Ir para o conteúdo

Pokémon

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Pokémon
Logotipo da franquia internacional
Criador(es)Satoshi Tajiri
Obra originalPocket Monsters Red e Green (1996)
Proprietário(s)Nintendo
Creatures
Game Freak[1]
Publicações impressas
QuadrinhosPokémon (mangá)
Filmes e televisão
FilmesVeja filmes Pokémon
Séries de televisãoPokémon (1997–presente)
Jogos
JogosPokémon Trading Card Game
Jogos eletrônicosPokémon (série de jogos)
Áudio
Trilhas sonorasVeja todas as trilhas sonoras Pokémon
Site oficial
www.pokemon.co.jp
www.pokemon.com

Pokémon (ポケモン, Pokemon; pronunciado: [ˈpəʊkəmɒn] POH-kə-mon, US [ˈpkimɒn] POH-kee-mon)[2][3] é uma franquia de mídia japonesa composta por jogos eletrônicos, séries de anime e filmes, um jogo de cartas colecionáveis ​​e outras mídias relacionadas. A franquia se passa em um universo compartilhado no qual humanos coexistem com criaturas conhecidas como Pokémon, uma grande variedade de espécies dotadas de poderes especiais. O público-alvo principal da franquia são crianças de 5 a 12 anos,[4] mas sabe-se que atrai pessoas de todas as idades.[a] Estima-se que Pokémon seja a franquia de mídia de maior faturamento do mundo e uma das franquias de jogos eletrônicos mais vendidas.[14]

A franquia teve origem em dois jogos de RPG desenvolvidos pela Game Freak, a partir de um conceito original de seu fundador, Satoshi Tajiri. Lançados para o Game Boy em 27 de fevereiro de 1996, os jogos se tornaram sucessos inesperados e foram seguidos por séries de mangá, um jogo de cartas colecionáveis, séries de anime e filmes. De 1998 a 2000, Pokémon foi exportado para o resto do mundo, criando um fenômeno global sem precedentes apelidado de "Pokémania". Em 2002, a febre havia terminado, após o que Pokémon se tornou um elemento fixo da cultura popular, com novos produtos sendo lançados até hoje. No verão de 2016, a franquia gerou uma segunda febre com o lançamento de Pokémon GO, um jogo de realidade aumentada desenvolvido pela Niantic.

Ao contrário da maioria das PIs, que são propriedade de uma única empresa,[15] Pokémon é propriedade conjunta de três: Nintendo, Game Freak e Creatures.[1] A Game Freak desenvolve os RPGs da série principal, que são publicados pela Nintendo exclusivamente para seus consoles, enquanto a Creatures gerencia o jogo de cartas colecionáveis ​​e produtos relacionados, ocasionalmente desenvolvendo títulos derivados. As três empresas fundaram a The Pokémon Company (TPC) em 1998 para gerenciar a franquia Pokémon na Ásia. A série de anime e os filmes Pokémon são de propriedade conjunta da Shogakukan. Desde 2009, a The Pokémon Company International (TPCi), uma subsidiária da TPC, gerencia a franquia em todas as regiões fora da Ásia.[16][17]

O nome completo original da franquia é Pocket Monsters (ポケットモンスター, Poketto Monsutā; Monstros de Bolso), que tem sido comumente abreviado para Pokemon (ポケモン) desde o seu lançamento. Quando a franquia foi lançada internacionalmente, a forma abreviada do título foi usada, com um acento agudo (´) sobre o e para facilitar a pronúncia.[18]

Pokémon refere-se tanto à franquia em si quanto às criaturas de seu ficcional. Como substantivo, é idêntico no singular e no plural, assim como o nome de cada espécie individual.[19] Assim, é gramaticalmente correto dizer "um Pokémon" e "muitos Pokémon", assim como "um Pikachu" e "muitos Pikachu".[20]

Conceito geral

[editar | editar código]

A franquia Pokémon se passa em um universo compartilhado no qual humanos coexistem com criaturas conhecidas como Pokémon. O par de jogos originais apresentam 151 espécies de Pokémon, com novas sendo adicionadas em jogos subsequentes; em janeiro de 2024, 1.025 espécies de Pokémon foram introduzidas.[b] A maioria dos Pokémon é baseada em animais da vida real ou criaturas míticas do folclore.[21] Por exemplo, Pikachu é uma espécie amarela, semelhante a um rato, com caudas em forma de raios, capaz de lançar poderosos choques elétricos pelo ar.[22][23][24]

Poké Bola.

O personagem do jogador assume o papel de um Treinador Pokémon. O Treinador tem três objetivos principais: viajar e explorar o mundo Pokémon; descobrir e capturar um exemplar de cada espécie de Pokémon para completar sua Pokédex; e treinar uma equipe de Pokémon e fazê-los lutar.[25][26][27] A maioria dos Pokémon pode ser capturada com dispositivos esféricos conhecidos como Poké Bolas. Quando o Pokémon adversário estiver suficientemente enfraquecido, o Treinador lança a Poké Bola contra ele, que então se transforma em uma forma de energia e é transportado para o dispositivo. Se a captura for bem-sucedida, o Pokémon é domesticado e fica sob o comando do Treinador a partir de então. Se a Poké Bola for lançada novamente, o Pokémon retorna ao seu estado original.[28][29] Os Pokémon do Treinador podem lutar contra Pokémon adversários, incluindo aqueles na natureza ou pertencentes a outros Treinadores.[30] Como a franquia é voltada para crianças, essas batalhas nunca são apresentadas como abertamente violentas e não contêm sangue ou violência gráfica.[c] Os Pokémon nunca morrem em batalha – eles desmaiam ao serem derrotados e podem então ser rejuvenescidos em um Centro Pokémon.[d]

História

[editar | editar código]

A ideia principal por trás de Pokémon foi concebida por Satoshi Tajiri. Tajiri nasceu em 28 de agosto de 1965[39] e cresceu em Machida, um subúrbio de Tóquio.[40] Quando criança, ele gostava de descobrir e capturar insetos e outras pequenas criaturas nos vários lagos e campos que cercavam sua cidade.[41][42] Durante o milagre econômico japonês, muitas cidades, incluindo Machida, foram significativamente expandidas. Como consequência, a natureza de Machida foi amplamente destruída. Em seu segundo ano do ensino fundamental,[43][44] um fliperama foi inaugurado no bairro de Tajiri, apresentando-o aos jogos eletrônicos. Enquanto estudava engenharia elétrica no Tokyo College of Technology, Tajiri começou a publicar uma revista dōjinshi intitulada Game Freak.[45] Ele autopublicou a primeira edição da revista em março de 1983, aos 17 anos de idade.[46][47] O título foi inspirado no filme Freaks, de 1932, pelo qual Tajiri era fascinado na época. Ele autopublicou a primeira edição da revista em março de 1983, aos 17 anos. Na época, revistas especializadas em jogos eletrônicos ainda não existiam no Japão, permitindo que a Game Freak preenchesse uma lacuna no mercado.[48][49] Algum tempo depois, Tajiri foi contatado pelo aspirante a artista de mangá Ken Sugimori, que se tornou o ilustrador da Game Freak.[50] A Game Freak encerrou suas atividades no final da década de 1980,[46] momento em que Tajiri já havia se tornado um respeitado jornalista de jogos na incipiente indústria de jogos eletrônicos do Japão.[51] Por meio de seu trabalho, Tajiri fez amizade com Tsunekazu Ishihara, um empresário japonês que, entre outras coisas, produzia programas relacionados a jogos para a Fuji Television.[52][53][54]

Em 1986, Tajiri, Sugimori e alguns outros entusiastas formaram uma equipe informal de desenvolvimento chamada Game Freak, nomeada em homenagem à revista da qual surgiu. Nos anos seguintes, eles desenvolveram independentemente o jogo de quebra-cabeça Mendel Palace, trabalhando nele paralelamente aos estudos ou aos seus empregos regulares.[55] No entanto, ninguém no grupo sabia como compor a música do jogo. Depois de consultar todos os seus contatos, Tajiri entrou em contato com Junichi Masuda, que se tornou o compositor do grupo.[56] Mendel Palace foi finalizado em 1989 e publicado pela Namco.[57] Tajiri incorporou oficialmente a Game Freak Co., Ltd. em 26 de abril de 1989.[58]

1989–1995: Desenvolvimento de Red e Green

[editar | editar código]
Dois Game Boys originais conectados por um Cabo Game Link.

Tajiri começou a idealizar o que viria a ser Pokémon enquanto finalizava Mendel Palace, antes mesmo de fundar oficialmente a Game Freak. Nessa época, a Nintendo anunciou o lançamento do Game Boy, um console portátil que revolucionaria a indústria dos jogos. Tajiri descobriu que o aparelho teria uma porta de conexão, e com o Cabo Game Link correspondente, dois Game Boys poderiam ser conectados.[59] Algum tempo depois, Tajiri lembrou-se de um incidente enquanto jogava Dragon Quest II (1987), um jogo de RPG para o Famicom (NES). O jogo apresenta itens que aparecem aleatoriamente com raridades variadas, incluindo um item extremamente raro chamado Chapéu Misterioso.[e] Tajiri não encontrou nenhum, enquanto Ken Sugimori, que também estava jogando, encontrou dois. Ao relembrar essa experiência, Tajiri percebeu que o cabo agora permitia transferir dados de um cartucho para outro.[f] Ele observou que, até então, o Cabo Game Link era usado apenas para competições, e não para outros fins.[64] Combinando essa inspiração com suas memórias de capturar insetos e outras pequenas espécies, a ideia de Tajiri acabaria por se transformar em uma recriação virtual de suas experiências de infância.[65] e uma tentativa de "recuperar o mundo que havia perdido".[66] Mais tarde, ele afirmaria que o jogo representa "a história de um dia de verão de um menino".[67]

Cápsulas de Gashapon foram citadas como uma inspiração para Pokémon.

Tajiri e sua equipe da Game Freak começaram a idealizar um jogo centrado na captura de criaturas de diferentes raridades. Como o Game Boy é um dispositivo portátil, essas criaturas poderiam ser trocadas com outros jogadores na vida real usando o cabo de conexão. Uma vez que o jogador capturasse uma criatura no jogo, ela seria armazenada em forma miniaturizada em uma cápsula especial. Essa faceta do jogo foi inspirada em Ultraseven, um desenho animado tokusatsu que Tajiri adorava quando criança.[68] O personagem principal da série possui diversas cápsulas contendo partículas miniaturizadas kaiju (monstros gigantes), que se expandem e retornam aos seus tamanhos originais quando a cápsula é lançada ao ar. A mídia Kaiju em geral teve uma influência importante em Pokémon, já que muitos funcionários da Game Freak cresceram assistindo a esses jogos.[61][69] Outras influências citadas por Tajiri incluem: gashapon, cápsulas com figuras de brinquedo dentro que podem ser retiradas de máquinas de venda automática;[70][71] cartões colecionáveis, como cartões de beisebol, cartões de Ultraman e menko;[g] The Final Fantasy Legend (1989), o primeiro RPG para Game Boy;[76] e no Japão, ter Pokémon é algo comum, e Tajiri observa que ter Pokémon é semelhante a ter animais de estimação.[77] Inicialmente, Tajiri deu o nome de seu projeto Capsule Monsters, que a equipe da GF comumente encurtadas para Capumon. No entanto, mais tarde descobriu-se que o termo Capsule Monsters, não foi possível registrá-la como marca, e posteriormente decidiu-se chamar o jogo do nome do jogo Pocket Monsters, que se tornou Pokemon.[78][79]

Em março de 1989, a Nintendo e Shigesato Itoi cofundaram a Ape Inc., uma empresa criada para dar a talentos externos a oportunidade de apresentar jogos novos e inovadores.[53][54] Naquela época, a Ape estava localizada no mesmo prédio de escritórios Kanda-Sudachō que a Nintendo, em Tóquio.[80] Ishihara, amigo tanto de Itoi quanto de Tajiri, estava envolvido na gestão da Ape (e se tornaria seu vice-presidente em 1991).[81][53] A relação de Tajiri com Ishihara levou Tajiri a apresentar sua ideia para Pocket Monsters no escritório de Ape.[82][83] Presente na apresentação de Tajiri estava Takashi Kawaguchi, que trabalhava no Departamento de Assuntos Gerais da Nintendo e também era gerente da Ape.[54][84] Kawaguchi apresentou a ideia ao presidente da Nintendo, Hiroshi Yamauchi, que teria dito: "É isso. Esta é a ideia que eu estava esperando."[85] O contrato de desenvolvimento foi assinado no início de 1990, com a entrega do jogo prevista para outubro.[86] Tajiri dirigiu o projeto, trabalhando sob a supervisão de Ishihara.[87] Ishihara era o produtor – ele gerenciava o orçamento, a equipe e o cronograma de trabalho, monitorava o progresso geral do jogo e servia de elo de ligação entre a Game Freak e a Nintendo.[88][89] Ishihara também contribuiu com ideias para o desenvolvimento.[90] e ajudou na depuração.[91][92] Sugimori ficou responsável pelos gráficos e pelo design dos personagens.[93] Masuda criou toda a música e os efeitos sonoros, e também fez parte da programação.[94] O orçamento que a Nintendo concedeu à Game Freak foi baixo;[86] por isso, Pocket Monsters inicialmente, foi planejado como um jogo pequeno e compacto, baseado principalmente na ideia central de troca de Tajiri.[76][95] No entanto, à medida que o desenvolvimento progredia, as ideias e ambições da Game Freak para Pokémon cresceram.[76] Eles logo perceberam que o jogo que estavam começando a idealizar não seria fácil de fazer.[96] Pocket Monsters foi suspenso por tempo indeterminado, e a GF voltou sua atenção para outros títulos (ver Jogos).

Após a fase inicial de desenvolvimento do jogo em 1990 e 1991,[97] Como disse Sugimori, a equipe "dava uns retoques de vez em quando"[98] Ainda assim, o desenvolvimento ficou praticamente paralisado até o verão de 1994, após o lançamento de Pulseman, quando Tajiri decidiu que era hora de fazer um esforço sério para terminar Pocket Monsters.[99] A essa altura, a experiência da Game Freak havia crescido consideravelmente. Ao longo dos anos, vários novos funcionários foram adicionados à empresa. Uma delas foi Atsuko Nishida, uma artista gráfica que criou Pikachu, entre outros.[100][101][102] Ishihara usou seu conhecimento de jogos de cartas para adicionar mais profundidade ao sistema de batalha e, entre outras coisas, sugeriu os tipos de Pokémon. Ishihara também criou a ideia da Pokédex, um dispositivo enciclopédico portátil que os jogadores podem usar para manter um registro dos Pokémon que capturaram.[90] Por sugestão de Shigeru Miyamoto, decidiu-se lançar duas edições do jogo: uma versão Red e uma versão Green. Idênticas em todos os outros aspectos, cada uma continha Pokémon não encontrados na outra, incentivando os jogadores a socializar e trocar Pokémon para completar suas coleções.[103][104]

Ishihara aspirava a criar seus próprios jogos eletrônicos.[105] Como Pocket Monsters Red e Green com os projetos quase concluídos, Ishihara fundou a Creatures, Inc. em 8 de novembro de 1995. Após sua fundação, a empresa foi instalada no mesmo prédio de escritórios da Nintendo em Tóquio.[106] A copropriedade da franquia "Pokémon", que Ishihara ajudou a criar, foi posteriormente transferida para a Creatures. Isso resultou em Pokémon tendo três proprietários legais: a Game Freak, desenvolvedora principal; a Creatures, representando o produtor Ishihara; e a Nintendo, a distribuidora. Anne Allison escreveu que a Nintendo também comprou a franquia após o término de Red e Green.[107] Kenji Hatakeyama observou que a estrutura de propriedade de Pokémon é incomum.[15] Ele escreveu que Pokémon é provavelmente a única propriedade intelectual no mundo hoje em dia cujos direitos originais não estão concentrados em uma única empresa", como acontece com a The Walt Disney Company e sua PI.[108] Tajiri e Ishihara chegaram a considerar a fusão da Game Freak com a Creatures. No entanto, Tajiri desistiu da ideia por temer que isso apagasse tudo o que ele havia construído desde a adolescência. "Eu me sentia ameaçado pela ideia de mudar a forma como a Game Freak operava e recomeçar do zero com o Sr. Ishihara", disse ele. "Era uma questão de identidade. Se a Game Freak deixasse de existir, eu também deixaria". Tajiri observou que, como a Game Freak e a Creatures se concentram em Pokémon, às vezes parecia mais que eram departamentos diferentes do que empresas diferentes.[82]

1996–1998: Ascensão no Japão

[editar | editar código]

Mangá da CoroCoro, loteria de Mew

[editar | editar código]

Após finalmente ser concluído em dezembro de 1995,[109] Pocket Monsters Red e Green foram lançados em 27 de fevereiro de 1996. A Nintendo não tinha grandes expectativas em relação aos jogos, e a mídia os ignorou em grande parte.[110] Em 1996, o console Game Boy, com sete anos de idade, era considerado coisa do passado e próximo do fim de seu ciclo de vida.[35][111][112] Por outro lado, novos Game Boys continuaram a ser fabricados e vendidos.[113] O console era muito popular, e devido à sua idade, acessível até mesmo para crianças.[35][114]

Dois canais de mídia que desempenhariam papéis importantes na franquia Pokémon foram a revista mensal CoroCoro Comic e sua revista irmã, Bessatsu CoroCoro Comic, publicada bimestralmente. Ambas as revistas de mangá são publicadas pela Shogakukan, parceira comercial de longa data da Nintendo, e já apresentaram mangás baseados em propriedades da Nintendo (por exemplo, Super Mario-kun, Kirby of the Stars, Donkey Kong). Na época do lançamento de Pokémon, a principal revista CoroCoro era lida por um em cada quatro alunos do ensino fundamental.[115] O editor-chefe adjunto da revista CoroCoro era Masakazu Kubo. Por sugestão de Ishihara,[116] Kubo encomendou a criação de Pokémon Pocket Monsters, escrita e ilustrada por Kosaku Anakubo.[117] Shogakukan, que frequentemente realiza pesquisas com seus públicos-alvo, determinou que o mangá Pocket Monsters foi bem recebido.[118]

Para promover ainda mais Red e Green', a edição de maio da CoroCoro, lançada em 15 de abril de 1996, anunciou a "Legendary Pokemon Offer", centrada em um Pokémon misterioso e secreto chamado Mew.[119][120] Mew foi uma adição de última hora a Red e Green. Ele não pode ser obtido nos jogos pelos meios usuais e foi planejado para ser usado posteriormente em alguma atividade pós-lançamento.[121] Para participar da promoção, os leitores da revista CoroCoro tiveram que enviar um cartão postal, e dentre os participantes, 20 foram selecionados aleatoriamente. Os vencedores, então, tiveram que enviar seu cartucho para que o jogo Mew pudesse ser instalado nele. A loteria foi um sucesso e aumentou o boca a boca.[35][121] Em setembro, as vendas de Red e Green ultrapassaram 1 milhão de unidades.[122]

Trading Card Game

[editar | editar código]

Pokémon Trading Card Game foi um dos primeiros jogos de cartas colecionáveis ​​(JCCs) desenvolvidos no Japão. Sua criação foi influenciada por Magic: The Gathering, o primeiro JCC da história.[123][124][125] De fato, o Pokémon Trading Card Game pode ser considerado uma versão simplificada de Magic.[126][127] Lançado inicialmente nos Estados Unidos em 1993, Magic ganhou popularidade não apenas na América do Norte e na Europa, mas também na Ásia.[128] Ishihara gostava de jogar baralho,[90] e contribuiu para o desenvolvimento de pelo menos três jogos de cartas simples criados por Shigesato Itoi e lançados pela Shigesato Itoi, de Ape, Inc.[h] Naquela época, Ishihara estava particularmente interessado em Magic: The Gathering.[123] Ao desenvolver o RPG Pokémon, ele percebeu que o conceito por trás dele poderia ser adaptado para um JCC semelhante a Magic.[54] Pokémon Trading Card Game foi projetado por Ishihara,[135] Akihiko Miura, Kōichi Ōyama e Takumi Akabane. Todos eram ex-funcionários da Ape e já haviam trabalhado anteriormente na empresa EarthBound (1994): Miura foi o designer principal do jogo, Ōyama foi o diretor de arte e Akabane foi um dos principais depuradores.

