Partido Trabalhista Brasileiro (1979)

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Disambig grey.svg Nota: Para o partido brasileiro da 4ª República, veja Partido Trabalhista Brasileiro (1945).
Partido Trabalhista Brasileiro
"Deus, Família, Pátria e Liberdade."
Número eleitoral 14[1]
Presidente Roberto Jefferson[2]
Vice-presidente Graciela Nienov[2]
Secretário-geral Rodrigo Valadares[2]
Fundação 21 de novembro de 1979 (41 anos)[3]
Registro 3 de novembro de 1981 (39 anos)[1]
Sede Brasília, DF
Ideologia Bolsonarismo[4]
Nacionalismo[4]
Militarismo[4]
Conservadorismo social
Anticomunismo
Populismo de direita
Integralismo[5]
Histórico:
Trabalhismo[4]
Getulismo[4]
Nacionalismo de esquerda[4]
Espectro político Direita a Extrema-direita[6][7][8][9][10][11]
Histórico:
Centro-esquerda[4]
Think tank Fundação Ivete Vargas
Ala jovem Juventude do PTB (JPTB)
Fusão incorporou o PSD e o PAN
Membros (2021) 1.077.583 filiados[12]
Governadores (2021)[13]
0 / 27
Prefeitos (2020)[14]
215 / 5 568
Senadores (2021)[15]
0 / 81
Deputados federais (2021)[16]
10 / 513
Deputados estaduais (2021)
30 / 1 024
Vereadores (2020)[17]
2 474 / 56 810
Cores      Amarelo
     Verde
     Azul
Página oficial
ptb.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) é um partido político brasileiro fundado em 1979 e registrado definitivamente em 1981,[3][1] sendo uma das iniciativas que buscavam refundar o antigo PTB (1945-1965). Com 1.077.583 filiados em maio de 2021, é o sexto maior partido do país.[12] Ao longo de sua história, o partido deu apoio aos ex-presidentes Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva,[3] Dilma Rousseff (no início)[18] e Michel Temer.[19] Durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, o PTB apresentou alinhamento de 91% com o mesmo nas votações da câmara (até abril de 2021).[20]

História[editar | editar código-fonte]

Originalmente o atual PTB utilizava a mesma bandeira do antigo PTB.

Após a Lei da Anistia, no contexto da redemocratização do Brasil, um grupo político baseado em São Paulo e liderado pela ex-deputada Ivete Vargas (sobrinha-neta do ex-presidente Getúlio Vargas) tinha a intenção de refundar o antigo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), fundado em 1945 e extinto pela ditadura militar em 1965. Também havia outro grupo de políticos exilados liderado por Leonel Brizola, ex-governador do Rio Grande do Sul, que pretendia refundar o partido. Ivete fora a um encontro com esse grupo em Lisboa, mas não houve consenso, pois Ivete não admitia abdicar de liderar a nova organização e também não concordava em unir o trabalhismo com o socialismo democrático. Houve então uma acirrada disputa política e judicial, tendo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dado ganho de causa ao grupo de Ivete por ter pedido o registro do partido uma semana antes de Brizola. O novo PTB foi registrado definitivamente em 3 de novembro de 1981, enquanto Brizola fundou o Partido Democrático Trabalhista (PDT).[3]

Em 1980, o PTB tinha apenas um deputado federal, Jorge Cury, do RJ, e nas eleições de 1982, o partido elegeu 13 deputados federais: 5 no RJ e 8 em SP, levados por mais de 260 mil votos de Ivete, além de ter lançado o nome do ex-presidente Jânio Quadros para a disputa do governo paulista. Ivete Vargas morreu em 3 de janeiro de 1984.

Em 1985, o PTB conquistou a prefeitura da maior cidade do país, São Paulo, graças à força personalística de Jânio Quadros que, no entanto, tinha pouco compromisso com o programa do partido. Jânio demonstrou esse desinteresse ao, tão logo tomar posse em 1 de janeiro de 1986, se desfiliar do PTB, meses após. Em 1986, o partido lança o empresário Antônio Ermírio de Moraes para o Governo de São Paulo, ficando na segunda colocação perdendo para Orestes Quércia mas ficando frente de Paulo Maluf.

Ivete Vargas, fundadora do atual PTB, em 1979

Ao falecer, em 1984, Ivete Vargas foi sucedida pelo então deputado federal Ricardo Ribeiro, de Ribeirão Preto. Na Constituinte, o partido foi liderado pelo deputado federal Gastone Righi, janista de SP. De 1986 a 1991, o partido foi presidido pelo ex-deputado Luiz Gonzaga de Paiva Muniz, do RJ, e após, pelo Senador paranaense José Carlos Martinez, finalmente sucedido pelo deputado federal Roberto Jefferson, após seu falecimento.

