesquisadores que tratam o DEM como sendo apenas um partido sucessor do PFL,[10][11] e inclusive o site da Fundação Getúlio Vargas apresenta esta posição.[12]

História do partido[editar | editar código-fonte]

Dissidência fértil[editar | editar código-fonte]

Temeroso quanto às chances de vitória do PDS em 15 de novembro de 1982, o presidente João Figueiredo instituiu o voto vinculado, a sublegenda e proibiu as coligações partidárias[13] a fim de impedir que dissidências na agremiação governista favorecessem os partidos de oposição nas disputas para os governos estaduais, Congresso Nacional e para as prefeituras.[14] Mesmo sob a aparente unidade situacionista o meio político especulava quanto a criação de um novo partido "de centro ou liberal"[15] visando ampliar o número de aliados do Palácio do Planalto[16][17] cumprindo um papel que caberia ao extinto PP. Malogrado esse intento, o governo buscou a adesão do PTB no primeiro semestre de 1983, mas o acordo não chegou a viger.[18]

No último ano do governo João Figueiredo as lideranças do PDS achavam-se envoltas na questão sucessória em nisso postulantes à vaga presidencial surgiam tanto do meio militar quanto civil, resultado da ausência de consenso quanto ao tema. Em meio a essas discussões as opções governistas foram delineadas em torno de quatro nomes: Aureliano Chaves, Marco Maciel, Paulo Maluf e Mário Andreazza, cada qual dispondo de uma credencial política. Para Aureliano Chaves sua condição de vice-presidente da República o fazia um candidato bem posicionado sobretudo por vir de um estado com o peso político-econômico de Minas Gerais; Marco Maciel trazia consigo o PDS nordestino; Paulo Maluf dispunha de base política em São Paulo enquanto o gaúcho Mário Andreazza contava com o apoio de seus colegas de ministério (onde ocupava a pasta do Interior) e era militar da reserva na patente de coronel do Exército Brasileiro.

Por outro lado as forças oposicionistas se movimentavam no sentido de restabelecer a eleição direta para presidente da República a partir de fatos como o comício em Abreu e Lima dia 31 de março de 1983, tanto que em 26 de novembro os governadores do PMDB e do PDT divulgaram um manifesto em São Paulo exigindo eleições diretas. No dia seguinte um comício organizado pelo PT reuniu dez mil pessoas no Vale do Anhangabaú numa data marcada também pela morte de Teotônio Vilela.[19] Assim as Diretas Já resultaram num movimento suprapartidário e mobilizaram o país nos primeiros meses de 1984 e nesse ínterim o deputado Dante de Oliveira apresentou uma emenda prevendo eleição presidencial direta. Em fevereiro de 1984 surgiu no PDS um grupo pró-eleições diretas como forma de evitar que essa bandeira fosse vista como exclusivamente da oposição, contudo tais manifestações não demoveram os presidenciáveis do PDS: em janeiro Maluf e Andreazza anunciaram suas candidaturas e no mês seguinte Aureliano (com o beneplácito de Ernesto Geisel) fez o mesmo. Rejeitada a emenda Dante de Oliveira em 25 de abril de 1984 graças à abstenção de 112 parlamentares, a oposição retornou a São Paulo e em 19 de junho anunciou apoio ao nome de Tancredo Neves.[20]

Àquela altura a disputa pela candidatura presidencial no seio do PDS estava restrita a Paulo Maluf e Mário Andreazza enquanto Aureliano Chaves e Marco Maciel formalizaram o rompimento com o partido governista ao lançarem o manifesto da Frente Liberal em Brasília à 5 de julho de 1984.[21] No mês seguinte a chapa Paulo Maluf e Flávio Marcílio derrotou a de Mário Andreazza e Divaldo Suruagy e conquistou o direito de concorrer à Presidência da República enquanto o PMDB escolheu Tancredo Neves e José Sarney representou a Frente Liberal como seu companheiro de chapa.[22][23] Decorridos cinco meses de campanha Tancredo Neves foi eleito presidente da República pelo Colégio Eleitoral em 15 de janeiro de 1985.

