Cidadania (partido político)

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Cidadania
Cidadania 23.jpg
Número eleitoral 23
Presidente Roberto Freire
Fundação 19 de março de 1992 (27 anos)
Registro 19 de março de 1992 (27 anos)[1]
Sede Brasília/DF
Espectro político centro-esquerda[2][3]
Membros 467 439 filiados[4]
Senadores (2018)
3 / 81
Deputados federais (2018)[5]
9 / 513
Deputados estaduais (2018)[6]
21 / 1 024
Prefeitos (2016)
118 / 5 568
Vereadores (2016)
1 669 / 56 810
Cores
[7]

Entre outras. Diferentes esquemas de cores podem ser usados, de acordo com cada região do país.[7]

Página oficial
cidadania23.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Cidadania (CDN) é um partido político brasileiro. Foi denominado Partido Popular Socialista (PPS) até uma convenção extraordinária ocorrida em 23 de março de 2019,[8] sendo que a mudança foi aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 19 de setembro de 2019.[9] Sua fundação ocorreu por decisão de parte da executiva nacional do Partido Comunista - Seção Brasileira da Internacional Comunista (PCB) de dissolver o partido e fundar um novo. O partido foi criado frente a uma nova ordem internacional, após a queda dos antigos modelos comunistas (fim da URSS e da Guerra Fria). Seu código eleitoral é o 23,[10] o mesmo utilizado anteriormente pelo PCB. Sua fundação ocorreu em 1992 e obteve registro permanente em 19 de março de 1992. Seus principais aspectos programáticos são a "radicalidade democrática", uma nova definição do socialismo, pautado no humanismo e no internacionalismo, o que o classifica para alguns como partido defensor da social-democracia.

História

Governo Itamar

O partido apoiou desde o princípio o governo de Itamar Franco (28 de junho de 1930 - 2 de julho de 2011). Vice-presidente de Fernando Collor de Mello, Itamar assumiu a Presidência em um impedimento do destino, quando o presidente sofreu o primeiro impeachment da história do país, após manifestações por todo o Brasil. A cassação do mandato do primeiro presidente eleito da história do país desde João Goulart desapontou o povo, que começou a desacreditar na recém-nascida democracia brasileira. Itamar teve a difícil tarefa de governar o país, desapoiado e desacreditado pelos brasileiros. A imensa inflação da época também foi um grande castigo para o governo Itamar Franco. Contudo, foi nesse governo que nasceu o Plano Real, que estabilizou a economia do país.

Logo do antigo PPS

O partido, representado por seu fundador, Roberto Freire, assumiu a liderança do governo na Câmara dos Deputados. Junto ao PSDB e ao PCdoB, o PPS apoia a república parlamentarista no plebiscito de 1993. O partido tenta atrair figuras do Partido dos Trabalhadores para o governo, como a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, que foi ameaçada de expulsão caso aceitasse a proposta. Itamar Franco viria a se filiar ao PPS em 2009, sendo eleito senador por Minas Gerais em 2010 pelo partido. Itamar Franco faleceu em julho de 2011.

Governo Fernando Henrique

Na oposição, o PPS denunciava a crescente submissão do governo democrático de FHC a uma base de sustentação política, majoritariamente fisiológica e conservadora, insensível às reivindicações da maioria da população e também às conquistas da modernidade. Mesmo assim, nunca deixou de elogiar e apoiar o Plano Real criado pelo presidente Itamar Franco. O partido começa a se relacionar com o também oposicionista Partido Socialista Brasileiro. O PSDB sofre uma baixa quando um dos seu fundadores e ministro da Fazenda de Itamar Franco, o cearense Ciro Gomes migra para o PPS, em setembro de 1997.

O PPS suaviza seu ponto de vista em relação ao governo FHC em seu segundo mandato. O pernambucano Raul Jungmann, fundador do partido, é convidado para assumir o Ministério do Desenvolvimento Agrário. O partido critica movimentos como o Fora FHC.

Governo Lula

Com Ciro no Ministério da Integração Nacional, o PPS fez parte do governo Lula até 2004. Ao discordar de algumas posturas do presidente, o partido rompe com o governo, o que faz Ciro Gomes migrar para o PSB. Novamente na oposição, o PPS se junta ao PFL (hoje DEM) e ao PSDB, formando um bloco oposicionista que dura até hoje. A oposição critica o governo em diversos momentos do mandato de Lula, como durante o escândalo do mensalão.