Em 1989, o PTB postulou o nome do paranaense Affonso Camargo à Presidência da República, que obteve votação inexpressiva (0,5%).

Em 2002 incorporou o PSD (Partido Social Democrático), e em 2007 incorporou o PAN (Partido dos Aposentados da Nação).

História recente[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2016, Roberto Jefferson reassumiu a presidência do partido ao ter reconquistado seus direitos políticos em março.[21] Nas eleições municipais de 2016, o partido elegeu 263 prefeitos[22] e 3.064 vereadores pelo país.[17]

Em julho de 2018, o PTB anunciou apoio ao candidato a presidente da república Geraldo Alckmin (PSDB).[23] Alckmin qualificou Jefferson como um "homem de coragem", enquanto Jefferson comparou Alckmin a Moisés no deserto guiando à terra prometida.[23] No segundo turno, o PTB anunciou apoio ao candidato vitorioso Jair Bolsonaro (então filiado ao PSL), considerando que o candidato traria "mais empregos e melhoria de renda".[24] O partido elegeu os senadores Lucas Barreto (AP) e Nelsinho Trad (MS), além do vice-governador Ranolfo Vieira Júnior (RS).[13] Já na câmara de deputados, o tamanho da bancada do PTB despencou para 10 eleitos.[25] Em janeiro de 2019, a bancada inteira do PTB no senado abandonou o partido.[26]

Em agosto de 2020, o partido acionou o STF para vetar a reeleição dos presidentes da câmara e do senado (o veto ocorreu em dezembro).[27] Em setembro Cristiane Brasil (filha de Jefferson) foi presa acusada de receber propina.[28] Nas eleições municipais ocorridas em novembro, o partido elegeu 215 prefeitos (mais da metade foi nos estados de MG, RS e SP),[14] além de 2.474 vereadores pelo país, tendo um resultado pior que em 2016.[17] Em novembro, o ex-senador Armando Monteiro (PE) se desfiliou do PTB após 17 anos na sigla; meses depois declarou que o PTB "parecia uma seita" por seguir a linha bolsonarista.[29]

Em fevereiro de 2021, o partido foi à Organização dos Estados Americanos (OEA) contra a ação do Supremo Tribunal Federal que determinou a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL/RJ).[30] Em março o partido acionou o STF contra os decretos estaduais que restringiam a circulação de pessoas devida a pandemia de COVID-19.[31] Também nesse mês, Jefferson disparou ofensas contra o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) e o vice Ranolfo Vieira Júnior (PTB) pela adoção das medidas restritivas.[32] Os deputados estaduais e federais do PTB gaúcho, no entanto, deram apoio a Ranolfo, o que levou Jefferson a destituir o diretório inteiro.[32] Em abril, o Ministério Público gaúcho ajuizou ações cívil e criminal contra Jefferson, por injúria, homofobia e preconceito presentes em declarações contra Eduardo Leite.[33] Em maio, com o objetivo de conseguir a filiação de Jair Bolsonaro, Jefferson seguiu dissolvendo diretórios estaduais e provocando a saída imediata ou futura de quadros históricos do partido, inclusive se afastando da filha Cristiane por divergirem sobre o cultivo da Cannabis para uso medicinal.[34]

Para as eleições gerais de 2022, Jefferson pretende lançar o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub como candidato a governador de Santa Catarina[35] e o blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio (investigado pelo STF por envolvimento com a promoção de atos pró-ditadura) como candidato a senador pelo Paraná.[36] Também há rumores de que o deputado Daniel Silveira (atualmente em prisão domiciliar) e o ex-senador Magno Malta possam ser candidatos do partido ao senado pelo Rio de Janeiro e pelo Espírito Santo respectivamente.[37]

Organização[editar | editar código-fonte]

Parlamentares atuais[editar | editar código-fonte]

O senador Telmário Mota (RR), eleito pelo PTB em 2014, e os senadores Lucas Barreto (AP) e Nelsinho Trad (MS), eleitos pelo PTB em 2018, saíram do partido em 2019.[26] Desde então o PTB não tem mandato no senado.[15]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

[carece de fontes?]