Embora os jogos de cartas tenham uma longa história no Japão, um jogo de cartas colecionáveis ​​era um conceito relativamente novo por lá e, na época, não era muito conhecido.[136] Por causa disso, Ishihara teve dificuldades em encontrar distribuidores. Em algum momento de 1995, Ishihara apresentou o jogo de cartas à Nintendo. Eles concordaram em fabricar as cartas, terceirizando a produção para uma gráfica não identificada. No entanto, a Nintendo não queria o trabalho de desenvolver um sistema de distribuição do zero, ou seja, encontrar varejistas dispostos a vender um jogo de cartas colecionáveis.[137] Ishihara foi então contatado por Satoshi Kayama, diretor de uma pequena empresa chamada Media Factory. Assim como Ishihara, Kayama era fã de jogos de cartas colecionáveis. Ele acreditava que os JCCs (jogos de cartas colecionáveis) logo ganhariam destaque no Japão e vinha reunindo informações sobre a possibilidade de desenvolver um jogo desse tipo. Quando Kayama soube que a Creatures havia desenvolvido um CCG, ele contatou Ishihara e se ofereceu para distribuí-lo, assinando o contrato perto do final de 1995.[138] O primeiro conjunto de cartas Pokémon foi lançado em 20 de outubro de 1996. Apesar de ter sido ignorado pela mídia, com exceção da revista CoroCoro,[139] as cartas se tornaram um sucesso instantâneo após o lançamento.[140]

Produção e estreia do anime

[editar | editar código]

Em agosto de 1996, Kubo já estava convencido do potencial de Pokémon e acreditava que a Shogakukan deveria criar uma adaptação para anime.[141] Nintendo mostrou-se relutante, acreditando que a franquia já havia se desenvolvido o suficiente ao longo de seis meses. Naquele momento, eles não consideraram necessária uma expansão tão significativa.[142] Nintendo também observou que, se o anime fracassasse, isso afetaria negativamente os futuros jogos de Pokémon.[143] Inicialmente, Ishihara se opôs à ideia, pois achava que isso aceleraria demais o "consumo" da propriedade intelectual: ele temia que, se a série terminasse, as pessoas presumiriam que Pokémon havia acabado e passariam para a próxima novidade.[144] Na época, a Creatures e a Game Freak estavam planejando a(s) sequência(s) de Red e Green, Pokémon Gold e Silver, e Ishihara não queria que o anime terminasse antes que eles pudessem lançar seus novos jogos.[145][146] Kubo conseguiu, por fim, resolver as preocupações de todas as partes envolvidas. Um aspecto importante do poder de negociação de Kubo foi a então atual febre dos Mini 4WD e a série de sucesso que a acompanhava, Bakusō Kyōdai Let's & Go. Kubo teve um papel importante na criação de ambas, o que impressionou os investidores.[147] Para apaziguar Ishihara, Kubo prometeu que o anime duraria pelo menos um ano e meio. Isso era um período excepcionalmente longo para um anime estreante e exigia um grande investimento.[145][148] A proposta de Kubo para "Pocket Monsters" foi oficialmente aprovada em 26 de setembro de 1996.[149] Para a Nintendo Japan, foi a primeira vez que licenciaram uma série de TV.[150] Kubo designou um produtor independente Choji Yoshikawa liderar o projeto.[151]

Shogakukan Productions, comumente chamada de ShoPro, era a produtora da Shogakukan. A empresa de animação que eles contrataram foi OLM, Inc. (Oriental Light and Magic), por sugestão de Kubo.[152] Kunihiko Yuyama, um dos membros fundadores da OLM, tornou-se o diretor do anime. A ShoPro reuniu uma equipe de cinco roteiristas, além de dois roteiristas de apoio.[153] Todas as pessoas-chave envolvidas na produção de Pokémon eram experientes e tinham um histórico comprovado na indústria de anime japonesa. Yoshikawa acreditava que a equipe teve sorte. "A probabilidade de tantas pessoas talentosas se reunirem ao mesmo tempo é muito baixa", disse ele. [154] De acordo com a condição explícita de Tajiri,[155] todos os membros da equipe de animação tiveram que jogar o jogo extensivamente, incluindo os ilustradores e dubladores.[154] A equipe de produção do anime "concordou unanimemente que o jogo era interessante".[156] e "Sentiram-se conectados um com o outro através do mundo de Pokémon",[154] Me sinto positivamente desafiado a criar um anime que esteja à altura da qualidade do jogo.[157]

Um menino abraçando um artista fantasiado de Pikachu.

Um conselho de produção foi formado para produzir o anime. Diferentes pessoas compareciam às diferentes reuniões, mas quatro indivíduos geralmente estavam presentes: Ishihara da Creatures; Sugimori da Game Freak; Yuyama da OLM; e o produtor independente Yoshikawa. Yoshikawa tinha a palavra final. O conselho decidia sobre o universo do anime, os personagens, o enredo geral e vários detalhes importantes. As primeiras reuniões, que também contavam com a presença de Tajiri, geralmente começavam com uma sessão de perguntas e respostas na qual Tajiri e Ishihara eram questionados sobre o universo Pokémon.[158] O conselho teve o cuidado de garantir que o anime estivesse em consonância com o videogame. Inevitavelmente, haveria diferenças entre os dois, mas todos concordaram que a visão de mundo geral idealizada por Tajiri não deveria ser alterada.[159] No início do jogo, o jogador deve escolher um dos três Pokémon iniciais: Fushigidane, Hitokage ou Zenigame. (Bulbasaur, Charmander, ou Squirtle). O conselho não queria popularizar nenhum deles injustamente e desejava que o protagonista começasse com um Pokémon diferente.[160][161] Eles decidiram por unanimidade que um Pikachu deveria ser um dos ícones centrais de Pokémon.[162] Eles esperavam que Pikachu agradasse tanto a meninos quanto a meninas, assim como às suas mães. Isso expandiria o público da franquia, o que era considerado um objetivo central do anime.[163][164]

Durante a primeira reunião do conselho, Yoshikawa levantou a questão de se os Pokémon do anime podiam falar e caso contrário, como se comunicavam. Nos jogos, cada um tem um grito específico. No mangá de CoroCoro do Anakubo, maioria conseguia falar. Inicialmente, o conselho acreditava que deveria haver uma mistura de Pokémon que pudessem falar e outros que não pudessem. No entanto, essa ideia acabou sendo descartada: os Pokémon tinham que emitir um som específico. O conselho concordou que os Pokémon eram como animais e embora eles e os humanos devessem ser capazes de se entender na série, não deveriam falar a língua uns dos outros.[165] Ficou decidido que Pikachu repetiria seu próprio nome várias vezes, com diferentes entonações. O papel de Pikachu foi dado a Ikue Otani. Durante os testes, Yuyama pediu a Otani que dublasse Pikachu em japonês normal, bem como em "fala de Pikachu", na qual ele dizia apenas as sílabas do seu nome. Yuyama percebeu que, mesmo nesse último estilo de comunicação limitada, Otani tinha experiência suficiente para transmitir as mensagens e emoções necessárias.[166]

Pocket Monsters estreou em 1 de abril de 1997. Em novembro, já havia se tornado o programa de maior audiência da TV Tokyo.[167]

Incidente de "Dennō Senshi Porygon"

[editar | editar código]

Na noite de 16 de dezembro de 1997, a franquia Pokémon foi atingida por uma crise relacionada à transmissão do 38º episódio do anime, "Dennō Senshi Porygon" (O Soldado Elétrico Porygon). Foi assistido por aproximadamente 4,6 milhões de lares.[168] No episódio, o elenco é transportado para um mundo virtual, acompanhado por um Porygon, um Pokémon criado artificialmente. Enquanto voam pelo ciberespaço, eles são atacados por um programa antivírus que os confunde com vírus, disparando "mísseis de vacina" contra eles, resultando em explosões de flashes vermelhos e azuis brilhantes que se alternam rapidamente.[169]

Os intensos estímulos provocados pelo episódio desencadearam uma série de efeitos adversos à saúde em mais de 10.000 telespectadores,[170] principais efeitos colaterais foram irritação nos olhos, dores de cabeça, tonturas e náuseas.[171] Uma pequena parte sofreu uma crise epiléptico fotossensível, manifestada por perda de consciência e/ou convulsões.[171][172] Centenas[i] de crianças foram levadas para hospitais, embora algumas já estivessem recuperadas o suficiente ao chegarem e não precisassem de internação. Ninguém morreu. A transmissão de Pokémon foi interrompida e novas diretrizes foram implementadas para ajudar a evitar que eventos semelhantes aconteçam.[178] Com a série em hiato, a ShoPro e a OLM trabalharam em um longa-metragem de Pokémon. Quando o incidente ocorreu, o roteiro já estava escrito e os storyboards estavam sendo elaborados. Em meados de janeiro, a equipe retomou a produção de novos episódios.[179] A série de anime retornou em 16 de abril de 1998.[180] O filme, intitulado Pocket Monsters the Movie: Mewtwo Strikes Back (Pokémon: O Filme), estreou em 18 de julho de 1998, tornando-se o quarto filme de maior bilheteria do ano no Japão.[181][182]

No fim das contas, o incidente não prejudicou a franquia Pokémon – na verdade, ela cresceu ainda mais durante e após o hiato do anime. Embora as fitas de vídeo para locação tenham sido retiradas das prateleiras,[183][184] Todos os outros produtos Pokémon continuaram a ser vendidos normalmente, e a procura por eles por parte dos clientes manteve-se elevada.[185][186] Um fator que contribuiu para a situação foi o entendimento geral entre as empresas de que o anime não havia sido cancelado, mas sim suspenso, e muitos executivos (corretamente) esperavam que a série fosse retomada após a adoção de medidas de precaução. Supermercados e outros pontos de distribuição reagiram com calma à crise e não retiraram os produtos Pokémon de suas prateleiras.[187]

1998–2000: Expansão internacional

[editar | editar código]

América do Norte

[editar | editar código]

"Quando começamos este projeto no Japão, uma das primeiras coisas que me disseram foi que esse tipo de coisa jamais agradaria ao público americano. Disseram: "Como os personagens têm um estilo muito japonês, vocês não conseguirão vendê-los para os americanos". Então, desde o início, eu nunca imaginei que haveria uma versão em inglês. Agora, é tão popular nos Estados Unidos [quanto no Japão], e percebi que nem sempre devemos acreditar na opinião de profissionais de marketing conservadores."

Shigeru Miyamoto, Agosto de 1999[188]

Possivelmente, o primeiro executivo a demonstrar interesse no lançamento de Pokémon na América do Norte foi Minoru Arakawa, fundador e então presidente da Nintendo of America (NoA). Arakawa visitou o Japão para participar da Nintendo Space World Shoshinkai de 1996, realizada entre 22 e 24 de novembro. Foi nessa época que ele jogou pela primeira vez um dos três títulos de Pokémon lançados até então. Ele achou os jogos promissores, mas a Nintendo Japan (NoJ) não tinha planos, naquele momento, de lançá-los em outros lugares. Ele retornou aos Estados Unidos com alguns cartuchos e testou o jogo com seus funcionários – eles não acreditaram que funcionaria nos EUA.[189] No momento, jogos de RPG (RPGs) não eram muito populares fora do Japão,[190] e os executivos da NoA acreditavam que as crianças americanas não tinham a capacidade de atenção necessária para um título tão complexo.[191] Dizia-se que os americanos estavam mais interessados ​​em jogos de esporte e ação, de preferência com gráficos realistas.[19][192] Em contrapartida, alegava-se que os japoneses se importavam mais com os personagens e o enredo.[193] Até então, poucas propriedades japonesas haviam sido incorporadas com sucesso ao público americano, e se alguma havia sido, alegava-se que era por terem sido devidamente americanizadas: Mighty Morphin Power Rangers era considerado um excelente exemplo disso.[194] Visualmente, acreditava-se que Pokémon era muito kawaii, ou seja, muito fofo. Presumia-se que Pokémon não poderia ter sucesso apenas por ser fofo – também precisava ser legal (estético).[195][196] Num esforço para aumentar o apelo visual da franquia, a NoA considerou uma reformulação gráfica e contratou alguns artistas externos para criar designs de teste para o mercado americano.[191][196] As mockup que eles propuseram incluíam desenhos em estilo grafite,[196] Pokémon mais fortes e com aparência mais musculosa[197] e um novo Pikachu que parecia "um tigre com peitos enormes".[195] Arakawa concluiu que "não funcionou"[196] e nessa altura, a produção do anime já havia começado no Japão, levando a NoA a concluir que era tarde demais para uma reformulação gráfica.[191]

De importância crucial para a expansão global de Pokémon foi Alfred R. Kahn, CEO da 4Kids Entertainment, sediada nos EUA e agente de licenciamento da NoA desde 1987.[198][199] Convencido do potencial da franquia, Kahn concordou em investir uma quantia não divulgada em troca dos direitos de animação e licenciamento.[190] Pokemon tornou-se uma das primeiras franquias de mídia japonesas em que tanto a localização do anime quanto o licenciamento de produtos foram gerenciados por uma única empresa, além de uma empresa não japonesa.[200] Kahn sugeriu usar a versão curta do nome, Pokémon, adicionando um acento agudo (´) sobre o "e" para auxiliar na pronúncia e "dar um toque especial".[18] Presidente da NoJ Hiroshi Yamauchi oficialmente aprovou o projeto no final de novembro,[201] e posteriormente anunciou isso na Space World 1997.[202] No entanto, três semanas depois, o incidente de "Dennō Senshi Porygon" ocorreu, e Kubo sentiu que isso aumentou ainda mais a resistência das pessoas à ideia de uma introdução no exterior.[203]

A pesquisa de mercado apresentou resultados negativos: segundo relatos, as crianças americanas não gostaram Pokémon.[204] Arakawa ignorou o estudo e, convencido do potencial da franquia, alocou um orçamento enorme para o lançamento de Pokémon. O valor exato não foi divulgado, mas estima-se que tenha sido igual ou superior a US$ 50 milhões (cerca de US$ 96,46 milhões em valores de 2024), aproximadamente o mesmo valor do orçamento de lançamento do Nintendo Entertainment System em 1985. Arakawa admitiu que era "uma quantia considerável", mas a NoA" estava indo bem há vários anos, então tínhamos muito dinheiro de sobra". Ele opinou que, se Pokémon fizesse tanto sucesso nos EUA quanto no Japão, "um investimento de 1 se transformaria em 100".[205] NoA e 4Kids então passou a planejar "um esforço total para repetir o fenômeno no mundo ocidental".[35]

A localização do Pokémon anime foi feita pela 4Kids e dirigida por Norman J. Grossfeld. Grossfeld acreditava firmemente que o anime deveria ser americanizado.[206] Na NATPE de 1998, ele pediu à ShoPro uma espécie de "carta branca", para me deixar mudar o programa como eu achasse que funcionaria para este mercado, ao que a ShoPro concordou.[207] No entanto, nenhuma emissora de TV nacional se interessou em comprar o anime ou financiar sua adaptação para o mercado nacional.[18][190] Kahn decidiu então autofinanciar os custos de produção de Pokémon, apesar de perceber que isso "poderia muito bem levar a 4Kids à falência" caso o programa fracassasse.[207] Segundo Kahn, eles "gastam uma fortuna" com a localização.[34] Para ter isso transmitido em distribuição, 4Kids ofereceram o programa gratuitamente para emissoras de TV locais em todo o país, em troca de uma parte da receita publicitária.[18][190] A NoA auxiliou, convencendo dezenas de emissoras a exibir a série ao oferecer-se para comprar parte de seus espaços publicitários, gastando um total de US$ 5 milhões (cerca de US$ 9,65 milhões em 2024).[192][207] Apesar de tudo isso, a maioria das emissoras ainda relutava em exibir Pokémon, e Grossfeld teve dificuldades em superar seus "preconceitos ou seu esnobismo em relação à animação produzida no Ocidente em detrimento de algo da Ásia".[207] Naquela época, o anime ainda não havia alcançado popularidade no Ocidente. Notícias da época citavam Sailor Moon[j] como exemplo de um anime que não conseguiu conquistar o público jovem americano.[k] Ainda assim, com a ajuda da NoA, a 4Kids finalmente conseguiu contratar 112 emissoras para Pokémon,[213] atingindo "cerca de 85 a 90 por cento"[214] de lares com televisão. No entanto, muitas emissoras o exibiram em horários fora do pico, com horários de início como 06:00 ou 06:30.[18][192] Antes do final da década de 1990, esse era o caso de muitos animes nos EUA.[200]