Diagrama da origem histórica do partido
Aliança Renovadora Nacional
(ARENA) 1966–1979
Partido Democrático Social
(PDS) 1980–1993
Partido Democrata Cristão
(PDC) 1985–1993
Partido Social Trabalhista
(PST) 1988–1993
Partido Trabalhista Renovador
(PTR) 1985–1993
Partido Progressista Reformador
(PPR) 1993–1995
Partido Progressista
(PP) 1993–1995
Frente Liberal
(FL)

Partido da Frente Liberal
(PFL) 1985–2007

Democratas
(DEM) 2007–presente
Partido Progressista Brasileiro
(PPB) 1995–2003

Partido Progressista
(PP) 2003–presente
Fonte: [24][25]

Surge um novo partido[editar | editar código-fonte]

Fundado em 24 de janeiro de 1985,[26] o Partido da Frente Liberal uniu-se ao PMDB para sustentar o governo Tancredo Neves através da Aliança Democrática cujo programa previa a convocação de uma Assembleia Constituinte e eleições diretas para escolher o sucessor do novo presidente. Reunir sob seu comando as maiores forças políticas do país foi uma forma de Tancredo assegurar estabilidade ao seu governo tal como a repartição de poder entre o PSD e o PTB nos anos situados entre o fim do Estado Novo e o início do Regime Militar de 1964. Segundo levantamento feito pela imprensa em fins de 1984, a bancada do PFL ocupava mais de dez por cento das vagas em ambas as casas do Congresso Nacional no dia do lançamento de seu manifesto em 19 de dezembro de 1984.[nota 1] e recebeu, a posteriori, a filiação da maioria dos governadores nordestinos.[27] Na montagem do governo Tancredo Neves o partido foi contemplado com cargos de relevo, com destaque para Aureliano Chaves no Ministério das Minas e Energia e Marco Maciel no Ministério da Educação. Com a morte de Tancredo em 21 de abril de 1985 o PFL passou a sustentar o Governo Sarney. Nas eleições de 1985 os pefelistas elegeram 25 prefeitos embora não tenha triunfado em nenhuma capital de estado. Em janeiro de 1986 o partido recebeu a filiação de Antônio Carlos Magalhães.[28]

Nas eleições de 1986 o PMDB capitaneou para si os efeitos positivos do Plano Cruzado e assim conquistou 22 dos governos estaduais em disputa, cabendo ao PFL apenas o governo de Sergipe com Antônio Carlos Valadares. Em relação ao Congresso Nacional o PFL fez sete senadores e cento e dezoito deputados federais. Dois anos depois recuperou suas raízes nordestinas ao eleger prefeitos em Recife, João Pessoa e Maceió. No Norte, obteve o controle de Boa Vista. No total foram conquistadas 1058 prefeituras pelo Brasil, número inferior apenas ao do PMDB.

Eleições presidenciais[editar | editar código-fonte]

Em 21 de maio de 1989 o PFL, mesmo sem deixar o Governo Sarney, realizou uma prévia a fim de escolher seu candidato a presidente da República[29] numa disputa entre Aureliano Chaves, Marco Maciel e Sandra Cavalcanti cujo resultado apontou a vitória de Aureliano Chaves. Homologado em convenção nacional, teve o paulista Cláudio Lembo na vaga de vice-presidente, chapa que não mobilizou as bases partidárias (sobretudo as nordestinas). Tais bases logo se decidiram por apoiar Fernando Collor (ex-governador de Alagoas) já em primeiro turno. Em meio a essa adesão maciça um lance malogrado poderia ter mudado os rumos do pleito: numa articulação atribuída aos senadores Hugo Napoleão, Edison Lobão e Marcondes Gadelha, Aureliano concordou em desistir da disputa em favor de Silvio Santos que buscou o minúsculo Partido Municipalista Brasileiro e registrou sua candidatura em lugar de Armando Corrêa, mas o vazamento da "operação renúncia" (fato creditado a Antônio Carlos Magalhães) fez refluir a manobra. No fim a candidatura de Santos foi impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral por irregularidades no registro do PMB e Aureliano Chaves disputou a eleição ficando em nono lugar com apenas 600.730 votos. No segundo turno o PFL apoiou Collor em oposição a Luiz Inácio Lula da Silva.[30]

