Partido Ecológico Nacional

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Partido Ecológico Nacional
Número eleitoral 51
Presidente Adilson Barroso
Fundação 9 de agosto de 2011 (5 anos)
Registro 19 de junho de 2012 (4 anos)[1]
Sede Barrinha, SP
Ideologia Ambientalismo
Democracia Cristã
[2] Conservadorismo social
[3]
Espectro político Centro-direita
Membros  (2016) 68 687[4]
Deputados federais (2014)[5]
1 / 513
Deputados Estaduais (2014)
15 / 1 060
Cores      Verde

     Amarelo

     Branco

     Azul

Site
Site do PEN
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

Partido Ecológico Nacional (PEN) é um partido político brasileiro. Obteve seu registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 19 de junho de 2012. Seu código eleitoral é o 51.[6]

Eleições 2014[editar | editar código-fonte]

Eleição presidencial[editar | editar código-fonte]

O PEN apoiou o candidato Aécio Neves (PSDB) à presidência da república, compondo a coligação Muda Brasil com as siglas PMN, SD, DEM, PTN, PTB, PTC e PTdoB. A candidatura ficou em segundo lugar no primeiro turno, obtendo 34.897.211 votos (33,55%). No segundo turno, numa disputa acirrada, Aécio obteve 51.041.155 votos (48,36%), perdendo para Dilma Rousseff do PT e da coligação Com a Força do Povo.

Deputados eleitos[editar | editar código-fonte]

A partir das eleições gerais de 2014, o PEN conseguiu eleger dois deputados federais em todo o país, sendo os dois depitados no estado do Maranhão, André Fufuca e Júnior Marreca.[7]

Já para o cargo de deputado estadual, o PEN elegeu 15 nomes em todo o país em 2014, sendo quatro pelo estado da Paraíba: Dr Bruno Gonçalves (CE), Luzia de Paula (DF), Dr. Rafael Favatto (ES), Feliciano Filho (SP), Paulo Correa Jr (SP), Raimundo Santos (PA), Branco Mendes (PB), Edmilson Soares (PB), Ricardo Marcelo (PB), José Aldemir (PB), Laerte Gomes (RO), Ricardo Rios (MA), Fred Costa (MG), Lidio Lopes (MS) e Odilon (RR).[8]

Eleições de governadores e senadores[editar | editar código-fonte]

Nas eleições estaduais, o PEN participou de várias coligações amplas, ajudando a eleger onze governadores e nove senadores de diversos partidos, que compõem o governo federal ou que fazem oposição a ele.

