Pirâmide de aprendizagem

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As pirâmides de aprendizagem (learning pyramids), por vezes chamadas de cones de aprendizagem, são tentativas de apresentar de maneira esquematizada a capacidade de retenção de um conteúdo do cérebro humano, em geral pressupondo que quando algo é estudado de forma ativa, seja promovendo um debate, fazendo algo na prática ou ensinando o conteúdo estudado, esse conteúdo é retido de maneira mais efetiva; por outro lado, o mesmo conteúdo poderia ser esquecido facilmente caso fosse aprendido apenas de forma passiva, por exemplo, por meio da leitura, assistindo à uma palestra ou ouvindo uma história.[1] Dentre os críticos de tal proposta estão nomes como Daniel T. Willingham e Kåre Letrud.

Tipologia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Cone de Edgar Dale

Em 1969 o educador estadunidense Edgar Dale afirmou por meio de um estudo no qual cunhou o termo "cone of learning" que, depois de duas semanas estudando um determinado tópico, o cérebro humano seria capaz de se lembrar de 10% do que leu; 20% do que ouviu; 30% do que viu; 50% do que viu e ouviu; 70% do que disse em uma conversa/debate; e 90% do que vivenciou a partir de sua prática.[2]

Ver artigo principal: Pirâmide de William Glasser

De maneira análoga a Edgar Dale o psiquiatra americano William Glasser (1925-2013) aplicou sua teoria da escolha para a educação, por meio da qual estabeleceu a chamada "Pirâmide de William Glasser".[3]

Referências

  1. «O mito da pirâmide de aprendizagem | Professor Inovador». Professor Inovador. 1 de abril de 2018 
  2. «O cone da aprendizagem | revistapontocom». revistapontocom.org.br. Consultado em 26 de maio de 2018 
  3. Kids, Baby (9 de novembro de 2016). «A Pirâmide de Aprendizagem de William Glasser | CEESD». CEESD