Pablo Iglesias Turrión

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Pablo Iglesias Turrión
Pablo Iglesias no Parlamento Europeu
Político de Flag of Spain.svg Espanha
Período Eurodeputado
Dados pessoais
Nascimento 17 de outubro de 1978 (38 anos)
Madrid
Nacionalidade Espanhola
Alma mater Universidad Complutense de Madrid
Partido Podemos
Profissão Politólogo, Político
Website PabloIglesiasTurrion

Pablo Manuel Iglesias Turrión (Madrid, 17 de Outubro de 1978) é um professor universitário, político, escritor, apresentador e tertuliano de televisão espanhol. Em 2014 foi eleito eurodeputado pela candidatura de Podemos e é actualmente o secretário geral do partido.[carece de fontes?]

Actividade académica[editar | editar código-fonte]

Pablo Manuel Iglesias Turrión é filho de María Luisa Turrión Santa María, advogada do sindicato Comisiones Obreras, e de Francisco Javier Iglesias Peláez, inspector de trabalho, professor de história já aposentado e,[1][2] segundo Pablo Iglesias, antigo membro da FRAP.[3] Por outra parte, o seu avô Manuel Iglesias Ramírez, um socialista humanista, foi condenado a muerte pelo franquismo, até que finalmente a pena foi comutada para prisão graças aos testemunhos de membros da Falange que desmontaram muitas das acusações que se haviam feito contra ele.[4] Descendente e homónimo doutro líder socialista espanhol, Pablo Iglesias Posse.

Pablo Iglesias Turrión é licenciado em Direito e em Ciência Política pela Universidade Complutense de Madrid, onde também obteve o doutoramento[5] em 2008, com uma tese sobre a acção colectiva pós-nacional, o diploma de estudos avançados em ciência política e da administração e o certificado de docência. Outros estudos de pós-graduação realizados incluem um máster em Humanidades (2010) pela Universidade Carlos III com uma tese sobre análise político do cinema, e um Master of Arts in Communication (2011) pelo European Graduate School em Suiça, donde realizou cursos de filosofia dos meios de comunicação e estudou teoria política, cinema e psicanálise. Foi professor titular interino de ciências políticas na Universidade Complutense, sendo nomeado professor honorário da mesma em setembro de 2014. Desde 2002, havia publicado mais de 30 artigos em revistas académicas.[carece de fontes?]

Activismo político[editar | editar código-fonte]

Posiciona-se na Esquerda política,[5] militou na Unión de Juventudes Comunistas de España (UJCE)[5] desde os catorze até os vinte e um anos de idade, e foi vogal do Consejo Ejecutivo de la Fundación Centro de Estudios Políticos y Sociales (Fundación CEPS), a qual, segundo os seus estatutos, se dedica «à produção de pensamento crítico e ao trabalho cultural e intelectual para fomentar consensos de esquerdas». Em 2001 participou no movimento anti-globalização,[5] onde defendeu a desobediência civil como forma de luta, e a sua tese de doutoramento versou sobre este tema.[carece de fontes?]

Em Janeiro de 2014 apresentou, juntamente com outras pessoas e colectivos, o movimento de cidadãos Podemos [5] — que em março 2014 se transformaria em partido político com vistas a concorrer às eleições europeias de esse ano e em cujas primárias abertas foi eleito cabeça de lista da candidatura. A sua imagem foi utilizada como logótipo [carece de fontes?] para os boletins de voto eleitorais devido à sua projecção mediática, superior à do partido, o qual suscitou algumas críticas e comentários irónicos nas redes sociais. Finalmente, Pablo Iglesias resultou elegido eurodeputado pela candidatura de Podemos, que logrou cinco lugares no Parlamento Europeu.[carece de fontes?]

Na sua sessão celebrada em 13 de Junho de 2014, a Junta Eleitoral Centralacordou que a fórmula utilizada por Iglesias, «sim prometo até que os cidadãos do meu país a cambiem para recuperar a soberania e os direitos sociais», cumpria o requisito previsto no artigo 224.2 da Lei Orgânica do Regime Eleitoral Geral.[carece de fontes?]

Em 25 de Junho de 2014 o Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia, em que se havia integrado o Podemos, elegeu-o como seu candidato para presidir ao Parlamento Europeo.[carece de fontes?]

Actividade nos meios de comunicação[editar | editar código-fonte]

Tem sido articulista de diferentes meios de imprensa escrita, como o Público (onde colabora actualmente), KaosenlaredDiagonal e Rebelión.[carece de fontes?]

Em Outubro de 2013, foi galardoado pelo Departamento de Periodismo y Comunicación Audiovisual da Universidade Carlos III de Madrid e a coordinadora ONG para a Desarrollo-España com o prémio «Enfocados» de periodismo pela sua contribuição para o cambio social, que compartiu com Ignacio Escolar e Jordi Évole na categoria individual.[carece de fontes?]

Em 2003, começou um programa na Tele KLa Tuerka. Por causa de problemas com as licenças da Tele K e Canal 33, ambas cadeias começaram a emitir parte de sua programação conjuntamente, e a La Tuerka trasladou-se ao Canal 33 para emitir em directo, emitindo o seu programa em diferido pela Tele K. Em Janeiro de 2013, começou a apresentar um programa similar no canal público iraniano dirigido ao mundo de língua castelhana Hispan TVFort Apache.[carece de fontes?]

Em Novembro de 2012 apareceu como analista no programa da La Sexta Columna intitulado «Rajoy año I: La realidad era esto», que analisava o primeiro ano de governo de Mariano Rajoy. Em Maio de 2013, Pablo Iglesias foi convidado no programa El Gato al Agua do Intereconomía para falar sobre a convocatória Rodea el Congreso. Após esta participação, começou a receber solicitações de outros meios de comunicação e passou a ser colaborador habitual nas tertúlias políticas de El Gato al AguaEl Cascabel al Gato, La Sexta NocheLas Mañanas de Cuatro24h Noche.[carece de fontes?]

Estas aparições nos meios de comunicação têm-lhe valido críticas positivas e negativas. No Diario Siglo XXI elogiam o seu curriculum e o seu estilo «respeitoso com os seus adversários de debate».[carece de fontes?]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

É filho de Luisa Turrión, uma advogada da Comisiones Obreras (Comissões Operárias), de origem humilde e de Javier Iglesias, um inspector de trabalho e professor de história jubilado e, segundo Pablo Iglesias, antigo membro da FRAP. Por outra parte, o seu avô Manuel Iglesias, um socialista-humanista, foi condenado à morte pelo franquismo, ainda que, por fim, a pena tenha sido comutada por prisão graças aos testemunhos de membros da falange que desmontaram muitas das acusações que tinham contra ele.[carece de fontes?]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Marina González (6 de agosto de 2014). «El que puede». La Diaria 
  2. Marisol López (1 de junio de 2014). «El irresistible encanto de la utopía». El Faro de Vigo  Verifique data em: |data= (ajuda)
  3. O último secretário geral, Público, 18 de setembro de 2012.
  4. elplural.com, ed. (13 de agosto de 2014). «El abuelo de Pablo Iglesias fue represaliado por el franquismo». Consultado em 1 de octubre de 2014  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  5. a b c d e Soares, Manuela. «Sabe quem é Pablo Iglesias? Pode vir a ser primeiro-ministro de Espanha». Expresso. Consultado em 3 de Novembro de 2014