Portal:China

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Stars of China.svg Bem-vindo ao portal da
República Popular da China

中华人民共和国
National Emblem of the People's Republic of China.svg
Mostrar novas secções abaixo (purge)
Cartella rossa.jpg
Brosen windrose-fr.svg
ver    
Mapa antigo da China publicado em 1926.

República Popular da China (RPC; chinês simplificado: 中华人民共和国; chinês tradicional: 中華人民共和國; pinyin: ? zhōnghuá rénmín gònghéguó), também conhecida simplesmente como China, é o maior país da Ásia Oriental e o mais populoso do mundo, com mais de 1,38 bilhão de habitantes, quase um quinto da população da Terra. É uma república socialista, governada pelo Partido Comunista da China (PCC) sob um sistema unipartidário[6] e que tem jurisdição sobre vinte e duas províncias, cinco regiões autônomas (Xinjiang, Mongólia Interior, Tibete, Ningxia e Guangxi), quatro municípios (Pequim, Tianjin, Xangai e Chongqing) e duas Regiões Administrativas Especiais com grande autonomia[7] (Hong Kong e Macau). A capital do país é Pequim.[8] A nação tem uma longa história, composta por diversos períodos distintos. A civilização chinesa clássica — uma das mais antigas do mundo — floresceu na bacia fértil do rio Amarelo, na planície norte do país.[10] O sistema político chinês era baseado em monarquias hereditárias, conhecidas como dinastias, que tiveram seu início com a semimitológica Xia (aproximadamente 2 000 a.C.) e terminaram com a queda dos Qing, em 1911. Desde 221 a.C., quando a dinastia Qin começou a conquistar vários reinos para formar um império único, o país expandiu-se, fraturou-se e reformulou-se várias vezes. A República da China, fundada em 1911 após a queda da dinastia Qing, governou o continente chinês até 1949. Em 1945, a república chinesa adquiriu Taiwan do Império do Japão, após o fim da Segunda Guerra Mundial. Na fase de 1946-1949 da Guerra Civil Chinesa, o Partido Comunista derrotou o nacionalista Kuomintang no continente e estabeleceu a República Popular da China, em Pequim, em 1 de outubro de 1949, enquanto o Partido Nacionalista mudou a sede do seu governo para Taipei. Desde então, a jurisdição da República da China está limitada à Taiwan e algumas ilhas periféricas (incluindo Penghu, Kinmen e Matsu) e o país recebe reconhecimento diplomático limitado ao redor do mundo. Desde a introdução de reformas econômicas em 1978, a China tornou-se em uma das economias de mais rápido crescimento no mundo,[11] sendo o maior exportador e o terceiro maior importador de mercadorias do planeta. A industrialização reduziu a sua taxa de pobreza de 53% (em 1981) para 8% (em 2001).[12] O país tem sido considerado uma superpotência emergente por vários acadêmicos,[13] analistas econômicos[14] e militares.[15] A importância da China[16][17] como uma grande potência é refletida através de seu papel como segunda maior economia do mundo (ou segunda maior em poder de compra) e da sua posição como membro permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas e de várias outras organizações multilaterais, incluindo a Organização Mundial do Comércio, Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, Grupo dos Vinte, BRICS e da Organização para Cooperação de Xangai. Além disso, o país é reconhecido como uma potência nuclear, além de possuir o maior exército do mundo em número de soldados e o segundo maior orçamento de defesa.

Cartella rossa.jpg
Nuvola filesystems services.png
ver    
Protesto contra a lei de extradição em 12 de Junho de 2019.

Protestos e dissidência na China ocorrem, apesar das restrições à liberdade de associação e de expressão daquele país. Uma grande variedade de protestos e movimentos dissidentes proliferou na China, particularmente nas décadas desde o término Era Mao Tse-tung. Entre os mais notáveis, destacaram-se a revolta no Tibete em 1959 contra o regime do PCC (Partido Comunista da China), o protesto na Praça da Paz Celestial em 1989, que foram reprimidos com força militar brutal, e a manifestação de 25 de Abril de 1999 por 10.000 praticantes de Falun Gong em Zhongnanhai.

