Partido Novo

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Partido Novo
Número eleitoral 30
Presidente Moisés Jardim[1]
Vice-presidente Ricardo Taboaço
Secretário administrativo José Carlos dos Santos[2]
Secretário de finanças Marcos Alcântara Machado[3]
Fundação 12 de fevereiro de 2011 (7 anos)
Registro 15 de setembro de 2015 (3 anos)[4]
Ideologia
Espectro político Direita[9][10]
Membros 19,023 filiados[11]
Governadores eleitos (2018)[12]
0 / 27
Prefeitos eleitos (2016)[13]
0 / 5 568
Senadores eleitos (2018)[14]
0 / 81
Deputados federais eleitos (2018)[15]
8 / 513
Deputados estaduais eleitos (2018)[16]
12 / 1 024
Vereadores eleitos (2016)[17]
4 / 56 810
Cores      Branco

     Laranja

     Verde

Página oficial
candidatos.novo.org.br/home
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Partido Novo (NOVO) é um partido político brasileiro de direita[18][9][19] alinhado às ideias do liberalismo econômico.[20][5] Fundado em 2011 por 181 pessoas sem carreira política,[21][6][22] teve seu registro deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 15 de Setembro de 2015 e tem o 30 como número eleitoral.[23]

Dentre os posicionamentos do partido, recebeu destaque[24] a não utilização de dinheiro público, mantendo-se através de doações e contribuição dos filiados.[25][26] Segundo o partido, que diz rejeitar rótulos políticos,[5][27] seu principal posicionamento consiste na defesa da democracia e das liberdades individuais, com incentivo ao empreendedorismo e à participação do cidadão na política, com atuação do Estado nas áreas de educação básica, saúde, segurança, infraestrutura e preservação da moeda.[27][19] Segundo os fundadores, o partido tem como princípio a defesa da liberdade econômica.[28]

Em sua estreia, nas eleições de 2016, elegeu quatro vereadores, em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, e Belo Horizonte.[29] Para as eleições de 2018 houve 409 candidatos em 18 estados e no Distrito Federal,[30][31] elegendo 11 deputados estaduais, 1 distrital, e 8 federais no primeiro turno. Na candidatura à presidência, João Amoêdo ficou com quase 3% dos votos válidos, atrás de Geraldo Alckmin e à frente de Marina Silva e Henrique Meirelles.[32]

História

Fundação e registro

O partido foi fundado em 12 de fevereiro de 2011 por 181 cidadãos de 35 profissões diferentes e oriundos de dez estados da Federação.[33][19] Segundo Amoêdo, em declaração feita à Infomoney, a ideia de formar um novo partido frente aos existentes é que nenhum deles defenderia as ideias do partido novo, e que "para atrair pessoas engajadas, com vontade de mudar, seria mais fácil começar do zero."[34]

As despesas ligadas à criação do partido, de cerca de R$ 5 milhões,[35] receberam aporte significativo de seu fundador João Amoêdo (R$ 4,5 milhões), além de doações importantes de Pedro Moreira Salles (R$ 100 mil) e Cecília Sicupira, mulher do empresário Carlos Alberto Sicupira.[36] Segundo a revista Valor Econômico, os principais financiadores do partido "gravitam em torno do Itaú Unibanco" e incluem, além de Amoêdo e Moreira Salles, o ex-presidente do conselho diretivo de banco, Fernão Bracher, o vice-presidente do banco, Eduardo Mazzilli de Vassimon, o presidente da Fundação Itaú Social e ex-presidente do Banco Santander Brasil, Fábio Barbosa, o fundador e acionista da Porto Seguro (empresa na qual o Itaú Unibanco tem participação), Jayme Garfinkel, e o ex-presidente do Unibanco, Israel Vainboim.[37][38]

O partido angariou 497 mil certidões reconhecidas em cartório, dando entrada em Julho de 2014 ao pedido de registro no Tribunal Superior Eleitoral.[39] Em 26 de Junho de 2015, o TSE confirmou que não houve duplicidade nas assinaturas de apoio.[40] Em 15 de setembro de 2015, o partido teve seu registro definitivo aprovado após apresentar 492 414 assinaturas de eleitores apoiando sua criação.[41] Também comprovou a fundação de nove diretórios estaduais (em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Rio Grande do Norte), outro requisito previsto por lei.[41][42]

