Pagode pernambucano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Pagode pernambucano
Origens estilísticas Samba, Coco de roda, Maracatu, Afoxé, Salsa, Batucada, Ijexá, Swing, Samba-rock e Partido-alto.
Instrumentos típicos Cavaquinho, banjo, violão, guitarra, baixo, bateria, tantã, repique de mão, pandeiro, agogô, teclado, keytar, tambor, surdo, xequerê, afoxé, chocalho, reco-reco, conga, atabaque, etc.
Popularidade  Brasil, principalmente em Pernambuco Pernambuco, Paraíba Paraíba, Alagoas Alagoas, Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte e Sergipe Sergipe.
Formas regionais
Brasil

O Pagode pernambucano[1] é um estilo de samba difundido no estado brasileiro de Pernambuco na década de 1990,[2] a partir da junção do pagode com ritmos pernambucanos como Coco de roda, Maracatu e Afoxé, além da Salsa, Batucada, Ijexá, Swing, Samba-rock e Partido-alto.

O ritmo, tem um suíngue característico e é baseado em batuques de origem africana, com combinação de arranjos de ritmos diversos com instrumentos de corda e teclados realizando solos, batidas e passagens.

Fez muito sucesso em Pernambuco e nos estados vizinhos com bandas como Padang, Pagunça, Ourisamba, Borocoshow, Pura Paixão, Um 7 Um, Ginga e Malícia, Clima Tropical, etc.[3][4]

Hoje em dia, já consolidado, revela novas bandas pernambucanas que estão refazendo o movimento surgido na década de 1990, mantendo a forte percussão negra e, agora, adicionando elementos eletrônicos.[5]

História[editar | editar código-fonte]

Origens[editar | editar código-fonte]

Originou-se nas camadas humildes do Recife.

Popularidade[editar | editar código-fonte]

Sua popularidade concentrou-se, originalmente, nas camadas menos abastadas.

Hoje, em dia, o Pagode pernambucano conquistou um público mais elitizado, sendo muito encontrado em casas noturnas de bairros nobres.

Apesar da aceitação em camadas mais ricas, o Pagode pernambucano ainda mantém sua tradição popular aparecendo, principalmente, em bares de bairros populares.

Divisão do estilo[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Pagode romântico e Pagode baiano

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Pagunça Prime anima mais um fim-de-semana na Cachaçaria Tradição». socialland.com.br. Consultado em 10 de março de 2018. 
  2. «Encontro de ritmos na Festa da Pitomba». uol.com.br. Consultado em 10 de março de 2018. 
  3. «Tem pagode». diariodepernambuco.com.br. Consultado em 10 de março de 2018. 
  4. «Verão é temporada de pagode e forró na ilha de Itamaracá». uol.com.br. Consultado em 10 de março de 2018. 
  5. «Só na Marosidade leva seu projeto de roda de samba para o Sambão do Fiteiro». terramagazine.com.br. Consultado em 10 de março de 2018.