Pabllo Vittar

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Pabllo Vittar
Vittar se apresentando em Brasília, 2016.
Nome de nascimento Phabullo Rodrigues da Silva[1]
Data de nascimento
1 de novembro de 1994 (23 anos)
Local de nascimento
São Luís, Maranhão, Brasil
Residência Uberlândia, Minas Gerais[1]
Ocupação
Período em atividade 2013–presente
Altura 1,87 m[1]
Carreira musical
Gênero(s)
Instrumento(s) Vocal
Gravadora(s)
Afiliações
Influências

Phabullo Rodrigues da Silva, conhecido por seu nome artístico Pabllo Vittar (São Luís, 1 de novembro de 1994), é um cantor, compositor e drag queen brasileiro.[nota 1] Sua primeira aparição na televisão aconteceu em 2014, no programa "Carona", da TV Integração, onde ele interpretou a canção "I Have Nothing", de Whitney Houston. Mais tarde, em 2015, Vittar começou a ganhar atenção nas redes sociais após o lançamento do videoclipe de "Open Bar", releitura de "Lean On", de Major Lazer em parceria com . Em menos de um mês, o vídeo atingiu a marca de 1 milhão de visualizações no YouTube, onde ele posteriormente lançou seu primeiro extended play (EP), também intitulado Open Bar.

Em 2017, Vittar conseguiu maior reconhecimento ao lançar seu álbum de estreia Vai Passar Mal, que gerou os singles "Nêga", "Todo Dia", "K.O." e "Corpo Sensual", além de sua participação na canção "Sua Cara", do grupo estadunidense Major Lazer.

Vida pessoal

Nascido em uma família humilde de São Luís, Phabullo é gêmeo dizigótico e possui uma irmã mais velha. Phabullo passou parte da infância e adolescência morando nas cidades de Santa Inês e Caxias ambas no interior do Maranhão, devido a dificuldades financeiras. Ele é filho de uma técnica de enfermagem, a qual foi abandonada ainda grávida pelo pai de Phabullo, que nunca veio a conhecê-lo.[7]

Durante sua infância, Phabullo foi vítima de bullying devido seus gestos delicados e sua voz fina,[8] chegando a ser agredido fisicamente com um prato de sopa quente jogado em seu rosto.[9][10] Além disso, Phabullo chegou a frequentar aulas de balé durante esse período.[11]

Aos 13 anos de idade, Phabullo começou a cantar fazendo covers em festas de família e apresentações na escola, além de se juntar a um coral de uma igreja católica.[12][13] Logo em seguida, Phabullo começou a fazer suas próprias composições. Mais tarde, decidiu se profissionalizar na área, mudando-se para a cidade de São Paulo com sua irmã, onde trabalhou em diversos lugares, como lanchonetes e salões de beleza. Logo em seguida, mudou-se para Uberlândia junto com sua mãe, que havia se casado recentemente. Na época, aos 15 anos de idade, se assumiu homossexual para sua mãe, apesar de que ela já desconfiava; sua irmã já sabia sobre sua orientação sexual.[14]

"Desde pequenininho, sempre tive noção de que era diferente e que não ia seguir os caminhos que um homem que nasceu com genitália masculina tinha que seguir: casar, ter filhos [...]. Sabia que ia fazer alguma coisa no mundo para deixar minha marca".

Vittar sobre sua infância.[15]

Aos 16 anos de idade, Phabullo começou a se apresentar no Programa Pop, um programa regional de Caxias, onde após várias tentativas de se apresentar foi convidado pelo apresentador Thiago Miranda, onde Phabullo seguiu fazendo diversas apresentações. Após algumas apresentações, a direção do programa pediu para o apresentador cortar a participação de Phabullo devido reclamações recebidas pela "família caxiense", mas Miranda recusou. Ao todo, Phabullo teve cerca de 40 participações em um período de dois anos.[16][17]