Manifestantes e dissidentes na China tem uma extensa gama de queixas, incluindo corrupção, despejos forçados, salários não pagos, violações de direitos humanos, degradação ambiental, protestos étnicos, petições por liberdade religiosa e liberdades civis, protestos contra o governo de partido único e protestos nacionalistas contra outros países.

O número de protestos anuais cresceu constantemente desde o início dos anos 1990, passando de aproximadamente 8700 "incidentes de grupos de massa" em 1993 para mais de 87.000 em 2005. Em 2006, a Academia Chinesa de Ciências Sociais estimou o que número de incidentes anuais em massa excedeu 90.000, e o professor de sociologia chinês Sun Liping estimou 180.000 incidentes em 2010. Tipicamente, incidentes em massa são definidos como "reuniões planejadas ou improvisadas que se formam devido a contradições internas" e podem incluir discursos ou demonstrações públicas, confrontos físicos, manifestações públicas de queixas e outros comportamentos de grupo que perturbam a estabilidade social.

Apesar do aumento de protestos, alguns estudiosos argumentam que estes podem não representar uma ameaça existencial ao regime do PCC porque carecem de "tecido conjuntivo"; a preponderância de protestos na China é dirigida a autoridades locais, e apenas um alguns poucos movimentos dissidentes buscam mudanças sistêmicas.

Flag-map of the People's Republic of China.svg Ler mais ...
Cartella rossa.jpg
Nuvola apps kontact.png
ver    
Retrato de Zhang Zhixin

Zhang Zhixin foi uma dissidente que ganhou protagonismo durante a Grande Revolução Cultural Proletária, tendo ficado famosa por criticar a idolatria de Mao Zedong e a ultra-esquerda. Ela ficou presa por seis anos (entre 1969 e 1975) e foi torturada, depois executada, por defender posições opostas às definidas pelo Partido Comunista da China, do qual era membro. Outro membro do partido que havia expressado acordo com Zhang foi condenado a 18 anos de prisão.

Embora muitos a considerem uma heroína entre as pessoas por defender o partido, sua experiência também é um lembrete da potencial punição por desvios em relação aos princípios do partido.

Ela não se considerava anticomunista, mas uma "marxista de verdade" para quem Mao distorcera a causa comunista. Mesmo na prisão, ela insistia em ser membro do Partido Comunista da China. Muitos de seus pontos de vista eram semelhantes aos de outros líderes comunistas que sucederam a Mao. Por esse motivo, foi reabilitada por Hu Yaobang e reconhecida como um mártir revolucionário e um modelo comunista.


.

Flag-map of the People's Republic of China.svg Ler mais ...
Cartella rossa.jpg
Nuvola filesystems camera.png
ver    
Regaining the Provincial Capital of Ruizhou.jpg
A Rebelião Taiping (1851-1864) foi um dos conflitos mais sangrentos da história, um confronto entre as forças da China imperial e um grupo inspirado por um místico autoproclamado, chamado Hong Xiuquan, que se dizia cristão e também intitulava-se irmão de Jesus Cristo.
Cartella rossa.jpg
Nuvola apps remote.png
ver    
Cartella rossa.jpg
Nuvola apps kate.png
ver    
Cartella rossa.jpg
Nuvola apps bad kcontrol.png
ver    

Artigos para desenvolver:

  • Outros artigos:

Artigos para revisar/reciclar:


Artigos para sofrerem fusão: Observação importante: Após fazer a fusão, favor riscar o nome da lista acima usando <s> e </s>.


Artigos para traduzir: Observação importante: Após fazer a fusão, favor riscar o nome da lista acima usando <s> e </s>.


Predefinições a traduzir/completar: Observação importante: Ao criar novos artigos procure criar todos os possíveis redirecionamentos.

Cartella rossa.jpg
Nuvola apps kdmconfig.png
ver    
Predefinições
Infobox
Ligações
Portal A Wikipédia possui o
Portal da China
Cartella rossa.jpg
Nuvola apps bookcase.png
ver    
Cartella rossa.jpg
Portal.svg
ver    

Purgar cache do servidor