Política energética do Brasil

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O Brasil é o 7º maior consumidor de energia do mundo e o maior da América do Sul, assim com um grande produtor de petróleo e gás natural na região e o segundo maior produtor de etanol combustível do mundo.

As agências governamentais responsáveis ​​pela política de energia são o Ministério de Minas e Energia (MME), o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).[1][2][3] As empresas estatais Petrobras e Eletrobras são os principais atores do setor de energia do Brasil, assim como da América Latina.

Fontes de energia primária[editar | editar código-fonte]

Cerimônia de lançamento da plataforma de petróleo P-52, que opera na Bacia de Campos.
Usina termelétrica à base de óleo em Camaçari, Bahia

Petróleo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Petrobras

O Brasil é o 12º maior produtor de petróleo do mundo. Até 1997, o monopólio do setor pertencia a Petróleo Brasileiro SA (Petrobras). Atualmente, mais de 50 companhias petrolíferas estão envolvidas na exploração de petróleo no país.[1] O único produtor mundial de petróleo é a Petrobras, com saída de mais de 2 milhões de barris (320.000 m³) equivalentes por dia. A empresa estatal também é uma grande distribuidora de produtos petrolíferos e possui refinarias e navios petroleiros.[4]

Em 2006, o Brasil tinha 11,2 bilhões de barris (1,78 × 109 m³), a segunda maior reserva provada na América do Sul, depois da Venezuela. A maior parte das reservas comprovadas estão localizadas nas bacias marítima de Campos e Santos na costa sudeste do Brasil.[4] Em novembro de 2007, a Petrobras anunciou uma estimativa de que o campo de petróleo de Lula tenha entre 5 e 8 bilhões de barris (1,3 × 109 m³) de campos de petróleo leve recuperável e campos vizinhos que podem conter reservas ainda maiores, o que poderia tornar o Brasil um dos maiores produtores de petróleo do mundo.[5]

O país é um exportador líquido de petróleo desde 2011. No entanto, o Brasil ainda importa petróleo leve do Oriente Médio, porque várias refinarias, construídas nos anos 1960 e 1970 durante a ditadura militar, não são adequadas para processar o petróleo pesado das reservas brasileiras, descobertas posteriormente.[6]

A Transpetro, subsidiária da Petrobras, opera uma rede de transporte de petróleo bruto. O sistema é composto de 6.000 quilômetros oleodutos , terminais de importação costeiros e instalações de armazenamento no interior.[4]

Em 2017, a produção de petróleo foi de 957 milhões de barris, com média diária de 2,622 milhões de bbl/d. Trata-se de um aumento de 4% em relação à produção de 2016.[7]

Em dezembro de 2017, a produção de petróleo e gás no pré-sal brasileiro atingiu, pela primeira vez, mais da metade da produção nacional. A produção total do Brasil foi de 3,325 milhões em barris de óleo equivalente por dia (boe/d, soma das produções de óleo e de gás natural), sendo 1,685 milhão de boe/d (50,7%) do pré-sal.[7]

O campo de Lula (no pré-sal), na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural. Produziu, em média, 803 mil bbl/d de petróleo e 33,1 milhões de m3/d de gás natural.[7]

Os campos marítimos produziram 95,5% do petróleo e 79,8% do gás natural. A produção ocorreu em 7.990 poços, sendo 743 marítimos e 7.247 terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 93,7% do petróleo e gás natural.[7]

Gás natural[editar | editar código-fonte]

Carros movidos a gás natural, como este Fiat Siena, são comuns no Brasil.

No final de 2005, as reservas provadas de gás natural do Brasil foram estimadas em 306 x 109 m³, com reservas que se espera serem ser 15 vezes maiores. Até recentemente, o gás natural era produzida como um subproduto da indústria do petróleo.[2]

As principais reservas estão em uso estão localizadas nas bacias de Campos e Santos. Outras bacias de gás natural incluem Foz do Amazonas, Ceará e Potiguar, Pernambuco e Paraíba, Sergipe/Alagoas, Amazonas, Espírito Santo (onshore) e bacia do Parnaíba (Maranhão).[2] A Petrobras controla mais de 90% das reservas de gás natural do Brasil.[4]

Os sistemas de gasodutos do interior brasileiro são operados pela subsidiária Transpetro. Em 2005, começou a construção do gasoduto GASUN, que liga Mato Grosso do Sul, no centro-oeste do Brasil, ao Maranhão, no nordeste. O gasoduto Urucu-Coari-Manaus, que liga as reservas de gás de Urucu às usinas de energia no estado do Amazonas foi entregue em 2009. O GASENE, que liga a rede do Sudeste à rede do Nordeste, foi entregue em 2010.