Phabullo em seguida começou a sair para a noite maranhense, fazer amizades, e participar e ser aprovado em uma seleção de cantores numa casa de shows, e assim começou a se apresentar, mesmo menor de idade, cantando e dançando músicas suas e fazendo imitações por um pequeno cachê, mas ainda não era um trabalho profissional. Neste período ele já se vestia como mulher, mas não se identificava como drag queen; a primeira vez que ele se vestiu como drag queen foi aos 17 anos, em Uberlândia, para divulgar a festa de uma amiga, entregando panfletos na porta de uma boate.[7][18] Com o tempo, passou a fazer shows em paradas gays em diversas cidades de seu estado, ficando conhecido no meio LGBT maranhense.[13] Aos 18 anos em Minas Gerais, Phabullo começou a se montar como drag queen e participar de concursos de beleza, onde chegou a vencer alguns antes de iniciar sua carreira profissional como cantora enquanto adotava o nome artístico de 'Pabllo Knowles', uma referência a cantora Beyoncé.[12] Sua primeira aparição como drag queen ocorreu na boate Belgrano, dos produtores Ian Hayashi e Leocádio Rezende (que, logo, ela viria a chamar de seus “pais”).[13][19]

Ainda em Minas Gerais, Pabllo prestou vestibular para a Universidade Federal de Uberlândia, na qual foi admitido em 2013 no curso integral de design, mas após alguns períodos cursados, acabou trancando sua matrícula, devido a sua agenda de shows, que aumentou bastante devido a divulgação de seus vídeos musicais na internet e de sua participação na banda do programa Amor & Sexo[8]

Quando chamou atenção de empresários do ramo de entretenimento,[14] Phabullo iniciou sua carreira musical profissionalmente, apresentando-se em bares e casas de shows com apresentações em Uberlândia e cidades da região, principalmente com suas performances de dança dos seus vídeos nas redes sociais. Nesse período, Phabullo adotou o nome artístico de Pabllo Vittar.[20]

Carreira

2014–2016: Open Bar

Pabllo em junho de 2016.

Em 2014, Vittar fez uma parição na TV como Phabullo quando participou do programa "Carona" da TV Integração, afiliada da Rede Globo no Triângulo Mineiro e na Zona da Mata de Minas Gerais. Na ocasião, Vittar participou de um concurso musical, e cantou uma versão de "I Have Nothing" de Whitney Houston para o cantor Daniel, na época jurado do programa de competição musical The Voice Brasil, que ficou impressionado com sua potência vocal, e achou absurdo um cantor de tanto talento não estar inscrito no talent show.[14]

Em 2015, Vittar ganhou fama ao se popularizar através da internet, com a divulgação de seus videoclipes. Devido ao sucesso instantâneo, Vittar acabou expandindo-se profissionalmente, lançando seu extended play (EP) de estreia, Open Bar, em dezembro de 2015. O material foi produzido por Rodrigo Gorky, do grupo Bonde do Rolê, Maffalda e pelo produtor carioca Omulu. Através do EP, Vittar lançou a canção "Open Bar" como single, uma releitura da canção "Lean On" de Major Lazer em parceria com . Em menos de um mês o vídeo atingiu a marca de 1 milhão de visualizações no YouTube.[21] Ainda no mesmo ano, deu início a sua primeira turnê, intitulada Open Bar Tour, na qual passou por diversas cidades do país, ganhando visibilidade no movimento LGBT nacional.[7][12][22]

Em janeiro de 2016, Vittar foi contratado pela TV Globo, sendo apresentado como o novo vocalista da banda do programa "Amor & Sexo" da Rede Globo, substituindo Léo Jaime na temporada de 2016.[23] No mesmo mês, o artista participou do videoclipe da música "Insight", de Luiza Possi.[24] Em abril de 2016, Vittar foi anunciado como garoto propaganda da nova campanha da AVON, Louca Por Cores.[25]

