PetroRio

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PRIO
Razão social PetroRio S.A.
Empresa de capital aberto
Slogan Energia humana gera energia
Cotação B3PRIO3
Atividade petrolífera
Gênero Sociedade anônima
Fundação 2015
Sede Rio de Janeiro
Locais Rio de Janeiro,  Brasil
Presidente Roberto Monteiro
Produtos Petróleo
Gás natural
Produtos petroquímicos
Faturamento R$ 4,4 bilhões (2021)
Website oficial [1] www.prio3.com.br

A PRIO (razão social PetroRio S.A.) é uma empresa brasileira de capital aberto com foco na produção de petróleo e gás e no investimento e na recuperação de ativos em produção,[1] especializada na gestão eficiente de reservatórios e no desenvolvimento de campos maduros.[2] A Companhia é dedicada também à produção, exploração, comercialização e transporte de petróleo e gás natural. Atualmente, a PRIO é a maior petroleira privada do Brasil,[3] com lucro líquido de US$ 141,3 milhões no segundo trimestre de 2022.

A empresa foi fundada em outubro de 2008, no Rio de Janeiro, com o nome de BN 16 Participações LTDA,[4] e foi transformada em sociedade anônima de capital fechado em 2009, quando passou a se chamar HRT Participações em Petróleo S.A. Em 2015, passou a se chamar PetroRio S.A., após a atual gestão assumir, reestruturar e dar um novo direcionamento estratégico para a empresa. Desde 2020, Roberto Monteiro[5] é o CEO da Companhia e Nelson Queiroz Tanure assumiu a presidência do Conselho de Administração.

Em maio de 2022, a marca foi atualizada e a Companhia passou a se chamar PRIO.[6] O novo nome partiu da sigla da empresa na B3, onde as suas ações são negociadas desde 2010.

Histórico[editar | editar código-fonte]

A HRT Petróleo nasceu em 2009. Em 2010, abriu capital na antiga Bovespa (atual B3) e, em janeiro de 2015, mudou o seu nome para PetroRio S.A. Em junho do mesmo ano, as ações ordinárias da empresa começaram a ser negociadas na BM&F Bovespa S.A. Bolsa de Valores,[7] Mercadorias e Futuros sob o nome de pregão PetroRio e código de negociação PRIO3.[8] Atualmente, a empresa, que se chama PRIO3, tem capital pulverizado na Bolsa e conta com diversos acionistas entre pessoas físicas, jurídicas e fundos de investimentos. Cerca de 80% dos colaboradores da PRIO são acionistas da Companhia, que incentiva a aquisição de ações por parte dos funcionários por meio de um programa de stock options estruturado.

Em 2015, a PRIO concluiu a compra dos 40% restantes do Campo de Polvo, somando aos 60% que já haviam sido adquiridos em 2014 pela HRT. Em 2018, a PRIO realizou a segunda fase do plano de revitalização do Campo de Polvo, que consistiu na perfuração de três novos poços, com investimento de US$ 50 milhões.

A primeira etapa, realizada no primeiro trimestre de 2016, já havia trazido aumento de 20% na produção e nos volumes de reservas do campo.[9] Com o sucesso das novas perfurações de 2018,[10] 2020 e 2021, o Campo de Polvo teve a sua vida útil economicamente viável prolongada pelo menos até 2037.

Utilizando a sua linha de estratégia para aquisição de novos ativos em produção, a PRIO anunciou, no início de 2017, a conclusão da compra de 100% do capital da Brasoil.[11] Com a transação, a empresa assumiu uma participação de 10% no Campo de Gás Natural de Manati,[12] localizado na Bacia Camamu-Almada, assim como dois blocos exploratórios na Bacia da Foz do Amazonas.

Em outubro de 2018, a PRIO fez a compra da Frade Japan Petroleum LTDA,[13] detentora de 18,26% de participação na concessão do Campo de Frade. O negócio se deu por um processo competitivo e resultou no aumento de aproximadamente 25% na produção e 150% nas reservas de óleo da empresa. Em 2019, a Companhia adquiriu mais 51,74% do Campo, em negociação com a Chevron, e, no final do mesmo ano, os 30% restantes foram adquiridos da Petrobras. Atualmente, a PRIO é dona de 100% do Campo de Frade.

Em agosto de 2020, a PRIO passou a ser operadora do Campo de Tubarão Martelo, com participação de 80%, incluindo o FPSO OSX-3, atual FPSO Bravo. A aquisição possibilitou a realização do tieback entre o Campo de Polvo e o de Tubarão Martelo.

