Pauropoda

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaMyriapoda
Pauropus huxleyi
Pauropus huxleyi
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Subfilo: Myriapoda
Classe: Pauropoda John Lubbock, 1868
Ordem: Pauropodina
Famílias
Afrauropodidae

Brachypauropodidae
Millotauropodidae
Pauropodidae

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O Wikispecies tem informações sobre: Pauropoda

A classe Pauropoda pertence à superclasse Myriapoda, formando o grupo Progoneata (grupo cuja característica que os definem é o fato de serem progoneados, ou seja, apresentam a abertura genital deslocado para a parte anterior do tronco) com Symphyla e Diplopoda e o clado Diagnatha com Diplopoda.[1] A palavra Pauropoda vem da junção dos elementos gregos pauros (=pequenos) e pod, de podos (=pés), portanto, Pauropoda seria o animal com ‘’patas pequenas’’. São animais terrestres, noturnos, cegos, alguns são corredores ágeis de curta distância.

Apresentam uma cor esbranquiçada ou amarelada, mais escura em algumas espécies. [1]Esses animais são encontrados em todos os continentes, exceto na Antártica. O corpo consiste em cabeça com um par de maxilas e um de mandíbulas (animais dignatos), dois pares de antenas e pseudóculos, com função de sensibilidade à umidade. O tronco é segmentado com 9 a 11 pares de pernas em adultos e pigídio com placa anal. O comprimento do corpo varia entre 0,4 e 2 mm. As aberturas genitais estão entre o segundo par de pernas da área ventral. O pigídio anal consiste em duas partes, uma tergo-dorsal e outra externa-ventral, e a placa anal está localizada sob a parte dorsal do pigídio. O tronco tem tergitos com cinco pares de cerdas longas e tácteis.[1]

Os paurópodos, como os Symphyla, procuram lugares úmidos, vivem em fendas do solo e até mesmo lugares com lixo descartado pelos humanos. Os Pauropoda se alimentam de fungos e substâncias resultantes da decomposição de plantas e animais. A ordem Pauropoda é formada por duas subordens: Hexamerocerata e Tetramerocerata. O primeiro com uma família e um gênero e o segundo com 11 famílias e 45 gêneros.[1]

Evolução, sistemática e filogenia[editar | editar código-fonte]

O grupo Pauropoda é pouco estudado atualmente. Existem 700 espécies descritas em todo o mundo agrupadas em duas ordens: Hexamerocerata e Tetramerocerata, que diferenciam-se primariamente pelo número de segmentos que formam suas antes - a primeira tem antenas formadas por 6 segmentos, e a segunda, por 4 segmentos.

Os Hexamerocerata apresentam seu tronco composto por 12 segmentos, com 12 tergitos e 11 pares de patas. Seu corpo é geralmente branco e sua estrutura proporcionalmente longa e larga. A única família dessa ordem, Millotauropodiae, possui apenas um gênero com poucas espécies.

Os Tetramerocerata, por sua vez, tem seu tronco formado por 4 segmentos, 6 tergitos e de 8 a 10 pares de patas. Seus representantes são geralmente pequenos, de coloração branca ou amarronzada. Muitas de suas espécies apresentam 9 pares de patas na fase adulta. As 8 famílias contidas nessa ordem são: Amphipauropodidae, Brachypauropodidae, Diplopauropodidae, Eurypauropodidae, Hansenauropodidae, Pauropodidae, Polypauropodidae e Sphaeropauropodidae. A maioria dos gêneros e espécies encontrados pertencem à família Pauropodidae.

Embora não se tenham registros fósseis de Pauropoda anteriores à época do âmbar no Báltico, considera-se que seja um grupo antigo intrinsecamente relacionado aos Diplopoda pelas seguintes evidências: ambos os grupos apresentam 3 peças bucais, suas aberturas genitais encontram-se na parte anterior do corpo e há presença de fase de pupa ao fim do desenvolvimento embrionário. Portanto, é provável que ambos compartilhem um ancestral comum, tratando-se de grupos-irmãos.

Diversidade e distribuição[editar | editar código-fonte]

Os representantes da subordem Hexamerocerata são encontrados nas regiões tropicais, enquanto que os de Tetramerocerata têm distribuição mais ampla, sendo encontrados por quase todo o mundo. É possível que a fauna mundial total de representantes dos Pauropoda apresente em torno de 5000 espécies, sendo que apenas a fauna australiana é pode apresentar, pelo menos, 1000 espécies.