Desempenho eleitoral[editar | editar código-fonte]

Câmara dos Deputados[25]
Legislatura Bancada % ±
47ª (1983–1987)
13 / 479
2,71 Aumento 13
48ª (1987–1991)
16 / 494
3,23 Aumento 3
49ª (1991–1995)
37 / 503
7,35 Aumento 21
50ª (1995–1999)
31 / 513
6,04 Baixa 6
51ª (1999–2003)
31 / 513
6,04 Estável 0
52ª (2003–2007)
26 / 513
5,06 Baixa 5
53ª (2007–2011)
22 / 513
4,28 Baixa 4
54ª (2011–2015)
22 / 513
4,28 Estável 0
55ª (2015–2019)
25 / 513
4,87 Aumento 3
56ª (2019–2023)
10 / 513
1,94 Baixa 15

Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.

Eleições estaduais[editar | editar código-fonte]

Participação e desempenho do PTB nas eleições estaduais de 2018[38]
  Candidatos majoritários eleitos (10 governadores e 17 senadores).
Em negrito estão os candidatos filiados ao PTB durante a eleição.
Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que o PTB compôs.
Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores.
Não estão listados os futuros suplentes empossados.
UF Candidatos(as) a Governador(a) e Vice Candidatos(as) a Senadores(as) Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as) — 115 Deputados(as) estaduais eleitos(as) — 145
AC Gladson Cameli (PP) Sérgio Petecão (PSD) PTB / PP / PSDB / PSD / MDB / PR / PPS / PMN / SD / PTC 2 MDB, 1 PSDB, 1 DEM, 1 SD Marcus Cavalcante (PTB)
Major Rocha (PSDB) Márcio Bittar (MDB)
AL Renan Filho (MDB) Renan Calheiros (MDB) PTB / MDB / PR / PT / PCdoB / PODE / PDT / PHS / PV / DC / PSD / PRP / PMB / PPS / PRTB / PMN / Avante Nivaldo Albuquerque (PTB)
+ 1 PSD, 1 PR, 1 MDB, 1 PT
Antônio Albuquerque (PTB)
+ 6 MDB, 2 PSD, 1 SD
Luciano Barbosa (MDB) Maurício Quintella Lessa (PR)
AM Amazonino Mendes (PDT) Hissa Abrahão (PDT) PTB / PDT / PP / PR / Avante / PV / SD / PPS / PHS / PSL / PPL / PRP 1 PSL, 1 PP, 1 PR, 1 SD 2 PSD, 1 DEM, 1 PRB
Rebeca Garcia (PP) Alfredo Nascimento (PR)
AP Waldez Góes (PDT) Lucas Barreto (PTB) PTB / PDT / PROS / MDB / DC / PRB / PCdoB / PRP / PTC / PMB 1 PRB Antônio Furlan (PTB)
+ 1 PMB
Jaime Nunes (PROS)
BA José Ronaldo (DEM) Jutahy Magalhães Júnior (PSDB) PTB / DEM / PSDB / PSC / PV / PRB / SD / PPL / Patriota ninguém 3 PSC
Mônica Bahia (PSDB) Irmão Lázaro (PSC)
CE Camilo Santana (PT) Eunício Oliveira (MDB) PTB / PT / PDT / PP / PSB / PR / DEM / PCdoB / PPS / PRP / PV / PMN / PPL / PRTB / PMB / Patriota Pedro Augusto Bezerra (PTB)
+ 6 PDT, 1 PSB
2 PCdoB
Izolda Cela (PDT) Alberto Bardawil (PODE)
DF Eliana Pedrosa (PROS) Juiz Everardo Ribeiro (PMN) PTB / PROS / PMN / PHS / PTC / PMB / Patriota ninguém Jaqueline Silva (PTB)
Alírio Neto (PTB) Walisson Nascimento (PTB)
ES Aridelmo Teixeira (PTB) Hélder Carnelli (PTB) PTB / PMB ninguém Adilson Espíndola (PTB)
Jéssica Polese (PTB) Rogério Bernardo (PMB)
GO José Eliton (PSDB) Vanderlan Cardoso (PP) PTB / PSDB / PPS / PSB / PSD / SD / PV / NOVO / REDE / Avante / Patriota 1 PSD, 1 PR, 1 SD, 1 PSB, 1 PSDB Henrique Arantes (PTB)
+ 2 PSD
Raquel Teixeira (PSDB) Marconi Perillo (PSDB)
MA Flávio Dino (PCdoB) Weverton Rocha (PDT) PTB / PCdoB / PDT / PT / PSB / PPS / PROS / PRB / PR / DEM / PP / PTC / SD / PPL / Avante / Patriota Pedro Lucas Fernandes (PTB)
+ 2 PCdoB, 1 PRB, 1 PSB, 1 DEM
Mical Damasceno (PTB)
+ 1 PROS
Carlos Brandão (PRB) Eliziane Gama (PPS)
MG Antonio Anastasia (PSDB) Rodrigo Pacheco (DEM) PTB / PSDB / PSD / DEM / SD / PPS / PMN / PSC / PP / PTC / PMB / Patriota 1 PSC, 1 PMN Arlen Santiago (PTB),
Bráulio Braz (PTB),
Sargento Rodrigues (PTB)
Marcos Montes (PSD) Dinis Pinheiro (SD)
