Partido Socialista Brasileiro (1985)
Partido Socialista Brasileiro | |
|---|---|
| Sigla | PSB |
| Número eleitoral | 40[1] |
| Presidente | João Campos [2] |
| Vice-presidente | Geraldo Alckmin[3] |
| Secretário-geral | Renato Casagrande[2] |
| Presidente de honra | Ariano Suassuna (até 2014)[4] |
| Fundação | 2 de julho de 1985 (40 anos)[5] |
| Registro | 1 de julho de 1988 (37 anos)[1] |
| Sede | Brasília, DF |
| Ideologia | |
| Espectro político | Centro[6][7] a centro-esquerda[8] |
| Think tank | Fundação João Mangabeira |
| Ala de juventude | Juventude Socialista Brasileira (JSB) |
| Ala feminina | Mulheres Socialistas |
| Ala LGBT | LGBT Socialista |
| Ala negra | Negritude Socialista Brasileira (NSB) |
| Antecessor | Partido Socialista Brasileiro |
| Dividiu-se de | PTB |
| Membros (2026) | 642.358 filiados[9] |
| Afiliação internacional | • Aliança Progressista[10] • Foro de São Paulo (até 2019)[11] |
| Governadores (2026) | 2 / 27 |
| Prefeitos (2024)[12] | 312 / 5 569 |
| Senadores (2026)[13] | 4 / 81 |
| Deputados federais (2026)[14] | 15 / 513 |
| Deputados estaduais (2022) | 53 / 1 024 |
| Vereadores (2024)[15] | 3 557 / 58 026 |
| Parlamento do Mercosul (2025)[16] | 2 / 138 |
| Cores | Vermelho Branco Amarelo |
| Slogan | "Socialismo e Liberdade" |
| Página oficial | |
| psb40 | |
|
| |
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) é um partido político brasileiro de centro-esquerda fundado em 1985 e registrado oficialmente em 1988.[1][5] Foi criado por um grupo político que reivindicou a legenda e sigla do antigo PSB. O partido utiliza como símbolo um pombo da paz[5] e suas cores são vermelho, amarelo e branco.[17] Com 642.358 filiados em janeiro de 2026, é o décimo maior do país, localizados em São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais os estados com mais membros.[9]
O PSB original (1947–1965) foi influenciado pela social-democracia europeia e por movimentos católicos progressistas, contando com intelectuais proeminentes como João Mangabeira entre os seus fundadores.[18] O PSB moderno foi fundado em 1985 vinculando os ideais socialistas do partido histórico com o ressurgimento democrático do Brasil pós-ditadura. O partido cresceu sob a liderança de Miguel Arraes de 1993 até 2005, e posteriormente sob a família Campos, com Eduardo Campos e após sua morte, seu filho João Campos.[19] Ideologicamente, o PSB se define como socialista, progressista e social-democrata,[20] mas frequentemente adota uma postura pragmática, posicionando-se como um partido "pega-tudo" dentro do espectro de centro-esquerda do Brasil, dialogando e abrigando membros além da esquerda.[21][22]
O partido teve membros ocupando importantes postos nos governos dos presidentes Itamar Franco, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.[5] Colocou-se como oposição aos governos de Fernando Collor, Michel Temer (interino) e Jair Bolsonaro, em determinados momentos, também aos governos de Fernando Henrique Cardoso e Dilma 2.[5] Atualmente, tem filiados no alto escalão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, como o vice-presidente Geraldo Alckmin.
História
[editar | editar código]Esta seção cita fontes, mas que não cobrem todo o conteúdo. |
No início de 1985, com a redemocratização, foi fundado um novo Partido Socialista Brasileiro, resgatando o mesmo programa e manifesto apresentados em 1947, por João Mangabeira.
Entre os signatários do partido, estavam os juristas Evandro Lins e Silva, Evaristo de Morais Filho e o escritor Rubem Braga. Para presidir a primeira comissão provisória foi escolhido o linguista Antônio Houaiss, que no ano seguinte deixou a presidência do partido para o senador Jamil Haddad. A secretaria geral ficou com Roberto Amaral (ex-PCBR).
