Portal:Sistema Solar/Artigo seleccionado

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Propostas para a seção "Artigos selecionados"

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Artigo seleccionado/1

Portal:Sistema Solar/Artigo seleccionado/1 O Sol (do latim sol, solis) é a estrela central do Sistema Solar em torno da qual os mais diversos corpos, planetas, planetas anões, asteroides, cometas e poeira, bem como todos os satélites associados a estes corpos, orbitam. Responsável por 99,86% da massa do Sistema Solar, o Sol possui uma massa 332 900 vezes maior que a da Terra, e um volume 1 300 000 vezes maior que o do nosso planeta. É composta sobretudo por hidrogênio e hélio, e realiza a fusão nuclear, que libera a energia responsável pela manutenção de seu equilíbrio.

Em sua superfície, a camada visível denominada fotosfera, a temperatura em média é de cerca de 5 500°C, enquanto em seu núcleo chega a quinze milhões de graus. O Sol libera constantemente uma grande quantidade de matéria que forma o vento solar, que se propaga por entre os planetas e chega aos confins da heliosfera, que é a região de influência da estrela. Esse vento causa, por exemplo, as auroras polares e o brilho na cauda dos cometas.

Artigo seleccionado/2

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Calisto.

Calisto é uma lua de Júpiter, descoberta em 7 de janeiro de 1610 por Galileu Galilei. É a terceira maior lua do Sistema Solar e a segunda maior do sistema joviano. Tem cerca de 99% do diâmetro de Mercúrio, mas apenas um terço de sua massa. É a quarta lua de Galileu por distância a Júpiter, com um raio orbital de cerca de 1 880 000 quilômetros. É composto de quantidades aproximadamente iguais de rocha e gelo, com uma densidade média de 1,83 g/cm³.

Os principais acidentes geográficos incluem várias crateras de impacto, grandes bacias de impacto com vários anéis concêntricos e cadeias de crateras com escarpas, cumes e depósitos. Em pequena escala, a superfície é variada e consiste em pequenos depósitos brilhantes congelados no topo das colinas, cercados por uma baixa manta de material escuro. A provável presença de um oceano dentro de Calisto deixa aberta a possibilidade de que possa abrigar vida. No entanto, acredita-se que as condições de Europa são melhores para a vida do que as de Calisto. Várias sondas já estudaram a lua. Por causa dos baixos níveis de radiação em sua superfície, Calisto tem sido considerado o local mais adequado para uma base para a futura exploração humana do sistema de Júpiter.

Artigo seleccionado/3

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Io, um satélite natural de Júpiter.

Io é uma das quatro grandes luas de Júpiter conhecidas como luas de Galileu, em honra ao seu descobridor Galileu Galilei. O satélite, ligeiramente maior que a Lua, é também a quarta maior lua do Sistema Solar, logo após Ganímedes, Titã e Calisto (esta última e Ganímedes são também luas de Galileu em Júpiter). Mesmo com o seu tamanho relativamente modesto e apesar de estar localizada num local frio do Sistema Solar, Io é descrita como o local que mais se aproxima do conceito de inferno, já que é o corpo com maior atividade vulcânica em todo o Sistema Solar. Os seus vulcões chegam a atingir temperaturas à volta dos 1 700 graus Celsius, logo, mais quentes que os vulcões da Terra (acredita-se que também os vulcões dos primórdios da Terra atingissem temperaturas semelhantes).

Artigo seleccionado/4

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Cometa Halley

O cometa Halley é um cometa brilhante de período intermediário que retorna às regiões interiores do Sistema Solar a cada 76 anos, aproximadamente. Sua órbita em torno do Sol está na direção oposta à dos planetas e tem uma distância de periélio de 0,59 unidades astronômicas; no afélio, sua órbita estende-se além da órbita de Netuno. Foi o primeiro cometa a ser reconhecido como periódico, descoberta feita por Edmond Halley em 1696. O próximo periélio do Cometa Halley será em 28 de julho de 2061.

Artigo seleccionado/5

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Jupiter.jpg

Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa e é o quinto mais próximo do Sol. Possui menos de um milésimo da massa solar, contudo tem 2,5 vezes a massa de todos os outros planetas em conjunto. É um planeta gasoso, composto principalmente de hidrogênio e hélio, junto com Saturno, Urano e Neptuno. Estes quatro planetas são por vezes chamados de planetas jupiterianos ou planetas jovianos.

