Pastelão

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Charlie Chaplin em His New Job, comédia em estilo "Pastelão"

Pastelão, em inglês slapstick, é um gênero de comédia cinematográfica em que predominam cenas de tropelias, explorando-se motivos de riso fácil e gosto discutível, implicando, por vezes, violência física. Suas maiores representações atuais, embora marcadamente diferentes dos clássicos, encontram-se nos desenhos animados, nos filmes cômicos de argumento simples e seriados norte-americanos com suas risadas programadas, normalmente direcionados ao público jovem. Apesar de o termo ser muito usado pejorativamente, a interpretação da comédia-pastelão — baseada em sincronismo e cálculo de execução delicados: ação do personagem e risada do público — é considerada uma das tarefas mais difíceis que um ator pode enfrentar.

O termo em português deriva de cenas usadas com frequência neste tipo de comédia, em que um conflito ou briga acaba descambando para uma "guerra de comida", com os personagens jogando tortas e/ou pastelões uns nos outros.

São exemplos consagrados do humor "pastelão": Charles Chaplin, "O Gordo e o Magro" e "Os Três Patetas".

No Brasil, "Os Trapalhões" foi o principal grupo a representar o humor pastelão.

Outro expoente muito conhecido do gênero foi Roberto Gómez Bolaños, criador, roteirista e intérprete dos personagens Chaves, Chapolin e Dr. Chapatín, embora também tenha feito uso de outro tipo de humor: o de caracterização.

Histórico[editar | editar código-fonte]

Slapstick seria um termo inglês originário da junção de slap (bofetada) e stick (bastão), cuja aplicação cinematográfica surgiu nos primeiros filmes cômicos, nos quais os gestos exagerados, os golpes eram a base da comicidade[1].

Referências

  1. Denise Santos Cruz (1986). «A Comédia Muda». Rio de Janeiro: Ebal. Cinemin. 25 (5): pp. 28–31 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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