O novo PSB nasceu buscando conquistar espaços em um eleitorado de esquerda já integrado a outros partidos (como o PT e o PDT). Em 1986, apesar da intensa mobilização, o PSB elegeu apenas uma deputada para a Constituinte. Mas dois anos depois, rompido com Leonel Brizola, o prefeito do Rio de Janeiro, Saturnino Braga deixou o PDT para retornar ao PSB, sua antiga agremiação. Em 1988, Arthur Virgílio Neto é eleito prefeito de Manaus pela legenda. Mais tarde, trocaria o PSB pelo PSDB.
Em 1989, o PSB coligou-se ao PT e ao PCdoB para formar a "Frente Brasil Popular", que lançou a primeira candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência. O PSB indicou, então, a vaga para vice, com o senador gaúcho José Paulo Bisol (ex-PMDB e PSDB).
Era Arraes
[editar | editar código]No início de 1990, após desligar-se do PMDB, o governador de Pernambuco, Miguel Arraes, anunciou sua adesão ao PSB. Candidato a deputado federal no mesmo ano, Arraes foi o mais votado do país e levou consigo mais 4 parlamentares.
Em 1992, elegeu prefeitos nas seguintes capitais: São Luís (com Conceição Andrade), Natal (Aldo Tinôco) e Maceió (com Ronaldo Lessa). Além de ganhar em outras cidades.
Situando-se entre Brizola e Lula, Arraes buscou no PSB a afirmação de sua liderança em nível nacional, consolidada em 1993, quando foi eleito presidente do partido, e no ano seguinte, quando assegurou o apoio do partido à candidatura de Lula (rompendo com o governo Itamar Franco e retirando seu ministro da Saúde, Jamil Haddad). No auge de sua popularidade, Arraes obteve 54% dos votos para o governo de Pernambuco (coligação PSB-PT-PPS-PDT) e foi eleito já no primeiro turno.
Além de Arraes, o PSB também conquistou em 1994 o governo do Amapá, com João Capiberibe, e uma vaga para o Senado no Pará, com Ademir Andrade.
O crescimento eleitoral do PSB intensificou as adesões nos anos seguintes. Em 1995, filiou-se o senador Antônio Carlos Valadares, de Sergipe, e em 1997 a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (rompida com o PT). No entanto, o partido vetou a entrada de Ciro Gomes (ex-PSDB), o que facilitou uma nova aliança nacional com o PT, apoiando novamente Lula para a presidência em 1998.
No entanto, além da derrota de Lula, Miguel Arraes não teve sucesso em sua campanha pela reeleição em Pernambuco, sendo derrotado pelo PMDB de Jarbas Vasconcelos. A perda foi compensada, em parte, pela eleição de Ronaldo Lessa como governador de Alagoas e pela volta de Saturnino Braga ao Senado, representando o estado do Rio de Janeiro.
Triênio de Garotinho
[editar | editar código]Em 2000, o PSB aceitou a filiação do governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, recém-saído do PDT após entrar em choque com Leonel Brizola.[23][24] Alguns setores do partido, porém, temiam que que acontecesse o mesmo que aconteceu nos anos 1950, durante a aproximação com o janismo.
A adesão do governador fluminense acarretou a desfiliação do senador Saturnino Braga[25] e do prefeito de Belo Horizonte, Célio de Castro. Ambos seguiram em direção ao PT.
Em 2002, Garotinho foi lançado candidato a presidente pelo PSB, com apoio dos pequenos PGT e PTC. Com uma plataforma populista e assistencialista, Garotinho obteve 15 milhões de votos (17,9%) em sua candidatura presidencial, ficando em terceiro lugar na disputa.[26] Também mostrou sua força no próprio estado, ao eleger sua esposa, Rosinha Garotinho como governadora.[27][28]
O partido também foi favorecido nacionalmente, elevando sua bancada para 22 parlamentares, e conquistando, além do Rio de Janeiro, os governos estaduais de Alagoas (Ronaldo Lessa, reeleito), Espírito Santo (Paulo Hartung) e Rio Grande do Norte (Wilma de Faria). No segundo turno da eleição presidencial, o PSB apoiou Lula, o que permitiu ao partido participar do governo, com a pasta da Ciência e Tecnologia (com Roberto Amaral).