Júpiter possui um tênue sistema de anéis, e uma poderosa magnetosfera. Possui pelo menos 64 satélites, dos quais se destacam os quatro descobertos por Galileu Galilei em 1610: Ganímedes, o maior do Sistema Solar, Calisto, Io e Europa, os três primeiros são mais massivos que a Lua, sendo que Ganímedes possui um diâmetro maior que o do planeta Mercúrio.

Artigo seleccionado/6

Portal:Sistema Solar/Artigo seleccionado/6 90377 Sedna é um objeto transnetuniano descoberto em 2003, que atualmente está cerca de três vezes mais longe do Sol que Netuno. Sua órbita é extremamente excêntrica, com um afélio de cerca de 960 UA (32 vezes a distância de Netuno), tornando-o um dos objetos mais distantes conhecidos no Sistema Solar além de cometas de longo período. Sedna é quase certamente um planeta anão, porém a União Astronômica Internacional ainda não o designou formalmente como tal. Mesmo com aproximadamente 1 000 km de diâmetro, sua distância do Sol dificulta a determinação de sua forma. Análises espectroscópicas revelaram que a composição da superfície de Sedna é parecida à de outros objetos transnetunianos, sendo principalmente uma mistura de gelo de água, metano e nitrogênio com tolinas.

Artigo seleccionado/7

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Mercúrio

Mercúrio é o menor e mais interno planeta do Sistema Solar, orbitando o Sol a cada 87,969 dias terrestres. Sua órbita tem a maior excentricidade e seu eixo apresenta a menor inclinação em relação ao plano da órbita dentre todos os planetas do Sistema Solar. Mercúrio completa três rotações em torno de seu eixo a cada duas órbitas. Mercúrio tem uma aparência similar à da Lua com crateras de impacto e planícies lisas, não possuindo satélites naturais nem uma atmosfera substancial. Entretanto, diferentemente da Lua, possui uma grande quantidade de ferro no núcleo que gera um campo magnético, cuja intensidade é cerca de 1% da intensidade do campo magnético da Terra.

Artigo seleccionado/8

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Titã, a maior lua de Saturno, parece embaçada por conta de sua espessa atmosfera.

Titã (ou Saturno VI) é o maior satélite natural de Saturno e o segundo maior de todo o sistema solar, depois de Ganímedes, tendo quase uma vez e meia o tamanho da Lua. É o único satélite natural conhecido por ter uma densa atmosfera, sendo até mais densa que a da Terra, e o único objeto que não seja a Terra a ter uma evidência clara de corpos líquidos em sua superfície que formaria um ciclo semelhante ao ciclo da água terrestre, com presença de nuvens e de chuva de metano. Titã foi a primeira lua conhecida de Saturno, descoberta em 1655 pelo astrônomo holandês Christiaan Huygens. As fotografias tiradas pela sonda Cassini revelam caracterísicas cada vez mais intrigantes sobre o satélite. Evidências sugerem, por exemplo, que podem existir vulcões gelados na lua, além da possível existência de formas de vida microscópicas.

Artigo seleccionado/9

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O planeta Saturno

Saturno é o sexto planeta do Sistema Solar, com uma órbita localizada entre as órbitas de Júpiter e Urano. É o segundo maior planeta, após Júpiter, sendo um dos planetas gasosos do Sistema Solar, composto principalmente por hidrogênio, porém o de menor densidade, tanto que se existisse um oceano grande o bastante, Saturno flutuaria nele. Seu aspecto mais característico é seu brilhante sistema de anéis, o único visível da Terra. A aparência suave do planeta esconde uma atmosfera turbulenta, onde os ventos chegam a mais de 1800 km/h.

Artigo seleccionado/10

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Plutão e seus satélites

Plutão, formalmente designado 134340 Plutão, é um planeta anão do Sistema Solar e o décimo objeto mais massivo observado diretamente orbitando o Sol. Como outros membros do Cinturão de Kuiper, Plutão é composto primariamente de rocha e gelo e é relativamente pequeno, com aproximadamente um quinto da massa da Lua e um terço de seu volume. Plutão e sua maior lua, Caronte, são às vezes considerados um planeta binário porque o baricentro de suas órbitas não se encontra em nenhum dos corpos.