2017–presente: Vai Passar Mal e reconhecimento nacional

Em 12 de janeiro de 2017, Vittar lançou seu primeiro álbum de estúdio, intitulado Vai Passar Mal, na qual já contava com "Nêga" como carro-chefe do disco,[26] lançado em 4 de novembro de 2016.[27] O álbum veio a atingir a terceira posição do iTunes brasileiro em sua semana de estreia. O álbum foi considerado uma mistura de pop com diversos outros estilos, como samba, tecnomelody, funk carioca, arrocha, MPB, forró, dance-pop, synthpop, trap, hip-hop e EDM.[2][3][28] Luccas Oliveira, do jornal O Globo, disse que "em geral, suas faixas são curtas e bem produzidas, com letras que exalam a autoestima e a afirmação de Pabllo [e] fazem do disco de estreia da drag queen um belo cartão de visitas — feito sob medida para o público que ela atinge."[28] O disco veio a bater o recorde nos aplicativos de música com Vittar alcançando 20 milhões de execuções com o álbum, tornando-se a primeira do segmento drag da história a ter, no mínimo, um milhão de execuções em cada faixa de seu disco, além de ser a drag queen mais executada nas plataformas digitais.[29] Em 20 de janeiro, Vittar lançou o videoclipe de seu segundo single do álbum, Todo Dia, em parceria com Rico Dalasam. Mais tarde, o clipe veio a tornar-se o videoclipe mais assistido mundialmente por uma drag queen, ultrapassando o clipe "Sissy That Walk" da estadunidense RuPaul.[30] Entre esse período, a canção alcançou o 3º lugar na lista "Viral 50 Global" do Spotify.[31] Sendo considerado como um dos hits do carnaval de 2017,[32] Vittar se apresentou durante o festival junto de cantoras como Daniela Mercury e Anitta no Carnaval de Salvador.[33][34]

Em março, Vittar Pabllo deu início a sua segunda turnê, intitulada Vai Passar Mal Tour.[35][36] Em 19 de abril, Vittar lançou a música "K.O." como terceiro single de seu disco, acompanhada de videoclipe.[37] A canção rapidamente superou o sucesso anteriormente obtido por "Todo Dia",[38] onde Vittar veio mais tarde a quebrar seu próprio recorde de videoclipe mais visualizado por uma drag queen;[39] onde veio mais tarde a atingir a marca de 257 milhões de visualizações em 18 de dezembro.[40][41] Devido ao sucesso da canção, Vittar tornou-se primeira drag queen a adentrar nas paradas de sucesso do Brasil, atingindo a posição N. 78 na Brasil Hot 100 Airplay.[42]

Após algumas semanas de especulação,[43] em junho de 2017, "Sua Cara" foi anunciado como segundo single do extended play Know No Better. No mês seguinte, as filmagens para o videoclipe deram-se início em Casablanca, Marrocos, mais especificamente no Deserto do Saara.[44] Durante esse período, sua vida pessoal e profissional foi destaque na renomada revista americana Billboard, que a apelidou de "Rainha Drag",[45] tornando-se também a drag queen mais seguida nas redes sociais, superando os 1.3 milhões de seguidores de RuPaul.[46] O videoclipe da canção foi lançado em 31 de julho e em apenas cinco horas após o lançamento, o vídeo atingiu a marca de 1 milhão de likes, quebrando o recorde de vídeo mais curtido no Youtube, anteriormente pertencido a boy-band britânica One Direction com o videoclipe de "Drag Me Down".[47] Em adição, o clipe atingiu a marca de 17.8 milhões de visualizações em 24 horas, tornando-se o vídeo mais visto em um dia desde "Hello" de Adele; além de ser o videoclipe em português mais visualizado em um dia.[48] Em 1 de agosto foi anunciado que a canção e o videoclipe de "Todo Dia" estavam sendo retirados das plataformas digitais devido uma notificação extrajudicial de Rico Dalasam para questionar acordo de direitos autorais.[49] Com toda ascensão de Vittar na mídia durante esse período, seu cachê chegou a ser estimado em R$50 mil.[50]

Em 9 de de agosto, foi anunciado que Vittar havia assinado contrato de dois álbuns com a gravadora Sony Music.[51][52][53][54] No mesmo mês, lançou o terceiro single de Vai Passar Mal, "Corpo Sensual".[55][56] No dia 28 de agosto de 2017, o canal de Pabllo Vittar no YouTube foi invadido, com a foto do perfil sendo substituida por uma do político Jair Bolsonaro e com o clipe 'K.O.' deletado. No seu lugar, os invasores incluíram três vídeos, com letras ofensivas que falam de pedofilia. O ataque é atribuído na descrição dos vídeos a um grupo hacker denominados "Sh4dowNetwork". O grupo, no entanto, negou a autoria do ataque.[57] O ataque tornou-se um dos assuntos mais comentados mundialmente no Twitter.[58]

