Praça XV (Rio de Janeiro)

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A praça e as edificações de seu entorno.
Trecho do Elevado da Perimetral que passava sobre a praça, em 2011.

A Praça XV, também conhecida como Praça XV de Novembro, Praça Quinze de Novembro ou Praça Quinze, é uma praça situada no bairro do Centro, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Integra a Orla Conde, um passeio público que margeia a Baía de Guanabara.

A praça, que existe desde o século XVI, foi reinaugurada em 29 de maio de 2016 após ser revitalizada.[1] A revitalização da praça foi feita no âmbito do Porto Maravilha, uma operação urbana que visa revitalizar a Zona Portuária do Rio de Janeiro.

Situam-se na praça a Parada Praça XV do VLT Carioca e a Estação Praça XV do sistema de barcas operado pela CCR Barcas. Em seus arredores, situam-se: a Rua Primeiro de Março; o Arco do Teles; o Palácio Tiradentes; o Paço Imperial; a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro; dentre outras edificações e logradouros.

A praça recebeu esse nome por homenagear o dia 15 de novembro de 1889, marcado pela Proclamação da República do Brasil. Nesse dia, foi instaurada a república federativa presidencialista no Brasil, em substituição à monarquia constitucional parlamentarista.

História[editar | editar código-fonte]

Período colonial[editar | editar código-fonte]

Chafariz do Mestre Valentim, situado no centro da praça.

Está localizada na região conhecida, nos primórdios da ocupação das terras da cidade, como Praia da Piaçaba. Foi denominada, originalmente, de Largo do Terreiro da Polé,[2] Largo do Carmo,[3] Praça do Carmo, Terreiro do Paço e Largo do Paço. Do século XVI até meados da década de 1770, com a construção do Cais do Valongo, foi o principal ponto de desembarque de escravos africanos na cidade.[4]

No local, foi erguido o prédio do Palácio dos Governadores e da Casa da Moeda, futuras instalações do Paço Real e, depois, do Paço Imperial. O prédio, projeto do engenheiro militar português José Fernandes Pinto Alpoim, teve suas obras iniciadas em 1738, ficando pronto no ano de 1743.[5] Foi o primeiro imóvel da cidade a ter vidros nas janelas.[6]

No governo do vice-rei dom Luís de Vasconcelos, foi construído o Chafariz do Mestre Valentim, inaugurado em 1789 e que é até hoje um dos símbolos da praça.[6] Sua função era abastecer com água, além da população, as embarcações que ancoravam perto da praça.[7]

Século XIX[editar | editar código-fonte]

O Largo do Carmo em 1818. À esquerda, vê-se o Paço Imperial, com o edifício do Convento do Carmo ao fundo. À direita, situa-se uma torre sineira junto com a Antiga Sé. Mais à direita, encontra-se a Igreja da Ordem Terceira do Carmo.

Até o início do regime republicano, ali estavam, também, a Capela Imperial (atual Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé), a Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo e o Convento do Carmo (prédio da antiga Academia de Comércio, atual Universidade Candido Mendes). Por essa razão, a região foi palco de acontecimentos e solenidades significativos para a história do Brasil Imperial, como casamentos, batizados, aclamações, coroações e enterros.

Quando a rainha dona Maria I faleceu, em 1816, no antigo prédio do Convento do Carmo, o então Largo do Paço foi o palco onde se desenrolou o funeral real. Com os cariocas todos vestidos de negro, o corpo saiu solenemente do paço, para ser depositado no Convento da Ajuda. Dias depois, aconteceram, na praça e em outros locais determinados da cidade, as cerimônias protocolares da morte de um reinante, a única vez que foram executadas em todo o continente americano.

Fachada do Paço Imperial.