Após a descoberta de alguns corpos com tamanhos similares ao de Plutão no Cinturão de Kuiper, colocou-se em xeque a questão sobre qual era a definição de planeta. A partir de muitos debates, definiu-se a criação de uma nova classe de corpos, os planetas anões, na qual Plutão se enquadra atualmente com outros quatro corpos do Sistema Solar.

Artigo seleccionado/11

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Concepção artística do disco protoplanetário durante os primórdios do Sistema Solar.

Há cerca de 4.6 bilhões de anos (ou 4 600 milhões de anos) o Sistema Solar começou a se formar a partir do colapso de uma nuvem molecular. Em seu centro, uma protoestrela se formou e após milhões de anos evoluiu e formou o Sol. Ao seu redor, a matéria restante se condensou em corpos menores que se fundiam, e formaram os primeiros planetas e satélites naturais. Os remanescentes desse período de formação existem atualmente sob a forma de asteroides, cometas e demais corpos menores.

O Sol, desde então, continuou estável e deverá permanecer nessa condição por mais cinco bilhões de anos (ou cinco mil milhões de anos), quando o hidrogênio, combustível necessário para manutenção das reações nucleares, terá se exaurido. A estrela, então, se expande e se torna uma gigante vermelha, que ejetará suas camadas exteriores, após alguns milhões de anos e se tornará uma nebulosa planetária. Posteriormente, o núcleo remanescente se tornará uma anã branca que gradualmente perderá o brilho, tornando-se uma anã negra. Os planetas e demais corpos dificilmente resistirão a esse período caótico, e provavelmente se perderão no espaço ou serão destruídos.

Artigo seleccionado/12

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Lua

A Lua é o único satélite natural da Terra[nota 1] e o quinto maior do Sistema Solar. É o maior satélite natural de um planeta no sistema solar em relação ao tamanho do seu corpo primário,[nota 2] tendo 27% do diâmetro e 60% da densidade da Terra, o que representa 181 da sua massa. Entre os satélites cuja densidade é conhecida, a Lua é o segundo mais denso, atrás de Io. Estima-se que a formação da Lua tenha ocorrido há cerca de 4,5 mil milhões* de anos, relativamente pouco tempo após a formação da Terra. Embora no passado tenham sido propostas várias hipóteses para a sua origem, a explicação mais consensual atualmente é a de que a Lua tenha sido formada a partir dos detritos de um impacto de proporções gigantescas entre a Terra e um outro corpo do tamanho de Marte.

Artigo seleccionado/13

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Terra vista do espaço

A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar. É também o maior dos quatro planetas telúricos. É por vezes designada como Mundo ou Planeta Azul. Lar de milhões de espécies de seres vivos, e a vida surgiu na sua superfície um bilhão de anos depois. Desde então, a biosfera terrestre alterou significativamente a atmosfera e outros fatores abióticos do planeta, permitindo a proliferação de organismos aeróbicos, bem como a formação de uma camada de ozônio, a qual, em conjunto com o campo magnético terrestre, bloqueia radiação solar prejudicial, permitindo a vida no planeta. As propriedades físicas do planeta, bem como suas história geológica e órbita, permitiram que a vida persistisse durante este período. Acredita-se que a Terra poderá suportar vida durante pelo menos outros 500 milhões de anos.

Artigo seleccionado/14

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Planeta Marte

Marte é o quarto planeta a partir do Sol, o segundo menor do Sistema Solar. Batizado em homenagem ao deus romano da guerra, muitas vezes é descrito como o "Planeta Vermelho", porque o óxido de ferro predominante em sua superfície lhe dá uma aparência avermelhada. Marte é um planeta rochoso com uma atmosfera fina, com características de superfície que lembram tanto as crateras de impacto da Lua quanto vulcões, vales, desertos e calotas polares da Terra. O período de rotação e os ciclos sazonais de Marte são também semelhantes aos da Terra, assim como é a inclinação que produz as suas estações do ano. Marte é o lar do Monte Olimpo, a segunda montanha mais alta conhecida no Sistema Solar (a mais alta em um planeta), e do Valles Marineris, um desfiladeiro gigantesco. A suave Bacia Polar Norte, no hemisfério norte marciano, cobre cerca de 40% do planeta e pode ser uma enorme marca de impacto. Marte tem duas luas conhecidas, Fobos e Deimos, que são pequenas e de forma irregular. Estas luas podem ser asteroides capturados, semelhante ao 5261 Eureka, um asteroide troiano marciano.


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