MS Reinaldo Azambuja (PSDB) Nelsinho Trad (PTB) PTB / PSDB / DEM / PPS / PP / PMB / PSB / PSD / PSL / PROS / PMN / SD / Avante / Patriota 2 PSL Neno Razuk (PTB)
+ 2 PSL, 2 PP, 2 SD
Murilo Zauith (DEM) Marcelo Miglioli (PSDB)
MT Wellington Fagundes (PR) Adilton Sachetti (PRB) PTB / PR / PV / PRB / PCdoB / PODE / PP / PT / PMN / PROS Emanuelzinho (PTB)
+ 1 PODE, 1 PP, 1 PT
2 PV
Sirlei Theis (PV) Professora Maria Lúcia (PCdoB)
PA Helder Barbalho (MDB) Jader Barbalho (MDB) PTB / MDB / PR / PP / PSD / PRB / PODE / PROS / PSC / PSL / PHS / DC / PMB / PTC / Avante / Patriota Eduardo Costa (PTB),
Paulo Bengtson (PTB)
+ 3 PSD, 2 MDB, 1 PR, 1 PRB
Angelo Ferrari (PTB),
Delegado Toni Cunha (PTB)
+ 1 PSL
Lúcio Vale (PR) Zequinha Marinho (PSC)
PB João Azevêdo (PSB) Veneziano Vital (PSB) PTB / PSB / PDT / PT / DEM / PR / PODE / PRP / PMN / PRB / PCdoB / PPS / REDE / PROS / Avante Wilson Santiago (PTB)
+ 1 PSB, 1 PDT, 1 PRB, 1 PT, 1 DEM
Doda de Tião (PTB),
Wilson Santiago Filho (PTB)
+ 8 PSB, 3 PODE, 1 PCdoB, 1 PRB
Lígia Feliciano (PDT) Luiz Couto (PT)
PE Armando Monteiro (PTB) Mendonça Filho (DEM) PTB / PODE / PSC / PSDB / DEM / PRB / PR / PPS / PSD / PSL / PHS / DC / PMB 2 PRB, 1 PSC, 1 PPS, 1 DEM, 1 PODE Álvaro Porto (PTB),
Romero Sales Filho (PTB)
+ 3 DEM, 1 PRB, 1 PSDB
Fred Ferreira (PSC) Bruno Araújo (PSDB)
PI Wellington Dias (PT) Ciro Nogueira (PP) PTB / PT / MDB / PP / PR / PCdoB / PRTB / PDT / PSD 2 PT, 2 PP, 1 PR, 1 PDT, 1 PSD, 1 MDB Janaina Marques (PTB),
José Nerinho (PTB)
+ 6 MDB, 5 PT, 5 PP, 3 PR, 1 PSD, 1 PRTB, 1 PDT
Regina Sousa (PT) Marcelo Castro (MDB)
PR Cida Borghetti (PP) Alex Canziani (PTB) PTB / PP / PSDB / PSB / PMN / DEM / PROS / PMB Luisa Canziani (PTB)
+ 2 PP, 2 PSB, 2 PROS, 1 DEM
Tião Medeiros (PTB)
+ 5 PSB, 3 PSDB, 3 PP, 2 DEM
Coronel Malucelli (PMN) Beto Richa (PSDB)
RJ Eduardo Paes (DEM) Cesar Maia (DEM) PTB / DEM / PSDB / PP / PPS / MDB / SD / PV / DC / PHS / PMN / Avante 4 DEM, 3 MDB, 2 PP Marcus Vinícius Neskau (PTB)
+ 3 SD
Comte Bittencourt (PPS) Aspásia Camargo (PSDB)
RN Carlos Eduardo Alves (PDT) Garibaldi Alves Filho (MDB) PTB / PDT / PP / MDB / DEM / PR / PODE 1 PTC, 1 PR, 1 PSB, 1 PSD 2 PTC
Kadu Ciarlini (PP) Antônio Jácome (PODE)
RO Acir Gurgacz (PDT) Jesualdo Júnior (PSB) PTB / PDT / DC / PP / PSB / PTC / SD / Avante 1 PP, 1 PDT, 1 PSB Ezequiel Neiva (PTB),
Marcelo Cruz (PTB)
+ 1 PP
Neodi de Oliveira (DC) Carlos Magno (PP)
RR Telmário Mota (PTB) Júlio Martins (PTB) PTB / PV / PT / REDE 1 REDE Jeferson Alves (PTB)
+ 1 PT
Evandro Moreira (PTB) Rudson Leite (PV)
RS Eduardo Leite (PSDB) Luis Carlos Heinze (PP) PTB / PSDB / PPS / PP / PRB / PHS / REDE Marcelo Moraes (PTB),
Maurício Dziedricki (PTB)
+ 4 PP, 2 PSDB, 1 PRB
Aloísio Classmann (PTB),
Dirceu Franciscon (PTB),
Elizandro Sabino (PTB),
Luis Augusto Lara (PTB),
Kelly Moraes (PTB)
+ 6 PP
Ranolfo Vieira Júnior (PTB) Mário Bernd (PPS)
SC Mauro Mariani (MDB) Jorginho Mello (PR) PTB / MDB / PSDB / PR / DC / PPS / PRTB / PTC / Avante 1 PSDB, 1 PPS 3 PR
Napoleão Bernardes (PSDB) Paulo Bauer (PSDB)
SE Valadares Filho (PSB) Antônio Carlos Valadares (PSB) PTB / PSB / PDT / PPL / PROS / PRP 1 PDT Rodrigo Valadares (PTB)
Sílvia Fontes (PDT) Henry Clay (PPL)
SP Márcio França (PSB) Maurren Maggi (PSB) PTB / PSB / PR / PSC / PPS / PODE / PV / PMB / PHS / PPL / PRP / PROS / SD / Avante / Patriota 4 PSB, 2 PPS, 1 PSC Campos Machado (PTB),
Roque Barbiere (PTB)
+ 8 PSB, 2 PPS, 1 PV
Coronel Eliane Nikoluk (PR) Mário Covas Neto (PODE)
TO Márlon Reis (REDE) Irajá Abreu (PSD) PTB / REDE / PV / PSD / PCdoB / PT / PDT / PRTB ninguém 2 PV
José Geraldo (PTB) Paulo Mourão (PT)

