Palácio Unzué

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O Palácio Unzué era uma suntuosa construção afrancesada dos fins do século XIX, antiga residência de verão de uma milionária família em Buenos Aires, cujo patriarca foi o pecuarista (ganadero) Mariano Unzué.

História[editar | editar código-fonte]

Foi expropriado pela Camara dos Deputados em 1937 para se tornar a residência oficial do presidente da República. Cumpriu este destino até o fim do governo de Perón, em 1955, embora poucos tenham sido os presidentes que de fato nele moraram. O General Edelmiro Farrell apenas pernoitava lá. Evita morreu em seus aposentos deste palácio, em 1952.

O ódio e a estupidez dos militares antiperonistas pós-Perón, na tentativa inútil de detratar a figura do presidente e de sua esposa Evita, fez com o que esse magnífico monumento fosse demolido e varrido da história da Argentina.

O lamentável gesto apenas vem confirmar o descompromisso com que normalmente os ditadores têm com a história, como se o passado pudesse ser apagado e a vida de uma nação começasse com eles.

A destruição do Palácio Unzué é uma nódoa na história da Argentina.

Uma edificação vizinha ao Palácio que escapou da destruição foi preservada e transformou-se, desde 1997, no Instituto Nacional Juan Domingo Perón de Estudos e Investigações Históricas, Sociais e Políticas.

É patrimônio público nacional e a partir de 1999 foi declarado Lugar Histórico.