Governo Dilma

Mantendo a postura que adota desde 2004, permanecendo na oposição ao governo petista. Com a morte do ex-presidente e senador pelo PPS, Itamar Franco, o partido perdeu sua única cadeira no Senado. O presidente nacional da sigla é Roberto Freire e o líder na Câmara é Rubens Bueno. Atualmente é processado pelo PCB no STF por uso indevido da imagem do mesmo em propagandas políticas.[11]

Em abril de 2013 a executiva nacional do partido anunciou a fusão com Partido da Mobilização Nacional (PMN) para formar a Mobilização Democrática (MD), entretanto em junho a executiva nacional do PMN rejeitou a proposta, anulando o processo de fusão.[12] Em 2014, o PPS esteve envolvido noutro processo de fusão (ou incorporação), dessa vez com o Partido Socialista Brasileiro (PSB), com possibilidades de participação do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e do Partido Ecológico Nacional (PEN), cujas negociações foram suspensas em 2015.[13][14][15] O mais recente caso de um possível processo de fusão foi durante o fim de 2018, quando entrou em discussão a união com o Partido Verde e com a Rede Sustentabilidade. Entretanto, o processo não se deu devido à discordâncias nas lideranças dos outros dois partidos.[16][17][18]

Governo Bolsonaro

Em março de 2019, o PPS aprovou mudar seu nome para Cidadania.[8] No dia 19 de setembro de 2019 o TSE aprovou a mudança.[9] O Cidadania faz oposição ao Governo Jair Bolsonaro.[19]

Corrupção

Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgou um balanço, em 4 de outubro de 2007, com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde o ano 2000. O PPS ocupa a oitava posição no ranking, com quatorze cassações, atrás do DEM, PMDB e PSDB, PP, PTB, PDT e PR.[20]

Ideologia

O PPS se considera, em seu estatuto, como um partido socialista, e em discursos, como uma terceira via. Entretanto, as recentes alianças com partidos tradicionalmente de centro e de direita, como DEM (antigo PFL), PTB e PSDB, tanto na esfera federal quanto em governos estaduais e municipais, e afastamento de outros partidos oposicionistas de esquerda como o PSOL e o PSTU, despertam críticas de jornalistas e analistas políticos sobre a real posição do partido no espectro político, sendo muitas vezes considerado "linha auxiliar" dos tucanos.[21][22]

O presidente do PPS, Roberto Freire, é amigo de José Serra desde os tempos de liderança estudantil.[23] Ainda em 2005, o então Ministro da Integração Nacional pelo PPS, Ciro Gomes, fez duras críticas às políticas de Roberto Freire, reforçando a ideia de que o mesmo queria transformar o partido em uma "linha auxiliar de José Serra e do PSDB".[24]

O ex-deputado Raul Jungmann mostrou ter divergências sobre os rumos do partido, afirmando que "(...) infelizmente o PPS tem se posicionado como aliado do PSDB, sem nenhuma reciprocidade por parte desse. Estes interesses dos aliados são legítimos, mas cabe a nós a organização enquanto partido, e não como linha auxiliar". Porém após o anúncio de sua pré-candidatura para a Prefeitura de São Paulo em 2012, Soninha Francine reiterou que "o PPS insiste na tese da construção de uma terceira via, fora da polarização PT × PSDB", e citou o histórico do PPS em apoiar candidatos como Luiz Inácio Lula da Silva e Luiza Erundina.[25]

Desde 2004, o PPS não participa do "Foro São Paulo" por discordar e divergir dos seus participantes que chegaram ao poder em países como Bolívia, Venezuela, Equador, Colômbia, Argentina, Cuba e o próprio Brasil.[26] O partido estava na oposição ao governo Dilma Roussef, apoiando movimentos como a "Marcha Pela Liberdade",[27] uma iniciativa da direita liberal que pedia pelo impeachment da então presidente brasileira.