Em novembro do mesmo ano, a PRIO anunciou a aquisição de 35,7% de participação no Campo de Wahoo e 60% do bloco exploratório BM-C-32 (Campo de Itaipu), o que levou a Companhia pela primeira vez ao pré-sal. Após nova transação em 2021, a PRIO atualmente detém 63,4% de Wahoo.

No fim de 2021, a Companhia anunciou que o consórcio do qual fazia parte foi selecionado pela Petrobras para começar as negociações exclusivas para aquisição dos Campos de Albacora e Albacora Leste.[14]  Em abril de 2022, foi anunciado que a PRIO assinou o Contrato de Compra e Venda para a aquisição de participação de 90% na operação do Campo de Albacora Leste.

Atualmente, a PRIO se consolida como a principal petroleira independente de origem brasileira, tornando-se uma das dez maiores produtoras de petróleo do país.

A série de investimentos realizada nos últimos anos impulsionou a PRIO. No segundo trimestre de 2022, além do lucro líquido de mais de US$ 130 milhões, 78% maior do que o registrado no mesmo período de 2021, houve receita recorde no total de US$ 377 milhões. O crescimento na comparação anual foi de 95%.

Tieback Polvo – Tubarão Martelo[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2021, a PRIO concluiu a interligação (tieback) entre os campos de Polvo e Tubarão Martelo, tornando a Companhia a primeira empresa independente a criar um cluster privado de produção de campos maduros na região da Bacia de Campos.

O projeto de interligação entre a plataforma Polvo-A e o FPSO Bravo, que teve duração total de 11 meses - tempo recorde para uma operação desse porte -, reduziu os custos operacionais correspondentes ao valor de aluguel do FPSO Polvo e gastos com manutenção e diesel.

Diretores[editar | editar código-fonte]

Roberto Monteiro - CEO[editar | editar código-fonte]

Atual Diretor Presidente (CEO, na sigla em inglês) da Companhia, Roberto Monteiro está na PRIO desde 2014. Exerceu o cargo de Diretor de Operações, além de Diretor Financeiro e de Novos Negócios. Antes, foi Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da OGX Petróleo e Gás, que atua na indústria naval e offshore. Passou também por diversas posições na América Latina Logística (ALL), entre elas, Diretor de Operações e Diretor Executivo para a Argentina. É graduado em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo (USP) - São Carlos e possui MBA pela Carnegie Mellon University - Tepper School.

Milton Salgado Rangel Neto – CFO[editar | editar código-fonte]

Na PetroRio, antes de assumir o cargo de CFO, passou por diversas posições incluindo Gerente Executivo Financeiro, Gerente Executivo de RI e Gerente de Tesouraria, participando do turnaround da Companhia desde o seu ingresso, em 2015. Ainda no setor de O&G, foi Gerente Sênior Financeiro e de RI na Schahin Petróleo, participou ativamente da reestruturação (rec. judicial) da OGX Petróleo e Gás como Gerente de FP&A e Finanças Corporativas, e foi Gerente de FP&A e Project Fnance da OSX Brasil. Antes disso, teve experiências em private equity na Brookfield Brasil, em equity research no Banco Brascan e em consultorias como McKinsey & Company e Ernst & Young. É graduado em Economia pelo Ibmec/RJ e é candidato ao Level III da designação Chartered Financial Analyst pelo CFA Institute.

Francilmar Fernandes - COO[editar | editar código-fonte]

Profissional com quase duas décadas de experiência na indústria do petróleo, Francilmar Fernandes, Diretor de Operações (COO, na sigla em inglês) da PRIO, ocupou diversas posições desde que chegou à empresa. Entre elas, Engenheiro de Poços, Gerente de Perfuração e Gerente de Operações. Participou ativamente no turnaround da PRIO, tendo sido um dos principais responsáveis pelos trabalhos de workover realizados em 2016 no Campo de Polvo e pelo sucesso da Campanha de Perfuração de 2018. Antes, atuou como Gerente de Sonda na Empresa Brasileira de Perfuração (Perbras). É graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e cursou Administração de Empresas na mesma instituição. É especializado em Engenharia de Petróleo pela Universidade Potiguar (UnP) e MBA em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Chairman[editar | editar código-fonte]

Nelson Queiroz Tanure[editar | editar código-fonte]

Nelson Queiroz Tanure é presidente do Conselho de Administração da PRIO. Está na Companhia desde 2014 e participou ativamente dos processos de reestruturação da empresa e redirecionamento estratégico para investimentos em campos de óleo e gás já em produção, capazes de gerar receita rapidamente. Liderou o crescimento da PRIO perante as aquisições do Campo de Polvo, de 10% do Campo de Gás Manati e do Campo de Frade. As transações fizeram da PRIO a principal empresa independente de óleo e gás do Brasil, com produção de cerca de 15 mil barris de óleo/dia.