O inevitável choque entre Garotinho (com sua pretensão de candidatar-se novamente em 2006) e o presidente Lula ampliou o crescente atrito entre o ex-governador e o partido, que só foi resolvido em agosto de 2003, quando a Direção Nacional do PSB realizou um recadastramento e a ficha de Garotinho não foi aceita pelo partido e significou a saída da governadora Rosinha Garotinho, sua esposa e doze deputados federais.
Retorno do grupo de Arraes
[editar | editar código]
A saída de Garotinho permitiu ao grupo político fiel a Miguel Arraes reassumir o prestígio perdido em 1998. No governo, Roberto Amaral foi substituído pelo deputado Eduardo Campos, neto e herdeiro político de Arraes (que morreria em agosto de 2014).
Fiel aliado ao governo Lula, o PSB ampliou suas filiações (chegando a 29 deputados federais) e também compensou a perda de dois governadores (Paulo Hartung, para o PMDB; e Ronaldo Lessa, para o PDT), ambos em choque com Arraes, com a filiação do ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes (ex-PPS) e da senadora Patrícia Saboya.
Em 2006, o PSB anunciou apoio informal (sem coligação) à reeleição de Lula à presidência.
Em 2010, numa grande estratégia política que se provou vantajosa ao partido, a candidatura de Ciro Gomes foi deixada de lado em apoio a então ministra Dilma Rousseff. Em troca, o PT abriu mão da cabeça de chapa em diversos estados do Norte, do Nordeste e do Espírito Santo para apoiar os socialistas. O resultado foi que se tornou o segundo partido em número de governos estaduais, atrás apenas do PSDB. Em 2012, buscou um certo distanciamento de seus aliados tradicionais nas capitais, principalmente do PT, o que o ajudou a atingir o maior número de capitais e um aumento expressivo no número de prefeituras (de 310 em 2008 para 434 no primeiro turno de 2012). A candidatura do ex-presidente da sigla, Eduardo Campos, à Presidência da República nas eleições de 2014 foi anunciada pelo PSB em 14 de abril de 2014.[29]
Em 13 de agosto de 2014, o candidato a presidência Eduardo Campos morreu em um acidente aéreo com um avião particular de campanha, na cidade de Santos, litoral de São Paulo.[30]
Em 2014 também, o PSB negociou um processo de fusão (ou incorporação) com o Partido Popular Socialista (PPS), com possibilidades de participação do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e do Partido Ecológico Nacional (PEN), dentre outros.[31][32] Tal processo não se concretizou.
Já fazendo parte da oposição ao governo Bolsonaro, em 2021 o PSB participou de negociações para aprovar uma federação partidária com PT, PCdoB e PV. Em 2022 o partido anunciou que não participaria da federação, porém daria apoio a candidatura de Lula nas eleições.[33] Assim, indicou o recém filiado Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo pelo PSDB, como candidato a vice-presidente na chapa de Lula, vencendo a Eleição presidencial no Brasil em 2022.
Ideologia
[editar | editar código]O PSB é um partido de centro-esquerda de orientação reformista, apoiador da social-democracia,[34][35] do progressismo,[36] do federalismo[20] e do parlamentarismo.[20]
Além de sociais-democratas, o PSB agremia defensores do "socialismo criativo", ideologia que visa abordar a economia criativa sob uma perspectiva socialista de mercado,[20][37][38] deduzindo que o desenvolvimento nacional é alcançável por meio de um robusto investimento estatal em setores relacionados à criatividade como, por exemplo, ciência, cultura e tecnologia.[39]
Como minoria, a sigla ainda conta com sociais-liberais,[40][41] sendo que, de acordo com o politólogo brasilianista Scott Mainwaring, o PSB é um misto de partido pega-tudo e partido de massas.[42]