Em 18 de março de 1870, a câmara da cidade deu-lhe a denominação de Praça de Dom Pedro II. Porém, com a Proclamação da República do Brasil em 15 de novembro de 1889, seu nome foi trocado para a denominação atual, em homenagem à data da proclamação. Nos fins do século XIX, eram oficialmente descritos os seus contornos e limites "pela Rua Dom Manoel, Praça das Marinhas, ruas do Mercado, 1º de Março, 7 de Setembro e da Misericórdia".

Quando foi feita, em 1878, por ordem da Câmara Municipal, a nova numeração dos prédios da cidade, o serviço começou justamente no local, recebendo o Paço Imperial o número sete.[8] Na praça também estavam situados, em 1878, os prédios da Secretaria de Agricultura, da Agência Nacional de Colonização e da Estação Praça XV.

Estátua Equestre do General Osório, em 2015, com o Edifício Centro Candido Mendes ao fundo.

Em 1888, foi em frente Paço Imperial onde ocorreram as maiores comemorações pela assinatura da Lei Áurea.[9] No entanto, em 1889, com a Proclamação da República do Brasil, foi o local de onde partiu a família imperial para o exílio.[10] O prédio foi transformado, então, em repartição dos Correios e Telégrafos, sofrendo uma série de reformas que o descaracterizaram. Hoje, inteiramente restaurado, é um centro cultural, contando com livrarias, restaurantes e espaços para exposições.

Em 12 de novembro de 1894, foi solenemente inaugurado o panteão do General Osório. Encimado por sua estátua equestre, fundida com os bronzes dos canhões apreendidos no Paraguai, trata-se de uma homenagem a um dos heróis da Guerra do Paraguai, Manuel Luís Osório.[11] No entanto, nos fins do século XX, seus restos mortais foram removidos para o município de Osório, no Rio Grande do Sul, estado onde nasceu.

A praça, até o fim do século XIX, recebia a maior parte dos navios de passageiros que chegavam ao Rio de Janeiro. Segundo o historiador Milton Teixeira, a região era considerada o cartão de visitas da cidade.[12]

Século XX[editar | editar código-fonte]

Em primeiro plano, a Estátua Equestre de Dom João VI; em plano intermédio, o Elevado da Perimetral, hoje em dia demolido; e, em último plano, o prédio da Universidade Cândido Mendes.

Em 1908, foi inaugurado pelo prefeito Pereira Passos o Mercado Municipal da Praça XV, uma das obras de remodelação urbana ocorridas no início do século XX na cidade. Na década de 1950, foi construído a Elevado da Perimetral, que inicialmente ligava a Avenida Presidente Vargas ao Aterro do Flamengo. Em virtude de sua construção, o mercado foi demolido, restando apenas um pavilhão onde hoje funciona o Ancoramar.[13]

No dia 10 de junho de 1965, foi inaugurada a Estátua Equestre de Dom João VI, presente do povo de Portugal à cidade por ocasião dos festejos do quarto centenário de sua fundação. De autoria de Salvador Barata Feyo, escultor português natural de Moçâmedes, Angola, a estátua foi colocada no local onde o rei dom João VI teria desembarcado em 1808. Uma cópia desta encontra-se na rotunda do Forte de São Francisco Xavier do Queijo, na Praça de Gonçalves Zarco, na cidade do Porto, em Portugal.[14] De acordo com instruções do escultor desta obra, ambas as estátuas deveriam estar voltadas uma para outra, como simbolismo e ligação entre a mesma pessoa (dom João VI) e os dois países (Portugal e Brasil). Essa mesma ligação profunda e indesmentível foi mais marcada ainda pela presença de um globo terrestre com a cruz de Cristo por cima, que a figura de dom João VI leva na sua mão direita. A crer em João Barata Feyo,

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Monumento à João Cândido, situado na praça.

O monumento mais recente da praça é o de João Cândido, inaugurado em 2007. O monumento faz parte da história do negro no Brasil, não apenas porque João Cândido era negro, mas também porque a Revolta da Chibata foi protagonizada por uma maioria de marinheiros negros. As classes mais baixas da Marinha, por serem compostas por rapazes muito pobres, estavam ainda sujeitas a castigos físicos de açoitamento. O monumento foi doado à cidade pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

Composições do VLT Carioca estacionadas na Parada Praça XV.