Grossfeld surgiu com o slogan publicitário "Gotta catch 'em all!" ("Tenho que pegá-los todos!" traduzido em português) como o equivalente em inglês ao japonês Get (the) Pokémon! (ポケモンゲットだぜー!, Pokemon GETTO daze~!; Pegue o Pokémon).[215][216] A frase "milagrosamente conseguiu obter aprovação" pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), que normalmente proíbe o uso de liminares em anúncios direcionados a crianças (por exemplo "Você precisa comprar isso!"). Embora o slogan possa soar impositivo, a FCC argumentou que o ato de "capturar" está no cerne da brincadeira de Pokémon. Portanto, a frase foi permitida.[217] A música tema da série foi escrito por John Loeffler e John Siegler, e realizado por Jason Paige.[218]

O anime Pokémon foi transmitido pela primeira vez em 7 de setembro de 1998.[219] Pokémon Red Version e Blue Version foram lançados três semanas depois, em 28 de setembro de 1998.[220] Para localizar o jogo de cartas, a Nintendo contratou Wizards of the Coast, o creator do Magic: The Gathering.[221] Pokémon Trading Card Game foi lançado oficialmente em todo o país em 9 de janeiro de 1999, embora tenha sido vendido antecipadamente em lojas selecionadas em dezembro.[222] Coincidindo com o lançamento de Pokémon na América do Norte, houve o lançamento do Game Boy Color em 23 de novembro de 1998.[223]

1999–2000: Pokémania

[editar | editar código]

Na América do Norte, a franquia estreante Pokémon rapidamente alcançou o sucesso. Em dezembro de 1998, o anime Pokémon havia se tornado o programa infantil de maior audiência durante a semana.[224] Isso atraiu a atenção de duas empresas de mídia: a Warner Bros., coproprietária do canal The WB; e a Saban Entertainment/Fox Family Worldwide, proprietária do canal Fox Kids. Seguiu-se uma disputa acirrada entre as partes, vencida pela Warner Bros.[225] Em 13 de fevereiro de 1999, Pokémon estreou no bloco de televisão nacional do Kids' WB. O episódio de estreia tornou-se a estreia mais assistida da história do Kids' WB.[226]

Em abril de 1999, havia um consenso geral nos EUA de que Pokémon havia se tornado um fenômeno e a mais nova moda infantil.[l] Para alguns, a moda era chamada de "Pokémania",[m] incluindo jornalistas de Time[35] e USA Today.[234] Nos EUA, houve uma grave escassez de produtos "Pokémon",[33] especialmente cartas de Pokémon,[235] fazendo com que as empresas deixem de obter lucros.[236] Um artigo do Milwaukee Journal Sentinel, publicado em 3 de agosto de 1999, citou um gerente da Toys "R" Us dizendo que um estoque de 600 pacotes de reforço duraria 24 horas. O CEO de uma distribuidora de cartas afirmou que eles estavam com "milhares de caixas atrasadas" nos pedidos. No mesmo artigo, uma porta-voz da Wizards afirmou que mais funcionários e gráficas haviam sido contratados para aumentar a produção de cartas.[237] No entanto, perto do final do mês, uma porta-voz diferente dos Wizards disse ao The Washington Post que eles haviam "esgotado a maior parte da capacidade de impressão de cartas dos Estados Unidos".[19] Da mesma forma, o jornal USA Today noticiou em novembro de 1999 que as fábricas que produzem os brinquedos Pokémon da Hasbro haviam expandido a produção em 20 vezes, mas a demanda ainda excedia a oferta.[238]

O console Game Boy Color, utilizado na geração II.

Em parte devido à febre de Pokémon, a Nintendo viu seus lucros aumentarem 250% em 1999 em comparação com o ano anterior,[19] atingindo o nível mais alto em seis anos.[239] A franquia Pokémon representou mais de 30% da receita da Nintendo naquele ano.[240] A popularidade de Pokémon também causou um aumento acentuado nas vendas da linha Game Boy.[191][241][242] Os lucros financeiros inesperados surgiram numa altura em que a Nintendo perdeu a dominância no mercado de consolas domésticas, com o Nintendo 64 a ser ultrapassado em vendas pelo PlayStation da Sony.[243][244][245] O sucesso mundial de Pokémon compensou essa perda em certa medida.[n] Os acadêmicos David Buckingham e Julian Sefton-Green foram ainda mais longe, escrevendo em 2004: "embora a Nintendo esteja agora entre as empresas mais lucrativas do Japão, pode-se argumentar que a empresa teria tido dificuldades para sobreviver sem Pokémon".[250]

4Kids, inicialmente uma empresa pouco conhecida,[190][198] aumentou trinta vezes em receitas,[251] e foi nomeada a empresa de crescimento mais rápido da América na edição de 4 de setembro de 2000 da revista Fortune.[199][252][253] Muitas empresas que obtiveram a licença Pokémon em tempo hábil colheram lucros consideráveis.[251][254] No verão de 1999, uma corrida massiva às ações de empresas licenciadas de Pokémon com ações negociadas em bolsa fez com que seu valor aumentasse drasticamente. No entanto, em novembro, a maioria dos investidores estava vendendo suas ações a descoberto. Percebendo que Pokémon era uma moda passageira que atingiria seu pico e cairia em algum momento, os investidores estavam pessimistas em relação às suas perspectivas.[255]

Pokémon: The First Movie estreou na América do Norte em 12 de novembro de 1999 e na Europa no ano seguinte. Apesar de ter sido mal recebido por muitos críticos ocidentais, tornou-se um dos filmes de animação japoneses de maior sucesso de todos os tempos.[256] Nos Estados Unidos, estima-se que novembro de 1999 tenha sido o auge da Pokémania.[o] Para apoiar o lançamento americano de The First Movie, houve uma ação promocional com o Burger King, uma das maiores da história da indústria de fast food.[261][262][263] O sucesso da promoção resultou em problemas de abastecimento; os restaurantes frequentemente ficavam sem brinquedos Pokémon para incluir em suas refeições.[264][265] Em 27 de dezembro,[266] Burger King recolheu seu brinquedo Poké Bola após uma menina de 13 meses morrer sufocada com um deles.[267][268]

Pokémon Gold e Silver, os sucessores de Red/Green/Blue foram lançados na América do Norte em 15 de outubro de 2000.[269] Na Europa, foram lançados em 6 de abril de 2001.

The Pokémon Company e Pokémon USA estabelecido

[editar | editar código]
Pokémon Center Mega Tokyo, uma grande loja de produtos Pokémon em Sunshine City, Ikebukuro.[270]

Em 23 de abril de 1998, a Pokémon Center Co. Ltd. foi fundada como uma joint venture entre a Nintendo, a Creatures e a Game Freak.[271] Inicialmente, foi criada para administrar lojas especializadas em produtos Pokémon, chamadas Pokémon Centers, cuja primeira unidade foi inaugurada em Nihonbashi, Tóquio, em 18 de julho de 1998.[272][273] Ao longo dos anos, vários Pokémon Centers abriram e fecharam no Japão. Em setembro de 2025, existiam um total de 23 lojas de produtos Pokémon no Japão.[274] Um Pokémon Center americano também existiu na cidade de Nova Iorque a partir de 2001[275] ao 2005.[276] Foi então remodelado para Nintendo World,[277] mais tarde renomeado Nintendo New York.[278]

Após o lançamento de Gold e Silver, Tsunekazu Ishihara começou a definir uma série de metas de longo prazo para a franquia Pokémon, que incluíam o lançamento de um filme por ano.[p] Como parte do plano de Ishihara, a Pokemon Center Co. Ltd. foi reformulada e passou a se chamar The Pokémon Company (TPC), sendo oficialmente renomeada em outubro de 2000.[272][279] O objetivo da TPC é centralizar e simplificar a gestão global de Pokémon.[280] Em fevereiro de 2001, foi fundada a Pokémon USA, uma empresa afiliada à The Pokémon Company.[272]

2001–2006: Fim da febre

[editar | editar código]

Na América do Norte, a Pokémania atingiu o auge em 1999, diminuindo ao longo do ano seguinte.[281] Em 29 de abril de 2000, o anime foi destronado do primeiro lugar da Kids' WB após ocupá-lo por 54 semanas. Quase ao mesmo tempo, Pokémon foi ultrapassado na Fox Kids por seu rival Digimon.[282] Na Europa, a febre atingiu o auge em 2000.[283][284] Em 20 de janeiro de 2001, o jornal The New York Times noticiou que o mercado de cartas colecionáveis ​​de Pokémon havia entrado em colapso nos Estados Unidos.[285] Uma pesquisa realizada em junho de 2001 no Reino Unido confirmou que a popularidade de Pokémon estava diminuindo por lá.[286] Joseph Tobin escreveu: "No verão de 2001, o espaço ocupado por Pokémon nas prateleiras das lojas de brinquedos japonesas e americanas era apenas uma fração do que tinha no outono de 1999".[287] No final de 2001, a Pokémania estava perdendo força globalmente e em 2002, a moda já havia praticamente acabado.[288]

O console Game Boy Advance, que introduziu a geração III.

De 2000 a 2002, a Game Freak desenvolveu Pokémon Ruby e Sapphire, os sucessores de Gold e Silver, para o recém-lançado Game Boy Advance. Masuda, que foi nomeado diretor assistente durante o desenvolvimento de Gold e Silver, foi promovido a diretor de Ruby e Sapphire, com Tajiri se tornando diretor executivo.

Em outubro de 2001, a 4Kids Entertainment assinou um novo contrato com a Pokémon USA (PUSA), continuando a atuar como agente de licenciamento exclusivo e responsável pela localização do anime Pokémon.[280] Em 23 de dezembro de 2005, foi anunciado que o acordo não seria renovado e expiraria em 31 de dezembro, com a PUSA internalizando todo o processo de licenciamento.[289][290] A localização do anime seria feita pela PUSA em cooperação com a TAJ Productions. A PUSA substituiu quase todos os dubladores originais em inglês, que ainda estavam sob contrato com a 4Kids.[291] Essa decisão "provocou a ira dos fãs e dos próprios atores".[292] Segundo Stuart Zagnit, que deu voz ao Professor Carvalho, a mudança no elenco foi feita para reduzir custos.[291]

Em março de 2003, a Pokémon UK foi fundada em Londres como representante britânica da The Pokémon Company.[272]

2006–2012: Geração IV–V, TPCi estabelecido

[editar | editar código]
O console Nintendo DS, que introduziu as gerações IV e V.

Após Ruby e Sapphire, Pokémon Diamond e Pearl foram lançados para o Nintendo DS em 28 de setembro de 2006, no Japão[293] e em 22 de abril de 2007, na América do Norte.[294] Uma terceira versão, Pokémon Platinum, foi lançada em 28 de setembro de 2008, no Japão[295] e em 22 de março de 2009, na América do Norte.[296] Eles formam a quarta geração (Geração IV) da série de jogos eletrônicos de Pokémon. [297] Diamond and Pearl foram projetados com base em vários recursos do DS, como suas capacidades de Wi-Fi e a abertura para cartucho de Game Boy Advance.[298] O presidente de Pokémon, Tsunekazu Ishihara, apelidou os jogos de "os títulos definitivos" da franquia, pois permitiam ao jogador trocar e batalhar com Pokémon, incluindo todos os Pokémon de versões anteriores, globalmente via Wi-Fi, ao contrário do que acontecia anteriormente, quando só era possível fazer isso localmente e com um número menor de Pokémon.[299] Os personagens dos jogos são em 2D e os ambientes são renderizados em 3D, sendo consideravelmente difícil diferenciá-los, pois a Game Freak os projetou dessa forma para inovar os gráficos, mantendo ao mesmo tempo o estilo e a sensação tradicionais dos jogos.[300][301]

Em 2009, a Pokémon USA e a Pokémon UK se fundiram para formar a The Pokémon Company International (TPCi).[16] Essa subsidiária da The Pokémon Company (TPC) administra desde então a franquia Pokémon fora da Ásia.[17]

Na Geração V, Pokémon Black e White foram lançados em 18 de setembro de 2010 no Japão para o DS[302] e em 6 de março de 2011, na América do Norte.[303] Os jogos apresentam efeitos visuais aprimorados e maior uso de gráficos 3D. Os desenvolvedores excluíram Pokémon e estratégias antigas, ao mesmo tempo que introduziram mais de 150 novos Pokémon para evocar uma sensação de novidade e proporcionar aos novos jogadores um campo de jogo mais equilibrado em relação aos veteranos.[304] Os jogos buscam atrair tanto novos jogadores quanto jogadores veteranos por meio de um guia detalhado e da adição do C-Gear (uma ferramenta de comunicação em tempo real para aprimorar as experiências de comércio e batalha), respectivamente.[305] Black e White foram seguidos por Pokémon Black 2 e White 2, que foram lançadas em 23 de junho de 2012, no Japão[306] e em 7 de outubro de 2012, na América do Norte.[307]

2013–2018: 3D, Geração VI–VII, Pokémon GO

[editar | editar código]
O console Nintendo 3DS, que introduziu as gerações VI e VII.

Na Geração VI, Pokémon X e Y foram lançados mundialmente para o Nintendo 3DS em 12 de outubro de 2013,[308] e são os primeiros jogos a serem lançados dessa forma. Os desenvolvedores se concentraram nos temas de "beleza", "vínculo" e "evolução", e foi com base nesses temas que criaram a mecânica principal dos jogos, onde os Pokémon podem alcançar uma forma superior de evolução fortalecendo seus laços com os treinadores; no entanto, para manter o equilíbrio do jogo, eles limitaram esse recurso a um fenômeno especial e temporário.[309] A transição dos jogos para gráficos totalmente 3D permitiu ao jogador manipular livremente os ângulos da câmera, embora, devido a limitações técnicas, objetos distantes sejam renderizados com menor resolução modelos poligonais, e o produtor Hitoshi Yamagami disse aos jogadores de 2D que "a Game Freak [desenvolvedora] também é grande fã de gráficos 2D... Então, há alguns elementos ali que eu [Yamagami] acho que os fãs de 2D também irão apreciar."[310] Ao ser questionado sobre o tipo de Horde battle e Sky battle, ele afirmou que as Horde battles servem para substituir os papéis de "Pokémon realmente fortes" para ajudar o jogador a progredir mais facilmente nos jogos e também para adicionar "mais emoção às batalhas e uma sensação de perigo", e que adicionaram as Sky battles para aproveitar os recursos de ângulos de câmera 3D dos jogos.[311]

Na Geração VII, Pokémon Sun e Moon foram lançados mundialmente para o 3DS em 18 de novembro de 2016 e, na Europa, em 23 de novembro de 2016.[312] Os desenvolvedores escolheram o Havaí como inspiração devido à sua luz solar quente e distinta, ao luar límpido e aos biomas únicos que ajudaram a sustentar o conceito de variação regional dos Pokémon nos jogos. Ohmori disse que, como diretor, seu objetivo era focar no conceito de "Pokémon como criaturas vivas, [e realmente se concentrar] no fato de estarem vivos". Tendo em mente a data de lançamento no 20º aniversário de Pokémon, ele tratou este projeto como uma "celebração dessa vida e uma forma de expressar respeito por ela". Ao refletir sobre a vida e suas origens, Ohmori considerou a importância do Sol, que possibilita a vida com sua luz, e o impacto da Lua na reprodução de certas espécies. Ele explicou como o Sol, a Lua e a Terra "trabalham [juntos], influenciando-se [um ao outro], e a vida, como resultado, cresce e floresce com base [nessa] relação".[313]

2016: Lançamento de Pokémon G0

[editar | editar código]
Os jogadores durante o Pokémon Go Fest em Chicago em 2017.

Em 2016, a franquia Pokémon gerou uma segunda febre mundial com o lançamento de Pokémon GO, um jogo de realidade aumentada para dispositivos móveis. O aplicativo teve origem em uma pegadinha de 1º de abril do Google em 2014: o "Desafio Pokémon do Google Maps". A brincadeira foi idealizada por Tsunekazu Ishihara e Satoru Iwata.[314] Por iniciativa de Ishihara,[315] A farsa foi transformada em um jogo eletrônico real desenvolvido pela Niantic. Ishihara era fã do jogo de transrealidade anterior da Niantic, Ingress, e viu o conceito do jogo como uma combinação perfeita para Pokémon.[315]

Por meio de compras dentro do jogo, o jogo gerou mais de 160 milhões de dólares até o final de julho de 2016,[316] com App Annie, o Pokémon GO gerou cerca de 10 milhões de dólares em receita por dia naquele mês.[317] No mesmo mês, a Sensor Tower informou que o jogo havia ultrapassado a marca de US$ 200 milhões em receita mundial, superando todos os recordes existentes estabelecidos por Clash of Clans e Candy Crush por uma ampla margem.[318] O uso médio diário do aplicativo em dispositivos Android em julho de 2016 ultrapassou o do Snapchat, Tinder, Twitter, Instagram e Facebook.[319] Em 2 de setembro de 2016, Pokémon GO já havia gerado mais de US$ 440 milhões em receita mundial, de acordo com a Sensor Tower.[320] Até 30 de setembro, o aplicativo havia recebido 500 milhões de downloads e arrecadado US$ 470 milhões em 80 dias, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado Newzoo.[321] Pokémon GO alcançou a marca de 600 milhões de dólares em receita após apenas 90 dias no mercado, tornando-se o jogo para celular a atingir esse feito mais rapidamente.[322]

2019–presente: Geração VIII–IX, jogabilidade de mundo aberto

[editar | editar código]
O console Nintendo Switch, que introduziu as gerações VIII e IX.