Em 16 de setembro, Vittar apresentou-se na sétima edição do Rock in Rio ao lado da cantora estadunidense Fergie, fazendo dela a primeira drag queen na história a subir no palco do evento.[59] Na semana final de setembro, Pabllo se tornou a primeira artista brasileira a emplacar 3 músicas no top 5 do Spotify brasileiro.[60] Na primeira semana de outubro, Vittar fez sua primeira aparição no ranking Social 50 da revista americana Billboard, figurando a quadragésima quarta posição da tabela.[61][62]

Em 1 de dezembro, foi anunciado oficialmente que Vittar estaria modelando para a marca de refrigerantes Coca-Cola, contando com sua imagem estampada em suas latinhas.[63][64] No dia seguinte, em 2 de dezembro, Vittar recebeu certificado de platina, platina triplo e diamante através do programa Caldeirão do Huck por seus trabalhos "Corpo Sensual", "Vai Passar Mal" e "K.O.", respectivamente.[65] Em 8 de dezembro, Vittar lançou um álbum de remixes intitulado "Vai Passar Mal Remixes".[66] Em 10 de dezembro, Vittar veio a se apresentar na vigésima segundação da premiação Melhores do Ano do Domingão do Faustão,[67] onde levou o prêmio de Música do Ano, fazendo dela a primeira drag queen a vencer a premiação.[68] Além disso, foi revelado que "Então Vai" seria o próximo single de seu álbum.[69] Durante uma entrevista antes de sua apresentação no Festival da Virada de Salvador, Vittar afirmou estar trabalhando em um novo disco e um EP para 2018.[70]

Imagem pública

Vittar é considerado um ícone gay[71] e foi citado pelo The New York Times como um "emblema de fluidez de gênero."[72] O The Guardian se referiu à Vittar como um "ícone entre a minoria que ganhou uma série de conquistas recentes na guerra cultural do Brasil."[71] Sérgio Martins, da Veja, notou que Vittar "faz as poses de Madonna em "Vogue", dá os trinados agudos de Beyoncé e Whitney Houston e rebola como dançarina de funk. [...] É uma catártica liberação para todos os que a veem no palco — adultos e adolescentes, gays e héteros."[73]

Thamires Tancredi, da revista Donna, considera Pabllo uma figura importante para a juventude LGBT.[74] Ela escreveu: "Pabllo é autêntica e não tem medo de mostrar quem é. Dá para ter noção do que é para um adolescente gay, que está acostumado a ouvir piadinha e todo o tipo de escárnio barato na escola e na rua, ligar a TV e ver uma drag queen cantando para o mundo todo ouvir? [...] É importante para quem está com a personalidade em formação se ver refletido em alguém."[74] Vittar falou sobre sua percepção pública declarando que "Acho que sou um exemplo sim. Quando era pequeno não tinha ninguém para me espelhar. Não tinha alguém na TV que eu olhava e falava: ‘Eu posso ser isso’. Tinha o Ney [Matogrosso], mas ele era uma divindade, muito distante de mim."[75]

Em 2017, a revista Joyce Pascowitch elegeu Vittar "A Pessoa do Ano".[75][76] No mesmo ano, foi a quinta personalidade mais buscada no Google Brasil.[77] Ainda em 2017, um aluno da faculdade IESP se formou no curso de publicidade usando Vittar e seu poder no streaming como tema de seu TCC.[78]

Vittar escolheu um nome artístico masculino por querer passar verdade ao público, uma vez que ele não é transexual e só se sente de fato mulher quando está caracterizado no palco.[79] Vittar explicou a escolha dizendo:

"Nunca senti a necessidade de optar por um nome feminino porque, quando decidi fazer drag, queria passar verdade através da minha arte, música, do que acho que sou. Pabllo me representa de uma forma que você não tem noção. Acho que, se eu tivesse um nome feminino, não ia passar tanta verdade. Não gosto de me trancar em uma caixa. Gosto de ser afeminada, de ser isso aqui, de sair na rua às vezes de boné. Gosto de ser o que quiser ser".[15]