Collor e Itamar[editar | editar código-fonte]

Ao assumir o governo em 15 de março de 1990, Fernando Collor reservou posições excelsas para os pefelistas ao nomear o senador gaúcho Carlos Chiarelli ministro da Educação e o deputado federal paranaense Alceni Guerra ministro da Saúde,[31][32] sendo que as privatizações realizadas pelo governo iam ao encontro dos ideários do partido. Nas eleições de 1990 o PFL venceu em nove estados, seis dos quais no Nordeste, inclusive Maranhão, Pernambuco e Bahia, sustentáculos de seu fulgor, além de oito senadores e oitenta e três deputados federais. Dessa forma o PFL aumentou sua participação no governo, todavia o partido se afastou do Planalto à medida que recrudesciam as acusações que resultaram no impeachment presidencial ao longo de 1992 segundo apurou a CPI do PC, presidida por Benito Gama. Com Itamar Franco o partido foi chamado a compor o ministério. Nas eleições daquele ano 965 prefeitos foram eleitos pela legenda, inclusive o de Belém. Entre 1993/1995 o deputado Inocêncio Oliveira foi o primeiro pefelista a ocupar a presidência da Câmara dos Deputados. Paralelo a isso o também pernambucano Roberto Magalhães foi o relator-geral da CPI do Orçamento.

No coração do poder[editar | editar código-fonte]

À medida que se aproximavam as eleições presidenciais de 1994 os políticos passaram a discutir as alianças vindouras, em particular buscando alternativas para contrapor o favoritismo de Luiz Inácio Lula da Silva até então líder nas pesquisas de opinião. Somente após o lançamento do Real é que os apoiadores do governo Itamar Franco se aglutinaram em torno da candidatura de Fernando Henrique Cardoso, outrora ministro da Fazenda e responsável pelo novo plano econômico. Conforme a inflação recuava (foi de quase 2.800% em 1993 e caiu pela metade no ano seguinte) a candidatura da coligação "União, Trabalho e Progresso" ultrapassou os índices do candidato petista e logo o PSDB ofereceu ao PFL a vice-presidência[33] cabendo ao senador Guilherme Palmeira a referida indicação, todavia denúncias de corrupção acabaram por ensejar sua renúncia e em seu lugar foi escolhido Marco Maciel.[34] Vitoriosa em primeiro turno a aliança deu ao PFL condições de eleger onze senadores e oitenta e nove deputados federais. Findo o pleito os três núcleos pefelistas estavam contemplados: os pernambucanos foram alçados à vice-presidência, o PFL elegeu a deputada federal, Roseana Sarney para o governo do Maranhão, mantendo o controle da família Sarney no estado, e na Bahia, o PFL elegeu Paulo Souto para o governo de Bahia, na vitória de Antônio Carlos Magalhães para o Senado e a escolha de Luís Eduardo para presidir a Câmara dos Deputados entre 1995/1997. Em 1996, dentre as 934 prefeituras conquistadas pelo partido se sobressaem as de Macapá, Recife, Salvador (vitória inédita para os aliados de ACM) e Rio de Janeiro, neste último caso mudando o eixo político do PFL do Nordeste para o Centro-Sul do país.

Peça vital para a aprovação da reeleição em 1997, o PFL manteve os Magalhães no centro das decisões partidárias, primeiro com a eleição de Antônio Carlos para a Presidência do Senado por dois períodos entre 1997/2001 e depois com a escolha de Luís Eduardo como líder do governo na Câmara dos Deputados, entretanto com a morte deste último devido a um ataque cardíaco em 21 de abril de 1998 na condição de pré-candidato ao governo da Bahia e aspirante à sucessão presidencial em 2002, desmontou as perspectivas de poder da agremiação, nada que impedisse a eleição de seis governadores, cinco senadores e a maior bancada da Câmara com cento e cinco deputados. Ademais a chapa FHC-Maciel venceu já no primeiro turno da eleição presidencial impondo a terceira derrota consecutiva a Lula. Ainda vigoroso o PFL elegeu 1.028 prefeitos no ano 2000 mantendo o controle de Salvador e ainda triunfando em Palmas e Curitiba. Todavia tal pujança começaria a ruir a partir de 2001 no rastro de uma troca de acusações entre Jader Barbalho e Antônio Carlos Magalhães com reflexos para o governo.