Organização

Programa partidário

O programa do partido foca na defesa de um Estado democrático que preserve liberdades individuais, incentive o empreendedorismo, a concorrência, e a participação do cidadão na vida política, bem como a atuação do Estado nas áreas de educação básica, saúde, segurança, infraestrutura e preservação da moeda,[27][19] sendo suas ideias alinhadas ao liberalismo econômico.[43] O objetivo principal, segundo os fundadores, é de assegurar a liberdade econômica, bem como de "acabar com os privilégios" ao invés de "proteger uma elite".[28]

Dentre outros posicionamentos, recebeu destaque[24] a não utilização do fundo partidário em campanhas, sendo o partido mantido exclusivamente por seus filiados e doadores.[25][26]

Outros posicionamentos incluem o fim do tempo de propaganda gratuito na televisão, a redução do protecionismo econômico,[44] o fim do voto obrigatório e o fim do fundo partidário; defendendo, portanto, o financiamento exclusivamente privado de campanha.[45] Outras propostas incluem a contrariedade a programas de cotas nas universidades,[46] e a defesa de uma flexibilização para o porte de armas.[47] O partido não possui posição fixa sobre a descriminalização do aborto e das drogas,[48] sendo tais posicionamentos de livre escolha dos candidatos.[49] O partido posiciona-se favoravelmente ao casamento homoafetivo.[49]

Amoêdo, fundador do partido, afirma que não gosta das rotulações políticas, o que seria demonstrado nas propostas defendidas pela sigla.[6] Amoêdo defende a redução da carga tributária e da interferência do Estado na vida das pessoas, bem como a privatização de empresas estatais (como a Petrobrás e o Banco do Brasil)[50][41][19] afirmando que as empresas devem ser geridas pela iniciativa privada.[6] Em entrevistas, aponta que o partido busca uma diminuição da carga tributária aliada ao corte de custos do Estado em áreas de grande impacto, mas reconhece a importância de programas sociais do governo, como o Bolsa Família, que possui influência mínima no orçamento comparado com outras políticas dos últimos governos.[20][51]

Filiação e candidatura

Segundo o partido, o processo de filiação e candidatura incorpora:[52]

  • Ficha limpa: filiados e candidatos devem preencher os pré requisitos da lei Ficha Limpa;
  • Limitação ao "carreirismo político": é vedado ao filiado eleito para cargo no Poder Legislativo que se candidate a mais de uma reeleição consecutiva para o mesmo cargo;
  • Gestão independente: a gestão partidária não pode ser feita por candidato ou por ocupante de cargo eletivo;
  • Compromisso de cumprimento do mandato parlamentar: a renúncia a mandato eletivo para concorrer a cargo diverso ou ocupar cargo no Executivo, sem o aval do Diretório, é considerado ato de indisciplina partidária;
  • Vinculação do candidato às suas propostas: definição prévia do Compromisso de Gestão e do Compromisso de Atuação Legislativa prevendo metas a serem cumpridas;
  • Inexistência de cobrança percentual do salário do mandatário: a contribuição partidária mínima é igual para filiados e candidatos eleitos.

O partido pretendeu estabelecer um processo seletivo como requisito à candidatura, que incluía prova online e entrevista presencial para testar os conhecimentos do candidato.[53][54][55] Todavia, esse dispositivo foi negado pelo Tribunal Superior Eleitoral, por entender que a candidatura deve ser definida em convenção partidária, e não por comissões.[56]

Presidentes

Nome Mandato Notas e Referências
Início Fim
João Amoêdo 12 de fevereiro de 2011 4 de julho de 2017[57] Fundação
Ricardo Taboaço 4 de julho de 2017 25 de julho de 2017[57]
Moisés Jardim 25 de julho de 2017 atualidade[1]

Participação e desempenho eleitorais

Eleições municipais de 2016

Em sua estreia, o partido NOVO lançou 142 candidatos a câmera de vereadores em todo o Brasil e apenas um candidato para a prefeitura na cidade do Rio de Janeiro,[58] com a candidata Carmen Migueles que conquistou 38.512 votos com 1,27% dos votos validos, não sendo eleita. [59][60]

O NOVO elegeu quatro vereadores em quatro capitais, sendo eles, Janaína Lima em São Paulo, Leandro Lyra no Rio de Janeiro, Mateus Simões em Belo Horizonte e Felipe Camozzato em Porto Alegre,[29][61] sem a utilização de fundo partidário,[26][25] os quais tiveram como pauta a redução da verba de gabinete, obtendo economia de R$1 milhão por ano, em um dos casos.[19][61] No início de 2017, o partido figurava-se em primeiro na lista dos mais curtidos do Brasil no Facebook.[62][55]

