Aspidosperma cylindrocarpon

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Como ler uma caixa taxonómicaAspidosperma australe
Brasília, DF, Brasil, Agência Brasília (Aspidosperma cylindrocarpon), na Quadra 100 do Sudoeste, próximo ao Setor de Indústrias Gráficas.

Brasília, DF, Brasil, Agência Brasília (Aspidosperma cylindrocarpon), na Quadra 100 do Sudoeste, próximo ao Setor de Indústrias Gráficas.
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Subclasse: Magnoliidae
Superordem: Asteranae
Ordem: Gentianales
Família: Apocynaceae
Género: Aspidosperma
Espécie: A. cylindrocarpon[1][2][3][4]
Nome binomial
Aspidosperma cylindrocarpon
Müll. Arg.
Distribuição geográfica
Mapa mostrando a distribuição de Aspidosperma australe na Bolívia, no Paraguai, no Peruno  e no Brasil em Rondônia, Bahia, Paraná, Santa Catarina, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Mapa mostrando a distribuição de Aspidosperma australe na Bolívia, no Paraguai, no Peruno e no Brasil em Rondônia, Bahia, Paraná, Santa Catarina, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Sinónimos
  • Aspidosperma brevifolia Rusby
  • Aspidosperma lagoense Müll.Arg.

Aspidosperma australe é uma árvore nativa do Brasil, não endêmica.[4] Ela é utilizada para pasto apícola, também é utilizada como planta ornamental e sua madeira é utilizada na construção civil.[carece de fontes?] Ela é popularmente conhecida como peroba-poca, peroba-iquira, peroba-de-lagoa-santa, peroba-de-minas ou peroba-rosa.[carece de fontes?].

Distribuição geográfica[editar | editar código-fonte]

A Aspidosperma australe ocorre nas regiões Norte em Rondônia, Nordeste na Bahia, centro-oeste, sudeste, sul no Paraná e em Santa Catarina nos biomas de Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia em vegetações do tipo Floresta Estacional Semidecidual.[4] Também ocorre na Bolívia, no Paraguai e no Peru.[1]

Principais Características[editar | editar código-fonte]

Tronco moderadamente pesado em comparação com as demais madeiras de lei de grande durabilidade quando não está em contato com o solo e a umidade, pois apodrece com facilidade.

Sua altura varia de 5 a 15 metros, possui o tronco sulcado longitudinalmente e, uma casca coberta por um tecido protetor de espessura variável denominado súber.

Seu ramos são castanho-claros. Folhas simples, com látex, elípticas ou ovadas,conforme a espécie, atingindo cerca de 7,0 cm de comprimento, sua superfície é brilhante, com a face interior mais clara e opaca, sua nervura principal é saliente, pecíolo varia de 2 a 4 cm de comprimento.[5]

Suas flores são amarelas. Fruto folículo, cilíndrico, castanho escuro, lenhoso e com lenticelas, 8 cm de comprimento. Sementes aladas, oblongas, com cerca de 10 pares.

Uso[editar | editar código-fonte]

  • Na apicultura com fonte alimento para as abelhas melíferas.
  • Na construção civil como assoalhos, batentes, vigas caibros, telhados.
  • Na construção naval - Para barcos pesqueiros por ser resistente ao sal
  • Em obras externas como postes e mourões
  • Na confecção de vagões e carrocerias.

Referências

  1. a b Tamashiro, Jorge Yoshio (2012). Árvores do campus da Unicamp: nativas do Brasil. [S.l.]: Campinas , SP: Editora da Unicamp. pp. 22 e 23. ISBN 978-85-268-0995-6 
  2. «Tropicos.org. Missouri Botanical Garden». Consultado em 6 de julho de 2017 
  3. «The Plant List (2013). Version 1.1». Consultado em 6 de julho de 2017 
  4. a b c «Aspidosperma». Flora do Brasil 2020 Jardim Botânico do Rio de Janeiro (em construção). Consultado em 6 de julho de 2017 
  5. Lorenz , Harri (1992). "Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil". [S.l.]: Nova Odessa, SP : Editora Plantarum. 25 páginas. 92-0982 
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