Geração VIII[323] estreou com o lançamento de Pokémon Sword e Shield em 15 de novembro de 2019, para o Switch.[324] O diretor Shigeru Ohmori afirmou que eles projetaram os jogos com base no que consideravam o maior tema de Pokémon: tornar-se/ser "o maior ou o mais forte", o que se expressou na mecânica central dos Pokémon Dynamax/Gigantamax e nos recursos cada vez mais poderosos de software e hardware dos jogos. Ohmori revelou ainda que, ao desenvolver os jogos Let's Go como projetos de pesquisa para o Switch, eles puderam adquirir experiências e conhecimentos valiosos para desenvolver Sword e Shield. Ele observou que aproveitaram a alta resolução e a conectividade com a TV do Switch para implementar a mecânica central de Pokémon de tamanho gigantesco. Eles imaginaram o cenário dos jogos como um "espaço aberto" diferente dos sistemas de rotas tradicionais, em constante mudança, onde o jogador pode encontrar e explorar com outros jogadores.[325]

Em 2020, eclodiu a pandemia de COVID-19. O tédio generalizado e o excesso de tempo livre resultantes inspiraram um ressurgimento da popularidade e do interesse pelos cartas de Pokémon,[326] que foi ainda mais popularizada por vários YouTubers e outros influenciadores, como Logan Paul.[327][328] A febre resultou em graves escassez de suprimentos, e o comportamento inadequado e obsessivo dos clientes levantou preocupações de segurança em muitas lojas de varejo. Os valores dos cartas de Pokémon dispararam, levando os colecionadores a enviar cartas para avaliação e sobrecarregar as agências de classificação de cartas.[329][330] The Pokémon Company respondeu reimprimindo os produtos afetados em sua capacidade máxima para garantir a estabilização dos preços e a acessibilidade geral.[331]

Pokémon Legends: Arceus foi lançado em 28 de janeiro de 2022 para o Switch como uma prequela de Diamond e Pearl.[332] Faz parte da Geração VIII.[333] O jogo "representa uma nova abordagem para a série de jogos eletrônicos de Pokémon", que transita das mecânicas tradicionais de RPG para a adição de elementos em tempo real. Diferentemente dos jogos Pokémon tradicionais, o jogador pode capturar Pokémon lançando uma Poké Bola em tempo real, em vez de iniciar uma batalha; contudo, ainda é possível optar pela batalha para enfraquecer o Pokémon e facilitar a captura. Muitos aspectos do jogo, principalmente o cenário, lembram bastante as da The Legend of Zelda: Breath of the Wild.[334][335][336]

Geração IX[337] foi introduzido com o lançamento de Pokémon Scarlet e Violet para o Nintendo Switch em 18 de novembro de 2022. Os jogos são os primeiros da franquia Pokémon a apresentarem uma experiência totalmente em mundo aberto, em contraste com a experiência parcialmente aberta de jogos anteriores, como Sword e Shield. Além disso, o jogo abandonou a mecânica tradicional de ginásios e as batalhas contra a Elite dos Quatro, optando por missões únicas em estradas. A experiência multijogador aprimorada permitiu que até quatro jogadores viajassem juntos.[338][339] Suas DLC, The Hidden Treasure of Area Zero, consistem em duas partes, The Teal Mask e The Indigo Disk; The Teal Mask foi lançado em 12–13 de setembro de 2023[340] e The Indigo Disk foi lançado em 14 de dezembro de 2023.[341] Um epílogo para The Hidden Treasure of Area Zero foi lançado em 11 de janeiro de 2024.[342]

Pokémon Legends: Z-A foi lançado em 16 de outubro de 2025 para o Nintendo Switch e Nintendo Switch 2.[343][344] Faz parte da Geração IX. Sucessor de Legends: Arceus, este jogo retorna à região de Kalos vista em X e Y. Um DLC, Mega Dimension, foi lançado em 10 de dezembro de 2025.[345] O logotipo oficial do 30º aniversário da franquia foi oficialmente revelado pelas contas oficiais nas redes sociais no início de 2026.[346]

Em janeiro de 2026, a Lego anunciou seus primeiros conjuntos Pokémon, disponíveis para pré-venda, com lançamento previsto para 27 de fevereiro de 2026.[347] Segundo o Yahoo! News, o enorme conjunto de US$ 650 esgotou rapidamente e já estava sendo revendido no eBay antes mesmo do lançamento oficial.[348]

Jogos eletrônicos

[editar | editar código]
Batalha entre um Charmander e um Bulbasaur no Pokémon Red e Pokémon Blue

Os jogos eletrônicos Pokémon foram lançados em uma grande variedade de gêneros. Os jogos de RPG desenvolvidos pela Game Freak são considerados a série principal da franquia.[349][350][351] Existem também vários jogos derivados, como Pokémon Mystery Dungeon, uma série de RPG roguelike, Pokémon Ranger, uma série de RPG de ação, e Detective Pikachu (2018), um jogo de aventura. Os jogos Pokémon, em particular os RPGs principais, são geralmente classificados em gerações. Por exemplo, Junichi Masuda se referiu a Diamond e Pearl (2006) como quarta geração,[352] e X e Y (2013) como sexta geração.[353]

Até 2011, os jogos Pokémon eram lançados exclusivamente para consoles da Nintendo. Com a ascensão dos smartphones durante a década de 2010, a The Pokémon Company também começou a desenvolver, publicar e licenciar títulos Pokémon para o mercado de telefones celulares, principalmente Pokémon GO (2016), um jogo de realidade aumentada desenvolvido pela Niantic que gerou uma febre mundial no verão de 2016.[321][322]

Segundo o site oficial da The Pokémon Company, em março de 2025, mais de 489 milhões de unidades de jogos de Pokémon haviam sido vendidas em todo o mundo.[354]

Trilhas sonoras

[editar | editar código]

Os Pokémon CDs foram lançados na América do Norte, a maioria deles em conjunto com os lançamentos teatrais dos três primeiros filmes Pokémon. Esses lançamentos foram comuns até o final de 2001. Em 27 de março de 2007, um CD do décimo aniversário foi lançado contendo 18 faixas do dublê inglês; Este foi o primeiro lançamento em língua inglesa em mais de cinco anos. Bandas sonoras dos filmes de Pokémon foram lançados no Japão todos os anos, em conjunto com os lançamentos teatrais.

Ano Título
1999 Pokémon 2.B.A. Master
1999 Pokémon: The First Movie
2000 Pokémon World
2000 Pokémon: The First Movie Original Motion Picture Score
2000 Pokémon: The Movie 2000
Pokémon: The Movie 2000 Original Motion Picture Score
2001 Totally Pokémon
2001 Pokémon 3: The Ultimate Soundtrack
2001 Pokémon Christmas Bash
2007 Pokémon X: Ten Years of Pokémon
2013 Pokémon X & Pokémon Y: Super Music Collection
2013 Pokémon FireRed & Pokémon LeafGreen: Super Music Collection
2014 Pokémon HeartGold & Pokémon SoulSilver: Super Music Collection
2014 Pokémon Ruby & Pokémon Sapphire: Super Music Collection
2014 Pokémon Diamond & Pokémon Pearl: Super Music Collection
2014 Pokémon Black & Pokémon White: Super Music Collection
2014 Pokémon Black 2 & Pokémon White 2: Super Music Collection
2014 Pokémon Omega Ruby & Pokémon Alpha Sapphire: Super Music Collection
2016 Pokémon Red and Green Super Music Collection
2016 Pokémon Sun & Pokémon Moon: Super Music Collection

Trading Card Game

[editar | editar código]

Pokémon Trading Card Game (PTCG), conhecido no Brasil como Pokémon Estampas Ilustradas, foi um dos primeiros jogos de cartas colecionáveis ​​(JCCs) do Japão. Foi inspirado por Magic: The Gathering.[123][124][125] No jogo de cartas, os jogadores usam um baralho de 60 cartas com Pokémon Básicos e evoluídos, cartas de Energia e cartas de Treinador para ajudá-los a derrotar os Pokémon do oponente, comprar cartas de prêmio e vencer o jogo.[355] As cartas são classificadas em vários níveis de raridade, que variam de Common to Rare Holofoil, com uma ilustração holográfica. Cartas raras, incluindo edições limitadas, cartas exclusivas e cartas mais antigas, são muito valorizadas entre os colecionadores devido à sua escassez.[356][357]

Segundo o site oficial da The Pokémon Company, mais de 75 bilhões de cartas foram impressas até março de 2025.[354]

Trading Figure Game

[editar | editar código]

O Trading Figure Game foi criado na Austrália em 2006, trazendo uma série de figuras colecionáveis de Pokémon que se assemelham com um RPG de tabuleiro, mas utiliza também elementos do Trading Card Game. O jogo consiste em atravessar um tabuleiro sem ser nocauteado e chegar ao ponto final, vencendo o adversário.

O jogo, feito para dois jogadores, é dividido em turnos, onde o Pokémon pode atacar o adversário girando sua figura até parar. Caso pare no local certo, o ataque é bem sucedido e o oponente recebe dano, mas caso não pare nesse local, o ataque é cancelado.

Assim como o Trading Card Game, o Trading Figure Game também traz as cartas de treinador, que são usadas para melhorar a situação do Pokémon em batalha. O Trading Figure Game também traz miniaturas de verdadeiros treinadores que vêm dos jogos da série e suas ações podem mudar o rumo da partida.

Atualmente, existe uma expansão da série chamada de Pokémon Trading Figure Game: Next Quest e seu lançamento foi no dia 15 de agosto de 2007 na América.[358] Tanto o TCG quanto o TFG de Pokémon são administrados pela subdivisão da The Pokémon Company, chamada de Pokémon Organized Play, que administra quase todos os torneios em toda a América.[359]

Ash Ketchum segurando Pikachu no primeiro episódio, "Pokémon, Eu Escolho Você!"

Em 2025, o anime Pokémon contava com mais de 1.300 episódios distribuídos em 28 temporadas. Sua temporada atual, Horizontes – Altas Esperanças, começou a ser exibida em 11 de abril de 2025. O anime originalmente focava em Ash Ketchum e suas viagens pelo mundo Pokémon com seu parceiro, Pikachu. Eles deixaram de ser protagonistas ao final da 25ª temporada.[360] A 26ª temporada, Pokémon Horizontes, apresentou dois novos protagonistas, Liko e Rain.[361] Ao todo, foram lançados 23 filmes de anime, sendo o mais recente Pokémon: O Filme - Segredos da Selva (2020).[362]

Séries derivadas do anime também foram produzidas, incluindo um programa de variedades intitulado Weekly Pokémon Broadcasting Station (週刊ポケモン放送局, Shūkan Pokemon Hōsōkyoku), foi ao ar na TV Tokyo de 2002 a 2004 e transmitida em inglês como parte de Pokémon Chronicles.[363][364] Vários especiais de televisão foram lançados. 27 curtas-metragens estrelados pelo Pikachu foram produzidos, principalmente antes dos filmes.[365] Existem também diversas minisséries animadas.

O mangá original, denominado Poketto Monsutā SPECIAL, foi primeiramente lançado no Japão e, com o sucesso da série, expandiu-se globalmente, sendo rebatizada de Pokémon Adventures. São vários arcos. Cada arco tem enredo e personagens diferentes dos do anime, tendo como protagonistas pessoas baseadas nos treinadores dos jogos. Atualmente está em seu sexto arco[366] no Japão, com um sétimo sendo planejado para o fim de 2008.

Pokémon Adventures é o mangá original da série, mas há muitos outros tipos de mangá, que contam diferentes histórias, como Pokémon Zensho e Pokémon Chamo-Chamo Party, que não apresentam personagens vistos em outras séries ou mídias e também mangás como The Electric Tale of Pikachu, conhecido no Brasil como Pokémon em Quadrinhos, e Ash & Pikachu, que têm como personagens principais Ash Ketchum e seu amigo Pikachu, além de cinco mangás adaptados de filmes de Pokémon e duas séries de mangás baseadas em jogos: uma em Pokémon Colosseum e outra em Pokémon Mystery Dungeon.

Live-action

[editar | editar código]

Detective Pikachu, um filme de animação/live-action baseado em jogo eletrônico de mesmo nome, foi lançado em 2019.[367] Uma sequência foi anunciada antes mesmo da estreia do original,[368] mas em 2026, seu status é desconhecido.

Um drama de televisão live-action, Poketto ni Bōken o Tsumekonde ("A Pocketful of Adventures"), estreou na TV Tokyo em 20 de outubro de 2023.[369]

Críticas e controvérsias

[editar | editar código]

Moralidade e crenças religiosas

[editar | editar código]

Pokémon foi criticado por alguns cristãos sobre temas ocultos e violentos percebidos e o conceito de "evolução de Pokémon", que eles sentem vai contra a conta da criação bíblica em Gênesis.[370] No entanto, Sat2000, uma estação de televisão por satélite com sede na Cidade do Vaticano, rejeitou que o jogo de cartões comerciais e jogos de vídeo Pokémon são "cheios de imaginação inventiva" e não têm "efeitos colaterais mortais prejudiciais".[371][372] No Reino Unido, o jogo "Christian Power Cards" foi introduzido em 1999 por David Tate, que afirmou: "Algumas pessoas não estão felizes com os Pokémon e querem uma alternativa, outras apenas querem jogos cristãos". O jogo era semelhante ao Pokémon Trading Card Game, mas usava figuras bíblicas.[373]

Em 1999, a Nintendo deixou de fabricar a versão japonesa do cartão de troca "Koga's Ninja Trick" porque representava um manji, um símbolo tradicionalmente budista sem conotações negativas. O grupo judaico de direitos civis da Liga Anti-Difamação reclamou porque o símbolo é o inverso de uma suástica, que é considerada ofensiva para o povo judeu. Os cartões foram destinados apenas à venda no Japão, mas a popularidade do Pokémon levou à importação para os Estados Unidos com a aprovação da Nintendo. A Liga AntiDifamação entendeu que o símbolo da questão não pretendia ofender e reconheceu a sensibilidade que a Nintendo demonstrou ao remover o produto do mercado.[374]

Em 1999, dois meninos de nove anos de idade da Merrick, Nova York processaram a Nintendo porque alegaram que o Pokémon Trading Card Game causou o jogo problemático.[375]

Em 2001, a Arábia Saudita proibiu os jogos e cartões de Pokémon, alegando que a franquia promovia o sionismo ao exibir a Estrela de David nos cartões comerciais (uma estrela de seis pontas é apresentada no jogo de cartas), bem como outros símbolos religiosos, como cruzes eles associado ao cristianismo e aos triângulos que eles associaram à Maçonaria; os jogos também envolveram jogos de azar, o que viola a doutrina muçulmana.[376][377]

Pokémon também foi acusado de promover o materialismo.[378]

Direitos dos animais

[editar | editar código]

Em 2012, a PETA criticou publicamente o conceito de Pokémon como apoio à crueldade com os animais. A PETA comparou o conceito do jogo, de capturar animais e forçá-los a lutar, a brigas de galas, anéis de luta e circo, todos os eventos frequentemente criticados por crueldade com os animais. Em seguida, a PETA lançou um jogo de Pokémon fora do comum, onde os Pokémon batalham com seus treinadores para ganhar sua liberdade.[379] A PETA reafirmou suas objeções em 2016 com o lançamento do Pokémon Go, promovendo a hashtag #GottaFreeThemAll.[380]

Em 16 de dezembro de 1997, mais de 635 crianças japonesas foram internadas em hospitais com crises epilépticas.[381] Determinou-se que as convulsões foram causadas por assistir a um episódio de Pokémon "Dennō Senshi Porygon", (mais comumente traduzido "Soldado elétrico Porygon", temporada 1, episódio 38); Como resultado, esse episódio não foi exibido desde então. Neste episódio particular, houve explosões brilhantes com padrões de cores vermelhas e azuis que alternavam rapidamente.[382] Foi determinado em pesquisas subsequentes que esses efeitos luminosos fazem com que alguns indivíduos tenham convulsões epilépticas, mesmo que a pessoa não tenha antecedentes de epilepsia.[383] Este incidente é um foco comum de paródias relacionadas a Pokémon em outros meios de comunicação como o episódio dos Simpsons: "Thirty Minutes over Tokyo"[384] e o episódio de South Park: "Chinpokomon".[385]

Monster in My Pocket

[editar | editar código]

Em março de 2000, o Morrison Entertainment Group, um pequeno desenvolvedor de brinquedos estabelecido em Manhattan Beach, Califórnia, processou a Nintendo por reivindicações de que Pokémon violou seus próprios personagens Monster in My Pocket. Um juiz decidiu que não houve violação, então Morrison apelou da decisão. Em 4 de fevereiro de 2003, o Tribunal de Apelação dos Estados Unidos para o nono circuito afirmou a decisão do tribunal distrital de demitir o processo.[386]

Pokémon Go

[editar | editar código]

Nos primeiros dois dias de lançamento, o Pokémon GO levantou preocupações de segurança entre os jogadores. Várias pessoas também sofreram lesões ao cair enquanto jogavam o jogo.[387]

Múltiplos departamentos de polícia em vários países emitiram avisos, em relação à condução desatenta, a invasão e a ser alvo de criminosos por não ter conhecimento dos arredores.[388][389] As pessoas sofreram várias lesões por acidentes relacionados ao jogo.[390][391][392][393]jogadores da Bósnia foram avisados para ficarem fora dos campos de minas deixados pela década de 1990 na guerra da Bósnia.[394] Em 20 de julho de 2016, foi relatado que um menino de 18 anos em Chiquimula, na Guatemala, foi baleado e morto enquanto fazia o jogo no final da noite.[395] Esta foi a primeira morte relatada em conexão com o aplicativo. O primo de 17 anos do menino, que estava acompanhando a vítima, foi baleado nos pés. A polícia especulou que os atiradores usavam a capacidade do GPS do jogo para encontrar os dois.[396]

Influências culturais

[editar | editar código]
Um Boeing 747-400 temático da All Nippon Airways
Trem da série Shinkanses E3 com desenhos de Pokémon

Pokémon também tem várias influências culturais, sendo considerada uma marca na cultura pop. A começar pela conhecida Febre Pokémon, que "invadiu" o mundo no final da década de 90, quando Pikachu e seus amigos invadiram não apenas os videogames e a televisão, mas também várias lojas de brinquedos e várias pessoas compravam produtos com a marca da série. Pokémon é considerada a ponte cultural entre o Ocidente e o Japão quando se fala em vídeo games, conquistando tantos fãs quanto no país de origem. Após alguns anos, perto do lançamento de Pokémon Ruby e Sapphire, a febre havia acabado. Embora os jogos de Pokémon ainda vendessem milhões de cópias, os produtos desapareceram e muitos dos fãs que Pokémon havia conquistado desinteressaram-se pela série.[carece de fontes?]