Morfologia[editar | editar código-fonte]

Externa[editar | editar código-fonte]

Os Pauropoda possuem cabeça pequena, em formato triangular, contendo duas antenas birremes. Com exceção da família Eurypauropodidae, a cabeça desses animais é livre, coberta apenas pelo primeiro tergito. Sua superfície é coberta por uma cutícula geralmente lisa, apresentando cerdas de formas e tamanhos variáveis. Lateralmente à cabeça situam-se os pseudóculos, com função exclusivamente sensorial, uma vez que os Pauropoda são cegos.[1]

Sua boca é composta por um par de mandíbulas endognatas, formando uma peça única não segmentada, e um par de maxilas, ambos os conjuntos sem muita força. As antenas dos pauropoda são formadas por 4 (em Tetramerocerata) ou 6 (em Hexamerocerata) segmentos. Posteriormente à cabeça encontra-se uma zona indiferenciada dorsalmente do restante do corpo, chamada collum, onde na sua região ventral encontra-se um par de patas vestigiais, formadas por 1 a 3 segmentos.[1]

O tronco, na maioria dos Pauropoda, é fusiforme ou alargado, podendo ser arredondado nas regiões anterior e posterior. Possui 12 segmentos na região dorsal, seguido por um segmento anal ápodo. O número de tergitos varia entre 6, 9 ou 10 para os Tetramerocerata, e 12 para os Hexamerocerata.[1] Em alguns indivíduos, como os da família Sphaeropauropodidae, o primeiro tergito pode se apresentar amplo e convexo, dando ao animal a possibilidade de contrair o corpo para formar uma esfera.[2] Os segmentos que compõem o corpo desses animais agrupam-se de dois em dois a partir do terceiro, formando um diplotergito.[1]


Em Brachyopauropodidae, seus tergitos são bem delimitados e divididos em pequenos escleritos de cutícula grossa. Já em Eurypauropodidae, Sphaeropauropodidae, Antichtopauropodidae e Eirmopauropodidae, a cutícula é áspera e fortemente esclerotizada.[2]

Quanto às patas, os ovos de pauropoda geralmente eclode em larvas com três pares de patas que, no decorrer da anamorfose, definem o número de apêndices que o adulto terá, de acordo com seu grupo, que varia de 8 a 11. [1]As patas apresentam uma inserção lateral, que permite que sejam maiores quando comparadas às que apresentam inserção ventral.[3] Isso faz com que os pauropoda sejam extremamente ágeis.

Interna[editar | editar código-fonte]

  • Sistema nervoso

O sistema nervoso dos Pauropoda é composto por cérebro e “cadeia nervosa ventral”[1]. O cérebro é composto por três pares de gânglios bem diferenciados: o protocérebro, deutocérebro e tritocérebro - esse último é conectado ao gânglio frontal da cadeia simpática.[3] Já a cadeia ventral apresenta-se como um cordão compacto e par. Há ainda um gânglio subesofágico, formado pela união de outros dois pares de gânglios: mandibular e maxilar. No collum encontra-se um único gânglio e cada par de patas possui um par de gânglios correspondente. Não são observadas fusões de pares de gânglios sucessivos, exceto ao final do cordão.[4]

Os pauropoda possuem pêlos sensoriais muito longos, denominados tricobótrios, que se inserem-se lateralmente nos tergitos. Os tricobótrios são os órgãos mecanorreceptores dos pauropoda;[1] apresentam inervação múltipla, o que permite ter sensibilidade direcional e detectar suaves movimentos do ar de, pelo menos, oito direções distintas [5]. Consistem de um bulbo basal que serve como sistema amortecedor. A maioria dos tricobótrios são simples e muito similares entre si, mais ou menos pubescentes.[1]

Nesses animais não são encontrados órgãos fotorreceptores, e a cutícula porosa que recobre os órgãos temporais não é, em nenhuma instância, indício de função olfatória em seu sentido mais amplo.

  • Sistema esquelético

A estrutura do corpo dos pauropoda, tanto no âmbito muscular quanto no tegumento frágil que o reveste, está relacionada com a habilidade de se encurtar e alongar, conforme a existência de um alto grau de contração. Além disso, há também a contração que possibilita ao corpo se dobrar, no plano horizontal, promovendo rápida locomoção.[1]

  • Sistema digestório

O tubo digestivo, de forma primariamente reta, tem início já na boca. Na maioria das espécies, as peças bucais são pouco desenvolvidas. O desenvolvimento só é maior nos Hexamerocerata, com fortes e afiadas mandíbulas que assemelham-se às dos diplopoda[6]. Na cavidade bucal desembocam um par de glândulas salivares. A boca é delimitada anteriormente pelo clipeo-labro ou epifaringe e posteriormente pelas maxilas. Posteriormente, o intestino continua por um tubo reto que percorre praticamente toda a extensão do corpo. O intestino não é muscular e termina no décimo segmento em um reto curto, cuja abertura se situa imediatamente antes da placa anal.[1]

