Hip-hop consciente
| Hip-hop consciente | |
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| Origens estilísticas | Hip hop, música de protesto |
| Contexto cultural | Década de 1980 |
| Formas derivadas | Hip hop consciente |
| Este artigo faz parte de uma série sobre |
| Black Power |
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Hip-hop consciente (também chamado de rap consciente ou hip-hop político) é um subgênero do hip-hop que se desenvolveu nos anos 1980. Inspirados por pregadores políticos dos anos 1970 como The Last Poets e Gil Scott-Heron, Public Enemy foi o primeiro grupo de political hip hop. Grandmaster Flash and the Furious Five lançaram seu primeiro bem conhecido rap sócio-político em 1982 chamado The Message, numa época em que era comum os rappers fazerem músicas para dançar, não levando sua música tão a sério. The Message, porém, acabou inspirando vários outros rappers a aderirem conteúdos políticos a suas músicas.[1]
Há centenas de artistas cujas músicas poderiam ser descritas como "políticas".
Ideologia
[editar | editar código]Nacionalismo negro
[editar | editar código]O Nacionalismo Negro foi uma ideologia subjacente à ala militante do movimento dos direitos civis na América do Norte nos anos 1970 e 1980. Ele desempenhou um papel no início do hip hop político e continua a ser um tema para muitos artistas contemporâneos do hip hop político. Proeminentes artistas nacionalistas incluem Tupac Shakur, Public Enemy, Geto Boys, Brand Nubian, Queen Latifah e Big Daddy Kane.
Marxismo
[editar | editar código]O marxismo tem sido um elemento dos movimentos sociais mundialmente assim como no hip hop. Dois grupos marxistas na língua inglesa tem sido Marxman e The Coup. Ambos os grupos incorporam nacionalismo revolucionário em suas mensagens, Republicanismo Irlandês para Marxman e Nacionalismo Negro para The Coup. Sun Rise Above é outro menos conhecido artista marxista. Para esses cantores, luta de classes e anti-imperialismo são os principais temas recurrentes.
Referências
- ↑ Bogdanov et al. 2003, p. 563