Pirapó

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Município de Pirapó
Bandeira indisponível
Brasão de Pirapó
Bandeira indisponível Brasão
Hino
Aniversário 30 de novembro
Fundação 30 de novembro de 1987 (30 anos)
Gentílico pirapoense
Padroeiro(a) São José
Prefeito(a) Auri Brandt Kochhann (PMDB)
(2017–2020)
Localização
Localização de Pirapó
Localização de Pirapó no Rio Grande do Sul
Pirapó está localizado em: Brasil
Pirapó
Localização de Pirapó no Brasil
28° 02' 42" S 55° 11' 56" O28° 02' 42" S 55° 11' 56" O
Unidade federativa  Rio Grande do Sul
Mesorregião Noroeste Rio-grandense IBGE/2008[1]
Microrregião Santo Ângelo IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Roque Gonzales, Dezesseis de Novembro, São Nicolau e Concepción de la Sierra  Argentina
Distância até a capital 563 km
Características geográficas
Área 291,741 km² [2]
População 2 651 hab. est. IBGE/2016[3]
Densidade 9,09 hab./km²
Altitude 125 m
Clima subtropical úmido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,72 (Lista dos municípios brasileiros por IDH Lista de municípios do Rio Grande do Sul por IDH) – elevado PNUD/2000[4]
PIB R$ 30 650,899 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 10 162,76 IBGE/2008[5]
Página oficial

Pirapó é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.

Origem do nome[editar | editar código-fonte]

Em língua tupi-guarani significa "salto do peixe", certamente devido a abundância de peixes que havia no passado e que saltavam as cachoeiras do Rio Ijuí, cujo cenário tornava-se mais belo na época das piracemas, no Salto Pirapó, reduto predileto dos índios guaranis, atualmente localizado no município de Roque Gonzales.

História[editar | editar código-fonte]

Com a chegada da famíla de Henrique Sommer em 1903, a primeira família a chegar na região, e dos primeiros imigrantes alemães em 1904, deu-se início a colonização. Eles deixaram um legado cultural na história pirapoense: a igreja em estilo gótico e a casa canônica com seus belos adereços; a Casa de Cultura em estilo enxaimel germânico; a praça municipal, com a exposição de equipamentos históricos como a máquina a vapor que era usada na produção de energia através da água e do fogo em uma serraria, por volta da década de 1970; e o prédio restaurado em estilo enxaimel que abriga a sede da polícia civil e militar.

Língua regional[editar | editar código-fonte]

O dialeto alemão Riograndenser Hunsrückisch, em português hunsriqueano riograndense, falado por milhares de habitantes do estado do Rio Grande do Sul, e também em estados e países adjacentes, faz parte da história de Pirapó desde os seus tempos pioneiros.[6] Em 2012 a Assembleia Legislativa votou por unanimidade a favor do reconhecimento oficial do Riograndenser Hunsrückisch, o dialeto alemão mais falado no Brasil, e com a maior concentração de falantes no Rio Grande do Sul, como parte do patrimônio cultural imaterial a ser preservado e protegido.[7]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Pertence à Mesorregião do Noroeste Rio-Grandense e à Microrregião de Santo Ângelo. É um município que conta com as águas do rio Uruguai e que tem fronteira fluvial com a Argentina.

Localização[editar | editar código-fonte]

Região Colonial das Missões, ao Noroeste do estado, distando 28 km da foz do Rio Ijuí, 500 m do Arroio Ijuí Mirim e 580 km da Capital.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Situado na confluência dos rios Ijuí e Uruguai, cujo território é sulcado por alguns afluentes destes, destacando-se os Arroios Ijuí Mirim e Araty.

  • Rio Ijuí: faz divisa com o município de Roque Gonzales, cujos afluentes são os Arroios Ijuí Mirim, Jatevoque e São Bernardo;
  • Arroios Canoinhas e Jatuacá: faz divisa com o município de São Nicolau e a Sanga Santa Maria.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Estimativas populacionais para os municípios e para as Unidades da Federação brasileiros em 01.07.2016» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 25 de junho de 2017 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  6. Projeto ALMA UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Projetos associados: Projeto Bilinguismo no Rio Grande do Sul (BIRS); Coordenação Walter Koch; Vigência 1885-1989
  7. Riograndenser Hunsrückisch: Com quase 200 anos de história, o idioma Riograndenser Hunsrückisch Plattdeitsch passa a ser reconhecido como patrimônio cultural do estado do Rio Grande do Sul em 2012; publicado no dia 31 de agosto de 2012 por Paul Beppler

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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