Tempos de oposição[editar | editar código-fonte]

O embate entre o senador baiano e seu colega paraense tem início a partir de uma discussão onde o representante do PMDB respondeu às críticas de Antônio Carlos Magalhães ao reprovar o valor de R$ 151,00 para o salário mínimo conforme defendia o governo. Jáder Barbalho questiona então como ACM pode defender um ponto de vista enquanto seu afilhado político Waldeck Ornelas, Ministro da Previdência Social, seguia o discurso oficial. Acusado de incoerente, Magalhães passa a investir contra Barbalho acusando-o de corrupção e o tom das ofensas sobe. Em 14 de fevereiro de 2001 Jáder é eleito Presidente do Senado Federal à revelia de seu adversário que cinco dias depois revela a procuradores da República saber como os senadores votaram na sessão que cassou Luís Estevão e a partir de então surge uma torrente de fatos que levam Antônio Carlos Magalhães à renúncia em 30 de maio. Tratada pelo seu partido como uma "posição isolada", a queda do político baiano não impediu que o PFL (baiano) conservasse as pastas da Previdência Social, com o próprio Waldeck Ornelas, e das Minas e Energia, dirigida por Rodolfo Tourinho.

Aparentemente recomposta, a aliança PSDB/PFL teve fim quando uma operação da Polícia Federal em São Luís, com o fito de investigar fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, invadiu o escritório da Lunus Companhia e Serviços em 1º de março de 2002 e lá encontrou quase um milhão e meio de reais em espécie. O episódio causou furor nos meios políticos porque a empresa pertencia a Jorge Murad, marido da governadora, Roseana Sarney pré-candidata a Presidência da República pelo PFL. Em 6 de março a legenda rompe com o governo Fernando Henrique e passa à oposição pela primeira vez na história. Dias depois Murad admite que o dinheiro tinha como destino a pré-campanha da esposa e esta, atendendo aos prazos da legislação eleitoral, renuncia ao governo do estado e em 15 de abril desiste de concorrer à Presidência. Inocentada das acusações de desvio de dinheiro público pela Justiça Federal do Tocantins em 9 de agosto, Roseana Sarney é eleita para o Senado.

Nas eleições de outubro o partido se abstém da disputa presidencial mas consegue eleger quatro governadores (Maranhão, Bahia, Tocantins e Sergipe), quatorze senadores e oitenta e quatro deputados federais. Com a vitória de Lula nas eleições presidenciais de 2002 e 2006 o partido passa a fazer uma oposição dura ao novo governo e em termos eleitorais conquista 789 prefeituras em 2004 (mantendo o controle da metrópole carioca), mas nas eleições de 2006 elege apenas um governador, o do Distrito Federal. Entretanto, com a renúncia de Geraldo Alckmin do governo de São Paulo e de José Serra da prefeitura paulistana, o PFL assume o controle das duas maiores cidades do país, além do Estado mais rico da nação, até a eleição de Serra para governador. O mesmo aconteceu em Pernambuco, onde Jarbas Vasconcelos, governador desde 1999, deixou o cargo para se eleger senador, legando a cadeira a Mendonça Filho.

Cientes da necessidade de recuperar seu espaço político e se estabelecer como alternativa viável no espectro eleitoral os líderes pefelistas decidiram pela renomeação[1] do partido para Democratas em convenção datada de 28 de março de 2007, cabendo a direção da legenda ao deputado federal Rodrigo Maia[1] como forma de sinalizar a ascensão de uma nova miríade de líderes partidários ao centro das decisões. Alguns pesquisadores, no entanto, descrevem esta mudança de nome como a extinção do PFL e a criação de outro partido.[10][11]

Fontes de pesquisa[editar | editar código-fonte]

  • ALMANAQUE ABRIL 1986. 12ª edição. São Paulo, Abril, 1986;
  • ALMANAQUE ABRIL 1987. 13ª edição. São Paulo, Abril, 1987;
  • ALMANAQUE ABRIL 1996. 22ª edição. São Paulo, Abril, 1996;

Notas

  1. Levantamento de Veja assinalou dez senadores e sessenta e três deputados federais em dezembro de 1984 enquanto o Jornal do Brasil, um mês depois, apontava uma bancada de treze senadores e setenta deputados federais e quatro governadores na convenção que fundou a legenda.