Pikachu já apareceu duas vezes na Parada de Dia de Ação de Graças da empresa Macy's, uma loja de departamentos dos Estados Unidos. Pokémon também teve Boeings estilizados, milhares de itens de merchandising por causa da Febre Pokémon, dois parques temáticos, um em Nagoya, no Japão e outro em Taipei, em Taiwan, várias lojas especializadas em Pokémon, denominadas Pokémon Centers, pelo mundo, principalmente no Japão, além de ser capa da Time Magazine em 1999.[397]

Pokémon também virou um espetáculo musical chamado Pokémon Live! encenado na Broadway, surgido no final de 2000 nos Estados Unidos e baseado no anime, mas com algumas diferenças. Aparentemente seria um sucesso e estava indo rumo à Europa em 2002, mas, por motivos desconhecidos, foi cancelado.[398]

Também aparecem referências em diversos programas. Em Os Simpsons (The Simpsons, no original), há uma sátira ao episódio do Porygon, que levou mais de 600 crianças japonesas aos hospitais, onde Homer e a família têm tonturas ao ver um desenho semelhante.[399]

No episódio 310 do desenho South Park, que foi exibido em 3 de novembro de 1999 nos Estados Unidos, também houve uma sátira. Os personagens assistiam ao "Chimpokomon" na TV, e compravam todos os produtos da série, satirizando a "pokéfebre".[400]

Notas e referências

Notas

  1. Atribuído a múltiplas referências:[5][6][7][8][9][10][11][12][13]
  2. Essa contagem exclui Mega Evolução, Dynamax, Gigantamax, variantes regionais e outras formas. Estas não são consideradas espécies separadas de Pokémon, mas sim variações de espécies já existentes.
  3. Atribuído a múltiplas referências:[31][32][33][34]
  4. Atribuído a múltiplas referências:[35][36][37][38]
  5. No Dragon Quest II, o item é chamado ふしぎなぼうし, Fushigina Bōshi, i.e. Mysterious Hat. Os RPGs japoneses de Pokémon apresentam um item chamado ふしぎなアメ, Fushigina Ame, i.e. Mysterious Candy. Este item aumenta o nível de um Pokémon em um. Nos jogos em inglês, ele é chamado de Rare Candy.
  6. Atribuído a múltiplas referências:[60][61][62][63]
  7. Atribuído a múltiplas referências:[72][73][74][75]
  8. Quatros[129], sabe-se que jogos de cartas originais foram projetados por Itoi: Slot Brothers,[130] Edoka,[131] Hanamaru,[132] e Rameka.[133] O livro de 1998, The Secrets of Pokemon, afirma que os três últimos jogos contaram com a contribuição de Ishihara.[134]
  9. Não foi possível estabelecer um número definitivo. A Agência de Gestão de Incêndios e Desastres anunciou que, até às 17h do dia 17 de dezembro, um total de 685 pessoas foram levadas a hospitais em decorrência direta do episódio de Pokémon. Dessas, 208 foram efetivamente hospitalizadas.[173] No entanto, diferentes fontes apresentaram números diferentes.[174][175] Pokemon Story (2000), um livro de mais de 500 páginas sobre Pokémon afirma que "aproximadamente 750 crianças" foram levadas a hospitais, das quais 135 foram hospitalizadas.[176] Foi relatado que, devido ao incidente ter pego o país de surpresa, diferentes métodos de levantamento topográfico foram utilizados em todo o Japão, e esses métodos nem sempre foram precisos.[177]
  10. Atribuído a múltiplas referências:[6][192][208][209]
  11. No entanto, Sailor Moon na época, conquistou um público fiel.[210] Após ser retirada da programação em reprises na primavera de 1996 devido à baixa audiência,[211] foi transmitido novamente no canal USA Network de junho de 1997 a março de 1998.[212] O anime teve posteriormente uma exibição de sucesso no bloco Toonami do Cartoon Network, de 1 de junho de 1998 a 5 de julho de 2002, um período que coincidiu com a Pokémania.[210][212]
  12. Atribuído a múltiplas referências:[6][227][228][229]
  13. Atribuído a múltiplas referências:[230][231][232][233]
  14. Atribuído a múltiplas referências:[246][247][248][249]
  15. Atribuído a múltiplas referências:[257][258][259][260]
  16. Shogakukan manteve essa condição até 2021. Em 2025, o último longa-metragem animado de Pokémon lançado Pokemon: Coco (ポケモン ココ), estreou no Japão em 25 de dezembro de 2020. Foi lançado mundialmente (exceto no Japão, Coreia e China) como Pokémon the Movie: Secrets of the Jungle em 8 de outubro de 2021. Entre 1998 e 2021, um total de 23 filmes de anime foram lançados.