Organização
[editar | editar código]Vice-presidente
[editar | editar código]| Vice-presidente da República | Imagem |
|---|---|
| Geraldo Alckmin |
Parlamentares federais
[editar | editar código]| Senadores atuais (4) | ||
|---|---|---|
| UF | Senador(a) e Legislaturas |
Imagem |
| CE | Cid Gomes* 56ª e 57ª |
|
| GO | Jorge Kajuru* 56ª e 57ª |
|
| PR | Flávio Arns* 56ª e 57ª |
|
| RR | Chico Rodrigues* 56ª e 57ª |
|
| Observações: Os senadores marcados com o símbolo * foram eleitos em 2018 e 2022 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | ||
| Deputados federais atuais (15)[14] | |
|---|---|
| UF | Deputado(a) |
| BA | Lídice da Mata |
| CE | Júnior Mano* |
| ES | Paulo Foletto |
| MA | Duarte Júnior |
| PE | Eriberto Medeiros |
| PE | Felipe Carreras |
| PE | Guilherme Uchoa Júnior |
| PE | Lucas Ramos |
| PE | Pedro Campos |
| PB | Gervásio Agripino Maia |
| PR | Luciano Ducci |
| RJ | Eduardo Bandeira de Mello |
| RS | Heitor Schuch |
| SP | Tabata Amaral |
| SP | Jonas Donizette |
| Observações: Em 2022, o PSB elegeu 13 deputados federais. | |
Parlamentares estaduais
[editar | editar código]Governadores
[editar | editar código]| Governadores atuais (2) | ||
|---|---|---|
| UF | Governador | Imagem |
| ES | Renato Casagrande | |
| PB | João Azevêdo | |
| Observação: Elegeu três governadores nas eleições de 2022.[44] O governador do Maranhão Carlos Brandão deixou o PSB em 2025.[45] | ||
Congresso Nacional do PSB
[editar | editar código]| Nome | Data | Local |
|---|---|---|
| I Congresso | outubro de 1987[5] | ? |
| II Congresso | ? | ? |
| III Congresso | ? | ? |
| IV Congresso | setembro de 1993 | Maceió[5] |
| V Congresso | novembro de 1995 | Recife[46] |
| VI Congresso | novembro de 1997 | Brasília[46] |
| VII Congresso | novembro de 1999 | Brasília[46] |
| VIII Congresso | novembro de 2001 | Brasília[46] |
| IX Congresso | dezembro de 2003 | Brasília[47] |
| X Congresso | agosto de 2005 | Brasília[48] |
| XI Congresso | junho de 2008 | Brasília[49] |
| XII Congresso | dezembro de 2011 | Brasília[50] |
| XIII Congresso | junho de 2014 | Brasília[51] |
| XIV Congresso | março de 2018 | Brasília[52] |
| XV Congresso Constituinte da Autorreforma | abril de 2022 | Brasília[53] |
Número de filiados
[editar | editar código]| Data | Filiados[9] | Crescimento anual | |
|---|---|---|---|
| dez./2006 | 332.428 | — | — |
| dez./2007 | 396.535 | +19% | |
| dez./2008 | 423.505 | +7% | |
| dez./2009 | 411.455 | -3% | |
| dez./2010 | 492.556 | +20% | |
| dez./2011 | 564.500 | +15% | |
| dez./2012 | 581.194 | +3% | |
| dez./2013 | 583.060 | +0,3% | |
| dez./2014 | 584.745 | +0,2% | |
| dez./2015 | 608.092 | +4% | |
| dez./2016 | 648.197 | +7% | |
| dez./2017 | 654.235 | +1% | |
| dez./2018 | 655.896 | +0,3% | |
| dez./2019 | 618.024 | -6% | |
| dez./2020 | 644.813 | +4% | |
| dez./2021 | 635.837 | -1,3% | |
| dez./2022 | 627.389 | -1,3% | |
| dez./2023 | 617.757 | -1,5% | |
| dez./2024 | 652.967 | +5,7% | |
| dez./2025 | 642.913 | -1,5% | |
Desempenho eleitoral
[editar | editar código]| Legislatura | Bancada | % | ± |
|---|---|---|---|
| 48ª (1987–1991) |
1 / 494
|
0,20 | |
| 49ª (1991–1995) |
11 / 503
|
2,18 | |
| 50ª (1995–1999) |
14 / 513
|
2,72 | |
| 51ª (1999–2003) |
18 / 513
|
3,50 | |
| 52ª (2003–2007) |
22 / 513
|
4,28 | |
| 53ª (2007–2011) |
27 / 513
|
5,26 | |
| 54ª (2011–2015) |
35 / 513
|
6,82 | |
| 55ª (2015–2019) |
34 / 513
|
6,62 | |
| 56ª (2019–2023) |
32 / 513
|
6,23 | |
| 57ª (2023–2027) |
14 / 513
|
3,81 |
Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.