Em 2014, o Museu de Arte do Rio (MAR) recebeu uma doação do Fundo Fátima Zorzato e Ruy Souza e Silva, constituído por um importante conjunto de gravuras e fotografias que testemunham a história iconográfica, urbanística, social e política da Praça XV desde 1599 até o início do século XX, quando o centro do Rio transferiu-se para a Avenida Rio Branco. A doação foi acompanhada de um catálogo com texto de Pedro Vasquez.

No ano de 2014, o trecho do Elevado da Perimetral que passava sobre a praça foi demolido, viabilizando assim uma revitalização da região. Em 29 de maio de 2016, a Praça XV, junto com a Praça Marechal Âncora e o Largo da Misericórdia, foram reinauguradas pelo prefeito Eduardo Paes após intervenções visando revitalizar a região. Tanto as praças quanto o largo foram incorporados à Orla Conde, um passeio público que margeia a Baía de Guanabara.[15]

Em 6 de fevereiro de 2017, foi inaugurada na praça a Parada Praça XV, que atende a Linha 2 do VLT Carioca.[16] A Linha 2 atualmente estende-se até a Parada Saara, mas futuramente se estenderá até a Parada Rodoviária, no Santo Cristo.

Monumentos[editar | editar código-fonte]

Chafariz do Mestre Valentim[editar | editar código-fonte]

Fachada do chafariz voltada para o mar.

O Chafariz do Mestre Valentim, também conhecido como Chafariz do Carmo, Chafariz Colonial ou Chafariz da Pirâmide, foi construído durante o governo do vice-rei Luís de Vasconcelos e Sousa, o 4.º Conde de Figueiró e o 12.º vice-rei do Brasil. Projetado por Valentim da Fonseca e Silva, popularmente conhecido como Mestre Valentim, foi inaugurado em 1789 em substituição a outro chafariz que também situava-se na Praça XV e fora construído em 1747.[17] Tinha a função de abastecer a população e também os navios que atracavam nas proximidades pois situava-se originalmente à beira do cais.

O chafariz, feito a partir da cantaria, é basicamente uma pequena torre de quatro faces. Uma pirâmide quadrangular está assentada em seu teto. A junção das fachadas é arrematada com pilastras circulares, pilastras estas que são arrematadas por coruchéus, sendo que existe uma espécie de balaustrada entre os coruchéus. Na fachada voltada para o mar, localiza-se uma porta e uma placa comemorativa relativa à inauguração do monumento. Nas outras faces, ficam grandes conchoides, sob as janelas centrais, que recebiam a água de repuxos, coletada de tanques que ficavam no subsolo. A face oposta à fachada voltada para o mar também tem um medalhão ovalado em mármore com alguns inscritos.[18]

Em 1857, com a construção do Cais Pharoux, o antigo piso da Praça XV foi aterrado, elevando-se em um metro e, por consequência, três degraus do chafariz foram aterrados. O Chafariz do Mestre Valentim forneceu água até a década de 1880. Na segunda metade do século XX, um pequeno lago foi construído no entorno do chafariz.

No ano de 1988, a Prefeitura do Rio de Janeiro realizou uma pesquisa arqueológica, envolvendo escavações, em busca do cais que existia no local na época da inauguração do chafariz. Por consequência disto, o chafariz passou a ter um novo lago, restrito à área frontal, de modo que fosse possível a visualização dos degraus de cantaria originais. O trecho restante da área escavada foi gramado e uma cerca foi colocada em volta do monumento a fim de garantir a segurança dos transeuntes.

Em virtude da implementação do Mergulhão da Praça XV, uma escadaria e uma área de ventilação foram construídas ao lado do chafariz. Com a transformação do mergulhão em trecho do Túnel Prefeito Marcello Alencar durante a gestão do prefeito Eduardo Paes, tanto a escadaria quanto a área de ventilação desapareceram. A cerca que existia fora trocada por uma mureta.