Tanure conduz um time focado em otimização de custos e disciplina financeira, com ampliação ainda maior na produção dos ativos atuais da empresa, por meio de novas campanhas de perfuração de poços e gestão eficiente de reservatórios. A equipe da PRIO, sob a sua orientação, busca novos negócios no país e no Exterior e é altamente especializada em campos maduros - a organização é referência nesse segmento.

O presidente é formado em Economia pela Boston College/IBMEC. Anteriormente, trabalhou na Docas Investimentos, com participação em projetos de reestruturação e M&A’s em diferentes setores, como telecomunicações, infraestrutura e finanças. Em 2021, Tanure recebeu a premiação[15] dos 100 Mais Influentes da Energia da Década, a maior homenagem aos nomes do setor energético brasileiro.

Campos de petróleo[editar | editar código-fonte]

Campo de Polvo[editar | editar código-fonte]

Localizado a 100 km do município de Cabo Frio (RJ), na Bacia de Campos, o Campo de Polvo foi o primeiro ativo de produção da PRIO. Adquirido em 2013, é 100% operado pela PRIO,[16] sendo o principal ativo de produção de petróleo da empresa. Em 2016, a Companhia investiu mais de US$ 11 milhões para o incremento da extração de óleo desse campo, utilizando-se de tecnologias pioneiras no Brasil. O investimento possibilitou a extensão da vida útil de Polvo, aumentando a sua produção com o declínio natural dos campos de petróleo.

O Campo de Polvo produz cerca de 10 mil barris por dia, por meio de duas unidades offshore: a plataforma fixa Polvo A e o FPSO Polvo.[17] Da plataforma fixa, são operados os poços produtores, que escoam a produção por meio de um duto até o FPSO (sigla em inglês para Unidade Flutuante de Tratamento, Armazenamento e Transferência de Óleo e Gás), que tem capacidade de processar, em média, 100 mil barris por dia e de estocar até um milhão de barris.

Em janeiro de 2014, a PRIO assumiu a gestão do Campo de Polvo. Desde então, as melhorias operacionais realizadas pela empresa tornaram esse campo um dos mais eficientes[18] do Brasil. Em abril de 2018, a PRIO fez a perfuração do primeiro poço e integrou o Projeto de Revitalização de Polvo,[19] que englobava a perfuração de três poços ao longo de seis meses, com o objetivo de incrementar o volume de óleo recuperável, possibilitando a extensão da vida econômica no campo.[20] Em 2021, a PRIO informou que concluiu a interligação entre os campos de Polvo e Tubarão Martelo, representando uma economia de US$ 50 milhões por ano para a empresa.

Campo de Manati[editar | editar código-fonte]

O Campo de Manati fica na Bacia de Camamu-Almada, a 65 km de Salvador (BA). É um dos maiores produtores de gás não associado do Brasil,[21] atende cerca de 30% da demanda de gás do Nordeste e cumpre um papel estratégico para o desenvolvimento da região.

Em 2016, após a compra da Brasoil,[22] a PRIO passou a deter uma participação de 10% no consórcio de Manati,[23] operado pela Petrobras. Com a sua experiência, a PRIO passou a contribuir com o aumento constante da eficiência do campo, sempre com o menor custo possível, dentro dos mais elevados padrões de segurança.

No ano de 2022, a PRIO encerrou o acordo de venda de fatia em Manati para a Gas Bridge,[24] “uma vez que as condições precedentes não foram cumpridas dentro do prazo previsto em contrato”. O campo é administrado pelo consórcio formado por Petrobras (35%), Enauta (45%), PetroRio (10%) e Geopark (10%).

Campo de Frade[editar | editar código-fonte]

Localizado na Bacia de Campos, a 125 km de Cabo Frio (RJ) e a 172 km do Campo de Polvo, produz comercialmente desde o início de 2009. A PRIO aderiu à concessão em outubro de 2018, quando adquiriu a Frade Japan Petroleum LTDA, que detinha 18,26%[25] de participação e tornou-se a operadora do campo no final de janeiro de 2019,[26] período em que adquiriu outros 51,74% da Chevron.