Também na oposição do governo Dilma, o Partido Comunista Brasileiro recentemente emitiu nota em repúdio ao PPS, distanciando-se do partido ao classificá-los como uma sigla pertencente à direita política. De acordo com a publicação do PCB, no ano de 1992 os atuais líderes do PPS empreenderam ação liquidacionista contra o Partido Comunista Brasileiro, sobre quem afirmavam tratar-se de um "cadáver insepulto", no contexto da crise mundial do socialismo e da queda da União Soviética e do Leste Europeu. Estes líderes então teriam organizado "um congresso fajuto, com a participação de delegados não pertencentes aos quadros do PCB e decidiram pela criação de um novo partido chamado PPS".[28]

Participação e desempenho eleitoral

Bancada na Câmara dos Deputados

Composição atual

Deputados AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO
8 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 2 0

Fonte: «Conheça os Deputados», Portal, BR: Câmara dos Deputados  – Selecione "Partido..." e "UF...", e clique no segundo botão, "Pesquisar".

Bancada eleita para a legislatura

Legislatura Eleitos % AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO Diferença
54ª (2011-2015)
12 2,34 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 1 0 0 0 3 1 0 1 0 0 0 0 3 1 -10
53ª (2007-2011)
22 4,29 1 0 0 1 2 0 1 0 0 0 4 1 1 0 0 1 0 2 3 0 1 0 1 1 0 2 0 +7
52ª (2003-2007)
15 2,92 1 0 0 0 1 1 0 0 0 0 3 1 0 0 0 1 0 2 0 0 1 0 1 0 0 3 0 +12
51ª (1999-2003)
3 0,58 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0

Fonte: «Bancada na Eleição», Portal, BR: Câmara dos Deputados .

