Paulo Henriques Britto

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Paulo Henriques Britto
Nascimento 1951 (66 anos)
Rio de Janeiro
Residência Gávea, Rio de Janeiro
Nacionalidade Brasil Brasileiro
Alma mater PUC-Rio
Ocupação Poeta, professor e tradutor
Prémios Prêmio Portugal Telecom de Literatura (2004)
Magnum opus Macau

Paulo Henriques Britto (Rio de Janeiro, 1951) é um poeta, professor e tradutor brasileiro.

Estreou como poeta em 1982, com Liturgia da matéria, a que se seguiu Mínima Lírica (1989), Trovar Claro (1997), com o qual recebeu o Prêmio Alphonsus de Guimarães, da Fundação da Biblioteca Nacional, e Macau (2003), com o qual recebeu o prêmio Portugal Telecom de literatura brasileira. Em 2004 lançou o livro de contos Paraísos artificiais e em 2007 lançou Tarde, seguido de Formas do nada, em 2012.

Já traduziu mais de cem livros, entre obras de William Faulkner, Elizabeth Bishop, Byron, John Updike, Thomas Pynchon e Charles Dickens.[1]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Autor[editar | editar código-fonte]

  • 1989 - Liturgia da matéria
  • 1989 - Mínima lírica
  • 1997 - Trovar claro
  • 2003 - Macau
  • 2004 - Paraísos artificiais (contos)
  • 2007 - Tarde
  • 2009 - Eu quero é botar meu bloco na rua
  • 2012 - Formas do nada

Referências

  1. «Paulo Henriques Britto» (em inglês). Bokmässan 2014 - Bokmässan 2014. 28 de agosto de 2014. Consultado em 9 de setembro de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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