Palácio Rio Negro (Manaus)

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Palácio Rio Negro
Centro Cultural Palácio Rio Negro
Fachada do Palácio Rio Negro, centro de Manaus.
Nomes anteriores Palacete Scholz
Nomes alternativos Palacete Rio Negro
Palacete Provincial Rio Negro
Tipo Palacete
Estilo dominante eclético
Início da construção 1903
Fim da construção 1910
Inauguração 1911 (105 anos)
Proprietário atual Secretaria de Cultura do Amazonas
Dimensões
Número de andares 2
Local Manaus, AM
Brasil Brasil
Endereço Av. 7 de Setembro, S/N
Centro
Manaus-AM
Coordenadas 3° 8' 6.2" S 60° 1' 0.5" O

o Palácio Rio Negro foi sede do governo e residência oficial do governador. Seu nome original era Palacete Scholz, construído pelo alemão Waldemar Scholz, considerado o "Barão da Borracha". Teve o nome alterado para Palácio Rio Negro em 1918 após autorizada a compra pelo governador do Amazonas, Pedro de Alcântara Bacellar.

História[editar | editar código-fonte]

Construído no início do século XX, em estilo eclético, para ser residência particular do comerciante da borracha, o alemão Waldemar Scholz, que devido à queda do preço da borracha a partir de 1912 e depois à primeira guerra mundial teve que o hipotecar ao coronel Luiz da Silva Gomes, por 400 contos de réis, este seringalista e comerciante, numa primeira fase arrendou o Palácio para residência do governador. E mais tarde,foi adquirido pelo governo em 1917, (compra autorizada pela lei nº892 de 28 julho 1917) , para torna-se sede do Poder Executivo e residência do governador, permanente como palácio de despachos até abril de 1995.

Em 1997, o Governo do Estado, em virtude de sua beleza arquitetônica e valor histórico, o transformou em Centro Cultural Palácio Rio Negro, com espaços abertos a recitais de música erudita e instrumental, exposições, lançamentos de livros, dança e teatro, além de outras atividades culturais.

Centro Cultural Palácio Rio Negro[editar | editar código-fonte]

Contando com a consultoria especializada de técnicos do Centro Cultural Banco do Brasil (CBBB), a Secretaria de Cultura traçou o novo formato do Palácio Rio Negro, climatizado e adequado a todo tipo de exposição.

A partir de novembro 2000, o Palácio passou a servir de pólo para outros espaços culturais, agregando ao seu redor o Museu-Biblioteca da Imagem e do Som do Amazonas/ MISM, o Museu de Numismática Bernardo Ramos, a Pinacoteca do Estado, o Cine-Teatro Guarany e o Espaço de Referência Cultural do Amazonas/ ERCAM, todos funcionando com regularidade e de forma integrada.

Exposições[editar | editar código-fonte]

Orquestra tocando dentro do palacete.

Entre as várias exposições que aconteceram no CCPRN destacam-se:

  • Exposição Internacional Memórias da Amazônia, com a coleção etnográfica de Alexandre Rodrigues Ferreira.
  • Exposição Multimídia Londres Inglaterra (1997)
  • I Salão Plástica Amazônica (1998)
  • Brennand-Exposição e Desenhos de Franscisco Brennand (2000)
  • Ópera: arte e história (2000)
  • Exposição George Huebner - um fotógrafo em Manaus (2001)
  • II Salão de Humor, Quadrinhos e Animação (2001)
  • Viva o Cinema Brasileiro e Exposição da História do Cinema Brasileiro (2001)
  • Sharaku Revisitado por Artistas Contemporâneo do Japão (2002).

Mobiliário[editar | editar código-fonte]

O mobiliário do Centro Cultural Palácio Rio Negro pertencia originalmente ao Palácio do Governo, destacando-se:

  • Mesa de jacarandá escura, estilo inglês
  • Estatueta de bronze, de autoria do engenheiro Benei
  • Estátua de bronze, figura feminina, intitulada L'Inpiration, de Henry Plé
  • Cadeiras tipo espreguiçadeira em madeira trabalhada com motivos florais.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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