Eleições estaduais de 2014

Candidatos majoritários apoiados pelo PPS em 2014[29]
Legenda: em amarelado estão os candidatos eleitos.
UF Governador e vice Senador Coligação
AC Márcio Bittar (PSDB) Gladson Cameli (PP) PPS / PMDB / PSDB / PTdoB / PP
PSC / PTC / PR / SDD / PSD
Antônia Sales (PMDB)
AL Benedito de Lira (PP) Omar Coelho (DEM) PPS / PP / PSDC / PRP
PR / PSL / PSB / DEM / SDD
Alexandre Toledo (PSB)
AM Eduardo Braga (PMDB) Francisco Praciano (PT) PPS / PMDB / PP / PT / PCdoB
PDT / PTB / PRB / PSDC / PPL
Rebecca Garcia (PP)
AP Jorge Amanajás (PPS) sem consenso pra
senador na coligação
e sem apoio do PPS
PPS / PSC / PRTB / PMN
PTC / PRP / PPL / PTB
Daiana Ramos (PMN)
BA Paulo Souto (DEM) Geddel Lima (PMDB) PPS / DEM / PSDB / PMDB / SDD
PTN / PROS / PRB / PSC / PTC
PV / PRP / PSDC
Joaci Góes (PSDB)
CE Eunício Oliveira (PMDB) Tasso Jereissati (PSDB) PPS / PMDB / PSC / DEM / PR
PSDC / PRP / PSDB / PTN
Roberto Pessoa (PR)
DF Luiz Pitiman (PSDB) Sandra Quezado (PSDB) PPS / PSDB / PSDC
Adão Cândido (PPS)
ES Renato Casagrande (PSB) Neucimar Fraga (PV) PPS / PSB / PSDC / PSL / PP / PTB
PTdoB / PV / PR / PSC / PSD
PTC / PCdoB / PHS / PTN / PPL
PMN / PRB / PRTB
Fabrício Gandini (PPS)
GO Marconi Perillo (PSDB) Vilmar Rocha (PSD) PPS / PV / PRB / PDT / PTdoB
PSL / PR / PP / PHS / PMN / PROS
PTC / PSDB / PEN / PSD / PTB
José Eliton (PP)
MA Flávio Dino (PCdoB) Roberto Rocha (PSB) PPS / PCdoB / PSDB / PSB
PP / SDD / PROS / PDT / PTC
Carlos Brandão (PSDB)
MG Pimenta da Veiga (PSDB) Antônio Anastasia (PSDB) PPS / PSDB / PP / DEM / PSD
PTB / PV / PDT / PR / PMN
PSC / PSL / PTC / SDD
Dinis Pinheiro (PP)
MT Pedro Taques (PDT) Jayme Campos (DEM) PPS / PDT / PP / DEM / PSDB
PSB / PV / PTB / PSDC
PSC / PRP / PSL / PRB
Carlos Fávaro (PP)
MS Reinaldo Azambuja (PSDB) Antônio João (PSD) PPS / PSDB / PSD
DEM / SDD / PMN
Rose Modesto (PSDB)
PA Simão Jatene (PSDB) sem consenso pra
senador na coligação
e sem apoio do PPS
PPS / PSDB / PSB / PMN / SDD
PRB / PSC / PTB / PEN / PSD
PP / PTC / PSDC / PTdoB / PRP
Zéquinha Marinho (PSC)
PB Cássio Cunha Lima (PSDB) Wilson Santiago (PTB) PPS / PSC / PSDB / PR / PTB
PSD / SDD / PMN / PEN / PTdoB
PTN / PRB / PSDC / PP
Ruy Carneiro (PSDB)
PE Paulo Câmara (PSB) Fernando Coelho (PSB) PPS / PMDB / PCdoB / PSB / PTC
PRP / PTN / PR / SDD / PV / PRTB
PSDB / PSD / PPL / DEM / PHS
PSDC / PROS / PP / PEN / PSL
Raul Henry (PMDB)
PI Zé Filho (PMDB) Wilson Martins (PSB) PPS / PMDB / PSDB / PCdoB / PTdoB
PSB / PDT / PTN / PV / DEM / PSDC
PSL / PMN / PRB / PTC / PSD / PEN
Sílvio Mendes (PSDB)
PR Beto Richa (PSDB) Álvaro Dias (PSDB) PPS / PSDB / PROS / SDD / PSB / PP
PTB / PSD / PEN / PR / DEM / PSL
PSDC / PMN / PHS / PSC / PTdoB
Cida Borghetti (PROS)
RJ Luiz Fernando Pezão (PMDB) César Maia (DEM) PPS / PMDB / PP / PTB / PSL
PEN / PTN / DEM / PSDC / PRTB
PHS / PMN / PTC / PRP
PSDB / PSC / PSD / SDD
Francisco Dornelles (PP)
RN Henrique Alves (PMDB) Vilma de Faria (PSB) PPS / PMDB / PR / PSB / PROS / PDT
SDD / PSC / PTB / PV / PHS / PSDB
PSDC / PRB / PTN / PMN / PRP
João Maia (PR)
RO Jaqueline Cassol (PR) Ivone Cassol (PP) PPS / PV / PP / PR / PROS / PTC
Carlos Magno (PP)
RR Chico Rodrigues (PSB) sem consenso pra
senador na coligação
e sem apoio do PPS
PPS / PSB / PMDB / PSDB / PR
PRB / PSD / SDD / PROS / PEN
PMN / PSDC / PTdoB / PRTB / PHS
PSL / PPL / PTN / PSC / PRP
Rodrigo Jucá (PMDB)
RS José Ivo Sartori (PMDB) Pedro Simon (PMDB) PPS / PMDB / PSD / PHS
PSB / PTdoB / PSL / PSDC
José Paulo Cairolli (PSD)
SC Paulo Bauer (PSDB) Paulo Bornhausen (PSB) PPS / PSDB / PP / PSB / PSL
SDD / PTN / PHS / PEN
PTC / PRTB / PTdoB
Joares Ponticelli (PP)
SE Eduardo Amorim (PSC) Maria do Carmo (DEM) PPS / DEM / PSL / PP / PTdoB
PSC / PTC / PSDB / PTB / SDD
PV / PHS / PMN / PR / PEN
Augusto Franco Neto (PSDB)
SP Geraldo Alckmin (PSDB) José Serra (PSDB) PPS / PSC / PSDB / DEM / PMN
PTdoB / PTC / PTN / SDD / PEN
PRB / PSB / PSDC / PSL
Márcio França (PSB)
TO Sandoval Cardoso (SDD) Ângelo Agnolin (PDT) PPS / PRB / PP / PDT / PTB / PSC
PSL / PR / PEN / DEM / PRTB / SDD
PHS / PTC / PSB / PRP / PSDB
Eduardo Gomes (SDD)