Eleições estaduais
[editar | editar código]| Participação e desempenho do PSB nas eleições estaduais de 2022[43] | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos.
Em negrito estão os candidatos filiados ao PSB durante a eleição.
|
| Participação e desempenho do PSB nas eleições estaduais de 2018[43] | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos (7 governadores e 13 senadores).
Em negrito estão os candidatos filiados ao PSB durante a eleição.
|
Eleições presidenciais
[editar | editar código]| Ano | Imagem | Candidato(a) a Presidente | Candidato a Vice-Presidente | Coligação | Votos | Posição |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1989 | Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
José Paulo Bisol
(PSB) |
Frente Brasil Popular (PT, PSB e PCdoB) |
31.076.364 (46,97%) | 2.ª | |
| 1994 | Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
Aloizio Mercadante
(PT) |
Frente Brasil Popular pela Cidadania (PT, PSB, PCdoB, PPS, PV e PSTU) |
17.122.127 (27,04%) | 2.ª | |
| 1998 | Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
Leonel Brizola
(PDT) |
União do Povo Muda Brasil (PT, PDT, PSB, PCdoB e PCB) |
21.475.218 (31,71%) | 2.ª | |
| 2002 | Anthony Garotinho
(PSB) |
José Antonio Figueiredo
(PSB) |
Brasil Esperança (PSB, PGT e PTC) |
15.180.097 (17,86%) | 3.ª | |
| Segundo turno: apoio ao candidato vitorioso Luiz Inácio Lula da Silva (PT)[55] | ||||||
| 2006 | Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
José Alencar
(PRB) |
A Força do Povo (PT, PRB e PCdoB) apoio informal do PSB[56] |
58.295.042 (60,83%) | 1.ª | |
| 2010 | Dilma Rousseff
(PT) |
Michel Temer
(PMDB) |
Para o Brasil seguir Mudando (PT, PMDB, PR, PSB, PDT, PCdoB, PSC, PRB, PTC e PTN) |
55.752.529 (56,05%) | 1.ª | |
| 2014 | Marina Silva
(PSB) |
Beto Albuquerque
(PSB) |
Unidos pelo Brasil (PSB, PHS, PRP, PPS, PPL e PSL) |
22.176.619 (21,32%) | 3.ª | |
| Segundo turno: apoio ao candidato derrotado Aécio Neves (PSDB)[57] | ||||||
| 2018 | Primeiro turno: neutralidade. Segundo turno: apoio ao candidato derrotado Fernando Haddad (PT), com liberação dos diretórios do DF e de SP.[58] | |||||
| 2022 | Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
Geraldo Alckmin
(PSB) |
Brasil da Esperança (FE Brasil, PSB, Solidariedade, Fed. PSOL REDE, Avante, Agir e PROS) |
60.345.999 (50,90%) | 1.ª | |
Presidentes nacionais
[editar | editar código]Esta é a Lista de Presidentes Nacionais do Partido Socialista Brasileiro, desde sua fundação, em 1985.