Referências

  1. «The ABC Book, A Pronunciation Guide». NLS Other Writings. NLS/BPH. 7 de janeiro de 2013. Consultado em 10 de agosto de 2013 
  2. Sora Ltd. (9 de março de 2008). Super Smash Bros. Brawl. Wii. Nintendo. (Announcer's dialog after the character Pokémon Trainer is selected (voice acted)) 
  3. Kimura, Makoto (27 de fevereiro de 2006). «ポケットモンスター(1996~1998)» [Pocket Monsters (1996–1998)] (PDF). 2nd version. Waseda University. Arquivado do original (PDF) em 6 de janeiro de 2018. ポケモンの主要顧客層は 5~12 歳の少年少女である。[O principal público-alvo de Pokémon são meninos e meninas de 5 a 12 anos.] 
  4. Tomisawa, Akihito (1 de setembro de 2000). ゲームフリーク: 遊びの世界標準を塗り替えるクリエイティブ集団 [Game Freak: A Creative Group That Redefines the Global Standard for Gaming]. [S.l.]: Media Factory. pp. 138–139. ISBN 978-4840101189. やがて、どうせ子供向けのゲー厶だろう、と見向きもしなかつた大人たちまでが手を出しはじめた。(Em pouco tempo, o jogo passou a ser jogado até por adultos, que inicialmente não lhe deram atenção por considerá-lo um jogo infantil.) 
  5. a b c Mcfarland, Melanie; Parvaz, D.H. (11 de abril de 1999). «Are Your Children Nuts About Little Cartoon Creatures From Japan? Don't Know Why? The Diagnosis Is Simple: Pokemon Fever». The Seattle Times. Cópia arquivada em 8 de maio de 2023. And yes, there are plenty of adult fans as well. 
  6. Lockridge, Rick (14 de outubro de 1999). «Pokemon mania sweeps United States». CNN. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2002. Some grown-ups admit they enjoy the game themselves. 
  7. Sahdev, Ishaan (1 de dezembro de 2014). «Pokémon's Audience Is Growing Older». Siliconera. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2020 
  8. Zhao, Helen (18 de julho de 2016). «Pokemon Go attracts diverse crowd of gamers, study suggests». Los Angeles Times. Cópia arquivada em 12 de maio de 2019 
  9. Mac, Ryan (26 de junho de 2016). «More Women Than Men Are Playing 'Pokémon GO' – By A Lot». Forbes. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2017 
  10. Kerr, Chris (2 de fevereiro de 2017). «Nintendo says Pokemon players are now older than ever». Gamasutra. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2019 
  11. Gervasoni, Quentin (22 de janeiro de 2021). «Is Pokémon for children? How fan participation and transmedia practices transform age boundaries of audiences». In: De la Ville, Valérie-Inés; Garnier, Pascale; Brougère, Gilles. Cultural and Creative Industries of Childhood and Youth: An interdisciplinary exploration of new frontiers. [S.l.]: Peter Lang Group. p. 150. ISBN 9782807616011. doi:10.3726/b17816. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2023 
  12. Notis, Ari (11 de novembro de 2021). «The Pokémon Company Knows Fans Want More 'Grown-Up' Games». Kotaku. Cópia arquivada em 7 de junho de 2023 
  13. Boyes, Emma (10 de janeiro de 2007). «Boyes - GameSpot». UK paper names top game franchises (em inglês). GameSpot UK. Consultado em 26 de fevereiro de 2007 
  14. a b Hatakeyama, Kenji; Kubo, Masakazu (10 de dezembro de 2000). ポケモン・ストーリー [Pokemon Story]. [S.l.]: Nikkei BP. pp. 474–475. ISBN 978-4822241995. こうした合議制に近いシステムは、実は有名キャラクターではそれほど一般的なシステムではありません。(...) いま、世界的キャラクターの中で、原作権が1大、もしくは1社に集約されていないキャラクタ—は、ポケモンただ一つでしょう。[Um sistema semelhante a um conselho não é tão comum entre propriedades conhecidas. (...) Pokémon é provavelmente o único personagem no mundo hoje cujos direitos autorais originais não estão consolidados nas mãos de um único grande detentor de direitos autorais ou de uma única empresa.] 
  15. a b Daswani, Mansha (9 de abril de 2009). «Pokémon Merges North American, European Operations». WorldScreen.com. Arquivado do original em 13 de abril de 2009 
  16. a b «The Pokémon Company International – About Us». corporate.pokemon.com. Cópia arquivada em 25 de junho de 2024. The Pokémon Company International administra a propriedade fora da Ásia 
  17. a b c d e Tsukayama, Hayley (4 de agosto de 2016). «Meet the man who made Pokémon an international phenomenon». The Washington Post. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2016 
  18. a b c d Baylis, Jamie (29 de agosto de 1999). «Invasion Of Pokemon». The Washington Post. p. H01. Cópia arquivada em 27 de junho de 2023. Pokémon é simultaneamente plural e singular. 
  19. «Pokémon». Dictionary.com 
  20. Stalberg, Allison (26 de setembro de 2020). «13 Pokemon You Didn't Know Were Inspired By Real Life Animals». Game Rant. Cópia arquivada em 1 de outubro de 2025 
  21. Pokédex de Ruby e Emerald entradas em Pikachu:
    Game Freak, Creatures (19 de março de 2003). Pokémon Ruby. Game Boy Advance. Nintendo. No. 156 - PIKACHU - RATO POKÉMON. Sempre que Pikachu encontra algo novo, ele o atinge com uma descarga elétrica. Se você encontrar uma baga enegrecida, é a prova de que este Pokémon subestimou a intensidade da sua carga. 
    Game Freak, Creatures (1 de maio de 2005). Pokémon Emerald. Game Boy Advance. Nintendo. No. 156 - PIKACHU - RATO POKÉMON. Ele armazena eletricidade nas bolsas elétricas em suas bochechas. Quando libera a energia acumulada em uma explosão, a potência elétrica é equivalente à de um raio. 
  22. York, Marc (15 de abril de 2022). «Did Pikachu Ever Have a Black Tail – Or Did Everyone Imagine It?». CBR. Cópia arquivada em 1 de outubro de 2025. Este famoso Pokémon tem duas listras horizontais marrons nas costas e uma base marrom em sua cauda em forma de raio. 
  23. Caddick, Joseph (21 de janeiro de 2023). «Pikachu Vs Raichu: Which Electric-type Pokémon Is Really Best». ScreenRant 
  24. Pokémon Diamond e Pearl instruction booklets. Nintendo of America. 2007. p. 5. Arquivado (1, 2) para o original em 29 de Agosto de 2025. "OBJECT OF THE GAME ● Set out for adventure in the Sinnoh region! The Sinnoh region is filled with many strange and mysterious wonders. Your adventure will mature you as a trainer and have you cross paths with many people. (...) ● Catch Many Different Pokémon! Your goal is to complete your Pokédex by collecting lots of different kinds of Pokémon. (...) ● Become the Best Trainer Ever! Another goal is to improve your skills as a Pokémon Trainer."
  25. Pokémon Black e White instruction booklets. Nintendo of America. 2011. p. 8. Arquivado (1, 2) para o original em 5 de Setembro de 2025. "OBJECT OF THE GAME ⬡ Set Out for Adventure in the Unova Region! In the massive Unova region, you will find everything from a sprawling metropolis, lined with skyscrapers, to a vast wilderness, full of greenery. The ultimate goal of your adventure is to cross paths with many people and cooperate with Pokémon to shine as a Pokémon Trainer. ⬡ Meet and Catch Many Different Pokémon! Something to work toward in the game is to complete your Unova Pokédex by meeting and catching as many different kinds of Pokémon as you can. (...) ⬡ Become the Best Trainer Ever! Also, you’ll want to improve your skills as a Pokémon Trainer."
  26. Nintendo of America. «Trainers Guide – The Goals of a Pokémon Trainer». Pokémon Brilliant Diamond and Shining Pearl official website. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2025. Quando você começar sua aventura em Pokémon Brilliant Diamond ou Pokémon Shining Pearl, você poderá escolher seu idioma, nome e aparência. Então, esse novo e estiloso você será lançado na região acidentada, misteriosa e repleta de Pokémon de Sinnoh. Esses jogos não são uma experiência linear de introdução ao fim — a menos, é claro, que seja exatamente isso que você queira. Aqui, os treinadores podem trilhar diversos caminhos rumo à glória. 
  27. Nintendo of America. «Trainers Guide – Battling to Catch Wild Pokémon». Pokémon Brilliant Diamond and Shining Pearl official website. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2025. Um dos aspectos que torna os encontros com Pokémon selvagens tão interessantes é a oportunidade de capturá-los e adicioná-los à sua equipe. Ao tentar capturar um Pokémon selvagem, seu objetivo não é derrotá-lo, mas sim enfraquecê-lo para que seja mais fácil capturá-lo. (...) Assim que um Pokémon selvagem estiver enfraquecido, é hora de pegar uma Poké Bola na sua Bolsa. 
  28. Turney, Alexandria (19 de agosto de 2020). «Pokémon Theory: How Poké Balls REALLY Work». ScreenRant. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2025 
  29. Nintendo of America. «Trainers Guide – Challenges from Other Trainers». Pokémon Brilliant Diamond and Shining Pearl official website. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2025. Você não é o único Treinador Pokémon em Sinnoh, então prepare-se para testar suas habilidades contra todos os outros. Quando você cruzar o caminho de um Treinador adversário em rotas, cavernas e certas estruturas, ele o desafiará, quer você queira ou não. 
  30. Liu, Caitlin (10 de maio de 1999). «Pokemon Is One Powerful Drawing Card». Los Angeles Times. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2021. Parents said that, although some Pokemon charters [sic] are violent, the depiction of blood and gore that comes into family rooms every night is far worse. 
  31. Graeber, Laurel (29 de agosto de 1999). «Masters of the Universe, Youth Division». The New York Times. p. 4. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2023. Mas, por outro lado, não me preocupo tanto com isso quanto, digamos, com 'Beast Wars', 'Batman' ou 'X-Men'", todas séries animadas que, segundo ela, enfatizam a violência. 
  32. a b Thomas-Lester, Avis (13 de dezembro de 1999). «For Parents, It's No Game: Pokemon Plays Hard to Get». The Washington Post. p. B1. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2023. Os pais consideram esses brinquedos menos violentos do que outros fenômenos recentes no ramo, como as Tartarugas Ninja. 
  33. a b Mallory, Michael (12 de outubro de 2001). «Kids' Anime Hits Critical Mass». Los Angeles Times. p. F18. Cópia arquivada em 22 de março de 2023. [O anime Pokémon] consegue resolver um problema recorrente na TV infantil: como apresentar ação sem violência. São os monstrinhos estilizados e divertidos que fazem toda a luta, não os humanos. 
  34. a b c d e f Chua-Eoan, Howard; Larimer, Tim (22 de novembro de 1999). «Beware of the Poke Mania». Time. 154 21 ed. pp. 80–86. Cópia arquivada em 8 de junho de 2023. Pokémon não morrem. Quando perdem batalhas, eles desmaiam. E se isso acontecer com o seu Pokémon, você pode levá-lo ao Centro Pokémon mais próximo, um spa de alta tecnologia onde ele poderá ser restaurado à sua condição física ideal para a luta. 
  35. Plotz, David (12 de novembro de 1999). «Pokémon. Little. Yellow. Different. Better.». Slate. Cópia arquivada em 16 de março de 2003. Pokémon suaviza a violência com doçura. Assim como Tartarugas Ninja e Power Rangers, Pokémon é repleto de cenas de batalha. Mas é muito mais gentil. Pokémon nunca morrem, apenas "desmaiam". 
  36. Howe, Rupert (5 de março de 2000). «Made in Japan: Chasing the Dragon. Pokemon Was Nicknamed 'Kiddie Crack'. But a New Wave of Japanese Monsters Threatens to Be Even More Addictive.». The Independent. pp. 20–23. ProQuest 311603385. Mas Pokémon, como se sabe, não morrem; eles simplesmente sofrem um adorável desmaio. E é essa ênfase na resolução não violenta de problemas e na ação em grupo que também influencia as novas séries. 
  37. Burkeman, Oliver (20 de abril de 2000). «Pokémon power». The Guardian. p. A2. Cópia arquivada em 5 de junho de 2023. Certamente é difícil sustentar acusações de violência: as lutas Pokémon são cerimoniais e impecavelmente educadas de uma maneira tipicamente japonesa, e os monstros nunca morrem – eles apenas desmaiam antes de se recuperarem em hospitais Pokémon especiais. 
  38. Miya, Shoutarou; Tajiri, Satoshi (12 de março de 2004). Satoshi Tajiri: A Man Who Created Pokemon. [S.l.]: Ohta Publishing. 6 páginas. ISBN 978-4872338331 
  39. (Tomisawa 2000, p. 142–143)
  40. «スペシャル対談: 田尻智さん(ゲームフリーク)VS 石原恒和さん(クリーチャーズ)対談 — 4ページ目» [Interview: Satoshi Tajiri (Game Freak) vs. Tsunekazu Ishihara (Creatures) — Page 4]. Nintendo Online Magazine. nintendo.co.jp. Julho de 2000. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2003  (Translation)
  41. Parkin, Simon (11 de outubro de 2013). «Pokémon – from bugs to blockbuster». The Guardian. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2016. Satoshi Tajiri [era] obcecado por capturar insetos na sua juventude. 
  42. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 133)
  43. Sato, Tetsurō (30 de março de 1998). «「ポケモン」誕生物語» [The Birth of Pokemon]. In: Ohtsuki, Takahiro. ポケモンの魔力 [The Magic of Pokemon]. [S.l.]: Mainichi Newspapers. p. 131. ISBN 978-4620312187 
  44. Sato, Tetsurō. "The Birth of Pokemon". In Ohtsuki (1998), p. 132–133.
  45. a b (Miya & Tajiri 2004, p. 55–57)
  46. «Interview with Satoshi Tajiri». GameCenter CX. Temporada 1. Episódio SP. Japão: Fuji TV. 30 de maio de 2004. Em cena em 10:40 – 11:46. Arquivado do original em 9 de setembro de 2023 
  47. (Tomisawa 2000, p. 168): "当時は、現在のようなゲー厶情報が掲載された専門の雑誌はまだ存在していなかった。だからこそ、それを豆本なり小冊子なりにまとめてやれば、ゲー厶プレイヤーたちからの大きな需要があるだろう、と考えたのだ。" ["At that time, magazines specializing in gaming did not yet exist as they do today. Therefore, he figured there would be a great demand among gamers for a kind of pamphlet or small book with gaming information."]
  48. Sato, Tetsurō. "The Birth of Pokemon". In Ohtsuki (1998), p. 133. "当時はTVゲームの攻略法を解説した雑誌など皆無だった。『ゲームフリーク』は全国のTVゲームファンに口コミで拡がり、定期購読者を増やしていった。読者からの攻略法のリクエストも殺到した。" ["At that time, there were no magazines that explained video game strategies. "Game Freak" spread by word of mouth among video game fans nationwide, and the number of subscribers grew. Requests for game strategies from readers also started pouring in."]
  49. (Miya & Tajiri 2004, p. 146–148)
  50. (Tomisawa 2000, p. 198-200)
  51. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 82-83)
  52. a b c (Tomisawa 2000, p. 30)
  53. a b c d «ポケモン誕生秘話大公開!! 川口孝司さん(任天堂)インタビュー» [The secret story of Pokemon's birth is revealed!! Interview with Takashi Kawaguchi (Nintendo)]. Nintendo Online Magazine. nintendo.co.jp. Julho de 2000. Arquivado do original em 16 de dezembro de 2002 
  54. (Tomisawa 2000, p. 226)
  55. (Tomisawa 2000, p. 225)
  56. (Tomisawa 2000, p. 248-254)
  57. «Company Profile». gamefreak.co.jp. Arquivado do original em 19 de agosto de 2017 
  58. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 484).
  59. Tajiri, Satoshi (1 de dezembro de 1995). 新ゲームデザイン [New Game Design]. [S.l.]: Enix. p. 156  (Translation)
  60. a b Pocket Monsters Encyclopedia. [S.l.]: Aspect. 5 de abril de 1996. p. 140. ISBN 978-4893664945  (Translation)
  61. (Tomisawa 2000, p. 20-21)
  62. (Interview with Satoshi Tajiri 2004) O evento ocorre às 28:04 – 29:54.
  63. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 35)
  64. (Tomisawa 2000, p. 23)
  65. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 133-135): "つまり、ゲームを知った日を境界線として、田尻のゲームを知るまでの世界は永遠に失われたわけですが、その失われた世界を、ゲームを知った後の田尻はもう一度取り戻そうとして、ポケモンを作り出したのでした。" ["In other words, the world Tajiri knew up to the day he learned about games was lost forever. But after that, Tajiri tried to regain the world that he had lost by creating Pokemon."]
  66. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 316)
  67. Larimer, Tim; Yokota, Takashi (22 de novembro de 1999). «The Ultimate Game Freak» (online exclusive). Time. Cópia arquivada em 21 de abril de 2017. Ultraman e seus monstros de cápsula — todos eles se tornaram ingredientes para o jogo. 
  68. Shida, Hidekuni; Matsui, Tomoo (1 de maio de 2001). ゲーム・マエストロ〈VOL.4〉デザイナー/イラストレーター編 [Game Maestro, Volume 4: Designers/Illustrators]. [S.l.]: Mainichi Communications. ISBN 978-4839903879  (Translation)
  69. (Miya & Tajiri 2004, p. 130) (Translation)
  70. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 75-76)
  71. (Tajiri 1995, p. 154 + 155)
  72. «開発スタッフインタビュー/ゲーム内容が決まるまで» [Interview with development staff / Making the Game]. Nintendo Online Magazine. nintendo.co.jp. Julho de 2000. Arquivado do original em 15 de dezembro de 2002  (Translation)
  73. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 112)
  74. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 43 + 136)
  75. a b c «スペシャル対談: 田尻智さん(ゲームフリーク)VS 石原恒和さん(クリーチャーズ)対談 — 2ページ目» [Interview: Satoshi Tajiri (Game Freak) vs. Tsunekazu Ishihara (Creatures) — Page 2]. Nintendo Online Magazine. nintendo.co.jp. Julho de 2000. Arquivado do original em 10 de abril de 2003  (Translation)
  76. (Tomisawa 2000, p. 70)
  77. (Tomisawa 2000, p. 65-66)
  78. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 99-101)
  79. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 77-78)
  80. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 97-98)
  81. a b «スペシャル対談/後編1・田尻さんと石原さんの6年» [Special Conversation, page 1 – Six years of Mr. Tajiri and Mr. Ishihara]. Nintendo Online Magazine. nintendo.co.jp. Julho de 2000. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2003  (Translation)
  82. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 97-99)
  83. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 15 + 96)
  84. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 97)
  85. a b (Tomisawa 2000, p. 32-33)
  86. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 102)
  87. (Tomisawa 2000, p. 31-32)
  88. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 43)
  89. a b c «増田氏が語る、ゲームフリークが世界で通じる会社になるまで» [Game Freak's Path to Worldwide Fame, As Told By Masuda]. Shūkan Famitsū. 23 de maio de 2019. pp. 82–86. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2025. Ishihara, em particular, gostava muito de jogos de cartas e usou esse conhecimento para aconselhar sobre como adicionar mais profundidade ao sistema de batalha. Para ser honesto, coisas como os tipos de Pokémon, as batalhas com cabo link e a Pokédex foram adicionadas posteriormente durante o desenvolvimento, com base em suas sugestões. (...) Ishihara também nos deu algumas dicas sobre a história e o cenário. 
  90. «Secrets of Pokémon: How A Game Captured The World's Kids». ABC News. ABC News. 8 de fevereiro de 2000. Arquivado do original em 17 de agosto de 2000. Exeggutor é o meu favorito. Isso porque eu sempre usava esse personagem enquanto depurava o programa. 
  91. Mochizuki, Takashi (21 de setembro de 2016). «How Pokémon Became a Monster Hit». The Wall Street Journal (Online). Cópia arquivada em 4 de outubro de 2016. Mr. Ishihara disse que Exeggutor se tornou seu amigo enquanto ele analisava a programação do jogo, e juntos eles exploraram muitos lugares dentro dele e capturaram personagens. 
  92. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 105-106)
  93. (Tomisawa 2000, p. 74 + 76–77)
  94. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 488)
  95. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 108)
  96. (Kawaguchi interview 2000): "最初の1年半くらいは田尻くんが試作などを持ってきていたんですが、そのうちパッタリととだえてしまった。" ("For the first year and a half, Tajiri-kun brought in prototypes, but then he stopped working on it.")
  97. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 118)
  98. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 131)
  99. «Atsuko Nishida interview». gamefreak.co.jp. 1997. Arquivado do original em 21 de janeiro de 1998 
  100. «Creator Profile: The Creators of Pikachu». pokemon.com. 26 de julho de 2018. Cópia arquivada em 25 de agosto de 2020 
  101. Sato (3 de maio de 2018). «Pikachu Originally Had A Second Evolution Called 'Gorochu' With Large Fangs And Two Horns». Siliconera. Cópia arquivada em 22 de novembro de 2019 
  102. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 152-154)
  103. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 503)
  104. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 231-232)
  105. «COMPANY – 株式会社クリーチャーズ». creatures.co.jp. Arquivado do original em 4 de julho de 2017. 株式会社クリーチャーズ設立(千代田区神田須田町) [Estabelecimento de Creatures Co., Ltd. (Kanda-Sudachō, Chiyoda)] 
  106. Allison, Anne (30 de junho de 2006). Millennial Monsters: Japanese Toys and the Global Imagination. [S.l.]: University of California Press. pp. 197–198 + 239. ISBN 978-0520245655 
  107. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 474-476)
  108. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 157)
  109. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 166 + 174)
  110. (Tomisawa 2000, p. 17)
  111. Frank, Allegra (28 de setembro de 2018). «Pokémon veteran Junichi Masuda reflects on the series' early days». Polygon. Cópia arquivada em 30 de dezembro de 2018. Mesmo quando conversávamos com nossos amigos da indústria e dizíamos: "Ah, estamos trabalhando em um jogo para Game Boy", eles respondiam: "Sério? Vocês estão trabalhando em um jogo para Game Boy? Não acham que vai vender muito bem?" Era mais ou menos esse o clima no Japão naquela época. 
  112. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 169)
  113. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 178)
  114. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 73)
  115. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 75-76)
  116. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 74)