Referências

  1. a b c DEM. «Ata da Convenção Nacional Extraordinária do PFL de 28/03/07» (PDF). Em 28 de março de 2007, às 9 horas e 30 minutos, o presidente da Executiva Nacional do PFL, Senador Jorge Bornhausen, declara aberta a Convenção Nacional Extraordinária do Partido da Frente Liberal. [...] para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: 1) proposta e reforma do estatuto do partido, que prevê a nova denominação da legenda;[...] 
  2. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015. 
  3. Jusbrasil. «Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins TRE/TO - Ação de perda de mandato parlamentar : APMP 6743 TO». Consultado em 23 de novembro de 2017.. 3. A mudança de nomenclatura de PFL para DEM não importou na criação de um novo partido, mas apenas em uma alteração externa, como forma de chamar a atenção para a agremiação, insuficiente para caracterizar justa causa para desfilição nos moldes previstos pela Resolução TSE 22.610/07. 
  4. jusbrasil. «Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul TRE-MS - FEITO NÃO - ESPECIFICADO : FNE 291 MS - Inteiro Teor». Consultado em 23 de novembro de 2017.. A modificação PFL/DEM foi juridicamente tratada como alteração nominal, não tendo havido prévia extinção do Partido da Frente Liberal PFL para o surgimento do Partido Democratas - DEM ou o registro de nova pessoa jurídica com o cumprimento das exigências legais. 
  5. https://tre-ms.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/120522731/feito-nao-especificado-fne-291-ms. Consultado em 23 de novembro de 2017.  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  6. Jusbrasil. «PFL/DEM. NÃO-CRIAÇÃO DE NOVO PARTIDO». Consultado em 23 de novembro de 2017.. Cópia arquivada em 23 de novembro de 2017 
  7. Dimalice Nunes (5 de julho de 2017). «Por que os partidos políticos querem mudar de nome?». Desde a alteração da Lei dos Partidos Políticos, em 1995, não é mais exigido que as agremiações tragam a palavra “partido” em seus nomes. E, muito antes da crise de representação política que dá força ao rebranding dos partidos, em 2007, o PFL (Partido da Frente Liberal) virou Democratas, ou DEM como é mais conhecido. 
  8. Pollyana Batista. «História do Partido dos Democratas (DEM) O DEM é considerado um partido centrista e de direita, em relação à economia». Consultado em 23 de novembro de 2017.. O atual Partido dos Democratas ganhou essa nomenclatura recentemente. No ano da sua fundação, em 1985, ele se chamava Partido da Frente Liberal, o PFL.[...]Em 28 de março de 2007, houve novamente uma nova fase para a sigla. Quando ele passou a se chamar Democratas (DEM) e assumiu o código eleitoral 25, com a cores azul, branco e verde. 
  9. Bernardo Mello Franco / Daniel Carvalho (15 de julho de 2017). «Maia atrai congressistas para inflar o DEM». Consultado em 23 de novembro de 2017.. Há uma década, o PFL virou DEM numa tentativa de modernizar a imagem. O presidente da sigla, José Agripino Maia (RN), diz que o truque não se repetirá. "Mudar nome é maquiagem, já fizemos isso uma vez e não surtiu efeito algum", afirma o senador 
  10. a b Pesquisadora: Deysi Cioccari, Orientadora: Vera Chaia. «Do PFL ao Democratas: dos grandes personagens políticos ao esvaziamento partidário nos anos 2000» (PDF). Consultado em 23 de novembro de 2017.. O trabalho tem por objetivo tomar o Partido da Frente Liberal (PFL) e seu sucessor Democratas (DEM) como expoentes das características mais marcantes do sistema partidário nacional e do regime político que emergiu na nova ordem constitucional, iniciada em 1988. 
  11. a b «Do PFL ao Democratas: dos grandes personagens políticos ao esvaziamento partidário e a possível fusão em 2015» (PDF). UFRGS. Consultado em 22 de Novembro de 2017. 
  12. Fundação Getúlio Vargas. «Democratas (DEM)». Consultado em 23 de novembro de 2017.. Partido político nacional criado em 28 de março de 2007. 