Pabllo afirmou também que não sente vontade de passar por "transições cirúrgias" e que não se vê como "trans".[79] Fora do palco, costuma vestir peças consideradas tanto masculinas quanto femininas.[73][80] Numa entrevista para a Glamour, Pabllo se autodescreveu como "um menino gay que faz drag".[79] O cantor demora até três horas para "virar Pabllo Vittar" e não costuma usar maquiagem e peruca durante seu dia a dia.[1] Questionado sobre o público alvo de sua música, ele respondeu dizendo que não tem a pretensão de escolher seu público e que faz "música para seres humanos".[9] Embora prefira ser chamado no feminino quando está "de drag", em diversas ocasiões, Vittar afirmou não se importar com o gênero no qual é chamado.[81][82] Pabllo comentou o assunto dizendo:

Eu acho que gênero não importa, pra mim. Se você escrever “ele”, vou achar incrível, se escrever “ela”, também vou achar demais. Mas, quando estou de drag… eu não fico na frente do espelho duas horas me maquiando para a pessoa me chamar de ele, né? Fica chamando de “ela”! Ela é bonita, ela é cantora, ela é draaaaaag! Eu gosto de ser chamada no feminino.[83]

Pabllo tem sido criticado por sua "inabilidade em manter o fôlego" para cantar durante performances ao vivo.[84] Em sua coluna no Universo Online, Chico Barney o defendeu, dizendo que "ninguém precisa mandar bem ao vivo para ser uma grande artista [...] Ícones do showbiz mundial como Britney Spears, Radiohead e Xuxa Meneghel fizeram fama e fortuna como artistas de estúdio."[84] Ele terminou dizendo que:

O legado da importância de Pabllo como figura pública tão representativa e bem-sucedida não pode ser obliterado por detalhes técnicos tão pedestres.[84]

Desde sua estreia na TV, Vittar vem quebrando índices de audiência com sua participação em programas, com o Altas Horas sendo o mais notável; em 30 de dezembro de 2017 o programa veio a atingir 19 pontos de audiência em São Paulo e 21 no Rio de Janeiro, fazendo essas as maiores audiências do mesmo desde sua estreia em 2000.[85] Além disso, Vittar foi nomeado pela MTV Portugal como "a maior revelação da música em 2017".[86] Vittar também é creditada por impulsionar a inclusão de artistas drag na música brasileira.[87][88] O site G1 descreveu o fenômeno como "Efeito Pabllo Vittar", enquanto Aretuza Lovi se referiu a Vittar como "revolucionária".[87]

Artisticamente

Estilo musical e influências

Rihanna
RuPaul
Beyoncé
Rihanna (esquerda), RuPaul (centro) e Beyoncé (direita) são três das principais influências do artista.

Considerado "uma personagem marcante na história da música pop brasileira",[3] Pabllo transita entre diversos estilos.[2] Seu álbum de estreia se baseia na mistura do pop com música eletrônica, trap, hip hop e também ritmos brasileiros, como samba, tecnomelody, funk carioca e MPB[2]: "Sou maranhense, adoro um arrocha, amo um forró, amo o axé", disse o cantor.[83] Seu maior hit, "K.O.", foi descrito como um "forrózão do futuro pós-apocalíptico."[84]

Por influência de sua mãe, Vittar cresceu ouvindo artistas como Aretha Franklin, Etta James, Donna Summer e Whitney Houston.[75][89] Em sua primeira aparição na televisão, ele interpretou "I Have Nothing", de Houston.[90] Vittar imitava essas cantoras desde criança, "quando nem sonhava em ser drag ainda".[75] Escutava também Ney Matogrosso – "a primeira vez que ouvi falar de gay foi por causa dele" – e Gilberto Gil.[75] Vittar cita o drag queen norte-americano RuPaul como uma influência importante e acredita que "todas as drags desse mundo têm que agradecer a RuPaul pela visibilidade que temos hoje."[91] Alguns participantes do reality show RuPaul's Drag Race também são referência para Pabllo "montar sua drag".[91]

No início de sua carreira, usava o sobrenome Knowles como parte de seu nome artístico, uma referência à cantora Beyoncé, de quem é fã.[90] Outra referência relevante em sua carreira é a barbadiana Rihanna; para Phabullo, gravar com ela é um "sonho".[92] Em seu álbum de estreia, Vai Passar Mal, o artista teve influência direta de Lana Del Rey, Allie X e também dos álbuns Anti, de Rihanna, e Lemonade, de Beyoncé.[83]