  117. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 195)
  118. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 204)
  119. «ポケットモンスター「赤・緑」100 万本突破記念、青バージョン新発売!» [To commemorate the sales of over 1 million copies of Pokemon Red and Green, a new Blue version has been released!]. CoroCoro Comic. 15 de abril de 1996. pp. 59–60  (Translation)
  120. a b Iwata, Satoru. «Just Making The Last Train» (entrevista). Iwata Asks. Cópia arquivada em 28 de março de 2023 
  121. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 532)
  122. a b c (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 153)
  123. a b (Pokemon Business Study Group 1998, p. 112-117).
  124. a b (Kimura 2006): "香山は続けて岩崎に、米国 WOC 社製「マジック・ザ・ギャザリング」というトレーディングカードゲームが米国で大人気であること、石原たちが開発した「ポケットモンスター カードゲーム」は「マジック・ザ・ギャザリング」をヒントにしているが、純国産のオリジナルトレーディングカードゲームであることを教えた。そして今の所、声をかけた、幾つかの大手卸問屋から取り組みを拒否されていることも岩崎に伝えた。" ("Kayama went on to tell Iwasaki that a trading card game called "Magic the Gathering" made by WOC [Wizards of the Coast] was very popular in the United States, and that the "Pokemon Card Game" developed by Ishihara and his colleagues was inspired by "Magic the Gathering". However, it was a completely original trading card game made in Japan. He also told Iwasaki that, so far, several major wholesalers he had approached had rejected the project.")
  125. Brougère, Gilles (5 de fevereiro de 2004). «Pokémon in France». In: Tobin, Joseph. Pikachu's Global Adventure: The Rise and Fall of Pokémon. [S.l.]: Duke University Press. p. 197. ISBN 978-0822332879 
  126. «Pyramid Review: Pokemon Trading Card Game». Pyramid. SJGames.com. 29 de janeiro de 1999. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2020 
  127. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 113)
  128. «デザイナー別 ゲームリスト : 糸井 重里» [Game list by designer: Shigesato Itoi]. gamers-jp.com. Cópia arquivada em 14 de maio de 2023 
  129. «APE 糸井重里 スロットブラザーズ» [APE Shigesato Itoi Slot Brothers]. Mandarake. Cópia arquivada em 14 de maio de 2023 
  130. «エイプ 糸井重里 痛快カード時代劇 エドカ» [Ape Shigesato Itoi Edka card game]. Mandarake. Cópia arquivada em 14 de maio de 2023 
  131. «はなまる作文ゲーム» [Hanamaru composition game]. Mercari. Arquivado do original em 22 de junho de 2022 
  132. «ラメカ 糸井重里» [Rameka Shigesato Itoi]. Mercari. Arquivado do original em 23 de junho de 2022 
  133. Pokemon Business Study Group (1 de junho de 1998). ポケモンの秘密 [The Secrets of Pokemon]. [S.l.]: Shogakukan. p. 113 
  134. #Pokemon20: The Pokémon Company's Tsunekazu Ishihara. The Official Pokémon YouTube channel. Em cena em 00:56. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2024 – via YouTube. Eu estava trabalhando muito no desenvolvimento dele naquela época. Isso me traz muitas lembranças. 
  135. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 226)
  136. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 233-234)
  137. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 118-119)
  138. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 225-226 + 239)
  139. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 246-247)
  140. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 256)
  141. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 151–153)
  142. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 258)
  143. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 146–148)
  144. a b Iwata, Satoru. «The King Of Portable Toys» (entrevista). Iwata Asks. Cópia arquivada em 28 de março de 2023 
  145. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 259)
  146. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 182-183 + 275)
  147. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 151-153)
  148. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 250 + 283 + 287–288)
  149. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 279)
  150. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 310)
  151. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 318)
  152. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 169)
  153. a b c (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 340)
  154. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 260-261 + 282)
  155. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 156)
  156. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 324-326)
  157. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 308-309)
  158. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 309 + 332)
  159. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 164-165)
  160. Yoshida, Toshifumi; Flanagan, Bill (Julho de 1999). «Animerica interview: Takemoto Mori». Animerica. 7. pp. 28 + 30. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2023. O principal objetivo é não afastar nenhuma das crianças. Por exemplo, se o personagem principal escolhesse Zenigame (Squirtle), algumas crianças diriam: "Ei, eu escolhi Hitokage (Charmander)", e isso levaria a criança a dizer: "Quem precisa desse desenho?!" 
  161. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 334)
  162. (Allison 2006, p. 226 + 244)
  163. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 165 + 196)
  164. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 323-324)
  165. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 166-167)
  166. Phillips, George (27 de março de 2007). «10th Anniversary of Pokemon in Japan». Anime News Network. Cópia arquivada em 12 de maio de 2008 
  167. «An Interim Report from the "Study Group on Broadcasting and Audio-Visual Sensory Perception». Ministry of Posts and Telecommunications. Abril de 1998. Arquivado do original em 23 de outubro de 2008 
  168. «It's Been 25 Years Since Pokémon Accidentally Gave People Seizures». Gizmodo (em inglês). 15 de dezembro de 2022. Consultado em 16 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2023 
  169. «ポケモン・パニック» [Pokemon Panic]. Tokyo Yomiuri Shimbun, morning edition. 18 de dezembro de 1997  Incluído em (Ohtsuki 1998, p. 38).
  170. a b «光感受性発作に関する臨床研究» [Clinical research on photosensitive seizures]. Ministry of Health and Welfare. Abril de 1998. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2020 
  171. «ポケモン被害百三十人以上が入院救急搬送六百五十一人» [More than 130 Pokemon victims hospitalized and 651 people transported to emergency rooms]. Sankei Shimbun, evening edition. 17 de dezembro de 1997  Incluído em (Ohtsuki 1998, p. 16-17).
  172. «被害状況» [Damage situation]. Mainichi Shimbun, morning edition. 18 de dezembro de 1997  Incluído em (Ohtsuki 1998, p. 38).
  173. «Pocket Monsters TV Cartoon Show Seizures News Coverage, Page 1». virtualpet.com. Cópia arquivada em 21 de abril de 1999 
  174. «Pocket Monsters TV Cartoon Show Seizures News Coverage, Page 2». virtualpet.com. Cópia arquivada em 21 de abril de 1999 
  175. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 358-359)
  176. «正確な患者数つかめず» [Exact number of patients could not be determined]. Shizuoka Shimbun, morning edition. 21 de dezembro de 1997  Incluído em (Ohtsuki 1998, p. 80).
  177. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 380)
  178. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 389-390)
  179. «WORLD DATELINES». Houston Chronicle. 1 de abril de 1998. Cópia arquivada em 20 de maio de 2023. Pokémon, como a série é chamada no Japão, retorna em 16 de abril após investigações da emissora e da Associação Nacional de Emissoras Comerciais. 
  180. «過去配給収入上位作品(配給収入10億円以上番組)— 1998年(1月~12月)» [Top films with past distribution revenues (films with distribution revenues of 1 billion yen or more) — 1998 (January to December)]. eiren.org. Motion Pictures Producers Association of Japan. Arquivado do original em 13 de junho de 2010 
  181. Wolf, Michael. «Pokemon Movie Frenzy». Daily Radar. Arquivado do original em 13 de junho de 2000. O filme (...) tornou-se o quarto filme de maior bilheteria do ano. 
  182. «ビデオ貸し控えも» [Video Rentals Suspended]. Hokkaido Shimbun, edição de manhã (South Hokkaido). 19 de dezembro de 1997  Incluído em (Ohtsuki 1998, p. 70).
  183. «アニメ「ポケモン」問題でレンタルビデオの自粛相次ぐ» [Due to the "Pokemon" anime issue, multiple video rental companies have suspended rentals]. Minami-Nihon Shimbun, morning edition. 19 de dezembro de 1997  Incluído em (Ohtsuki 1998, p. 70).
  184. «クリスマスのプレゼントは?» [What are your Christmas presents?]. Asahi Shimbun, edição de manhã. 24 de dezembro de 1997  Incluído em (Ohtsuki 1998, p. 83).
  185. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 380-381)
  186. (Pokemon Business Study Group 1998, p. 207)
  187. Johnston, Chris (28 de agosto de 1999). «Miyamoto Talks Dolphin at Space World». GameSpot. Arquivado do original em 20 de janeiro de 2014 
  188. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 406-407)
  189. a b c d e Lippman, John (16 de agosto de 1999). «Creating the Craze for Pokemon: Licensing Agent Bet on U.S. Kids». The Wall Street Journal. p. B1. Cópia arquivada em 15 de junho de 2018 
  190. a b c d Moss, Richard (19 de abril de 2019). «How Nintendo introduced the Game Boy, Tetris, and Pokémon to the West». Polygon. Cópia arquivada em 19 de abril de 2019 
  191. a b c d Gellene, Denise (10 de dezembro de 1998). «What's Pokemon? Just Ask Any Kid». Los Angeles Times. p. 1. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2020 
  192. Eisenberg, Bart (Setembro de 1998). «Japan's "Quirky" Video Games Making Inroads in the U.S.». Software Design. Gijutsu-Hyohron. Arquivado do original em 12 de dezembro de 2006 
  193. (Allison 2006, p. 243 + 298)
  194. a b «スペシャル対談: 田尻智さん(ゲームフリーク)VS 石原恒和さん(クリーチャーズ)対談 — 3ページ目» [Interview: Satoshi Tajiri (Game Freak) vs. Tsunekazu Ishihara (Creatures) — Page 3]. Nintendo Online Magazine. nintendo.co.jp. Julho de 2000. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2003  (Translation)
  195. a b c d (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 407-408)
  196. Ashcraft, Brian (19 de maio de 2009). «Pokemon Could Have Been Muscular Monsters». Kotaku. Cópia arquivada em 8 de abril de 2023 
  197. a b Pederson, Jay P., ed. (2004). «4Kids Entertainment Inc.». International directory of company histories. 59. St. James Press. ISBN 9781558625044. Arquivado do original em 18 de junho de 2018 
  198. a b Rogers, Brett (Outubro de 2000). «Give Us Your Money: 4Kids Entertainment Attains Poke-Momentum». Animation World Magazine. 5 7 ed. Cópia arquivada em 18 de setembro de 2020 
  199. a b Stewart, Lianne (1 de março de 2004). «Anime-hunting growing pains: Players face new roadblocks in the Japan-mining game». Kidscreen. Cópia arquivada em 25 de março de 2023 
  200. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 533)
  201. «What's The Deal With Pokémon?». Electronic Gaming Monthly 124 ed. Novembro de 1999. p. 171. Presidente Hiroshi Yamauchi disse a uma multidão na exposição Space World '97 da empresa: "Quero que pessoas de todo o mundo joguem Pokémon." 
  202. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 412)
  203. «The 25 Top Managers of the Year: Minuro Arakawa, Pokémon Patriarch». BusinessWeek Online. 10 de janeiro de 2000. Arquivado do original em 31 de maio de 2000  (Full issue, Introduction)
  204. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 409)
  205. Margot Adler (repórter), Brooke Gladstone (anfitrião) (6 de março de 1999). Pokemon Fever: Pokemon TV & Video Game Enthralls (Radio broadcast). Washington DC, Estados Unidos: National Public Radio, Weekend Edition. Em cena em 04:24. Arquivado do original em 13 de abril de 2024. Analisamos o Pokémon e dissemos: 'Vamos fazer um programa americano para crianças americanas'.  (entry on website)
  206. a b c d Dockery, Daniel (5 de outubro de 2022). Monster Kids: How Pokémon Taught a Generation to Catch Them All. [S.l.]: Running Press. pp. 43–44. ISBN 978-0762479504 
  207. Keveney, Bill (18 de fevereiro de 1998). «Japan's latest export to U.S.: 'Pokemon' Viewers won't see cartoon episode that was blamed for making kids sick». Milwaukee Journal Sentinel. p. 8. ProQuest 260665712 
  208. Keveney, Bill (1 de março de 1998). «Japan's 'Pokeman' [sic] Heads West». Los Angeles Times. p. 7. Cópia arquivada em 17 de julho de 2019 
  209. a b (Allison 2006, p. 154)
  210. (Allison 2006, p. 151-152)
  211. a b Lenburg, Jeff (2009). The Encyclopedia of Animated Cartoons 3nd ed. Facts on File. p. 613. ISBN 978-0816065998  (link)
  212. Levin, Gary (11 de junho de 1998). «Notorious 'Pokemon' cartoon poised for fall». USA Today. p. 03D. ProQuest 408816962. Consultado em 27 de junho de 2023. Cópia arquivada em 27 de junho de 2023 
  213. Saunders, Michael (16 de fevereiro de 1998). «Subdued 'Convulsion Cartoon' Heads to US». The Boston Globe. p. A1. ProQuest 403945497. Consultado em 27 de junho de 2023. Cópia arquivada em 27 de junho de 2023 
  214. Myers, Andy (Agosto de 2005). «Built to Last». Nintendo Power 194 ed. p. 58. Como a Nintendo não conseguiu registrar a frase como marca, optou pela segunda escolha de Grossfeld: "Gotta Catch 'Em All" 
  215. Van Luling, Todd (2 de junho de 2017). «Before 'Gotta Catch 'Em All:' The Creation Of The Pokémon Theme». HuffPost. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2023. "Sempre foi minha intenção criar um slogan para fins de marketing que também fosse incluído na música tema", explicou Norman Grossfeld, chefe de produção da 4Kids Entertainment, ao HuffPost. 
  216. (Allison 2006, p. 244)
  217. Fritz, Steve (9 de setembro de 2000). «POKEMON Composer John Loeffler». Mania.com. Arquivado do original em 14 de julho de 2007 
  218. Moore, Scott (25 de abril de 2000). «Pokemania». The Washington Post. p. C13. Cópia arquivada em 27 de junho de 2023 
  219. «Game Boy's Pokémon Unleashed on September 28!» (Nota de imprensa). Nintendo. 28 de setembro de 1998. Cópia arquivada em 1 de maio de 1999 
  220. «Wizards of the Coast catches Pokémon Trading Card Game rights!» (Nota de imprensa). Wizards of the Coast. 27 de agosto de 1998. Arquivado do original em 21 de fevereiro de 1999 
  221. «Pokemon Trading Card Game a Monster Success; Stores Selling Out of Product within Hours of Restocking on Shelves» (Nota de imprensa). Wizards of the Coast. 3 de fevereiro de 1999. Arquivado do original em 19 de fevereiro de 2001 
  222. «Game Boy Color Coming This Fall» (Nota de imprensa). Nintendo. 27 de maio de 1998. Arquivado do original em 10 de junho de 1998 
  223. Dinoff, Dustin (1 de janeiro de 1999). «North American Pokemon penetration imminent». Kidscreen. Cópia arquivada em 26 de setembro de 2012 
  224. (Dockery 2022, p. 55–56)
  225. Adalian, Josef (21 de fevereiro de 1999). «'Pokemon' powers Kids' WB». Variety.com. Cópia arquivada em 22 de maio de 2020 
  226. Stepp, Laura Sessions (9 de abril de 1999). «The 'Pokemon' Phenomenon». The Washington Post. p. C04. Cópia arquivada em 6 de abril de 2023 
  227. Evenson, Laura (20 de abril de 1999). «MONSTER BASH / Pokemon characters from Japan capture kids' imaginations». San Francisco Chronicle. p. B1. ProQuest 411368309. Cópia arquivada em 22 de maio de 2023 
  228. King, Sharon R. (26 de abril de 1999). «Mania for 'Pocket Monsters' Yields Billions for Nintendo». The New York Times. p. A1. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2017 
  229. Owens, Darryl (16 de junho de 1999). «Kids have contracted 'Pokemania'». The News & Observer. p. E9. ProQuest 402827992. Consultado em 27 de junho de 2023. Cópia arquivada em 27 de junho de 2023 
  230. Doran, D'Arcy (22 de julho de 1999). «Prepare for Pokemania: Video game expo expected to lure thousands of kids». Toronto Star. p. 1. ProQuest 437976460 
  231. Lipton, Rachel (6 de novembro de 1999). «Pokemania». National Post. p. 31. ProQuest 329619943. Consultado em 27 de junho de 2023. Cópia arquivada em 27 de junho de 2023 
  232. «Pokemania hits town». Birmingham Evening Mail. 31 de julho de 2000. p. 17. ProQuest 323292064. Consultado em 27 de junho de 2023. Cópia arquivada em 27 de junho de 2023 
  233. Snider, Mike (17 de março de 1999). «Pokemania builds as monster games spawn a hydra-headed empire». USA Today. p. 08D. ProQuest 408752577. Consultado em 27 de junho de 2023. Cópia arquivada em 27 de junho de 2023 
  234. Gordon, Kent (8 de abril de 1999). «The Pokemon SHUFFLE // Stores can't keep the cards in stock, some schools have banned them, and many adults don't get it». Star Tribune. p. 01B. ProQuest 427116686 
  235. Gordon, Kent (30 de abril de 1999). «Pokemon cards are a monster craze». The Vancouver Sun. ProQuest 242787482. Eu poderia ter vendido 10 vezes essa quantidade se os tivesse em estoque, e nos saímos melhor do que a maioria em manter o produto disponível. 
  236. Romell, Rick (3 de agosto de 1999). «High-stakes card game Pokemon packs sell out in hours as kids' demand far exceeds retailers' supply». Milwaukee Journal Sentinel. p. 1. ProQuest 260984239 
  237. Content, Thomas (10 de novembro de 1999). «Pokémon poised to stomp Elmo, Furby Kids choose to collect 'em all, and marketers are raking in billions». USA Today. ProQuest 408811083 
  238. Schaefer, Gary (27 de maio de 1999). «Pokemon boom helps push Nintendo profit to six-year high». National Post. p. C11. ProQuest 329405610 
  239. «Week of November 8–14, 1999». Gamasutra. Arquivado do original em 3 de outubro de 2002. A franquia Pokémon representou mais de trinta por cento da receita da Nintendo este ano. 
  240. Hutsko, Joe (25 de março de 2000). «88 Million and Counting; Nintendo Remains King of the Handheld Game Players». The New York Times, Late Edition. p. C1. Cópia arquivada em 21 de fevereiro de 2018 
  241. (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 383).
  242. Holland, Luke (20 de março de 2015). «PlayStation vs. Nintendo 64 Was the Last Console War That Mattered». Vice. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2024 
  243. McFerran, Damien (10 de novembro de 2021). «The ultimate console war: How Sony beat Nintendo and Sega at their own game». TechRadar. Cópia arquivada em 9 de março de 2023 
  244. Mike Minotti (20 de agosto de 2014). «Here's who won each console war». GamesBeat. Consultado em 10 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 10 de janeiro de 2026 
  245. «N64 Fade Out». Game Developer. 2 de dezembro de 1999. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2021 
  246. «N64 Resurgent». Game Developer. 20 de abril de 2000. Cópia arquivada em 12 de setembro de 2021 
  247. Restivo, Kevin (19 de outubro de 1998). «Pokemon set to sweep Canada». Computer Dealer News. 14 39 ed. p. 45. ProQuest 202773561 
  248. Guth, Robert A. (25 de agosto de 2000). «Nintendo Offers New Players For Games». Asian Wall Street Journal. ProQuest 315432212 
  249. Buckingham, David; Sefton-Green, Julian. "Structure, Agency, and Pedagogy in Children's Media Culture". In Tobin (2004), p. 14.
  250. a b (Hatakeyama & Kubo 2000, p. 455).
  251. «FORTUNE's 100 Fastest-Growing Companies». Fortune. 4 de setembro de 2000. Cópia arquivada em 18 de setembro de 2020 
  252. «Al Kahn, Chairman and CEO of 4Kids Entertainment – Fortune Magazine's No. 1 Fastest-Growing Company in America – Featured Tonight on CNBC's 'Business Center'» (Nota de imprensa). 4Kids Entertainment. 17 de agosto de 2000. Arquivado do original em 14 de fevereiro de 2018 
  253. (Allison 2006, p. 249).
  254. The Wall Street Journal (27 de agosto de 1999). «Pokemon is no longer in cards for bearish investors». Orlando Sentinel. Cópia arquivada em 2 de abril de 2023 
  255. Sammut, Mark (27 de abril de 2023). «The Highest-Grossing Anime Movies Ever (& Where To Stream Them)». Game Rant. Cópia arquivada em 28 de março de 2022 
  256. Yano, Christine R. "Panic Attacks: Anti-Pokémon Voices in Global Markets". In Tobin (2004), p. 121. "November 1999 seemed to be a peak month for Pokémon-related crime and violence."
  257. «Pokemon Sensation At Its Peak: Movie Has Pushed Craze Out Of Control». NewsNet5. 16 de novembro de 1999. Arquivado do original em 15 de setembro de 2000 
  258. «Kids send 'Pokemon' to top of box office list». The Morning Sun. 15 de novembro de 1999. Arquivado do original em 29 de novembro de 2003  "Pokemon couldn't be hotter than it is right now"
  259. Breen, Peter (Janeiro de 2000). «Monster Marketing: Pokemon is white-hot now. But will it be evergreen?». PROMO Magazine. Arquivado do original em 18 de junho de 2004  "[Pokémon] began fully living up to its hype in November, when the release of Pokemon the First Movie and a corresponding Burger King promotion sent sales of licensed merchandise – and alleged incidents of criminal behavior – soaring. (...) [Pokémon products] built up the buzz before the movie release opened the floodgates."
  260. Cebrzynski, Gregg (18 de outubro de 1999). «Burger King latches on to Pokemon craze with six-week movie promotion». Nation's Restaurant News. Arquivado do original em 10 de setembro de 2004 
  261. Held, Tom (13 de novembro de 1999). «Undivided attention: Pokemon attracts kids and parents to Burger King». Milwaukee Journal Sentinel. p. 1. ProQuest 261025518 