Em 2005, a produção de gás foi de 18,7 x 109 m³, menor que o consumo brasileiro de gás natural.[1] As importações de gás vêm principalmente da bacia do rio Grande na Bolívia, através do gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol); da Argentina através de o gasoduto Transportadora de Gás do Mercosul (também conhecido como Paraná–Uruguaiana) e da importação de GNL. O país também tem mantido conversações com a Venezuela e a Argentina para construir um novo sistema de gasodutos denominado Grande Gasoduto do Sul, que ligaria os três países; porém, o plano não foi além do cronograma inicial.[4]

Em 2017, a produção total de gás natural foi de 40 bilhões de m³, com média diária de 110 milhões de m³/d. Esse volume representa um aumento de 6% com relação a 2016.[7]

Em 2018, 166 usinas termelétricas no Brasil utilizavam gás natural como combustível, sendo este principal a principal fonte do setor.[8]

Em 2017, a geração termelétrica foi responsável por 46% da demanda total de gás natural no país, enquanto que a demanda industrial foi de 43% e a automotiva foi de 5%. A Petrobrás é proprietária de 53% da potência instalada de termelétricas a gás natural. [8][9]

Em 2017, o país produziu 69% da demanda interna pelo combustível. 27% do gás foi importado da Bolívia e 4% foi importação de GNL. O contrato de importação com a Bolívia prevê o fornecimento de até 30 milhões de metros cúbicos.[8]

A produção de gás natural no Brasil em julho totalizou 115 milhões de metros cúbicos por dia (m3/d) em 2017. Os campos marítimos produziram 95,2% do petróleo e 77,6% do gás natural. A produção do pré-sal correspondeu a 48,2% do total produzido no Brasil, com perspectivas de ampliação da produção de gás natural.[10]

Os maiores estados produtores em 2017 foram: Rio de Janeiro (46%); São Paulo (17%); Amazonas (12%); Espírito Santo (9%); Bahia (6%); Maranhão (5%); Sergipe/Alagoas (3%); Ceará/Rio Grande do Norte (1%).[8]

Carvão[editar | editar código-fonte]

O Brasil tem reservas totais de carvão de cerca de 30 trilhões de toneladas, mas os depósitos variam de acordo com a qualidade e quantidade. As reservas provadas recuperáveis ​​são cerca de 10 bilhões de toneladas.[11] Em 2004, o Brasil produziu 5,4 milhões de toneladas de carvão, enquanto o consumo brasileiro de carvão alcançou 21,9 milhões de toneladas.[1] Quase toda a produção de carvão do país é o carvão de vapor, o qual move cerca de 85% das estações de energia. As reservas de carvão sub-betuminoso estão localizadas principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, na região sul do país.[11]

Urânio[editar | editar código-fonte]

Centrífuga a gás para a extração de hexafluoreto de urânio em uma instalação militar em Iperó, São Paulo, construída com tecnologia brasileira.

O Brasil tem a 6ª maior reserva de urânio do mundo.[12] Os depósitos de urânio são encontrados em oito estados diferentes do país. As reservas provadas são de 162 mil toneladas. A produção acumulada no final de 2002 era de menos de 1.400 toneladas. O centro de produção de Poços de Caldas, em Minas Gerais, foi encerrado em 1997 e substituído por uma nova fábrica em Lagoa Real, na Bahia. Há um plano para construir outro centro de produção em Itatiaia, Rio de Janeiro.[11]