| Presidente | Vice-presidente | Início do Mandato | Fim do Mandato |
|---|---|---|---|
| Jamil Haddad (PSB-RJ) | 2 de julho de 1985 | 13 de agosto de 1993 | |
| Miguel Arraes (PSB-PE) | Eduardo Campos (PSB-PE) | 13 de agosto de 1993 | 13 de agosto de 2005 |
| Eduardo Campos (PSB-PE) | 13 de agosto de 2005 | 13 de agosto de 2014 | |
| Roberto Amaral (PSB-CE) | 13 de agosto de 2014 | 13 de outubro de 2014 | |
| Carlos Siqueira (PSB-PE) | Paulo Câmara (PSB-PE) | 13 de outubro de 2014 | 1.º de junho de 2025 |
| João Henrique Campos (PSB-PE) | Geraldo Alckmin (PSB-SP) | 1.º de junho de 2025 | Atualidade |
Notas e referências
Notas
Referências
- ↑ a b c TSE. «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ a b PSB (9 de fevereiro de 2019). «Executiva Nacional». Consultado em 2 de dezembro de 2021
- ↑ https://www.poder360.com.br/partidos-politicos/com-lula-e-motta-joao-campos-e-eleito-presidente-do-psb/
- ↑ «PSB relembra Ariano Suassuna». PSB 40. Consultado em 4 de dezembro de 2021
- ↑ a b c d e f g PSB. «Nossa História». Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ Carlomagno, Márcio; Braga, Sérgio; Angeli, Alzira Ester (2022). «Do — and why do — people interact with politicians on social media? Evidences from Brazilian state level elections». Revista Sociedade e Cultura (em inglês). Consultado em 12 de outubro de 2025
- ↑ Schwarcz, Lilia Moritz (28 de janeiro de 2025). Brazilian Authoritarianism: Past and Present (em inglês). [S.l.]: Princeton University Press. Consultado em 12 de outubro de 2025
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- ↑ a b c TSE. «Estatísticas do eleitorado – Eleitores filiados». Consultado em 3 de fevereiro de 2026
- ↑ Aliança Progressista. «Parties & Organisations» (em inglês). Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ UOL (30 de agosto de 2019). «PSB critica Venezuela e sai do Foro de São Paulo». Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ Mapa de apuração
- ↑ Senado Federal. «Senadores em Exercício 55ª Legislatura (2019 - 2023)». Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ a b Câmara dos Deputados. «Bancada dos partidos». Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ Wesley Bischoff (7 de outubro de 2024). «MDB, PP e PSD crescem e mantêm liderança no número de vereadores no Brasil; PSDB encolhe». G1. Consultado em 7 de outubro de 2024
- ↑ «Lista de Parlamentares do Mercosul (2025)». Consultado em 5 de maio de 2025
- ↑ «Manual de identidade visual do Partido Socialista Brasileiro» (PDF). Partido Socialista Brasileiro. Consultado em 19 de agosto de 2022
- ↑ Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (1947-1965)». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 3 de novembro de 2025
- ↑ politize (12 de abril de 2024). «História do PSB: A busca pelo socialismo e a liberdade». Consultado em 3 de novembro de 2025
- ↑ a b c d «Propostas de Teses Para o Novo Programa do PSB» (PDF). Consultado em 13 de julho de 2021. Cópia arquivada (PDF) em 15 de maio de 2024
- ↑ «João Campos busca atrair políticos de fora da esquerda para o PSB, a exemplo do pai». Folha de S.Paulo. 23 de junho de 2025. Consultado em 16 de julho de 2025
- ↑ «A trajetória do PSB, o partido que quer lançar Joaquim Barbosa à Presidência». BBC News Brasil. São Paulo. 30 de abril de 2018. Consultado em 20 de julho de 2025
- ↑ «Garotinho deixa PDT depois de brigas com Brizola». Folha de Londrina. 11 de novembro de 2000. Consultado em 23 de agosto de 2024
- ↑ «Folha de S.Paulo - Rio: Garotinho deixa o PDT mesmo sem definir nova sigla - 16/11/2000». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2024
- ↑ http://www.dothnews.com.br. «Saturnino Braga deixa o PSB e vai para o PT». www.douradosnews.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2024
- ↑ «Folha de S.Paulo - Garotinho: Azarão, ex - governador sai vitorioso até com derrota». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2024
- ↑ «Folha de S.Paulo - Rio de Janeiro: Rosinha leva governo do Rio e rejeita PT - 08/10/2002». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2024
- ↑ «Rosinha Garotinho processa colunista do jornal O Globo - Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: política». Jornal Diário do Grande ABC. 4 de novembro de 2002. Consultado em 23 de agosto de 2024
- ↑ G1 (14 de abril de 2014). «PSB anuncia chapa com Campos para presidente e Marina Silva como vice» 🔗. Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ G1 (13 de agosto de 2014). «Eduardo Campos morre». Globo. Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ Rodrigo Martins (19 de outubro de 2014). «"A ideia é puxar o PSDB para a esquerda", diz presidente do PSB». Carta Capital. Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ João Domingos, Agência Estado (14 de outubro de 2014). «Com derrota de Marina, PSB e PPS retomam projeto de fusão». Política Livre. Consultado em 7 de abril de 2021
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