  262. Hernandez, Greg (12 de novembro de 1999). «Pokemon Fever Turns Into a Headache at Burger King». Los Angeles Times. Cópia arquivada em 23 de maio de 2023 
  263. O'Boye, Shannon; Carmiel, Oshrat (13 de novembro de 1999). «The Pokemon Craze Now Consuming Burger King». The Philadelphia Inquirer. p. A1. ProQuest 1844346122 
  264. Long, Bryan (2 de dezembro de 1999). «Hold the pickle, hold the Pokemon cards and toys». Sarasota Herald-Tribune. p. 2. ProQuest 270631876 
  265. Associated Press (28 de novembro de 1999). «Burger King Recalling Pokemon Containers» (PDF). The New York Times. p. A18. Arquivado do original (PDF) em 23 de maio de 2023  ProQuest. NB: this AP announcement cites "Dec. 27" as the date on which the recall was issued.
  266. «Burger King Recalls Balls Encasing Pokemon Toys». The Wall Street Journal. 28 de dezembro de 1999. p. B8. Cópia arquivada em 27 de junho de 2023 
  267. Hernandez, Greg; Fields, Robin (29 de dezembro de 1999). «Regulators Say Burger King Balked at Recalling Toy Balls». Los Angeles Times. Cópia arquivada em 31 de março de 2023 
  268. (Dockery 2022, p. 129)
  269. «Pokémon Center Mega Tokyo». pokemon.co.jp. Cópia arquivada em 21 de junho de 2024 
  270. «Company Profile». pokemon.co.jp. Arquivado do original em 8 de novembro de 2017 
  271. a b c d «Company History». pokemon.co.jp. Arquivado do original em 5 de dezembro de 2017 
  272. See this phone card.
  273. «Official Shop List». pokemon.co.jp. Consultado em 3 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2025 
  274. «Pokémon says "I Choose You!" To Rockefeller Center for First U.S. Store Dedicated To the Growing Worldwide Phenomenon» (Nota de imprensa). Pokémon USA. 1 de novembro de 2001. Arquivado do original em 19 de novembro de 2001 
  275. «announcement». pokemoncenter.com. Arquivado do original em 16 de janeiro de 2005 
  276. Sarrazin, Marc-André (21 de abril de 2005). «Nintendo World Store Opening Party». Nintendo Spin. Arquivado do original em 14 de julho de 2011 
  277. Frank, Allegra (19 de fevereiro de 2016). «Nintendo NY opens its doors to fans from around the world». Polygon. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2016 
  278. Iwata, Satoru. «Just Being President Was A Waste!» (entrevista). Iwata Asks. Cópia arquivada em 28 de março de 2023 
  279. a b «4Kids Entertainment Signs New Five-Year Agreement With Pokémon USA» (PDF) (Nota de imprensa). 4Kids Entertainment. 10 de outubro de 2001. Arquivado do original (PDF) em 24 de outubro de 2005 
  280. Shapira, Ian (31 de julho de 2000). «From Pokemany to Poky Few?». The Washington Post. p. C1. Cópia arquivada em 25 de março de 2023 
  281. Schneider, Michael (5 de maio de 2000). «'The Weekenders' defeats 'Pokemon'». Variety.com. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2020 
  282. «Pokemon and Overseas Sales Boost Hasbro Net Income 10%». The Wall Street Journal. 26 de abril de 2000. Cópia arquivada em 4 de abril de 2023 
  283. Zoll, Rachel (20 de julho de 2000). «Hasbro earnings drop 80 percent». Houston Chronicle. Cópia arquivada em 13 de março de 2023 
  284. Barnes, Julian E. (20 de janeiro de 2001). «Pokemon's House of Cards; Market Crash Holds Lessons for Young Traders». The New York Times. p. C1. Cópia arquivada em 23 de julho de 2013 
  285. «Pokemon popularity wanes among children». Ananova. Arquivado do original em 20 de fevereiro de 2002. James Leach, da Carrick James Market Research [empresa sediada no Reino Unido] que realizou o estudo, afirma que ele sugere que a febre Pokémon está agora em declínio acentuado. 
  286. Tobin, Joseph. "Conclusion: The Rise and Fall of the Pokémon Empire". In Tobin (2004), p. 289-290.
  287. Tobin, Joseph, ed. (2004). Pikachu's Global Adventure. [S.l.]: Duke University Press. ISBN 978-0822332879  Blurb on the back cover (image, text).
  288. «Pokemon USA Moves Licensing In-House in 2006; 4Kids Entertainment to Transition Its Representation of Pokemon» (Nota de imprensa). 23 de dezembro de 2005. Arquivado do original em 5 de março de 2017 
  289. Carless, Simon (23 de dezembro de 2005). «Pokemon USA Moves Licensing In-House». Gamasutra. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2006 
  290. a b Professor Oak Interview. Underbelly. 6 de maio de 2011. Em cena em 3:58. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2023 – via YouTube 
  291. (Dockery 2022, p. 188)
  292. «『ポケットモンスターダイヤモンド・パール』キャンペーンでオリジナルDSLite発売! – 電撃オンライン». dengekionline.com. Consultado em 21 de setembro de 2023 
  293. Harris, Craig (20 de dezembro de 2006). «Pokemon in April». IGN (em inglês). Consultado em 21 de setembro de 2023 
  294. «Pokemon Platinum Dated For Japan». Kotaku (em inglês). 11 de julho de 2008. Consultado em 21 de setembro de 2023 
  295. «Pokemon Platinum Version Makes Its U.S. Debut». IGN (em inglês). 16 de março de 2009. Consultado em 21 de setembro de 2023 
  296. Pricener, Zachary (9 de setembro de 2020). «Pokémon: 10 Ways Generation 4 Changed The Series Forever». Game Rant (em inglês). Consultado em 21 de setembro de 2023 
  297. «Q&A: Head Pokétrainer Tsunekazu Ishihara». GameSpot (em inglês). Consultado em 21 de setembro de 2023 
  298. «Tsunekazu Ishihara: The Pokémon Interview – Interview». SPOnG (em inglês). Consultado em 26 de setembro de 2023 
  299. Alfonso, Andrew (29 de setembro de 2006). «Pokemon Pearl Playtest». IGN (em inglês). Consultado em 21 de setembro de 2023 
  300. «Pokémon Diamond and Pearl Campaign: Original DS Lite Released!». Dengeki Online (em japonês). ASCII Media Works. 1 de setembro de 2006. Consultado em 27 de janeiro de 2009. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2011 
  301. «Pokemon Black and White releasing in Japan September 18». Engadget (em inglês). 15 de julho de 2016. Consultado em 17 de setembro de 2023 
  302. Reilly, Jim (27 de dezembro de 2010). «Pokemon Black and White Release Date». IGN (em inglês). Consultado em 17 de setembro de 2023 
  303. «第170回». Game Freak. 3 de agosto de 2010. Arquivado do original em 11 de janeiro de 2012 
  304. George, Richard (2 de março de 2011). «Struggling With Pokemon». IGN (em inglês). Consultado em 22 de setembro de 2023 
  305. «商品情報|『ポケットモンスターブラック2・ホワイト2』公式サイト». www.pokemon.co.jp (em japonês). Consultado em 23 de setembro de 2023 
  306. «Pokémon Black Version 2 and Pokémon White Version 2». www.pokemon.com (em inglês). Consultado em 23 de setembro de 2023 
  307. Goldfarb, Andrew (11 de junho de 2013). «E3 2013: Pokemon X & Y Release Date Announced». IGN (em inglês). Consultado em 24 de setembro de 2023 
  308. «Pokémon X and Y Interview with Game Freak – Interview». Nintendo World Report. Consultado em 24 de setembro de 2023 
  309. Ellis, Katy (20 de setembro de 2013). «Interview: Junichi Masuda and Hironobu Yoshida Discuss Pokémon X and Y, Mega Evolutions and the 2DS». Nintendo Life (em inglês). Consultado em 24 de setembro de 2023 
  310. Zach Betka (19 de setembro de 2013). «Pokemon X/Y: WHY?! Director Masuda himself answers!». gamesradar (em inglês). Consultado em 24 de setembro de 2023 
  311. Tumbokon, Karen (17 de novembro de 2016). «When Is 'Pokémon Sun' & 'Pokémon Moon' Being Released For Nintendo 3DS?». International Business Times (em inglês). Consultado em 17 de setembro de 2023 
  312. «Why the New Pokémon Are Called 'Sun and Moon'». Time (em inglês). 19 de outubro de 2016. Consultado em 24 de setembro de 2023 
  313. Statt, Nick (31 de março de 2014). «Google's April Fools' prank puts Pokemon in the real world». CNET. Cópia arquivada em 8 de julho de 2016 
  314. a b Takahashi, Dean (16 de dezembro de 2015). «How Pokémon Go will benefit from Niantic's lessons from Ingress on location-based game design». VentureBeat. Cópia arquivada em 17 de julho de 2016 
  315. «Pokémon GO Passes $160 Million Worldwide Revenue, Usage Remains Strong». Sensor Tower App Marketing Blog. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2016 
  316. «Pokémon GO: An Opportunity, Not a Threat». App Annie. 29 de julho de 2016. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2016 
  317. «Ending a Historic First Month, Pokémon GO Has Passed $200 Million in Worldwide Revenue». Sensor Tower App Marketing Blog. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2016 
  318. Molina, Brett (12 de julho de 2016). «'Pokémon Go' beating Facebook, Tinder and Snapchat». USA Today. Cópia arquivada em 12 de julho de 2016 
  319. V., Cosmin (2 de setembro de 2016). «Pokémon Go revenue skyrockets to more than $440 million since release». phoneArena. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2016 
  320. a b «Analysis of Pokémon GO: A Success Two Decades in the Making». Newzoo. 30 de setembro de 2016. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2021 
  321. a b Makuch, Eddie (21 de outubro de 2016). «Pokemon Go Reaches $600 Million, Faster Than Any Mobile Game in History – Report». GameSpot. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2016 
  322. Rahaman, Reyadh (5 de junho de 2020). «Pokemon Sword & Shield: The 18 Best Generation 8 Pokemon, Ranked». Game Rant (em inglês). Consultado em 21 de setembro de 2023 
  323. Carpenter, Nicole (13 de novembro de 2019). «Here's when you can play Pokémon Sword and Shield». Polygon (em inglês). Consultado em 17 de setembro de 2023 
  324. «We Interview Junichi Masuda and Shigeru Ohmori about Pokémon Sword and Pokémon Shield». www.pokemon.com (em inglês). Consultado em 23 de setembro de 2023 
  325. White, Ronald D. (23 de agosto de 2021). «Pokémon cards are making collectors serious cash. Some people are upset about it». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 4 de outubro de 2023 
  326. Today, I&T (7 de junho de 2021). «Why Pokemon Cards Went Crazy During The Pandemic». Innovation & Tech Today (em inglês). Consultado em 4 de outubro de 2023 
  327. Asarch, Steven. «Pokémon card prices have skyrocketed by nearly 500%. You can thank Logan Paul for that.». Insider (em inglês). Consultado em 4 de outubro de 2023 
  328. Hughes, Thomas (24 de fevereiro de 2021). «Pokémon card prices skyrocket during the pandemic, study shows». NME (em inglês). Consultado em 4 de outubro de 2023 
  329. Victor, Daniel (14 de maio de 2021). «Target Stops Selling Pokémon Cards, Citing Safety Concerns in Stores». The New York Times. Cópia arquivada em 5 de junho de 2021 
  330. Carpenter, Nicole (4 de julho de 2022). «The great Pokémon card shortage has a solution: 9 billion new cards». Polygon (em inglês). Consultado em 4 de outubro de 2023 
  331. Vaca, Noah (26 de fevereiro de 2021). «Pokemon Legends: Arceus is a Prequel to Diamond and Pearl». Game Rant (em inglês). Consultado em 23 de setembro de 2023 
  332. Williamson, James (6 de março de 2021). «What Pokémon Legends: Arceus Means For The Rest Of Gen 8». ScreenRant (em inglês). Consultado em 21 de setembro de 2023 
  333. Webb, Kevin. «Pokémon Legends Arceus is the survival game Nintendo Switch fans have been waiting for, and it arrives January 28». Business Insider (em inglês). Consultado em 17 de setembro de 2023 
  334. «Pokemon Legends: Arceus – Everything We Know». GameSpot (em inglês). Consultado em 20 de setembro de 2023 
  335. King, Jade (9 de janeiro de 2022). «Pokemon Legends Arceus Is So Breath Of The Wild It Hurts». TheGamer (em inglês). Consultado em 20 de setembro de 2023 
  336. Carpenter, Nicole (27 de fevereiro de 2022). «Pokémon's next games are Pokémon Scarlet and Violet, new starters revealed». Polygon (em inglês). Consultado em 21 de setembro de 2023 
  337. Carpenter, Nicole (1 de junho de 2022). «Everything to know about Pokémon Scarlet and Violet». Polygon (em inglês). Consultado em 17 de setembro de 2023 
  338. Jeffery, Maxwell (7 de setembro de 2022). «All 3 Pokemon Scarlet & Violet Story Paths Explained: Path of Legends, Victory Road, & Starfall Street». Gaming Intel (em inglês). Consultado em 20 de setembro de 2023 
  339. Seong, Renri (12 de setembro de 2023). «Pokemon Scarlet & Violet DLC: The Teal Mask Release Times». Game Rant (em inglês). Consultado em 23 de setembro de 2023 
  340. Yonezawa, Bruno (13 de agosto de 2023). «Scarlet & Violet Indigo Disk DLC – Release Date, New Pokémon, Price, & Story». ScreenRant (em inglês). Consultado em 23 de setembro de 2023 
  341. Poskitt, Matt (11 de janeiro de 2024). «Pokémon Scarlet & Violet DLC epilogue: Release date & UK launch time». Radio Times (em inglês). Consultado em 26 de janeiro de 2024 
  342. Farokhmanesh, Megan (27 de fevereiro de 2024). «Pokémon Legends: Z-A Is Coming in 2025. Will a New Nintendo Switch Join It?». Wired. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2024 
  343. Siegal, Jacob (27 de fevereiro de 2024). «Pokémon Legends: Z-A would make for the perfect Switch 2 launch title». Boy Genius Report. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2024 
  344. McClure, Deven (6 de novembro de 2025). «Pokémon Legends: Z-A DLC is transporting players to hyperspace sooner than expected». Polygon. Consultado em 9 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2025 
  345. «The Pokémon Company shares logo for Pokémon's 30th anniversary». Nintendo Wire. 31 de dezembro de 2025. Consultado em 1 de janeiro de 2026 
  346. Reed, Chris (12 de janeiro de 2026). «The First Pokémon LEGO Sets Are Up for Preorder». IGN (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026 
  347. «Lego's $650 Pokémon set is already sold out as demand, preorders surge». Yahoo News (em inglês). 13 de janeiro de 2026. Consultado em 14 de janeiro de 2026 
  348. Iwata, Satoru. «Pokémon Born Anew» (entrevista). Iwata Asks. Cópia arquivada em 26 de agosto de 2022 
  349. «Inside the Minds behind Pokémon!». Pokemon.com. 4 de outubro de 2013. Arquivado do original em 8 de outubro de 2013 
  350. MacDonald, Keza (16 de fevereiro de 2011). «Pokemon's Master Speaks». IGN. Cópia arquivada em 26 de junho de 2018 
  351. @Junichi_Masuda (2023). «シンオウ地方、初ゲットのポケモンはビッパでしたー!(^^) #PokemonGO #Gen4 #シンオウ地方» (Tweet). Cópia arquivada em 17 de março de 2023 – via Twitter 
  352. Masuda, Junichi (21 de janeiro de 2013). «No. 233». gamefreak.co.jp. Cópia arquivada em 23 de março de 2020. Pokémon X e Pokémon Y–a sexta geração evoluída de Pokémon. 
  353. a b «Pokémon in Figures». corporate.pokemon.co.jp. Cópia arquivada em 8 de junho de 2025 
  354. «Pokémon Trading Card Game Rules» (PDF). Pokemon.com. 2023. Cópia arquivada (PDF) em 20 de maio de 2023 
  355. Hernandez, Patricia (6 de novembro de 2020). «Pokémon cards are hot again, now that Charizard can make you rich». Polygon (em inglês). Consultado em 3 de outubro de 2023 
  356. Newell, Adam; Forster, Danny (28 de setembro de 2023). «Pokémon TCG Card Rarity Explained | What are Rare, Ultra, Secret, and more cards?». Dot Esports (em inglês). Consultado em 3 de outubro de 2023 
  357. «Pokémon TFG Homepage»  Acesso em 1 de julho de 2007.
  358. «POP - What is?»  Acesso em 1 de julho de 2007.
  359. Shepard, Kenneth (16 de dezembro de 2022). «The Pokémon Anime Is Leaving Ash And Pikachu Behind After 25 Years». Kotaku. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2023 
  360. Carpenter, Nicole (16 de dezembro de 2022). «New characters take over Pokémon anime as Ash and Pikachu retire». Polygon. Cópia arquivada em 7 de junho de 2023 
  361. «Explore Movies». Pokemon.com. Cópia arquivada em 16 de setembro de 2024 
  362. «週刊ポケモン放送局 – メディア芸術データベース». mediaarts-db.bunka.go.jp (em japonês). Consultado em 17 de setembro de 2023 
  363. Nintendo, OLM Inc. and 4Kids Entertainment (2002). «Pokémon Chronicles – The Complete Collection (4Kids Entertainment – English dub)». Internet Archive .
  364. «10 Pokémon Shorts That Prove Trainers Are Overrated». Gizmodo. 7 de julho de 2020. Consultado em 17 de setembro de 2023 
  365. «Mangá Pokémon Adventures»  Acessado em 23 de fevereiro de 2007.
  366. Haasbroek, Luc (26 de outubro de 2022). «From 'Sonic the Hedgehog' to 'Detective Pikachu': 10 Best Movies Based on Videogames, According to IMDb». Collider. Cópia arquivada em 3 de maio de 2025 
  367. Kit, Borys (25 de janeiro de 2019). «'Detective Pikachu' Sequel in the Works With '22 Jump Street' Writer (Exclusive)». The Hollywood Reporter. Cópia arquivada em 26 de janeiro de 2019 
  368. Harding, Daryl (30 de agosto de 2023). «Pokémon Gets Live-Action Japanese Drama About Young Woman Who Rediscovers Gen 1 Games». Crunchyroll. Cópia arquivada em 4 de março de 2024 
  369. «Pokémon: The Movie (1999)». ChildCare Action Project. 1999. Consultado em 10 de agosto de 2013 
  370. Silverman, Stephen M. (9 de dezembro de 1997). «Pokemon Gets Religion». People. Consultado em 10 de agosto de 2013 
  371. Barrett, Devlin. «POKEMON EARNS PAPAL BLESSING». New York Post. Consultado em 10 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2000 
  372. «Pokémon trumped by pocket saints». BBC. 27 de junho de 2000. Consultado em 10 de agosto de 2013 
  373. Fitzgerald, Jim (3 de dezembro de 1999). «'Swastika' Pokemon card dropped». Chicago Sun-Times – via HighBeam. (pede subscrição (ajuda)) 
  374. Crowley, Kieran (Outubro de 1999). «Lawsuit Slams Pokemon As Bad Bet for Addicted Kids». New York Post. Cópia arquivada em 22 de outubro de 2000 
  375. «Saudi bans Pokemon». CNN. 26 de março de 2001. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2008 
  376. «Saudi Arabia bans Pokemon» (em inglês). BBC. 26 de março de 2001. Consultado em 2 de fevereiro de 2023 
  377. Ramlow, Todd R. (2000). «Pokemon, or rather, Pocket Money». Popmatters 
  378. Dara Kerr (8 de outubro de 2012). «PETA wages war on Pokemon for virtual animal cruelty» (em inglês). CNET. Consultado em 2 de fevereiro de 2023 
  379. «#GottaFreeEmAll: Pokémon Go criticised by PETA for 'animal cruelty' parallels» (em inglês). ITVX. 24 de julho de 2016. Consultado em 2 de fevereiro de 2023 
  380. Ferlazzo, Edoardo; Zifkin, Benjamin G.; Andermann, Eva; Andermann, Frederick (2005). «REVIEW ARTICLE: Cortical triggers in generalized reflex seizures and epilepsies» (PDF). Oxford University Press 
  381. «Pokemon (episode #38) Packs a Punch». 11 de março de 2000. Consultado em 10 de agosto de 2013 
  382. «Color Changes in TV Cartoons Cause Seizures». ScienceDaily. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2004 
  383. «Thirty Minutes Over Tokyo». The Simpsons Archive. Consultado em 16 de julho de 2008. Arquivado do original em 27 de outubro de 2007 
  384. «South Park Goes Global: Reading Japan in Pokemon». University of Auckland. Consultado em 30 de setembro de 2008. Arquivado do original em 17 de outubro de 2008 
  385. «4Licensing Corporation Legal Proceedings». brand.edgar-online.com. 31 de março de 2003. Consultado em 3 de setembro de 2016 
  386. Ryan Nakashinma (8 de julho de 2016). «Players in hunt for Pokemon Go monsters feel real-world pain». Miami Herald. Los Angeles. Associated Press. Consultado em 8 de julho de 2016 
  387. Irby, Kate (11 de julho de 2016). «Police: Pokemon Go leading to increase in local crime». The Idaho Statesman. Consultado em 14 de julho de 2016 
  388. «OPP warn Pokémon Go players of 'potential risk and harm' while searching for monsters». Consultado em 15 de julho de 2016 
  389. «Mom says teenage daughter hit by car in Tarentum after playing 'Pokemon Go'». WPXI. Consultado em 14 de julho de 2016 
  390. «Auburn police: Driver crashes into tree while playing 'Pokemon Go'». auburnpub.com. Consultado em 14 de julho de 2016 
  391. «'Pokemon Go' players fall off 90-foot ocean bluff». The San Diego Union-Tribune. Consultado em 14 de julho de 2016 
  392. Stortstrom, Mary (14 de julho de 2016). «Police: Don't fall 'catching them all'». The Journal. Martinsburg, West Virginia. Consultado em 17 de julho de 2016. Arquivado do original em 18 de setembro de 2016. A 12-year-old Jefferson County boy suffered a broken femur bone Tuesday night while playing the Pokemon game just off Shipley School Road. A Harpers Ferry first-responder said Wednesday morning the boy was running in the dark and fell off a five-foot-high storm sewer and suffered the leg injury. 
  393. «Pokemon Go: Bosnia players warned of minefields». BBC. 19 de julho de 2016. Consultado em 19 de julho de 2016 
  394. «Pokemon Go sees its first death: Teenager, 18, is killed and his cousin injured while playing game in Guatemal». Daily Mail. Consultado em 21 de julho de 2016 
  395. Griffin, Andrew (20 de julho de 2016). «Teenager shot and killed while searching for creatures in Pokemon Go». The Independent. Consultado em 20 de julho de 2016 
  396. «TIME Magazine 1999»  Acesso em 28 de abril de 2007.
  397. https://web.archive.org/web/20000815065533/http://www.pokemon.com/events/live.html Nintendo. "Pokémon Live!", site Pokémon World
  398. Robert (25 de outubro de 2015). «Paródias de Pokémon». Pokémon Mythology. Consultado em 2 de fevereiro de 2023 
  399. «South Park - Season 3, Ep. 11 - Chinpokomon - Full Episode». South Park Studios. Consultado em 2 de fevereiro de 2023 

Bibliografia

[editar | editar código]

Ligações externas

[editar | editar código]
O Commons possui imagens e outros ficheiros sobre Pokémon