  13. Sancionada sem alterações nova legislação eleitoral (online). Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 20/01/1982. Nacional, p. 04. Página visitada em 27 de janeiro de 2018.
  14. «BRASIL. Presidência da República: Lei nº 6.978 de 19/01/1982». Consultado em 27 de janeiro de 2018. 
  15. Um novo partido de centro deve nascer após eleições (online). Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 13/06/1982. Nacional, p. 05. Página visitada em 27 de janeiro de 2018.
  16. Está pronto o manifesto do Partido Liberal (online). Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 18/06/1982. Nacional, p. 05. Página visitada em 27 de janeiro de 2018.
  17. Lomanto leva a idéia (sic) do PL a Figueiredo (online). Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 02/07/1982. Nacional, p. 04. Página visitada em 27 de janeiro de 2018.
  18. Ivete admite rescindir acordo que fez com Governo (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 01/06/1983. Política, p. 03. Página visitada em 27 de janeiro de 2018.
  19. Teotônio morre em Maceió. Enterro é hoje (online). O Globo, Rio de Janeiro (RJ), 20/06/1984. Ed. Matutina, O País, p. 06. Página visitada em 28 de janeiro de 2018.
  20. Tancredo espera para ser o candidato (online). O Estado de S. Paulo, São Paulo (SP), 20/06/1984. Geral, p. 04. Página visitada em 28 de janeiro de 2018.
  21. Dissidentes propõem Governo de conciliação (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 06/07/1984. Política, p. 02. Página visitada em 28 de janeiro de 2018.
  22. A vitória de Maluf: 493 a 350 (online). O Globo, Rio de Janeiro (RJ), 12/08/1984. Ed. Matutina, O País, p. 02. Página visitada em 28 de janeiro de 2018.
  23. Convenção consagra a unidade da chapa oposicionista (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 13/08/1984. Política, p. 04. Página visitada em 28 de janeiro de 2018.
  24. TSE. «Histórico de partidos». Consultado em 26 de outubro de 2016. 
  25. Cambraia, Marcio Rodrigo Nunes (outubro–dezembro de 2010). «A Formação da Frente Liberal e a Transição Democrática no Brasil (1984-85)». Revista On-Line LIBERDADE E CIDADANIA. Fundação Liberdade e Cidadania. Consultado em 26 de outubro de 2016. 
  26. PFL fecha convenção com voto por democracia estável (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 26/01/1985. Política, p. 05. Página visitada em 28 de janeiro de 2018.
  27. Partido nasce forte no Congresso (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 20/12/1984. Política, p. 04. Página visitada em 28 de janeiro de 2018.
  28. Antônio Carlos ingressa com seu grupo no PFL-BA (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 09/01/1986. Política, p. 04. Página visitada em 28 de janeiro de 2018.
  29. PFL, em clima de desânimo, escolhe hoje seu candidato (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 21/05/1989. Brasil, p. 04. Página visitada em 29 de janeiro de 2018.
  30. Maciel leva pefelistas para Collor (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 23/11/1989. Primeiro caderno, p. 07. Página visitada em 2 de fevereiro de 2018.
  31. Chiarelli será o ministro da Educação do futuro governo (online). O Globo, Rio de Janeiro (RJ), 04/03/1990. Ed. Matutina, O País, p. 06. Página visitada em 6 de fevereiro de 2018.
  32. Alceni Guerra, na Saúde, completa ministério de Collor (online). O Globo, Rio de Janeiro (RJ), 13/03/1990. Ed. Matutina, O País, p. 05. Página visitada em 6 de fevereiro de 2018.
  33. Convenção aprova a coligação PSDB-PFL (online). Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 15/05/1994. Capa. Página visitada em 7 de fevereiro de 2018.
  34. Palmeira cede às pressões do PSDB e renuncia; Maciel é o novo vice de FHC (online). Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 03/08/1994. Supereleição, pág. 01. Página visitada em 7 de fevereiro de 2018.