Eleições presidenciais[editar | editar código-fonte]

Ano Imagem Candidato a Presidente Candidato(a) a Vice-Presidente Coligação Votos Posição
1989
Institucional (15223979920).jpg
Affonso Camargo
(PTB)
Paiva Muniz
(PTB)
sem coligação 379.286 (0,52%) 11ª
Segundo turno: apoio ao candidato vitorioso Fernando Collor (PRN)[3]
1994
Fernando Henrique Cardoso (1999).jpg
Fernando Henrique Cardoso
(PSDB)
Marco Maciel
(PFL)
União, Trabalho e Progresso
(PSDB, PFL e PTB)
34.364.961 (54,27%)
1998
Fernando Henrique Cardoso (1999).jpg
Fernando Henrique Cardoso
(PSDB)
Marco Maciel
(PFL)
União, Trabalho e Progresso
(PSDB, PFL, PPB, PTB e PSD)
35.936.540 (53,06%)
2002
Cirogomes2006.jpg
Ciro Gomes
(PPS)
Paulinho da Força
(PTB)
Frente Trabalhista
(PPS, PTB e PDT)
10.170.882 (11,97%)
Segundo turno: apoio ao candidato vitorioso Luiz Inácio Lula da Silva (PT)[39]
2010
José Serra no Rio.jpg
José Serra
(PSDB)
Indio da Costa
(DEM)
O Brasil Pode Mais
(PSDB, DEM, PPS, PMN, PTdoB e PTB)
43.711.388 (43,95%)
2014
Aécio Neves em 16 de julho de 2014-3.jpg
Aécio Neves
(PSDB)
Aloysio Nunes
(PSDB)
Muda Brasil
(PSDB, PMN, SD, DEM, PEN, PTN, PTB, PTC e PTdoB)
51.036.040 (48,36%)
2018
Geraldo Alckmin em agosto de 2017.jpg
Geraldo Alckmin
(PSDB)
Ana Amélia
(PP)
Para Unir o Brasil
(PSDB, PP, PR, PRB, PSD, Solidariedade, DEM, PTB e PPS)
5.096.349 (4,76%)
Segundo turno: apoio ao candidato vitorioso Jair Bolsonaro (PSL)[24]

Referências

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  7. «Após guinada à direita, PTB do Paraná sobre debandada» 
  8. André Shalders (11 de setembro de 2017). «Direita ou esquerda? Análise de votações indica posição de partidos brasileiros no espectro ideológico». BBC Brasil. Consultado em 10 de fevereiro de 2019 
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