Estátua Equestre de Dom João VI[editar | editar código-fonte]

Estátua Equestre de Dom João VI, em 2011.

Inaugurado em 10 de junho de 1965, a Estátua Equestre de Dom João VI foi um presente do povo de Portugal à cidade do Rio de Janeiro por ocasião do 400º aniversário de fundação da cidade. A estátua, de autoria do escultor Salvador Barata Feyo e do arquiteto Carlos Ramos, foi colocada no local onde teria desembarcado, em 1808, Dom João VI, que era o então regente de Portugal. João VI veio ao Brasil em virtude de um plano de invasão ao seu país orquestrado por Napoleão Bonaparte.[19]

O monumento possui uma base retangular de formato piramidal, feita em granito, de 2,3 metros. A estátua, feita em bronze, encontra-se sobreposta ao pedestal. Existe um monumento idêntico situado na Praça de Gonçalves Zarco, localizado na cidade portuguesa do Porto e que, assim como o monumento da Praça XV, também está posicionada de frente para o mar. No dia 11 de junho de 2013, foi colocado em frente ao monumento um QR code cultural feito com 400 kg de pedras portuguesas oriundas de Portugal. O código foi confeccionado por calceteiros lisboetas e cariocas. Ao fotografar a imagem, os visitantes têm a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história da estátua.[20]

Estátua Equestre do General Osório[editar | editar código-fonte]

Estátua Equestre do General Osório, em 2012.

A Estátua Equestre do General Osório localiza-se no centro da praça. Obra do escultor mexicano radicado no Brasil Rodolfo Bernardelli, foi fundida em 1892 nas oficinas Thibaut, situadas em Paris, com o bronze dos canhões tomados durante a Guerra do Paraguai para homenagear Manuel Luís Osório, mais conhecido como General Osório, considerado o herói do referido conflito bélico. A estátua, que possui 8 metros e 5,7 toneladas, foi inaugurado em 1894, 7 anos após Bernardelli receber a encomenda da estátua, tendo sido o primeiro monumento inaugurado no Rio de Janeiro após a Proclamação da República do Brasil.[21] Bernardelli, contratado por 160 contos de réis, montou seu ateliê no antigo Beco da Pouca Vergonha, hoje Rua Vinte de Abril, e levou cerca de dois anos para fazer apenas o cavalo.[22] Na coluna do pedestal, na parte dianteira, lê-se a inscrição: A Osório o Povo 1884. Destacam-se, na obra, os dois relevos nas laterais, em bronze, representando cenas de batalha.

Em 21 de julho de 1892, os restos mortais do Marechal Osório foram transferidos da Igreja de Santa Cruz dos Militares para a cripta construída sob a estátua equestre e lá permaneceram até o dia 1º de dezembro de 1993, quando deu-se início ao solene translado do seu corpo para o jazigo no interior do Parque Histórico Marechal Manuel Luis Osório, localizado no município gaúcho de Tramandaí.

Estátua do Almirante Negro[editar | editar código-fonte]

Monumento à João Cândido fotografado durante a noite.

Em uma das laterais da Estação Praça XV do VLT Carioca, situa-se o Monumento à João Cândido, popularmente conhecido como Estátua do Almirante Negro, de autoria do artista plástico Walter de Brito. O monumento é composto por um pedestal de 1,2 metro reforçado com granito preto e pela estátua, que possui dois metros de altura e é feita de bronze. A estátua é uma homenagem a João Cândido Felisberto, que foi o comandante da Revolta da Chibata, ocorrida em novembro de 1910 e que trouxe o fim dos castigos corporais na Marinha do Brasil.[23] Nascido no município gaúcho de Encruzilhada do Sul, João Cândido morreu aos 89 anos, no dia 6 de dezembro de 1969.

