Partido Republicano Brasileiro

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Partido Republicano Brasileiro
Código Eleitoral 10
Presidente Marcos Pereira
Fundação 25 de agosto de 2005 (11 anos)
Registro 25 de agosto de 2005 (11 anos)[1]
Sede Brasília, DF
Ideologia Conservadorismo liberal
Democracia cristã
Liberalismo econômico
Espectro político Centro-direita
Deputados Federais
22 / 513
Senadores
1 / 81
Deputados Estaduais
36 / 1 060
Vereadores (2012)[2]
1 204 / 56 810
Cores      Azul
Site
Site Oficial
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

Partido Republicano Brasileiro (PRB) é um partido político brasileiro. Em organização desde 2003, o registro definitivo foi emitido em 25 de agosto de 2005. É presidido por Marcos Antônio Pereira desde dia 9 de maio de 2011. Seu código eleitoral é 10.[1] Até o início de 2006, o partido chamava-se Partido Municipalista Renovador (PMR).

Partido fundado por partidários do falecido vice-presidente da República José Alencar Gomes da Silva, então presidente honorário do Partido Liberal.

Em 2016, com a crise política no Brasil, o PRB deixa a base aliada do governo e passa a se tornar um partido independente.

História[editar | editar código-fonte]

Em 16 de dezembro de 2003, com o apoio de mais de 457.702 eleitores, foi aprovado, por unanimidade e em Convenção Nacional, a criação do Partido Municipalista Renovador – PMR, cuja ata foi registrada no Cartório Marcelo Ribas, em 2 de janeiro de 2004, e obteve seu registro sob o número 00055915.

Em 5 de maio de 2005, tendo reunido todos os documentos necessários, o PMR, por seu representante nacional, Vitor Paulo Araújo dos Santos, requereu ao Tribunal Superior Eleitoral – TSE, mediante petição protocolizada sob o n°. 3956/2005, o pedido de registro do partido, o qual originou o Processo de Registro n° 301.

No dia 9 de maio de 2011, em sua Convenção Nacional, elege, por unanimidade dos participantes, o advogado Marcos Pereira como o seu novo presidente nacional.

Nos termos da Resolução n°. 22.072/75, no dia 25 de agosto de 2005, atendidos os requisitos da Lei 9.096/95, resolvem os ministros do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, por unanimidade, deferir o registro definitivo do Partido Municipalista Renovador – PMR.

O partido evoluiu para um novo paradigma político, com ênfase nos princípios republicanos. Em Convenção Nacional, realizada no dia 25 de outubro de 2005, foi aprovado por unanimidade a alteração da sua denominação e respectiva sigla para Partido Republicano Brasileiro (PRB). Com petição protocolizada no TSE sob o nº 13318/2005, requereu a mudança de denominação e sigla, a qual foi deferida em sessão de 11 de março de 2006, nos termos da Resolução/TSE nº 22.167.

O partido tem como propósitos declarados: defender um conceito integral de cidadania (direitos políticos, civis e sociais), os direitos humanos, da criança, do adolescente, do idoso, da mulher e das gerações futuras. A organização também se declara comprometida com a preservação do meio ambiente e defende a realização de investimentos em escolas, estradas, hospitais e moradias. Também defende a liberdade de expressão, a valorização da família e afirma lutar pela transformação da Administração Pública em um instrumento voltado para atender exclusivamente aos interesses do povo brasileiro.

O falecido vice-presidente da República José Alencar foi um de seus membros mais destacados. Por inúmeras vezes ocupou a Presidência durante as viagens oficiais ao exterior do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Alencar também foi o presidente de Honra do PRB.

No Senado Federal, o PRB conta com o senador Marcelo Crivella (RJ). Na Câmara dos Deputados, integram a bancada os deputados federais Márcio Marinho (BA) - líder do partido na Casa, Celso Russomanno (SP) - o deputado federal mais votado em 2014 em todo o Brasil, com mais de 1,5 milhão votos-, Antônio Bulhões (SP), Beto Mansur (SP), César Halum (TO), Cléber Verde (MA), Jhonatan de Jesus (RR), Alan Rick (AC), Tia Eron (BA), Ronaldo Martins (CE), Rosângela Gomes (RJ), Roberto Sales (RJ), Carlos Gomes (RS), Jony Marcos (SE), Roberto Alves (SP), Vinicius Carvalho (SP), Sérgio Reis (SP), Marcelo Squassoni (SP), Lincoln Portela (MG), Silas Câmara (AM), Lindomar Garçon (RO), João Campos (GO).

Eleições 2012[editar | editar código-fonte]

Em 2012, saiu das eleições municipais com 78 prefeitos e 1.204 vereadores eleitos. Os números representam um aumento de 54,4% de vereadores (um dos maiores crescimentos proporcionais entre todas as legendas) e 42% de prefeitos.[3]

Entre os principais destaques, figura a candidatura do republicano Celso Russomanno para a disputa da prefeitura da maior cidade do País: São Paulo.[4] Russomanno ficou entre os três candidatos mais votados, conquistando a confiança de mais de 1,3 milhões de eleitores. A candidatura de Russomanno mexeu com as bases da política paulistana, ao tornar a disputa municipal mais acirrada e terminar com a polarização que existia entre PT e PSDB. Diferente das eleições anteriores, até o momento da apuração ninguém sabia quais partidos iriam para o 2º turno.[5]

Bancada na Câmara dos Deputados[editar | editar código-fonte]

Composição atual[editar | editar código-fonte]

Deputados AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO
22 1 0 1 0 2 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 2 0 1 1 1 0 1 8 1

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados - Conheça os Deputados

Bancada Estadual[editar | editar código-fonte]

Composição atual

Deputados AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO
38 2 2 1 3 2 1 1 0 0 1 3 0 0 1 1 2 1 2 4 0 1 2 1 1 1 5 0

Fonte: Portal PRB

  • Deputados estaduais suplentes: AL (1) e SC (1).

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]