Atualmente, o Campo de Frade produz cerca de 20 mil barris de petróleo/dia[27] (Mbbl/d) por meio de poços que, interligados aos risers, levam o petróleo até o FPSO, um navio com capacidade para processar, em média, 100 mil barris de fluido por dia e armazenar até 1,5 milhões de barris de óleo. Sob a gestão da PRIO, ocorreu a completa revitalização do campo, no primeiro semestre de 2022. Com as modificações, foi possível prolongar a vida útil e aumentar a produção no local.

Campo de Wahoo[editar | editar código-fonte]

O Wahoo é um bloco exploratório no pré-sal da Bacia de Campos, com potencial para produzir mais de 140 milhões de barris (100% do campo). Teve descoberta de óleo em 2008 e, dois anos depois, foi realizado o teste de formação. O campo está situado entre 30 e 35 km de Frade, com lâmina d’água de 1.400 metros e com reservatório carbonático na camada do pré-sal a uma profundidade de 5 a 7 mil metros. Em 2021, a PRIO passou a deter cerca de 64,3% do campo,[28] com a compra de 28,6% no Bloco BM-C-30, no campo de Wahoo, na Bacia de Campos.

De excelente qualidade, o óleo do campo possui 30º API, baixa viscosidade e gás associado, que é utilizado para a geração de energia do FPSO de Frade. Com o desenvolvimento do campo, a PRIO formará mais um cluster de produção e compartilhará toda a sua infraestrutura com o Campo de Frade, incluindo o FPSO. Assim, será possibilitada a captura de diversas sinergias, resultando em mais uma forte e sustentável redução de lifting cost.

Campo de Tubarão Martelo[editar | editar código-fonte]

Em 2020, a PRIO anunciou a aquisição de 80% do Campo de Tubarão Martelo[29] – onde a unidade de Produção Armazenamento e Transferência de Óleo e Gás (FPSO) encontra-se afetada, bem como a aquisição da embarcação OSX-3. A soma de investimento foi de US$ 140 milhões (cerca de R$ 600 milhões). As duas transações permitiram a integração entre os campos de Polvo, já operado pela PRIO, e Tubarão Martelo, ambos na Bacia de Campos (RJ).

Em julho de 2021, a PRIO concluiu a conexão entre os campos de Polvo e Tubarão Martelo (TBMT), que faz parte do Projeto Fênix, que teve investimento de US$ 45 milhões e garante a extensão da vida econômica do novo polo para até 2037, representando um acréscimo de mais de 10 anos.

Ativos Exploratórios[editar | editar código-fonte]

Pirapema/FZA-M-539 (100% PRIO)[editar | editar código-fonte]

  • Descoberta de gás natural na bacia da foz do Amazonas;
  • Dois poços perfurados;
  • Estimativa de reservas potenciais de 18 milhões de metros cúbicos de gás natural, com possibilidade de expansão para até 28 milhões de metros cúbicos;
  • Lâmina d’água: 130 m.

FZA-M-254 (100% PRIO)[editar | editar código-fonte]

  • Ativo de óleo;
  • Fase de estudos para avaliação de potencial e programação de perfurações de poços.

CE-M-715 (50% PRIO)[editar | editar código-fonte]

  • Ativo de óleo;
  • Estudos estão sendo conduzidos para avaliação de possíveis campanhas de perfuração.

ITAIPU (60% PRIO)[editar | editar código-fonte]

  • Ativo de óleo;
  • Encontra-se próximo ao cluster Parque das Baleias e estudos preliminares realizados indicam que a acumulação é potencialmente compartilhada com a região Sudeste do cluster;
  • O desenvolvimento da área poderá passar por um processo de unitização, antes de qualquer definição de desenvolvimento.

Ações Sociais[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2017, a Companhia anunciou o patrocínio ao Instituto Reação, ONG do ex-judoca Flávio Canto que promove a inclusão social por meio do esporte. A marca investiu R$ 500 mil na formação de atletas. Para anunciar a parceria, a PRIO promoveu uma competição de judô em alto mar, em uma plataforma na Bacia de Campos. Na ocasião, Nelson Queiroz Tanure declarou que a PRIO irá apostar muito em pessoas comprometidas e empenhadas.

