Partido Humanista da Solidariedade

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Partido Humanista da Solidariedade
Número eleitoral 31
Presidente Sem direção nacional
Fundação 6 de junho de 1995 (24 anos)[1]
como Partido da Solidariedade Nacional (PSN)
- em Belo Horizonte, Minas Gerais
Registro 20 de março de 1997 (22 anos)[2]
Ideologia Humanismo cristão
Solidarismo
Centrismo

Monarquismo (minoria)

Espectro político Centro-direita[3][4]
Cores       Grená

      Laranja

Partido Humanista da Solidariedade (PHS) é um partido político de centro-direita brasileiro.[3][4]

Seu código eleitoral é o 31.[5] Entre outras coisas, defende o distributismo e a moral cristã, além do solidarismo e humanismo cristão.

História[editar | editar código-fonte]

O partido teve suas raízes ideológicas ainda na década de 1960, quando algumas das suas mais expressivas lideranças tiveram contato com o Padre Fernando Bastos de Ávila que, na ocasião, publicou os livros Neo-Capitalismo, Socialismo, Solidarismo e Solidarismo. O PHS descende do Partido do Solidarismo Libertador, que havia tido seu registro cancelado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Foi criado em 1995, com a denominação de "Partido da Solidariedade Nacional" (PSN) e obteve o registro permanente em 20 de março de 1997, tendo como fundador e primeiro presidente o empresário de origem francesa Phillipe Guedon.

Nas eleições de 2014, O partido só lançou, pela própria sigla, dois candidatos a governador (em Minas Gerais e São Paulo) e nenhum a senador em todo o Brasil. O partido ajudou a eleger onze candidatos a governadores e oito candidatos a senador, sendo alguns então de partidos que compunham o governo federal e outros que faziam oposição a ele.

Nas eleições de 2016, o partido conquista pela primeira vez a prefeitura da capital mineira com a vitória do empresário Alexandre Kalil em Belo Horizonte.

Guerra judicial[editar | editar código-fonte]

Em 21 de dezembro de 2018, um grupo de cinco membros nacionais tentou extinguir o partido, pois não atingiu a cláusula de barreira. Com isso, anunciou o processo de incorporação do partido ao Podemos, mas os fundadores e presidentes estaduais judicializaram a incorporação no TSE e TJDF, após inúmeras denúncias de mal uso das verbas do fundo partidário pelo grupo. Em 23 de fevereiro de 2019, em Brasília, representantes de mais de vinte estados, fizeram um encontro nacional do partido e elegeram uma comissão interventora nacional, que aguarda homologação no TSE.[6]

Eleições presidenciais[editar | editar código-fonte]

Candidatos majoritários apoiados pelo PHS em eleições presidenciais.

Ano Imagem Candidato a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos % Posição
1998
Sin foto.svg
Vasco Azevedo Neto Alexandre José Ferreira dos Santos sem coligação 109.003 0,16 12º
2002
Luiz Inácio Lula da Silva.jpg
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) José Alencar (PL) PT, PL, PCdoB, PMN, PCB, PHS 52.793.364 61,27
2014
Marina Silva 2014 candidate.jpg
Marina Silva (PSB) Beto Albuquerque (PSB) PSB, PHS, PRP, PPS, PPL e PSL 22.176.619 21,32
2018
Henrique Meirelles recebe o ministro das Finanças do Reino Unido - 35459912404 (cropped).jpg
Henrique Meirelles (MDB) Germano Rigotto (MDB) MDB e PHS 1.288.948 1,20
Nota: Vasco Azevedo Neto disputou as eleições de 1998 quando o partido se chamava PSN.

Referências

  1. [1]
  2. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015 
  3. a b «Os partidos com as melhores bancadas do Congresso». Congresso em Foco. 4 de Maio de 2007 
  4. a b «Como a nova direita se consolida no Brasil». Brasileiros. 14 de setembro de 2015. Consultado em 14 de maio de 2017. Arquivado do original em 2 de abril de 2017 
  5. Tribunal Superior Eleitoral: Partidos políticos registrados no TSE Arquivado em 17 de julho de 2007, no Wayback Machine., visitado em 25 de julho de 2007
  6. «Partido Sob Intervenção». Portal Paralelo. 14 de fevereiro de 2019. Consultado em 14 de fevereiro de 2019