No dia 22 de novembro de 2007, aniversário de 97 anos da Revolta da Chibata, a estátua foi inaugurada nos jardins do Palácio do Catete, que havia sido bombardeado durante a revolta. A estátua, que mostra João Cândido de corpo inteiro com um leme em uma das mãos, tinha sido afixada de frente para o mar e de costas para o palácio.[24] Como parte da solenidade, que teve a presença de autoridades, de familiares e de representantes de movimentos sociais, foi exibido o filme Memórias da Chibata, de Marcos Manhães Marins e que trata-se de uma reconstituição história da Revolta da Chibata, e feita uma exposição fotográfica da revolta sob a curadoria do cientista político e juiz de direito João Batista Damasceno.

Em 20 de novembro de 2008, a estátua foi transferida dos jardins do Palácio do Catete para a Praça XV, em evento que contou com a presença do então Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da família de João Cândido e de dezenas de pessoas. Nenhum oficial da Marinha do Brasil foi enviado ao evento.[25]

Feira de Antiguidades[editar | editar código-fonte]

A feira na época em que ocorria sob o Elevado da Perimetral.

Todos os sábados, em frente ao Paço Imperial, é organizada a tradicional Feira de Antiguidades ao redor da Estátua Equestre do General Osório. O evento reúne cerca de 366 barracas e mais de 600 vendedores cadastrados pela prefeitura. São vendidos na feira diversos objetos, móveis, roupas, brinquedos e livros, dentre outros artigos.[26] É considerada pelos colecionadores a maior feira de antiguidades da América Latina.

A feira começou a ser realizada em 1976 embaixo do Elevado da Perimetral, entretanto desde 2014, com a demolição do viaduto, é realizada no atual ponto. Inicialmente era caracterizada como um evento de troca de objetos.[27] Desde 2015, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) fiscaliza o comércio da feira. O objetivo é impedir a venda de comida e de artigos que não configurem antiguidades.[28]

Mergulhão da Praça XV[editar | editar código-fonte]

No final de 1996, foi inaugurado o Túnel Engenheiro Carlos Marques Pamplona, popularmente conhecido como Mergulhão da Praça XV, no subsolo da praça. Sua construção permitiu a circulação de pedestres na superfície.

Entretanto, no dia 14 de fevereiro de 2014, foi definitivamente fechado ao tráfego.[29] O mergulhão passou a incorporar o Túnel Prefeito Marcello Alencar, inaugurado em 2016 e que substituiu o Elevado da Perimetral.

Pontos de interesse[editar | editar código-fonte]

Os seguintes pontos de interesse situam-se nas redondezas da Praça XV:

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Prefeitura do Rio entrega nova orla da Praça XV até o Museu Histórico Nacional». Porto Maravilha. 29 de maio de 2016. Consultado em 24 de junho de 2017 
  2. Coaracy, Vivaldo (1965). Memórias da Cidade do Rio de Janeiro 2ª ed. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora. p. 340. ISBN 9788599505168 
  3. «Régua do Tempo: 1816». Armazém de Dados. Consultado em 11 de julho de 2017 
  4. Ribeiro, Flávia (18 de janeiro de 2013). «Saiba tudo sobre o Cais do Valongo - o local por onde entravam os africanos escravos no Brasil no século XIX». Guia do Estudante. Consultado em 11 de julho de 2017 
  5. Lucena, Felipe (19 de junho de 2015). «A História do Paço Imperial». Diário do Rio de Janeiro. Consultado em 11 de julho de 2017 
  6. a b «Praça XV, um importante palco da história do Rio». Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. 17 de fevereiro de 2014. Consultado em 11 de julho de 2017 
  7. «Chafariz do Mestre Valentim – Chafariz da Praça XV». ArqGuia Rio. Consultado em 11 de julho de 2017 
  8. Cavalcanti, J. Cruvello (1878). Nova Numeração dos Prédios da Cidade do Rio de Janeiro. Col: Coleção Memória do Rio 6 - I. Rio de Janeiro: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. p. 332 
  9. «Assinada a Lei Áurea» (PDF). Jornal do Senado. 14 de maio de 1888. Consultado em 11 de julho de 2017 
  10. Garcia, Everthon (3 de maio de 2017). «A Família Imperial do Brasil parte para o exílio». Conservadorismo do Brasil. Consultado em 11 de julho de 2017 
  11. Ladeira, Leonardo (4 de novembro de 2010). «Estátua Equestre do General Osório». Rio&Cultura. Consultado em 11 de julho de 2017 
  12. Lucena, Felipe (7 de julho de 2015). «História da Praça XV». Diário do Rio de Janeiro. Consultado em 10 de julho de 2017 
  13. «Restaurante Albamar (Torreão do antigo mercado municipal)». Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC). Consultado em 9 de abril de 2017 
  14. a b Moreira, Maria; Rocha, José; Martins, Joana (junho de 2007). «História e Tecnologia: Preservação do Património Estatuário como Identidade Cultural Lusobrasileira» (PDF). PUC-SP. Consultado em 11 de julho de 2017 
  15. «Prefeitura do Rio entrega nova orla da Praça XV até o Museu Histórico Nacional». Porto Maravilha. 29 de maio de 2016. Consultado em 10 de julho de 2017 
  16. Boeckel, Cristina (6 de fevereiro de 2017). «Prefeito Marcelo Crivella inaugura segunda linha do VLT no Rio». G1. Consultado em 10 de julho de 2017 
  17. «Chafariz do Mestre Valentim (Rio de Janeiro, RJ)». Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Consultado em 24 de janeiro de 2018 
  18. «Chafariz da Pirâmide ou Chafariz Colonial da Praça XV». Rio de Janeiro Aqui. Consultado em 23 de janeiro de 2018 
  19. «Prefeitura faz limpeza em monumento a Dom João VI». Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. 19 de agosto de 2011. Consultado em 24 de janeiro de 2018 
  20. «Estátua de D. João VI, no Rio, ganha QR code de pedras portuguesas». G1. 11 de junho de 2013. Consultado em 22 de janeiro de 2018 
  21. Cunha, Anna Beatriz (11 de outubro de 2011). «Prefeitura entrega a estátua de General Osório restaurada à Praça XV». Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Consultado em 24 de janeiro de 2018 
  22. Briso, Caio (9 de julho de 2015). «Primeiro monumento da República no Rio, estátua de General Osório sofre com vandalismo». O Globo. Consultado em 24 de janeiro de 2018 
  23. «Prefeitura homenageia João Cândido na Praça XV». Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. 25 de novembro de 2010. Consultado em 24 de janeiro de 2018 
  24. Pandeló, Inês (20 de maio de 2010). «PROJETO DE LEI Nº 3097/2010». ALERJ. Consultado em 24 de janeiro de 2018 
  25. Magalhães, Mário (21 de novembro de 2008). «Lula elogia marinheiro, e Marinha volta a criticar revolta liderada por ele». Folha de S.Paulo. Consultado em 15 de janeiro de 2018 
  26. Vale, Luna (2 de junho de 2017). «Dez motivos para visitar a Praça XV». Veja. Consultado em 11 de julho de 2017 
  27. «Feira de Antiguidades da Praça XV: um paraíso de curiosidades». Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. 22 de setembro de 2014. Consultado em 11 de julho de 2017 
  28. «Feira de antiguidades da Praça XV ganha novas regras». Veja. 15 de setembro de 2015. Consultado em 11 de julho de 2017 
  29. «Prefeitura implanta esquema para fechamento do Mergulhão da Praça XV neste domingo». Porto Maravilha. 14 de fevereiro de 2014. Consultado em 10 de julho de 2017 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Carvalho, Ney O.R. (2000). Praça XV e arredores: uma história em cinco séculos. Rio de Janeiro: Bolsa do Rio.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
Largo da Candelária
Largos e Praças da
Orla Conde

Sucedido por
Largo da Misericórdia


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