Eleições presidenciais

Ano Imagem Candidato a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos % Posição
1994
Luiz Inácio Lula da Silva.jpg
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Aloizio Mercadante (PT) PT, PSB, PCdoB, PPS, PV e PSTU 17.122.127 27,04
1998
Cirogomes2006.jpg
Ciro Gomes (PPS) Roberto Freire (PPS) PPS, PL e PAN 7.426.190 10,97
2002
Cirogomes2006.jpg
Ciro Gomes (PPS) Paulo Pereira da Silva (PTB) PPS, PTB, PDT 10.170.882 11,97
2010
Serra02032007.jpg
José Serra (PSDB) Indio da Costa (DEM) PSDB, DEM, PTB, PPS, PMN e PTdoB 43.711.388 43,95
2014
Marina Silva 2014 candidate.jpg
Marina Silva (PSB) Beto Albuquerque (PSB) PSB, PHS, PRP, PPS, PPL e PSL 22.176.619 21,32
2018
Geraldo Alckmin em agosto de 2017.jpg
Geraldo Alckmin (PSDB) Ana Amélia (PP) PSDB, PP, PR, PRB, PSD, SDD, DEM, PTB e PPS 5.096.349 4,76

Referências

  1. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015 
  2. «Maioria dos partidos se posiciona como de Centro. Veja quem sobra no campo da Direita e da Esquerda». O Globo. 29 de Março de 2016 
  3. «Por que o PPS?». PPS (site oficial). Consultado em 2 de Março de 2017 
  4. «Estatísticas do eleitorado». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 29 de setembro de 2018 
  5. [1]
  6. «Deputados Estaduais Eleitos no País em 2018». G1 
  7. a b «Uma boa marca é ousada e inovadora. Um bom partido também.» (PDF). Cidadania 23. Consultado em 4 de setembro de 2019 
  8. a b «PPS aprova mudança de nome e vai se chamar Cidadania». Estadão. Consultado em 26 de março de 2019 
  9. a b «Aprovada a mudança do nome do PPS para Cidadania». Tribunal Superior Eleitoral. 19 de setembro de 2019. Consultado em 20 de setembro de 2019 
  10. Partidos políticos registrados, Tribunal Superior Eleitoral, consultado em 25 de julho de 2007 [ligação inativa]
  11. «PCB denuncia estelionato político do PPS». Partido Comunista Brasileiro. 12 julho de 2013 
  12. «PMN desiste da fusão com PPS que criaria a Mobilização Democrática». G1. Globo 
  13. «Fusão com PPS deve ser depois das eleições, diz vice-presidente do PSB». Valor Econômico 
  14. Rodrigo Martins (19 de outubro de 2014). «"A ideia é puxar o PSDB para a esquerda", diz presidente do PSB». Carta Capital. Consultado em 20 de Outubro de 2014 
  15. João Domingos, Agência Estado (14 de outubro de 2014). «Com derrota de Marina, PSB e PPS retomam projeto de fusão». Política Livre. Consultado em 20 de Outubro de 2014 
  16. «Partido de Marina planeja fusão ainda este ano e conversa com PV e PPS». O Globo. 15 de outubro de 2018. Consultado em 26 de março de 2019 
  17. «As dificuldades da Rede para se fundir com PPS ou PV | Radar». VEJA.com. Consultado em 26 de março de 2019 
  18. «Marina recusa fusão com PPS e faz nova tentativa para salvar Rede». O Globo. 24 de março de 2019. Consultado em 26 de março de 2019 
  19. «Freire diz que Cidadania é oposição ao governo Bolsonaro». Cidadania23. 17 de julho de 2019. Consultado em 21 de agosto de 2019 
  20. «Desde 2000, 623 políticos foram cassados. DEM lidera ranking». O Globo. Consultado em 11 de julho de 2010 
  21. «Vida pública», BR, Gazeta do Povo 
  22. «Colunistas», BR, Gazeta do Povo 
  23. Íntegra do discurso de Roberto Freire na pré‐candidatura de Serra, R7 
  24. Ciro Gomes diz que é vítima de arbitrariedade e que PPS quer ser linha auxiliar do PSDB, BR: CSPB 
  25. São Paulo, BR: PPS 
  26. Algumas verdades sobre o "Foro de São Paulo", o PT e os tiranetes que enxovalham a esquerda democrática pelo "Blog do PPS/SP" em 20 de outubro de 2014
  27. «Página do Partido, 2015 - MPL: PPS apoia manifestação». Consultado em 24 de maio de 2015. Arquivado do original em 24 de maio de 2015 
  28. PCB 2013 - PPS, Partido da Direita Brasileira
  29. TSE 2014 - Estatísticas eleitorais: candidaturas

Ligações externas