Pedro Carlos de Orléans e Bragança

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Pedro Carlos de Orléans e Bragança
Nome nativo Pedro de Alcântara Carlos João Lourenço Miguel Rafael Gabriel Gonzaga de Bourbon de Orléans e Bragança
Nascimento 31 de outubro de 1945 (72 anos)
Rio de Janeiro
Cidadania Brasil
Progenitores Mãe:Maria da Esperança de Bourbon
Pai:Pedro de Alcântara Gastão de Orléans e Bragança
Filho(s) Pedro Tiago Maria de Orléans e Bragança
Irmão(s) Maria da Glória de Orléans e Bragança
Ocupação político
Prêmios Imperial Ordem da Rosa
Religião cristianismo

Pedro de Alcântara Carlos João Lourenço Miguel Rafael Gabriel Gonzaga de Bourbon de Orléans e Bragança[1] (Petrópolis, 31 de outubro de 1945), príncipe-titular de Orléans e Bragança, é o filho primogênito de Pedro de Alcântara Gastão de Orléans e Bragança e de Maria da Esperança de Bourbon-Duas Sicílias, infanta de Espanha.

Sucessão dinástica[editar | editar código-fonte]

Pedro Carlos é o filho mais velho de Pedro Gastão, que por sua vez é o filho mais velho de Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança, que renunciou aos seus direitos dinásticos como Príncipe Imperial do Brasil. Se a monarquia brasileira não tivesse sido abolida e se Pedro de Alcântara não tivesse renunciado, Pedro Carlos poderia ter sido o imperador do Brasil. Devido à renúncia, retém apenas a pretensão ao título de príncipe de Orléans e Bragança.

Com a morte de seu pai, Pedro Gastão, em 27 de dezembro de 2007, Pedro Carlos tornou-se o chefe do ramo de Petrópolis da família imperial brasileira, e, pelo ramo orleanista, tornou-se o brasileiro com maior precedência à sucessão do trono real francês.

Vida[editar | editar código-fonte]

Pedro Carlos é biólogo, atualmente aposentado.[2]

Pedro Carlos vendeu ao Museu Imperial, em Petrópolis a pena dourada com a qual sua bisavó, a última princesa imperial do Brasil, Isabel de Bragança e Bourbon, assinou a Lei Áurea.[3] Apesar de, após a renúncia de seu avô, os títulos dinásticos brasileiros terem sido transmitidos aos descendentes de seu tio-avô D. Luís Maria Filipe, a pena dourada havia se mantido como herança entre os membros do ramo de Petrópolis, assim como outros direitos e posses. Em 2017, o príncipe realizou leilão de outros itens históricos da Família Imperial, pois visava trocar o Palácio Grão-Pará, em Petrópolis, por uma cobertura menor em Itaipava.[4]

No início de 2008, Pedro Carlos e seu irmão Francisco declararam-se republicanos para um jornal espanhol.[5] O primeiro inclusive alegou que caso ocorra um eventual plebiscito para definir a forma de governo do Brasil, iria defender a república e não a monarquia.[5] Francisco, por sua vez, afirmou que acreditava que a monarquia não daria certo no Brasil.[5] Segundo o mesmo jornal, os demais membros do ramo de Petrópolis também seriam republicanos.[5] Caso seja verdadeiro, seria, para todos os efeitos, uma forma implícita de renunciar às pretensões que seu pai, Pedro Gastão, tinha em relação ao trono brasileiro.

Matrimônio e descendência[editar | editar código-fonte]

Pedro Carlos se casou em Petrópolis, no dia 2 de setembro de 1975, com Rony Kuhn de Sousa, filha de Alfredo Kuhn e Maria das Graças Mercedes de Sousa.[1][6] O casal teve um filho:

Rony Kuhn viria a falecer dois dias depois do nascimento do filho. Pedro Carlos se casou em segundas núpcias na Paraíba do Sul, no dia 16 de julho de 1981, com Patrícia Ana Maria Alexandra Paula Elisabeth Branscombe (Petrópolis, 22 de novembro de 1964). O casal teve um filho:

  • Felipe Rodrigo de Orléans e Bragança (Brasília, 31 de dezembro de 1982).

Patrícia viria a falecer em 21 de novembro de 2009, aos 47 anos.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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