Pollyanna

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o livro. Para outros significados, veja Pollyanna (desambiguação).
Pollyanna
Capa do livro Pollyanna.jpg

Cartaz do filme Pollyanna, de 1920, baseado no livro.
Autor(es) Eleanor H. Porter
Idioma Língua inglesa
País  Estados Unidos
Editora L. C. Page
Lançamento 1913
Páginas 310
Edição portuguesa
Tradução João Sargaço
Editora Pública
Lançamento 1990
Cronologia
Miss Billy's Decision
Pollyanna Grows Up
Commons
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Pollyanna é um romance de Eleanor H. Porter, publicado em 1913 e considerado um clássico da literatura infantojuvenil. O livro fez muito sucesso, até que a autora veio a publicar, em 1915, uma continuação chamada Pollyanna Grows Up (no Brasil, "Pollyanna Moça"). Mais onze Pollyanna se seguiram, muitas delas escritas por Elizabeth Borton ou Harriet Lummis Smith. A mais recente publicação de Pollyanna foi feita pela editora Ciranda Cultural em 2018.

Personagens[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.
  • Pollyanna: protagonista, órfã de pai e mãe com 11 anos de idade.
  • Miss Polly: tia de Pollyanna.
  • Dr. Chilton: médico que conseguiu que Pollyanna voltasse a andar.
  • Dr. Hantom: veio de Nova Iorque para tentar resolver o caso de Pollyanna.
  • Jimmy: menino, órfão como Pollyanna. Ela o encontrou na rua e arranjou-lhe um lar na casa do senhor Pendlenton.
  • Senhor John Pendlenton: homem mais rico da cidade, solteirão e que vivia sozinho em uma mansão.
  • Nancy: empregada da senhorita Polly.
  • Senhora Snow: pobre senhora que, quando conheceu Pollyanna, "saiu" de um quarto escuro e sombrio para um quarto lindo e maravilhoso abrindo janelas e cortinas.

Observação: em algumas traduções do livro, a maioria dos nomes é aportuguesada. Exemplos: Pollyanna - Poliana; Polly - Paulina; Mrs. Snow - Dona Maria etc.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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Pollyanna, uma menina de onze anos, após a morte de seu pai, um missionário pobre, se muda de cidade para ir morar com uma tia rica e severa que não conhecia anteriormente. No seu novo lar, passa a ensinar, às pessoas, o "jogo do contente" que havia aprendido de seu pai. O jogo consiste em procurar extrair algo de bom e positivo em tudo, mesmo nas coisas aparentemente mais desagradáveis.[1]

A autora, presbiteriana, trabalhou um aspecto da evangelização cristã, de que é necessário procurar manter a felicidade, o amor e o bem, mesmo nas situações mais adversas. A felicidade em Jesus Cristo. Curiosamente, em psicologia e sociologia, isso passou a ser chamado de "princípio de Pollyanna", mas os autores raramente citam ou entendem a origem do livro que por sua vez,foi secularizada, desse comportamento descrito.

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Traduções em língua portuguesa[editar | editar código-fonte]

Adaptações para o cinema[editar | editar código-fonte]

Em 1920, foi lançado o primeiro filme baseado no livro, com Mary Pickford e dirigido por Paul Powell, um clássico do cinema mudo.[5] Em 1960, foi lançado o filme Pollyanna, dirigido por David Swift e com Hayley Mills no papel-título e Jane Wyman no papel de tia Polly.[6]

Adaptações para a TV[editar | editar código-fonte]

  • Em 1956 a Rede Tupi adaptou o livro em formato de telenovela, estreando em 9 de outubro de 1956 Pollyana, contendo trinta capítulos e sendo protagonizado por Verinha Darcy.[7] Na época ainda não existia um método de gravação de videoteipe, sendo que a novela era transmitida ao vivo e apenas duas vezes por semana, todas as terças e quintas-feiras a partir das 19:35.[8] Foi a primeira telenovela voltada ao público infanto-juvenil do Brasil.[9]
  • Em 2018 o SBT está adaptando uma segunda versão da obra, intitulada As Aventuras de Poliana, na qual estreiou em 16 de maio, com uma audiência de 15 pontos, qual cada ponto equivale a 71 mil domicílios na Grande São Paulo. A protagonista da novela é Sophia Valverde.[10]

Utilização na programação neurolinguística[editar | editar código-fonte]

Na programação neurolinguística, o livro é utilizado como treinamento de "ressignificação de conteúdo", através do qual o paciente aprende a mudar sua interpretação dos acontecimentos cotidianos, aprendendo a enfatizar o lado positivo e agradável dos fatos, tal como a protagonista Poliana faz no livro com o seu "jogo do contente".[11]

Notas e referências[editar | editar código-fonte]

  1. Golfinho: o portal da PNL no Brasil. Disponível em http://www.golfinho.com.br/livros/liv222.asp. Acesso em 3 de maio de 2014.
  2. Catálogo da Companhia Editora Nacional
  3. Traduções de Monteiro Lobato
  4. Catálogo da Companhia Editora Nacional
  5. Pollyanna (1920)
  6. Pollyanna
  7. Infantv. Infantv http://www.infantv.com.br/pollyana.htm  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  8. «Fatos e Fotos: As novelas de antigamente». Iara do Carmo. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. 
  9. «Novelas de 1956». Tudo sobre TV. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. 
  10. «https://observatoriodatelevisao.bol.uol.com.br/audiencia-da-tv/2018/05/as-aventuras-de-poliana-impressiona-e-estreia-na-lideranca-de-audiencia-em-goiania-veja-os-numeros)». UOL Observatório da Televisão. 17 de maio de 2018. Consultado em 18 de maio de 2018.  Ligação externa em |titulo= (ajuda)
  11. Golfinho: o portal da PNL no Brasil. Disponível em http://www.golfinho.com.br/livros/liv222.asp. Acesso em 3 de maio de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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