Politeísmo celta

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Série sobre
Mitologia celta
Coventina

Politeísmo celta
Divindades celtas

Mitologia gaélica

Mitologia irlandesa
Mitologia escocesa
Mitologia hébrida
Tuatha Dé Danann
Ciclo mitológico
Ciclo do Ulster
Ciclo Feniano

Mitologia britânica

Religião britânica da Idade do Ferro
Mitologia britânica
Mitologia galesa
Mitologia bretã
Mabinogion
Livro de Taliesin
Trioedd Ynys Prydein

Vocações religiosas

Druidas · Bardos · Ovados

Festivais

Samhain, Calan Gaeaf
Imbolc, Gŵyl Fair
Beltane, Calan Mai
Lughnasadh, Calan Awst

Artigos relacionados

O politeísmo celta, também conhecido como paganismo celta, refere-se às crenças e práticas religiosas dos antigos povos celtas da Europa Ocidental, antes da cristianização.

O politeísmo celta era animista e acreditava nos espíritos existentes em objetos naturais como árvores e pedras. As crenças e práticas religiosas dos celtas variavam ao longo dos diferentes regiões celtas, que incluíam a Irlanda, a Grã-Bretanha, Celtiberia, Gália, as áreas ao longo do rio Danúbio e a Galácia, no entanto, havia pontos comuns compartilhados por todos.

As práticas religiosas celtas trazem as marcas da romanização seguinte à conquista pelo Império Romano de certas terras celtas, como a Gália (58-51 a.C.) e a Grã-Bretanha (43 d.C.), embora a profundidade e importância da romanização seja um assunto de discordância acadêmica.

O politeísmo celta diminuiu no período do Império Romano, especialmente após a ilegalização de uma de suas formas, o druidismo, pelo imperador Cláudio em 54 d.C. Ele persistiu um pouco mais na Grã-Bretanha e na Irlanda, onde ele desapareceu durante a cristianização progressiva, ao longo dos séculos V e VI.

Ver também[editar | editar código-fonte]