Pinus taeda

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaPinus taeda
Pinus taeda.jpg
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Pinophyta
Classe: Pinopsida
Ordem: Pinales
Família: Pinaceae
Género: Pinus
Espécie: P. taeda
Nome binomial
Pinus taeda

Pinus taeda é uma espécie de pinheiro originária do Novo Mundo. Faz parte do grupo de espécies de pinheiros com área de distribuição no Canadá e Estados Unidos (com excepção das àreas adjacentes à fronteira com o México).

Descrição morfofisiológica: Árvore que pode atingir mais de 20 metros de altura; casca gretada e ramos acinzentados.Acículas reunidas em grupos de 3 (com 15 a 20 cm de comprimento), de cor verde-escura. Cones masculinos cilíndricos e amarelados, femininos ovadooblongos, sésseis ou sub-sésseis, muito persistentes e dotados de escamas espinhosas. Sementes pequenas, cerca de 5 mm de comprimento, com alas de até 25 mm. Madeira resinosa.

Prevenção: Espécies que possuem sementes dispersas pelo vento (anemocóricas) são muito difíceis de controlar após o estabelecimento pois o vento pode propagar suas sementes por centenas e até milhares de metros portanto, o melhor a ser feito é não plantar a espécie mas caso isso ocorra, deve-se plantar uma linha de árvores quebra-vento ao redor do talhão para que o vento entre com menos intensidade, fazendo com que as sementes não sejam dispersadas para fora dele

Características gerais – Árvore de 25-30 m de altura, nativa nos Estados Unidos (costa atlântica do Sudeste e Golfo do México), de tronco com casca marrom-avermelhado, fendida com cristas escamosas. Ramos novos azulados, depois marrom-amarelados com muitas cristas. Folhas (acículas) em número de 3 por fascículo, rijas, finas, agudas, com margens, finamente denteadas, torcidas, persistente por vários anos. Frutos (cones) laterais ou quase terminais, decíduos, quase sésseis, de escamas alongadas com uma saliência transversal e um espinho triangular, recurvando no ápice. Sementes com asa, de cor marrom-escura, manchadas de preto. É semelhante ao Pinus elliottii Engelm., diferindo principalmente pela secção transversal triangular das acículas, as quais são também mais curtas e mais escuras, e pelos cones que são quase sésseis e acinzentados.

Usos: Madeira com alburno amarelo, utilizada na construção de barcos, postes, dormentes e construção civil. No sul do Brasil é cultivada, sobretudo nas terrais mais altas do Planalto Catarinense e na Serra Gaúcha. Espécie tolerante a terrenos úmidos e com características ornamentais, pode ser cultivada na arborização.

Controle mecânico: Tecnicamente, a erradicação de Pinus taeda não é uma tarefa complicada, pois, apesar de se dispersar com rapidez e facilidade, as árvores não rebrotam após o corte. O fomento ao uso da espécie no país carece de medidas adequadas de controle da dispersão de plântulas, devendo ser regulamentado para esse fim. O uso da espécie deve ser destinado exclusivamente a finalidades de produção comercial, cessando o uso ornamental, de paisagismo rodoviário ou de sombreamento. Outras espécies mais adequadas a essas finalidades podem ser facilmente encontradas para os distintos ecossistemas. A retirada de plantas invasoras deve ocorrer em sentido crescente, ou seja, a partir das árvores menores e mais distantes até que se alcance as árvores mais velhas, eliminando, desta forma, todas as árvores e plântulas.

Controle químico: TODO PROCESSO DE CONTROLE DEVE SER REALIZADO COM EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA E, NO CASO DE USO DE PRODUTOS QUÍMICOS, SEGUINDO A ORIENTAÇÃO DO FABRICANTE E OBSERVANDO CUIDADOS PARA EVITAR IMPACTOS AMBIENTAIS PARALELOS. A fim de evitar impactos da queda das árvores sobre eventual sub-bosque já existente emprega-se técnicas de corte com queda direcionada, com auxílio de cabos de aço ou ferramentas. Ainda, pode-se praticar o anelamento na base do tronco ou controle químico sob forma de glifosato diluído em água a 2% aplicado com pincel na área anelada, na base do tronco. É importantíssimo que se planeje e faça monitoramento da regeneração do banco de sementes, com ações anuais de remoção de novas plântulas, para evitar o retorno da invasão e a frustração das expectativas de solução do problema.

Controle biológico: Não é necessário.

Área de distribuição onde a espécie é nativa: América do Norte, Sudeste dos Estados Unidos.

Ambiente natural: Florestas temperadas.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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