Pabllo ainda cita como "ídolos" as cantoras Daniela Mercury[91] e Sandy.[93] Vittar se diz influenciado pelo grupo Major Lazer e pela cantora Anitta, artistas com os quais gravou a canção "Sua Cara".[94] Pabllo ouve a artistas do cenário indie como Florence and the Machine, Grimes, Kaytranada, Soffi Tucker, Lykke Li e The Gossip.[91] No cenário brasileiro, ouve a Banda Batidão, Liniker, Elza Soares, As Bahias e a Cozinha Mineira, Silva, Baiana System, Glória Groove, Aretuza Lovi, Lia Clark, Linn da Quebrada, entre outros.[91]

Para Pabllo, a personalidade da mídia e empresária norte-americana Kylie Jenner é um "exemplo de mulher empreendedora." A top model Bella Hadid o influencia visualmente, quando ele vai se "montar, se vestir, [escolher] paleta de cores."[95]

Voz

Phabullo é um contratenor com 2,3 oitavas de extensão vocal já exibidas, estendendo-se entre as notas Mi bemol na terceira oitava (E♭3) e Sol sustenido na quinta oitava (G♯5).[carece de fontes?] O jornal The New York Times descreveu a voz de Vittar como um "soprano nasal."[72]

Discografia

Ver artigo principal: Discografia de Pabllo Vittar

Filmografia

Televisão
Ano Título Personagem / Cargo Notas
2016–2017 Amor & Sexo Vocalista da banda Temporada 9, 10
2017 TVZ Apresentador especial Episódio: "19 de abril de 2017"[96]
Episódio: "06 de setembro de 2017"[97]
A Força do Querer Ela mesma Episódio: 160
Transmissão original: "05 de outubro de 2017"[98]
Domingão do Faustão Transmissão original: 8 de outubro de 2017
Lady Night Episódio: T2EP1
Transmissão original: 9 de outubro de 2017
Vai Que Cola 200° episódio
Transmissão original: 23 de novembro de 2017[99]
2018 RuPaul's Drag Race Jurada 11ª Temporada[100]
Web
Ano Título Papel Nota
2016–presente Vlog da Pabllo[101] Ele Mesmo Apresentador
2017 Oitavo - Filme[102] Concierge Curta metragem[103]
2018 Up Next: Pabllo Vittar[104] Ele Mesmo Documentário Apple Music[105]

Turnês

  • Open Bar Tour (2015–16)[106]
  • Vai Passar Mal Tour (2017–presente)[107]

Prêmios e indicações

Em 20 de julho, foi anunciado que Vittar estaria concorrendo à 24ª edição do Prêmio Multishow de Música Brasileira, concorrendo na categoria "Fiat Argo Experimente".[108] Cinco dias depois, Vittar também foi anunciada como concorrente na categoria "Melhor Show" na 16ª edição do Prêmio Jovem Brasileiro.[109]

Ano Prêmio Categoria Indicação Resultado
2017 Prêmio Multishow de Música Brasileira Experimente Ela mesma Venceu[110]
Prêmio Jovem Brasileiro Melhor Show Turnê Vai Passar Mal Pendente
Melhores do Ano de 2017 Música do Ano "K.O." Venceu
Prêmio F5[111] Hit do Ano "K.O." Pendente
Revelação do Ano Ela mesma Pendente
Melhor Cantora Ela mesma Pendente
Troféu APCA[112] Revelação do ano Ela mesma Venceu
Música do ano "K.O." Indicado

Notas

  1. Em diversas ocasiões, Pabllo Vittar afirmou não se importar em ser chamado no feminino ou no masculino.[4][5] Em uma entrevista para o "Na Mira", do portal iMirante, o mesmo afirmou não ser uma mulher transexual quando respondeu sobre sua decisão em se tornar drag queen: "Sou um menino gay afeminado! [...] foi super fácil [se transformar em drag], sempre gostei de passear entre o universo masculino e o feminino, nunca vi uma barreira entre os dois, então até hoje tenho isso comigo, não tenho uma linha entre um e outro, passeio pelos dois lados sempre."[6] Ver mais detalhes na seção "Imagem pública".