  • Sistema respiratório

Na maioria dos Pauropoda a troca gasosa se estabelece unicamente através do tegumento fino. Nos Hexamerocerata existem traqueias cujas aberturas se situam na base das patas.[1]

  • Sistema excretor

Possuem Túbulos de Malpighi grossos, situados em ambos os lados do intestino médio e que desembocam na união deste com o reto. As fezes parecem gotículas em forma líquida, mas se desconhece a taxa de velocidade de produção fecal[7].

A presença de cristais no epitélio do intestino médio e sua secreção no lúmen indica que aquele pode ser o principal órgão excretor dos pauropoda[8]. Não se conhece a presença de órgãos osmorreguladores especiais [2].

  • Sistema reprodutor

Há separação de sexos e são progoneados. [1]Os orifícios genitais se abrem, em ambos os sexos, no segundo par de patas. Já os quatro testículos testículos são dorsais em relação ao intestino (uma exceção dentre os progoneados)[9]. O ovário é ventral em relação ao intestino, como no demais progoneados[3].

A abertura genital da fêmea, a vulva, é pouco aparente, enquanto o macho apresenta um par de pênis formados por uma região basal e outra distal, cuja extremidade apresenta uma cerda dura, longa e forte. A forma dos pênis é específica.[1] Não se conhece dimorfismo sexual, ainda que em algumas espécies de Decapauropus tenha se encontrado pequenas diferenças na forma da placa anal e nas cerdas do pigídio [10].

Reprodução e desenvolvimento embrionário[editar | editar código-fonte]

Em algumas espécies de Pauropodidae, é rara a presença de machos, sugerindo a ocorrência de partenogênese. Parece que esta forma de reprodução é adequada em determinadas zonas em que há dificuldade reprodutiva ou colonização com indivíduos bissexuais. Observou-se ocorrência de tal método no norte da Europa e norte da África[11].

Quanto à postura, os ovos são depositados isoladamente ou em grupos no solo ou substrato em que vive o animal. São geralmente esféricos, esbranquiçados e de diâmetro entre 0,05 e 0,15mm [12]. Quanto ao desenvolvimento pós-embrionário, os pauropoda apresentam anamorfose. A duração do período pós-embrionário é desconhecida. Na família Pauropodidae, ao fim de duas semanas após a postura, a membrana externa do ovo se rompe e o embrião passa para a fase de pupa; esta fase é estática e dura poucos dias. Seguem-se então quatro estágios larvais. Ao longo desses estágios adicionam-se segmentos e tricobótrios; durante o primeiro estágio, o corpo é composto por apenas sete segmentos e dois pares de tricobótrios.

Comportamento[editar | editar código-fonte]

Alimentação[editar | editar código-fonte]

Verhoeff (1934) encontrou uma espécie de pauropoda se alimentando de dípteros mortos flutuando em uma poça.[1] Harrison (1914) não teve dúvidas de que pauropoda se alimentavam de húmus ao observá-los “vasculhando” em partículas de de solo em que não se distinguia nenhuma partícula de alimento. O autor viu Panropus carolinensis se alimentando do micélio de fungos crescendo em folhas em decomposição.[13]

Limpeza[editar | editar código-fonte]

Outro tipo de comportamento observados entre os Pauropodidae estudados foi o de limpeza de suas antenas e pés[13][14]. Harrison descreveu vividamente o processo: “Eles gastam grande parte de seu tempo limpando seus apêndices, começando por suas antenas, que são puxadas para baixo pelo movimento vigoroso do primeiro par de patas correspondente e passadas rapidamente para a boca. Prosseguem então para cada par de patas, com o membro sendo sistematicamente lavado da coxa até o tarso. Essa atitude, de limpar toda a extensão dos membros, é curiosamente coincidente ao processo assumido por gatos domésticos.” (JULY, 1944).

Observação[editar | editar código-fonte]

Outro hábito característico comumente observado entre Pauropus carolinensis é aquele em que o animal suporta seu peso corpóreo nos três ou quatro pares de patas posteriores, com a cabeça e porção anterior do corpo elevados para observação. Esse comportamento é de grande ajuda para coletores, uma vez que animais nessa posição elevada são mais detectáveis que os demais presentes na superfície da água.