Xisto betuminoso[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Petrosix

O Brasil tem a segunda maior reserva conhecida de xisto betuminoso do mundo (na Formação Irati, uma formação geológica Permiana da Bacia do Paraná) e tem a segunda maior produção de óleo de xisto depois da Estônia. As principais reservas de xisto betuminoso encontram-se em São Mateus do Sul, Paraná, e no Vale do Paraíba, em São Paulo. A Petrobras desenvolveu uma tecnologia para extrair óleo combustível das rochas de folhelho betuminoso, também chamado de xisto betuminoso, chamada Petrosix. A produção em 1999 foi de cerca de 200 mil toneladas.[13][14]

Eletricidade[editar | editar código-fonte]

As reformas em meados da década de 1990 e um novo quadro regulamentar aplicado em 2004 mudaram o setor de energia no país. Em 2004, o Brasil tinha 86,5 GW de capacidade instalada, tendo produzido 387 TWh de eletricidade.[1] Cerca de 66% da distribuição e 28% da geração de energia é de propriedade de empresas privadas.[1] Em 2004, 59 empresas operavam a geração de energia e 64 a distribuição de eletricidade.[3]

A principal empresa de energia do país são as Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras), que, em conjunto com filiais, transmite e gera cerca de 60% do abastecimento elétrico do Brasil. A maior companhia de energia elétrica de propriedade privada é Tractebel Energia. [6] Um operador de rede independente, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), é responsável pela coordenação técnica da distribuição de eletricidade e pela gestão dos serviços de transmissão.[3]

Durante a crise de energia elétrica de 2001, o governo lançou um programa para construir 55 usinas de energia movidas a gás com uma capacidade total de 22 GW, mas apenas 19 usinas foram construídas, com uma capacidade total de 4.012 MW.[15]

No ano de 2018, o Brasil possuía 4.924 empreendimentos em operação, totalizando 158.269.207 kW (158 GW) de potência instalada.[16]

Está prevista para os próximos anos uma adição de 18.105.630 kW na capacidade de geração do País, proveniente dos 220 empreendimentos atualmente em construção e mais 380 em empreendimentos com construção não iniciada.[16]

Em 2018, a potência instalada de geração de energia elétrica no Brasil, encontrava-se distribuída da seguinte forma: energia hidrelétrica, com 60,42% (95,6 GW); energia termelétrica, com 26,13 % (41,3 GW); energia eólica, com 7,9 % (12 GW); energia nuclear, com 1,26% (1,99 GW); energia solar, com 0,71% (1,1 GW). [16]

Energia hidrelétrica[editar | editar código-fonte]

Usina de Itaipu, a segunda maior usina hidrelétrica do mundo em capacidade de geração.

O Brasil é o terceiro maior produtor de energia hidrelétrica do mundo, depois de China e Canadá. Em 2007, as usinas hidrelétricas representavam 83% da produção de energia elétrica brasileira.[1] A capacidade teórica bruta excede 3.000 TWh por ano, sendo que 800 TWh anuais são economicamente exploráveis.[11] Em 2004, o Brasil produziu 321TWh de energia hidrelétrica.[17]

Em 2018, a capacidade instalada era de 95 GW, representando 60 % da potência instalada de geração de energia elétrica no país[16] O Brasil é coproprietário da Usina Hidrelétrica de Itaipu, no rio Paraná, localizada na entre a fronteira Brasil-Paraguai e que é a segunda maior usina hidrelétrica operacional do mundo, com capacidade de produção instalada de 14 GW, através da produção de 20 unidades de 700 MW cada.[18]

Devido a dependência brasileira da energia hidrelétrica e à falta de investimentos em transmissão, as reservas foram usadas ​​por vários anos, o que levou às barragens a terem um baixo nível de água. Então, depois de outro ano com poucas chuvas, em junho de 2001 o governo decidiu determinar o racionamento do uso de eletricidade, o que terminou apenas no final daquele ano. Desde então, devido às novas regras do setor, foram construídas novas linhas e usinas de energia. Mesmo sendo a carga maior do que era em 2001, o sistema atual é muito mais seguro.