Referências

  1. a b c d Pabllo Vittar evita rótulos sobre sua sexualidade: "meu negócio é transitar" Globo.com. Época.
  2. a b c d «Resenha: Pabllo Vittar - Vai Passar Mal.». www.busterz.com.br  Sobre o trabalho de estreia de Pabllo: "Sonoramente, é um trabalho muito diversificado, que faz mistura de pop, dance-pop, samba, tecnobrega, funk carioca, trap, hip-hop e EDM. É basicamente uma mistura de pop com diversos ritmos brasileiros. Busterz Magazine
  3. a b c «A força do pop e da resistência de Pabllo Vittar». www.aescotilha.com.br  A Escotilha. "Do alto de seus 22 anos, Pabllo Vittar já é uma personagem marcante na história da música pop brasileira."
  4. Leandro Torres (12 de janeiro de 2017). «Entrevista: Pabllo Vittar fala sobre álbum novo, parceria com Diplo, clipes e início da produção do próximo disco». POPLine. Consultado em 25 de junho de 2017 
  5. «Pabllo Vittar: "Estou aqui para desconstruir gênero"». Medium. 22 de dezembro de 2015. Consultado em 30 de abril de 2017 
  6. Liliane Cutrim (8 de março de 2017). «"Sempre fui extremamente feminina", declara Pabllo Vittar». Na Mira. iMirante. Consultado em 25 de junho de 2017 
  7. a b c «Pabllo Vittar: tem drag no samba». G1. 27 de fevereiro de 2017. Consultado em 5 de agosto de 2017 
  8. a b «Cantora do Amor & Sexo, Pabllo Vittar também é estudante de Design de Interiores». Sítio do Jornal Extra. Extra - Grupo Globo. 26 de fevereiro de 2017. Consultado em 5 de outubro de 2017 
  9. a b «Pabllo Vittar sobre preconceito: "Jogaram sopa quente na minha cara"». JCOnline/UOL. 17 de fevereiro de 2017. Consultado em 5 de agosto de 2017 
  10. «"Jogaram sopa quente na minha cara " diz , Pabllo Vittar a revista Trip». Doistercos. 18 de fevereiro de 2017. Consultado em 5 de agosto de 2017 
  11. Astuto, Bruno (1 de agosto de 2017). «Pabllo Vittar evita rótulos sobre sua sexualidade e diz: "Meu negócio é transitar"». Época. Consultado em 12 de agosto de 2017 
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  16. «PABLLO VITTAR: A TRAJETÓRIA DO GAROTO POBRE QUE FAZIA SHOW EM TROCA DE PIZZA AO ESTRELATO». Extra. 29 de outubro de 2017. Consultado em 4 de janeiro de 2018 
  17. «Com sobrenome de Beyoncé, Pabllo Vittar adolescente cantou Michael Jackson na TV». Extra. 20 de outubro de 2017. Consultado em 4 de janeiro de 2018 
  18. Vieira, Bianka (16 de fevereiro de 2017). «Ninguém tomba Pabllo Vittar». Revista Trip/UOL. Consultado em 6 de agosto de 2017 
  19. Junior, Analio (22 de dezembro de 2015). «FAMA: Drag Queen maranhense bomba na web e substitui Léo Jaime no "Amor e Sexo" da Rede Globo!!!». Consultado em 3 de fevereiro de 2016 
  20. Monteiro, Carolina (18 de dezembro de 2015). «Sucesso com 'Open bar', Pabllo Vittar se apresenta em Uberlândia». Correio de Uberlândia. Consultado em 3 de fevereiro de 2016 
  21. Rocha, Pedro (8 de outubro de 2015). «Pabllo Vittar fala de carreira, sucesso e novos projetos em entrevista ao G1». Tv Globo. Consultado em 3 de fevereiro de 2016 
  22. BOL (17 de maio de 2017). «Ressuscita! Conheça Pabllo Vittar em 10 curiosidades». 10h00 
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  24. Rocha, Pedro (29 de Janeiro de 2016). «Luiza Possi chama Pabllo Vittar e outros drags para o clipe maravilhoso de Insight». Consultado em 3 de fevereiro de 2016 
  25. Sousa, Felipe (25 de abril de 2016). «Avon escolhe Pabllo Vittar para estrelar sua mais nova campanha». pheeno. Consultado em 26 de abril de 2016 
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