Primeira República da Galiza

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Predefinição:País desaparecido A Primeira República Galega foi uma pasagem efémera da história de Galiza que durou umas horas e teve lugar exactamente no transcurso do 27 de junho de 1931, um día antes das eleições às Cortes Constituíntes da II República Espanhola,quando ativistas de Compostela como Pedro Campos Couceiro ou Alonso Ríos declararam que a solução para os problemas de Galiza não passava por se integrarem numa República Espanhola mas por otar pela criação da I República Galega.

Factos[editar | editar código-fonte]

No pleno municipal do día anterior, a proposta da criação imediata dum Estado Galego à semelhança do que já tinha passadp na Catalunha foi posta sobre a mesa, e contava com apoio dos obreiros compostelans. Ao acabar o mitin o concelho compostelám é assaltado, dimitindo imediatamente todas as autoridades, e sendo Alonso Ríos, que exercia praticamente como o presidente provisório da Galiza, presidente da Junta Revolucionária da República Galega. Finalmente, a falta de seguimento da proclamação noutras comarcas, logrou o cesse da Junta Revolucionária em poucas horas.
Associação Cultural Foucelhas[1]

O contexto em que se enmarca esta declaração é tenso, com a recente vitória republicana e a fugida do rei espanhol Afonso XIII. Assim, a declaração dum Estado Galego veio propiciada por um ambiente de malestar gerado pelo caciquismo imperante e mais pela paralisação das obras do ferrocarril, deixando sem trabalho 12.000 obreiros. Contudo, em verdade soamente se deve perceber esta declaração de independência como uma proclama sem efeitos reais.

A atitude morna e submisa de ORGA e Casares Quiroga, ja integrada em Izquierda Republicana, enfriaram este empurrão inicial tan necesário e importante, pra acadar um estatuto galego e uma república federal. A unidade dos grupos nacionalistas no Partido Galeguista permitiram dar-lhe um novo pulo à problemática nacional galega, que o levantamento militar afogará em sangue mais uma vez.
Alonso Ríos, a paixão pela Galiza, por Manuel Mera.[2]

Nesse 27 de junho de 1931, Alonso Ríos é nomeado presidente da Junta Revolucionária da República Galega[3] . É assim que pode falar-se desta declaração de independência como um dos primeiros exemplos reais de soberanía nacional uma vez integrada plenamente Galiza na coroa castelá.

Movemento social[editar | editar código-fonte]

Foi Alonso Ríos, nomeado presidente da Junta Revolucionária da República Galega, e uma multidão quem avançaram em forma de protesto, cara o Pazo de Raxoi, e tomou as dependências municipais, establecendo o Estado Galego. Em Puebla de Sanabria celebrou-se uma manifestação que percorreu todas as ruas dirixíndo-se face o Concelho, onde içaram a bandeira galega. Em Santiago de Compostela, os afetos à causa esperavam a insurreção das demáis comarcas, mas o governo central reanudou a obra do ferrocarril, evitando que a insurreção se expandisse. O movimento perdeu força e a I República Galega chegou assim, à sua fim.[4]

Notas[editar | editar código-fonte]

Referências

Véja-se também[editar | editar código-fonte]

Outros artigos[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]