Eleições gerais de 2018

Em 2018, foi anunciado o ex-presidente do partido João Amoêdo à presidência da república e de Christian Lohbauer à vice-presidência.[55][63] Em 23 de maio de 2018, o NOVO trouxe o engenheiro e CEO do Clube de Regatas do Flamengo Fred Luz para a função de marketing da campanha de Amoêdo à presidência.[64][65][66]

Para o governo estadual, o partido lançou 5 candidatos, dentre eles Rogério Chequer no estado de São Paulo, Marcelo Trindade no Rio de Janeiro, Romeu Zema em Minas Gerais, Mateus Bandeira no Rio Grande do Sul e Alexandre Guerra no Distrito Federal.[30]

Nas eleições parlamentares, o partido lançou candidatos a senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais, [30][31] elegendo 11 deputados estaduais, 1 distrital, e 8 federais no primeiro turno.[67] Para a presidência, João Amoêdo ficou com quase 3% dos votos válidos, atrás de Geraldo Alckmin e à frente de Marina Silva e Henrique Meirelles.[32] O partido também foi responsável pelo primeiro lugar nas eleições de governo do estado de Minas Gerais, levando para o segundo turno o candidato Romeu Zema, com 43% dos votos válidos.[68]

Eleições presidenciais

Ano Imagem Candidato(a) a Presidente Candidato(a) a Vice-Presidente Coligação Votos % Colocação
2018 João Amoêdo review ContabilidadeTv (cropped).jpg João Amoêdo Christian Lohbauer Sem coligação 2.679.596
2,5 / 100


Participação em eleições parlamentares federais

Quantidade, por legislatura, de congressitas eleitos pelo Partido NOVO para cada uma das duas casas do Congresso Nacional:

Câmara dos Deputados[69]
Legislatura Bancada % ±
56.ª (2019–2023)
8 / 513
1,6 Aumento 8[70]
Senado Federal[71]
Legislatura Bancada % ±
56.ª (2019–2023)
0 / 81
0,0 Estável 0[72]


Esses números representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente. Entre os senadores, foram incluídos aqueles que não concorreram por ainda estarem na metade de seus mandatos.

Participação em eleições estaduais

Quantidade, por eleição geral, de governadores e deputados estaduais e distritais eleitos pelo Partido NOVO:

Ano Eleitos % Var.
Unidades federativas
2018
0 / 27
0,0 Estável 0
2014
0 / 27
0,0 Estável 0
Ano Eleitos % Var.
Assembleias legislativas
2018
12 / 1 059
1,14 Aumento 12
2014
0 / 1 059
0,0 Estável 0

Esses números representam o início dos mandatos, desconsiderando, por exemplo, candidaturas cassadas.

Participação em eleições municipais

Quantidade, por eleição municipal, de prefeitos e vereadores eleitos pelo Partido NOVO:

Ano Eleitos % Var.
Prefeituras
2016
0 / 5 565
0,0 Estável 0
2012
0 / 5 565
0,0 Estável 0
Ano Eleitos % Var.
Câmaras de vereadores
2016
4 / 56 810
0,007 Aumento 4
2012
0 / 56 141
0,0 Estável 0

Fundação Novo

A Fundação Novo é uma think tank ligada ao partido que tem com principais objetivos elaborar propostas para programas de governo; desenvolver estudos de políticas públicas, conduzir atividades de educação política, e realizar convênios e parcerias com outras instituições no Brasil e no exterior.[73] Atualmente é presidida por Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e um dos formuladores do Plano Real.[74][75][76]