Locomoção[editar | editar código-fonte]

Os movimentos rítmicos das antenas de pauropoda atraem imediatamente a atenção do observador. Quando o animal está em movimento, as antenas movimentam-se simultaneamente de um lado a outro. Quando em repouso, casa antena começa a trabalhar alternadamente, e no lugar do movimento de lado a outro, uma em seguida da outra lança-se para a frente. Enquanto o animal parece estar se alimentando, as antenas não apresentam movimento.

Podem se deslizar por espaços estreitos e irregulares; os Pauropoda adultos também podem correr rapidamente em corridas curtas com seu corpo rígido; só os indivíduos adultos utilizam um padrão lento de locomoção. Quando se deslocam lentamente o corpo permanece macio e pode dobrar-se em forma de U em todas as direções, pelo menos na maioria das espécies fracamente esclerotizadas.

Cuidado parental[editar | editar código-fonte]

Observou-se cuidado parental por parte da fêmea[13]. Ela guarda seus ovos até eclodirem; após, os filhotes cuidam de si.

Habitat[editar | editar código-fonte]

Registros indicam que os esconderijos favoritos dos pauropoda encontram-se sob rochas, musgo, lodo e acúmulos de matéria orgânica em decomposição em áreas arborizadas onde há umidade suficiente[15].

Os Pauropoda, assim como os sínfilos (outro grupo de miriápodes de pequeno tamanho), vivem no solo e são encontrados ocupando os mesmos substratos que outros organismos edáficos (Collembola, Diplura, Acari, Protura, etc.), ainda que sua presença seja muito desigual e as populações sejam escassas. A maioria das espécies são muito sensíveis ao ar seco e preferem ambientes úmidos. Porém, a resistência às temperaturas tanto altas como baixas é notável. Algumas espécies podem resistir às baixas temperaturas dos invernos da Sibéria, Alasca[16][7] ou Nepal. No hemisfério sul foram coletados em zonas tão quentes como no Sahara argelino [17].

As espécies que apresentam uma cutícula mais espessa resistem melhor e também as que possuem a capacidade de recolher o corpo formando uma esfera; assim, foram coletadas duas espécies de Decapauropus no deserto de Negev em Israel. Umas espécies dependem mais que outras da temperatura, mas o que parece estar claro é que, em geral, é mais determinante a umidade do solo do que a temperatura na distribuição vertical destes miriápodes. Seu pequeno tamanho permite que penetrem nas camadas mais profundas, chegando a serem coletados de 1,5 a 3,1 m[18].

Interações ecológicas[editar | editar código-fonte]

Os paurópodes apresentam algumas interações como, por exemplo com a soja onde participam da microfauna composta por outros artrópodes como tardígrados e centopeias, que desempenha papéis importantes na reciclagem dos compostos orgânicos, contribuindo para o desenvolvimento de cultivares.[19]

Referências

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  7. a b Scheller, Ulf (1990). «Pauropoda». New York. Soil Biology Guide: 861-890 
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  11. Joachim, Adis,; Ulf, Scheller,; Wellington, de Morais, José; G., Rodrigues, José Maria (1999/09). «Abundance, species composition and phenology of Pauropoda (Myriapoda) from a secondary upland forest in Central Amazonia.». Revue Suisse de Zoologie. 106 (3). ISSN 0035-418X  line feed character character in |titulo= at position 78 (ajuda); Verifique data em: |data= (ajuda)
  12. Ulg, Scheller (1 de setembro de 1988). «The Pauropoda (Myriapoda) of the Savannah River Plant, Aiken, South Carolina». Savannah River Plant and National Environmental Research Park Program. 17 
  13. a b c HARRISON, L. Proc. Linn. Soc. New South Wales. 39, 1914.
  14. LUBBOCK, J. Trans. Linn. Soc. Lon., 26, 1868.
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  17. Remy, P.A. (1952). «Pauropodes de Nouvelle-Zélande» 6ª ed. Records of the Canterbury Museum: 167–79 
  18. Price, Douglas W. (15 de janeiro de 1975). «Vertical Distribution of Small Arthropods in a California Pine Forest Soil». Annals of the Entomological Society of America (em inglês). 68 (1): 174–180. ISSN 1938-2901. doi:10.1093/aesa/68.1.174 
  19. Frouz, Jan; Prach, Karel; Pižl, Václav; Háněl, Ladislav; Starý, Josef; Tajovský, Karel; Materna, Jan; Balík, Vladimír; Kalčík, Jiří (2008-01). «Interactions between soil development, vegetation and soil fauna during spontaneous succession in post mining sites». European Journal of Soil Biology. 44 (1): 109–121. ISSN 1164-5563. doi:10.1016/j.ejsobi.2007.09.002  Verifique data em: |data= (ajuda)
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