Paulina Teresa de Württemberg

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Paulina Teresa de Württemberg
Rainha de Württemberg
Retrato por Georg Friedrich Erhardt.
Rainha de Württemberg
Período 15 de abril de 1820 - 25 de junho de 1864
Antecessor(a) Catarina Pavlovna da Rússia
Sucessor(a) Olga Nikolaevna da Rússia
 
Cônjuge Guilherme I de Württemberg
Descendência Catarina Frederica de Württemberg
Carlos I de Württemberg
Augusta de Württemberg
Nascimento 4 de setembro de 1800
  Riga, Letónia
Morte 10 de março de 1873 (72 anos)
  Estugarda, Alemanha
Religião Luteranismo
Pai Luís, Duque de Württemberg
Mãe Henriqueta de Nassau-Weilburg

Paulina Teresa Luísa de Württemberg (em alemão: Pauline Therese Luise; Riga, 4 de setembro de 1800 - Estugarda, 10 de março de 1873) foi a terceira esposa do rei Guilherme I de Württemberg.

Família[editar | editar código-fonte]

Paulina foi a terceira filha nascida do casamento entre Luís, Duque de Württemberg e a princesa Henriqueta de Nassau-Weilburg. Os seus avós paternos eram Frederico Eugénio II de Württemberg e a duquesa Frederica de Brandemburgo-Schwedt. Os seus avós maternos eram Carlos Cristiano, Príncipe de Nassau-Weilburg e a princesa Carolina de Orange-Nassau.[1]

Casamento e descendência[editar | editar código-fonte]

Paulina com o seu filho Carlos

No dia 15 de abril de 1820, Paulina casou-se em Estugarda com o seu primo direito, o rei Guilherme I de Württemberg, tornando-se assim rainha-consorte de Württemberg. Paulina era já a sua terceira esposa e o casamento foi infeliz, especialmente por causa da ligação com a actriz Amalia Stubenrauch.

Mesmo assim tiveram três filhos:

Paulina também foi madrasta das princesas Maria e Sofia de Württemberg, futura rainha dos Países Baixos, as duas filhas de Guilherme do seu segundo casamento. Numa carta para a sua amiga lady Malet, a rainha Sofia viria a escrever mais tarde sobre a possibilidade de a sua madrasta e uma das suas filhas (Catarina ou Augusta) ter de se refugiar nos Países Baixos em breve devido às Revoluções de 1848 nos estados alemães.[2]

Morte[editar | editar código-fonte]

Guilherme I morreu no Castelo Rosenstein em Estugarda no dia 25 de junho de 1864. Com a sua morte, a separação entre o casal passou a ser do conhecimento público uma vez que Paulina foi completamente excluída de qualquer herança no seu testamento. A princesa morreu nove anos depois, no dia 10 de março de 1873, tendo passado os seus últimos anos na Suíça.

Paulina foi muito popular, não só pela bondade que mostrava para com os seus súbditos, mas também pela devoção que tinha para os pobres. Após a sua morte, muitas ruas, estradas e outros locais de Württemberg receberam o seu nome.

Referências

  1. C. Arnold McNaughton, The Book of Kings: A Royal Genealogy, in 3 volumes (London, U.K.: Garnstone Press, 1973), volume 1, page 224
  2. Sophie of Württemberg, p. 94.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • The New International Encyclopedia. Daniel Coit Gilman, Harry Thurston Peck, and Frank Moore Colby (eds). New York: Dodd, Mead, and Company. 1909.
  • Sophie of Württemberg. A Stranger in The Hague: The Letters of Queen Sophie of the Netherlands to Lady Malet, 1842-1877. S.W. Jackson and Hella Haasse (eds.). Duke University Press. 1989.
Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Paulina Teresa de Württemberg