Ver também

Referências

  1. a b Site Partido Novo (21 de setembro de 2017). «Composição do diretório nacional do NOVO». Assume a presidência Moisés Jardim 
  2. «JUSTIÇA ELEITORAL - CERTIDÃO» 
  3. «JUSTIÇA ELEITORAL - CERTIDÃO» 
  4. «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Consultado em 7 de Novembro de 2015. 
  5. a b c «Pró-liberalismo e privatizações, partido Novo rejeita rótulo de direita». Folha de S.Paulo. Consultado em 28 de Março de 2017. 
  6. a b c d PINHEIRO, Joel (26 de Setembro de 2014). «Conversamos com João Amoedo, fundador do partido Novo». Spotniks (revista online). JOÃO AMOEDO: A gente tem dito o seguinte: o Novo começou sem políticos [fonte confiável?]
  7. «Partido Novo, o intruso liberal na política brasileira». Como a legenda furou o bloqueio das forças políticas tradicionais e se habilitou a participar do jogo eleitoral do país 
  8. «Posicionamentos - Partido Novo seus posicionamentos e ideais». PARTIDO NOVO 
  9. a b J. P. (3 de Abril de 2014). «The loneliness of the right-wing legislator». The Economist. ...Ronaldo Caiado, a member of the Democrats, one of two right-wing parties in Congress (the other disguises itself under the name the Progressive Party). Mr Caiado bashes government bloat, talks tough on crime and preaches traditional morals. His is a lonely lot in Brazil’s legislature. Reinforcements may be on the way. João Amoêdo is founder and chairman of a freshly minted political outfit called Novo (“New”). Its platform of free markets, a minimal state, low taxes and individual liberties (including the right to bear arms) looks outlandish in comparison with the Brazilian political ideal of “tropical Sweden”, to use Mr Unger’s phrase. Mr Amoêdo, a financier in his day job, even dares utter the word “privatisation” in the context of national champions such of Petrobras, the state-controlled oil giant.(...) 
  10. Eduardo Maretti (24 de Setembro de 2015). «Partido Novo assume eleitorado de direita e Rede, de Marina, é a 34ª legenda no país». Rede Brasil Atual. "O Partido Novo é uma legenda que não só representa a direita, como não esconde sua posição. Enquanto outras agremiações conservadoras não assumem claramente o espectro em que atuam, se posicionando como uma direita envergonhada, o Novo não nega o que é." Prof. Maria do Socorro Sousa Braga, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). 
  11. «Estatísticas do eleitorado». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 28 de agosto de 2018. 
  12. «Resultados - Tribunal Superior Eleitoral» 
  13. «Resultados - Tribunal Superior Eleitoral» 
  14. «Resultados - Tribunal Superior Eleitoral» 
  15. «Resultados - Tribunal Superior Eleitoral» 
  16. «Resultados - Tribunal Superior Eleitoral» 
  17. «Resultados - Tribunal Superior Eleitoral» 
  18. «Partido Novo' pede registro no TSE e terá diretórios em nove Estados». Valor Econômico. 28 de Julho de 2014 
  19. a b c d e f «O que João Amoêdo pode fazer no Planalto». ISTOÉ DINHEIRO. 15 de Dezembro de 2017 
  20. a b Pinheiro, Leo. «Desilusão com a política pode ajudar Novo a crescer, diz presidente da sigla». Folha de S.Paulo. Consultado em 28 de Outubro de 2015.. O país não cresce porque a carga tributária é tão grande, que ninguém consegue investir, ninguém consegue produzir... O governo teria que pensar numa reforma realmente estrutural, teria que dizer o seguinte: eu parto do pressuposto de que não dá para aumentar mais nenhum imposto. Se essa é a realidade, vou olhar para dentro de casa –o que dá para fazer? O que a gente pode cortar? O que a gente pode rever? E aí fazer realmente cortes estruturais... Nós achamos que alguns programas são importantes e válidos, como o Bolsa Família 
  21. «Fundadores do Partido Novo - Origens, ideais e objetivos». PARTIDO NOVO 
  22. Fernanda Krakovics (21 de Abril de 2017). «Bernardinho troca PSDB pelo Partido Novo». O Globo. A legenda acrescenta ainda que "esse grupo de pessoas nunca havia se candidatado a nenhum cargo eletivo" 
  23. RAMALHO, Renan (15 de Setembro de 2015). «TSE aprova registro do Partido Novo, 33ª legenda no país». G1 
  24. a b
  25. a b c Marcelo Godoy (19 de Março de 2017). «'O atual Congresso deseja se perpetuar'» (entrevista com João Amoêdo). Estadão. Quanto o Novo já recebeu do Fundo Partidário? Cerca de R$ 1,9 milhão. Quanto desse dinheiro o Novo gastou? Absolutamente nada. 
  26. a b c Renan Rodrigues. «Partido Novo é contra Fundo Partidário e planeja se financiar só com doações de pessoas físicas». O Globo. Globo.com. Consultado em 5 de Outubro de 2016. 
  27. a b c «Partido NOVO | Gestão e Cidadania». Partido NOVO. Consultado em 12 de Novembro de 2015.. Cópia arquivada em 11 de Agosto de 2016 