Candidatos majoritários apoiados pelo PEN em 2014 [9]
Legenda: em azul estão os candidatos eleitos.
UF Governador e vice Senador Coligação
AC Tião Viana (PT) Perpétua Almeida (PCdoB) PEN / PDT / PRB / PT / PSL / PTN
PSDC / PHS / PSB / PRP / PPL
PCdoB / PROS / PTB
Nazaré Araújo (PT)
AL Coronel Goulart (PEN) Coronel Brito (PEN) PEN
Capitão Bulhões (PEN)
AM José Melo (PROS) Omar Aziz (PSD) PEN / PV / PROS / PSL / PTN
PRP / PSDB / PRTB / PHS / PTC
DEM / PR / PSC / PSD / SD / PTdoB
Henrique Oliveira (SD)
AP Bruno Mineiro (PTdoB) Promotor Moisés (PEN) PEN / PV / PTdoB / PRB / PR
PHS / PROS / PSDC / PTN
Aline Gurgel (PR)
BA Tadeu da Luz (PRTB) Marcelo Evangelista (PEN) PEN / PRTB
Antônio Neto (PRTB)
CE Camilo Santana (PT) Mauro Filho (PROS) PEN / PV / PP / PDT / PT / PTC / SD
PTB / PRB / PSL / PHS / PMN / PSD
PTdoB / PROS / PRTB / PPL / PCdoB
Izolda Cela (PROS)
DF Agnelo Queiroz (PT) Geraldo Magela (PT) PEN / PT / PP / PMDB / PRB / PHS
PRP / PPL / PTN / PTdoB / PSC
PV / PROS / PTC / PSL / PCdoB
Tadeu Filippelli (PMDB)
ES Paulo Hartung (PMDB) Rose de Freitas (PMDB) PEN / PMDB / SD / DEM
PSDB / PROS / PRP
César Colnago (PSDB)
GO Marconi Perillo (PSDB) Vilmar Rocha (PSD) PEN / PV / PPS / PDT / PTdoB
PSL / PR / PP / PHS / PMN / PROS
PRB / PTC / PSDB / PSD / PTB
José Eliton (PP)
MA Lobão Filho (PMDB) Gastão Vieira (PMDB) PEN / PSC / PMDB / PSL / PSDC
PRP / PTN / PMN / PV / PHS
PRTB / PR / PRB / DEM
PSD / PT / PTB / PTdoB
Arnaldo Melo (PMDB)
MG André Alves (PHS) Edilson Nascimento (PTdoB) PEN / PHS / PTdoB / PRP
Major Juares Ferreira (PTdoB)
MS Nelsinho Trad (PMDB) Simone Tebet (PMDB) PEN / PMDB / PSB / PTdoB
PHS / PRB / PRTB / PTN / PSC
Pra. Janete Morais (PSB)
MT Janete Riva (PSD) Rui Prado (PSD) PEN / PSD / PTC / PTN / PRTB / SD
Dr. Aray da Fonseca (PSD)
PA Simão Jatene (PSDB) sem consenso pra
senador na coligação
e sem apoio do PEN
PEN / PSDB / PSB / PMN / SD
PRB / PSC / PTB / PPS / PSD
PP / PTC / PSDC / PTdoB / PRP
Zéquinha Marinho (PSC)
PB Cássio Cunha Lima (PSDB) Wilson Santiago (PTB) PEN / PSC / PSDB / PR / PTB
PSD / SD / PMN / PPS / PTdoB
PTN / PRB / PSDC / PP
Ruy Carneiro (PSDB)
PE Paulo Câmara (PSB) Fernando Coelho (PSB) PEN / PV / PMDB / PCdoB / PTC
PRP / PTN / PR / SD / PPS / PRTB
PSDB / PSD / PPL / DEM / PHS
PSDC / PROS / PP / PSB / PSL
Raul Henry (PMDB)
PI Zé Filho (PMDB) Wilson Martins (PSB) PEN / PMDB / PSDB / PCdoB / PTdoB
PSB / PDT / PTN / PPS / DEM / PSDC
PSL / PMN / PRB / PTC / PSD / PV
Sílvio Mendes (PSDB)
PR Beto Richa (PSDB) Álvaro Dias (PSDB) PEN / PSDB / PROS / SD / PSB / PP
PTB / PSD / PPS / PR / DEM / PSL
PSDC / PMN / PHS / PSC / PTdoB
Cida Borghetti (PROS)
RJ Luiz Fernando Pezão (PMDB) César Maia (DEM) PEN / PMDB / PP / PTB / PSL
PPS / PTN / DEM / PSDC / PRTB
PHS / PMN / PTC / PRP
PSDB / PSC / PSD / SD
Francisco Dornelles (PP)
RN Robinson Faria (PSD) Fátima Bezerra (PT) PEN / PSD / PT / PCdoB
PTdoB / PP / PRTB / PTC
Fábio Dantas (PCdoB)
RO Expedito Júnior (PSDB) Moreira Mendes (PSD) PEN / PSDB / PSDC / PSD / PSC
PHS / PMN / PTdoB / PRB / DEM
Neodi Carlos (PSDC)
RR Chico Rodrigues (PSB) sem consenso pra
senador na coligação
e sem apoio do PEN
PEN / PSB / PMDB / PSDB / PR
PRB / PSD / SD / PROS / PPS
PMN / PSDC / PTdoB / PRTB / PHS
PSL / PPL / PTN / PSC / PRP
Rodrigo Jucá (PMDB)
RS Vieira da Cunha (PDT) Lasier Martins (PDT) PEN / PDT / PV / DEM / PSC
Flávio José Gomes (PSC)
SC Paulo Bauer (PSDB) Paulo Bornhausen (PSB) PEN / PSDB / PP / PSB / PSL
SD / PTN / PPS / PHS
PTC / PRTB / PTdoB
Joares Ponticelli (PP)
SE Eduardo Amorim (PSC) Maria do Carmo (DEM) PEN / DEM / PSL / PP / PTdoB
PV / PTC / PSDB / PTB / SD
PPS / PHS / PMN / PR / PSC
Augusto Franco Neto (PSDB)
SP Geraldo Alckmin (PSDB) José Serra (PSDB) PEN / PSC / PSDB / DEM / PMN
PTdoB / PTC / PTN / SD / PPS
PRB / PSB / PSDC / PSL
Márcio França (PSB)
TO Sandoval Cardoso (SD) Ângelo Agnolin (PDT) PEN / PRB / PP / PDT / PTB / PSC
PSL / PR / PPS / DEM / PRTB / SD
PHS / PTC / PSB / PRP / PSDB
Eduardo Gomes (SD)

Projeto de lei aprovado no STF[editar | editar código-fonte]

Em 2016, a Prisão em segunda instância, uma ação protocolada pela Ordem dos Advogados do Brasil e pelo Partido Ecológico Nacional foi aprovado no Supremo Tribunal Federal em duas decisões de fevereiro e outubro por maioria dos ministros.[10]

O projeto de lei foi visto pela sociedade como um aliado na luta contra a impunidade,[11][12] tendo apoio da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Associação Nacional dos Procuradores da República, Associação dos Magistrados do Brasil, Procuradoria-Geral da República, juiz federal Sérgio Moro e procuradores da Operação Lava Jato.[13][14]

Referências

  1. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015. 
  2. Sul21 - Ligado a evangélicos, Partido Ecológico Nacional cresce no Norte e Nordeste link quebrado
  3. PEN: Assembléia de Deus é tida como responsável por criação de novo partido político
  4. Tribunal Superior Eleitoral (abril de 2016). «Filiados». Consultado em 08 de maio de 2016. 
  5. «Bancada da Eleição de 2014 para Deputado Federal (Titulares)». Câmara dos Deputados. Consultado em 3 de fevereiro de 2015. 
  6. TSE aprova a criação do 30º partido político do Brasil, o PEN, Folha de S.Paulo, página visitada em 20 de junho de 2012
  7. PEN - Deputados federais
  8. PEN - Deputados estaduais
  9. TSE 2014 - Estatísticas eleitorais: candidaturas
  10. Renan Ramalho (5 de outubro de 2016). «Supremo mantém possibilidade de prisão a condenados em 2ª instância». G1. Globo.com. Consultado em 8 de outubro de 2016. 
  11. Laryssa Borges (5 de outubro de 2016). «Contra impunidade, STF mantém prisão na 2ª instância». VEJA. Abril. Consultado em 8 de outubro de 2016. 
  12. «Julgamento no STF é decisivo para conter a impunidade». O Globo. Globo.com. 5 de outubro de 2016. Consultado em 8 de outubro de 2016. 
  13. «Prisão após condenação em segunda instância recebe elogios». Jornal Nacional. Globo.com. Consultado em 8 de outubro de 2016. 
  14. «STF libera prisão após 2ª instância e condenado será preso mais cedo». Estado de Minas. Consultado em 8 de outubro de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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