Energia termelétrica[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Energia termelétrica no Brasil

No ano de 2018, a potência instalada de geração de energia elétrica no Brasil ficou assim dividida: hidrelétrica, 60,33 %; termelétrica, 26,21%; eólica, 7,91%; nuclear, 1,26%; e solar, 0,71%.[16]

Usina Termelétrica em Juiz de Fora (MG)

Em 2018, havia 3.004 empreendimentos gerando energia através de termelétricas, com potência instalada de 43.529.113 KW. Outros 28 encontravam-se em construção, que acrescentarão mais 3,73 GW.[16]

Em 2016, as 70 maiores usinas, com potência igual ou superior a 100 MW, estavam localizadas em vários estados brasileiros, sendo a maioria situada nos estados do Rio de janeiro (8 usinas – 5.390MW); Bahia (8 usinas – 1.409MW); Maranhão (6 usinas – 1.543MW); São Paulo (6 usinas – 1.409MW) e Pernambuco (5 usinas – 1.394MW).[16]

Em 2018, havia 2.453 empreendimentos que exploravam fontes energéticas de origem fóssil, com potência instalada de 26.990.520 KW, correspondente a 17,18% do total da matriz elétrica brasileira, sendo o gás natural a principal fonte do setor, além de óleo diesel, óleo combustível e carvão mineral. [16]

Em 2018, havia 549 empreendimentos que exploravam fontes energéticas de origem de biomassa, com potência instalada de 14.548.593 KW, correspondente a 8,81% do total da matriz elétrica brasileira, sendo o bagaço de cana a fonte mais utilizada.[16]

Energia nuclear[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Programa nuclear brasileiro

A energia nuclear representa cerca de 1,26% da matriz energética brasileira[16].[19] O monopólio geração de energia nuclear é de propriedade da Eletrobrás Eletronuclear SA (Eletronuclear), uma subsidiária integral da Eletrobrás. A energia nuclear é produzida por dois reatores em Angra, localizados na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (NIACC) na Praia de Itaorna, no município de Angra dos Reis, estado do Rio de Janeiro. A central consiste de dois reatores de água pressurizada, Angra I, com capacidade de 657 MW, conectados à rede de energia em 1982, e Angra II, com capacidade de 1.350 MW, conectado à rede em 2000.[20]

Um terceiro reator, Angra III, com uma produção projetada de 1.350 MW, deveria ter sido concluído em 2014, mas o trabalho tem sido paralisado devido a preocupações ambientais e acusações de corrupção. Até 2025, o Brasil pretende construir mais sete reatores.[20] Em fevereiro de 2008, o presidente Lula da Silva assinou um acordo de cooperação nuclear com a Argentina.[21]

Energia eólica[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Energia eólica no Brasil

O potencial dos recursos eólicos brutos do Brasil é estimado em cerca de 140 GW, sendo que 30 GW poderiam ser efetivamente transformados em projetos de energia eólica. Em 2018, a capacidade instalada de produção de energia eólica no país era de 12 GW, representando 7,9% da potência instalada de energia elétrica produzida no país[16]. Até 2020, outros 287 parques vão entrar em operação e vão gerar mais 7 GW de eletricidade.[22].[11]

Energia solar[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Energia solar no Brasil

A capacidade total instalada de energia fotovoltaica no Brasil é estimada entre 1,1 GW, no ano de 2018.[11][16] É menos do que 0,71% da energia no Brasil, apesar do país ter a de maior incidência de irradiação solar do mundo.[23][16]

O Nordeste brasileiro por ser uma região ensolarada, próxima do equador, apresenta condições mais propícias para receber centrais solares. Nessa região, se localizam as maiores usinas solares da América Latina: o Complexo Solar Lapa (158 MW), o Parque Solar Ituverava (254 MW) e o Parque Solar Nova Olinda (292 MW).

Biocombustíveis[editar | editar código-fonte]

Ver também: Proálcool

Devido a sua capacidade de produção de álcool combustível, o Brasil às vezes tem sido descrito como uma superpotência do setor de bioenergia.[24] O etanol é produzido a partir de cana-de-açúcar e o Brasil tem a maior safra de cana-de-açúcar do mundo, além de ser o maior exportador de etanol do planeta. Com a crise do petróleo de 1973, o governo brasileiro iniciou em 1975 o programa o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), que era um programa de âmbito nacional financiado pelo governo para eliminar progressivamente todos os combustíveis automotivos derivados de combustíveis fósseis em favor do etanol. O programa conseguiu reduzir em 10 milhões o número de carros movidos a gasolina no país, o que reduziu a dependência brasileira de importações de petróleo.[1]