  28. a b FUCS, José (25 de Maio de 2014). «João Dionísio Amoedo: "A gente quer acabar com os privilégios"». Revista Época 
  29. a b Murilo Ramos. «Partido Novo elege vereadores em quatro capitais». Época. Globo.com. Consultado em 5 de Outubro de 2016. 
  30. a b c «NOVO». candidatos.novo.org.br (em inglês). Consultado em 25 de setembro de 2018. 
  31. a b «PSL mais que dobra número de candidatos e desbanca PT nas eleições 2018». G1 
  32. a b «João Amoêdo comemora desempenho do partido Novo nas eleições» 
  33. «Quem Somos: NOVO». novo.org.br. Consultado em 21 de setembro de 2017. 
  34. UELLER, Leonardo Pires (13 de Junho de 2014). «Com a cara do mercado? Partido Novo surge para dar voz aos liberais do Brasil». Infomoney 
  35. Kroehn, Márcio (15 de dezembro de 2017). «Uma face nova na política». ISTOÉ Dinheiro. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  36. «Candidato do Novo, João Amoêdo defende privatização de todos os serviços públicos do país». BBC. 27 de abril de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  37. Fernandes, Maria Cristina (26 de setembro de 2016). «Maiores financiadores do partido Novo têm origem no Itaú Unibanco». Valor Econômico. Consultado em 28 de agosto de 2018. 
  38. Fernandes, Maria Cristina (30 de setembro de 2016). «Maiores financiadores do partido Novo têm origem no Itaú Unibanco». Federação dos Bancários do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Consultado em 1 de setembro de 2018. 
  39. BATISTA, Renata (28 de Julho de 2014). «'Partido Novo' pede registro no TSE e terá diretórios em nove Estados». Revista Valor 
  40. «TSE aprova registro do Partido Novo, legenda fundada em 2011 por empresários, médicos e advogados». Justiça em Foco. 15 de Setembro de 2015. a Coordenadoria de Registros Partidários do Tribunal constatou que não houve duplicidade entre as certidões apresentadas 
  41. a b c «TSE aprova registro do Partido Novo, 33ª legenda no país». Consultado em 16 de Setembro de 2015. 
  42. «Plenário do TSE aprova pedido de registro do Partido Novo - Tribunal Superior Eleitoral». Consultado em 16 de Setembro de 2015. 
  43. «Desilusão com a política pode ajudar Novo a crescer, diz presidente da sigla». Folha de S.Paulo. 17 de Setembro de 2015. Consultado em 12 de Novembro de 2015. 
  44. «Em Cuiabá, empresários organizam partido NOVO». Consultado em 4 de Fevereiro de 2017. 
  45. Partido Novo Visitado em 19 de Novembro de 2014. Brasília Capital.
  46. «João Dionísio Amoêdo, presidente do Partido Novo (entrevista)». É Notícia (RedeTV). 1 de Outubro de 2016. Sobre cotas em universidades e Fundo Partidário, ele diz que a legenda é contra 
  47. Medeiros, Luiz Guilherme. «TSE aprova registro do Partido NOVO». Brasil Post. Consultado em 28 de Outubro de 2015. 
  48. Germano, Paulo. «Novos partidos chegam ao cenário político prometendo bandeiras mais claras». Zero Hora. Consultado em 28 de Outubro de 2015. 
  49. a b «João Amoêdo se diz 'liberal na economia', mas 'conservador nos costumes'». Estadão. 22 de Maio de 2018. O pré-candidato disse, entretanto, que temas polêmicos não estão fechados dentro do partido e que os filiados podem expressar suas opiniões livremente. "A união homoafetiva no Novo é uma definição do partido, como instituição. Somos todos favoráveis. A questão do aborto, até porque é um tema polêmico, nós deixamos isso a cada mandatário definir o que vai fazer. Teremos candidatos que são contra e candidatos que são a favor", disse. 
  50. «João Dionísio Amoedo: "A gente quer acabar com os privilégios"». Revista Época. Consultado em 21 de Maio de 2017.. Para o presidente e fundador do Partido Novo, o país deve privatizar as empresas estatais, como Petrobras e Banco do Brasil, para melhorar a gestão do setor público 
  51. BandNews. «Entrevista com João Dionísio do NOVO na Band News - 21/09/2017». YouTube 
  52. «NOSSOS DIFERENCIAIS». Partido Novo. Consultado em 18 de Novembro de 2014.. Cópia arquivada em 21 de Abril de 2017 
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  58. {{https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%B5es_municipais_no_Brasil_em_2016}}
  59. {{https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_municipal_do_Rio_de_Janeiro_em_2016}}
  60. {{http://www.tse.jus.br/?came_from=http%3A//www.tse.jus.br/eleicoes/estatisticas/eleicoes/eleicoes-anteriores/estatisticas-eleitorais-2016/candidaturas}}
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  74. «Gustavo Franco assume presidência da Fundação Novo». VEJA. Abril. Consultado em 30 de setembro de 2017. 
  75. Lara Rizério. «Gustavo Franco deixa o PSDB e filia-se ao Novo; outros economistas devem segui-lo». InfoMoney. Consultado em 30 de setembro de 2017. 
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