Em 2022, a PRIO segue investindo em ações que valorizam o esporte, a cultura e o social. Além da parceria longa e de sucesso com o Instituto Reação, a Companhia também patrocina o Instituto Todos na Luta, ONG que incentiva o esporte por meio do boxe localizada na Favela do Vidigal, no Rio de Janeiro, é patrocinadora oficial do Teatro Casa Grande, entre outras ações.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Análise Petro Rio S.A. (PRIO3)». Janus Investimentos. 1 ago 2018. Consultado em 24 ago 2022 
  2. «PetroRio diz que aquisição de novos campos maduros é prioridade». Valor Econômico. 8 ago 2022. Consultado em 24 ago 2022 
  3. «Maior petroleira privada do País tem espaço para valorização». O Especialista. 8 de novembro de 2021. Consultado em 24 ago 2022 
  4. «Além da Petrobras: conheça 4 empresas de petróleo na bolsa de valores brasileira». André Bona. 24 de maio de 2022. Consultado em 24 ago 2022 
  5. «PetroRio muda estrutura organizacional com Roberto Monteiro atuando como novo CEO». Petronotícias. 21 abr 2020. Consultado em 20 ago 2022 
  6. «PetroRio agora é PRIO». TN Petróleo. 12 de maio de 2022. Consultado em 24 ago 2022 
  7. «Confira quais foram os 10 IPOs mais rentáveis dos últimos três anos». Infomoney. 23 set 2011. Consultado em 24 ago 2022 
  8. «PetroRio anuncia alteração de denominação social e novos códigos de negociação». Italcam. 23 de junho de 2015. Consultado em 24 ago 2022 
  9. «Petro Rio anuncia nova campanha de perfuração». Finance News. 21 fev 2019. Consultado em 24 ago 2022 
  10. «PetroRio registra lucro R$ 204,9 mi em 2018». Paranoá Energia. 11 de março de 2019. Consultado em 24 ago 2022 
  11. «PetroRio conclui compra do controle da Brasoil do Brasil». Uol. 10 fev 2017. Consultado em 24 ago 2022 
  12. «PetroRio mostra recuperação e apresenta bom rendimento no semestre». O Petróleo. 11 ago 2017. Consultado em 24 ago 2022 
  13. «Petro Rio assina compra da Frade Japão, que detém fatia no Campo de Frade». Exame. 29 out 2018. Consultado em 24 ago 2022 
  14. «PetroRio: Albacora e Albacora do Leste podem acrescentar até R$ 17 no preço da ação». udop. 19 out 2021. Consultado em 24 ago 2022 
  15. «Nelson Queiroz Tanure é um dos 100 Mais Influentes da Energia da Década». Energy. 12 de maio de 2021. Consultado em 24 ago 2022 
  16. «PetroRio renova contrato de plataforma de Polvo por mais um ano». Valor Econômico. 9 de janeiro de 2018. Consultado em 24 ago 2022 
  17. «PetroRio assina extensão de contrato do FPSO de Polvo». Petronotícias. 4 de janeiro de 2019. Consultado em 24 ago 2022 
  18. «Rio Oil & Gas traz discussões sobre o futuro do setor». IBP. 25 set 2018. Consultado em 24 ago 2022 
  19. «PetroRio define a Fase 3 no plano de revitalização do Campo de Polvo». CPG. 22 fev 2019. Consultado em 24 ago 2022 
  20. «PetroRio aumenta perfuração em Polvo». Paranoá Energia. 21 fev 2019. Consultado em 24 ago 2022 
  21. «Petrobras está abandonando a descoberta de Camarão Norte». O Petróleo. 12 out 2018. Consultado em 24 ago 2022 
  22. «PetroRio aumenta participação na Brasoil ao comprar fatia detida pela Brascan». O Globo. 2 de janeiro de 2017. Consultado em 24 ago 2022 
  23. «PetroRio: Lucro avança 49,8% no 2º trimestre, para R$ 70,6 milhões». Valor Econômico. 7 ago 2018. Consultado em 24 ago 2022 
  24. «PetroRio (PRIO3) encerra acordo de venda de fatia em Manati à Gas Bridge». InfoMoney. 19 abr 2022. Consultado em 24 ago 2022 
  25. «Petro Rio adquire empresa que detém participação no campo de Frade». Valor Econômico. 29 out 2018. Consultado em 24 ago 2022 
  26. «Chevron vende Frade para PetroRio e mira o pré-sal». epbr. 30 de janeiro de 2019. Consultado em 24 ago 2022 
  27. «PetroRio compra parte do campo de Frade da Chevron». SUNO. 31 de janeiro de 2019. Consultado em 24 ago 2022 
  28. «ANP aprova e PetroRio adquire mais uma parte do campo de Wahoo, na Bacia de Campos». CPG. 9 de julho de 2021. Consultado em 24 ago 2022 
  29. «PetroRio compra embarcação e 80% do campo de Tubarão Martelo». Exame. 3 fev 2020. Consultado em 24 ago 2022