A produção e o consumo de biodiesel chegaram a 5% em 2013.[1] As reservas de turfa do Brasil são estimadas em 25 bilhões de toneladas, a maior parte da América do Sul. No entanto, nenhuma geração de turfa para combustível tem foi bem desenvolvida ainda. O Brasil produz 65 milhões de toneladas de lenha por ano. A produção anual de carvão é de cerca de 6 milhões de toneladas, que é utilizado na indústria siderúrgica. O potencial de cogeração de resíduos agrícolas e pecuários varia de 4 GW a 47 GW até 2025.[11]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h i OECD/IEA. World Energy Outlook 2006. ISBN 92-64-10989-7
  2. a b c «Project Closing Report. Natural Gas Centre of Excellence Project. Narrative» (PDF). 20 de março de 2005. Consultado em 12 de maio de 2007. Cópia arquivada (PDF) em 27 de setembro de 2007 
  3. a b c «OECD Economic Survey of Brazil 2005: Regulation of the electricity sector» (PDF). Consultado em 12 de maio de 2007 
  4. a b c d e Country Analysis Brief. Brazil, US Energy Information Agency, Agosto de 2006
  5. Gary Duffy (9 de novembro de 2007). «Brazil announces new oil reserves». BBC. Consultado em 12 de dezembro de 2007 
  6. Brasil se tornará exportador líquido de petróleo em 2011, diz AIE
  7. a b c d e Roberta. «Pela primeira vez, produção de petróleo e gás no pré-sal supera a do pós-sal». www.anp.gov.br. Consultado em 27 de março de 2018 
  8. a b c d «ANP- gás natural» (PDF) 
  9. «White Paper Acende Brasil_16_GasNatural_» (PDF) 
  10. Roberta. «Produção de gás natural no Brasil bate recorde». www.anp.gov.br. Consultado em 31 de março de 2018 
  11. a b c d e f g «Survey of energy resources» (PDF). World Energy Council. 2004. Consultado em 13 de julho de 2007 
  12. Ronaldo C. Fabrício (20 de março de 2005). «Outlook of Nuclear Power in Brazil» (PDF). Eletronuclear. Consultado em 12 de maio de 2007 
  13. Review on oil shale data, by Jean Laherrere, September 2005
  14. Altun, N. E.; Hiçyilmaz, C.; Hwang, J.-Y.; Suat Bağci, A.; Kök, M. V. (2006). «Oil Shales in the world and Turkey; reserves, current situation and future prospects: a review» (PDF). Estonian Academy Publishers. Oil Shale. A Scientific-Technical Journal. 23 (3): 211–227. ISSN 0208-189X. Consultado em 16 de junho de 2007 
  15. «Critical issues in Brazil's energy sector» (PDF). Baker Institute. Junho de 2004. Consultado em 19 de maio de 2007 
  16. a b c d e f g h i j k l m «BIG - Banco de Informações de Geração». www2.aneel.gov.br. Consultado em 27 de março de 2018 
  17. «Key World Energy Statistics -- 2006 Edition» (PDF). International Energy Agency. 2006. Consultado em 13 de julho de 2007. Cópia arquivada (PDF) em 9 de julho de 2007 
  18. «Power: World's biggest hydroelectric facility». USGS. Consultado em 18 de maio de 2006 
  19. «Nuclear Power in Brazil. Briefing Paper # 95». Uranium Information Centre. Maio de 2007. Consultado em 19 de maio de 2007. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2007 
  20. a b «Brazil plans to build seven nuclear reactors». Mecropress. 23 de outubro de 2006. Consultado em 19 de maio de 2007 
  21. «Brazil and Argentina's Nuclear Cooperation». Nonproliferation for Global Security Foundation. Dezembro de 2008 
  22. «Nordeste puxa a produção de energia eólica no Brasil, que bate recordes». Jornal Nacional. 7 de julho de 2017 
  23. http://www.lepten.ufsc.br/publicacoes/solar/eventos/2007/ISES/martins_enio.pdf
  24. Brazil - A Bio-Energy Superpower, by Mario Osava, Tierramérica

Ligações externas[editar | editar código-fonte]