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Primeiro Comando da Capital

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Primeiro Comando da Capital
O yin-yang era por vezes usado como símbolo do Primeiro Comando da Capital[1]
Fundação31 de agosto de 1993 (32 anos)[2]
Local de fundaçãoCasa de Custódia, Taubaté, São Paulo
Território (s)Majoritariamente no estado de São Paulo, mas também em todo o território brasileiro
Líder(es)Marcola
Atividadescrime organizado

Primeiro Comando da Capital (PCC), também referido como 15.3.3[nota 1] (abreviadamente 15 ou Quinze) ou simplesmente como Partido,[4] é a maior organização criminosa do Brasil,[5][6][7] com atuação principalmente no estado de São Paulo, mas também em todo o território brasileiro, além de países fronteiriços, como Paraguai, Bolívia, Colômbia e Venezuela. Tem cerca de 30 mil membros, sendo 8 mil apenas em São Paulo.[8][9]

A organização surgiu em 31 de agosto de 1993 no Centro de Reabilitação Penitenciária da Casa de Custódia de Taubaté, no Vale do Paraíba, a 130 km da capital paulista, local que acolhia prisioneiros transferidos por serem considerados de alta periculosidade pelas autoridades. Calcula-se que hoje tenha cerca de seis mil integrantes dentro do sistema penitenciário e outros 2,6 mil em liberdade, apenas no estado de São Paulo.[8]

É financiada principalmente pelo tráfico de drogas, mas roubos de cargas, assaltos a bancos e sequestros também são fontes de faturamento. O Primeiro Comando da Capital está presente em 90% dos presídios paulistas, e os negócios particulares dos líderes e da própria facção têm faturamento estimado pela inteligência policial em, no mínimo, 400 milhões de reais por ano. Alguns policiais e promotores acreditam que esse número pode chegar a cerca de 800 milhões de reais.[8]

Vários dos ex-líderes da organização estão presos, como o criminoso Marcos Willians Herbas Camacho (vulgo Marcola), que cumpria sentença de 44 anos, principalmente por assalto a bancos, no Centro de Readaptação Penitenciária de Presidente Venceslau, onde estava presa toda a cúpula da facção, até ser transferido com outros 21 criminosos do Primeiro Comando da Capital para os presídios federais de segurança máxima de Porto Velho (Rondônia), Mossoró (Rio Grande do Norte) e Brasília (Distrito Federal), no dia 13 de fevereiro de 2019.[8][10]

História

Origem

O Primeiro Comando da Capital foi fundado em 31 de agosto de 1993 no anexo chamado de "Piranhão" da Casa de Custódia de Taubaté, até então a prisão mais segura do Estado de São Paulo, por oito presidiários transferidos da cidade de São Paulo, conhecidos como "Os da capital". O grupo era composto por Misael Aparecido da Silva, o "Misa"; Wander Eduardo Ferreira, o "Eduardo Cara Gorda"; Antônio Carlos Roberto da Paixão, o "Paixão"; Isaías Moreira do Nascimento, o "Isaías Esquisito"; Ademar dos Santos, o "Dafé"; Antônio Carlos dos Santos, o "Bicho Feio"; César Augusto Roris da Silva, o "Cesinha"; e José Márcio Felício, o "Geleião".[11]

Eles formavam um time de futebol cujo nome era Primeiro Comando da Capital (PCC), também chamado de "Partido do Crime" e de "15.3.3", por conta da ordem das letras "P" e "C" no alfabeto.[11] Durante uma partida de futebol, eles mataram um dos criminosos mais temidos do presídio e se tornaram a gangue dominante do local.[12]

O Primeiro Comando da Capital afirmava que pretendia "combater a opressão dentro do sistema prisional paulista" e "vingar a morte dos 111 presos", em 2 de outubro de 1992, no "massacre do Carandiru", quando a Polícia Militar matou presidiários no pavilhão 9 da extinta Casa de Detenção de São Paulo. O grupo usava o símbolo chinês do equilíbrio yin-yang em preto e branco, considerando que era "uma maneira de equilibrar o bem e o mal com sabedoria".[11]

Inicialmente, o Primeiro Comando da Capital não tinha atividade criminosa específica, e seus membros atuavam de forma independente em diversos crimes, pagando mensalidades para financiar a organização. Ao contrário de gangues convencionais, o Primeiro Comando da Capital não recrutava membros por meio da violência, só em situações excepcionais.[12]

Consolidação

Marcos Willians Herbas Camacho, o "Marcola", considerado o líder da organização criminosa

No início dos anos 2000, Marcos Willians Herbas Camacho, o "Marcola", e Idemir Carlos Ambrósio, o "Sombra", eram alguns dos líderes mais respeitados entre os presos do Estado de São Paulo. Em fevereiro de 2001, "Sombra" tornou-se o líder do PCC e organizou rebeliões simultâneas em 29 presídios do estado, que deixaram 16 presos mortos. Ele foi assassinado cinco meses depois, por cinco membros da facção, em uma disputa interna de poder.[11]

O Primeiro Comando da Capital começou então a ser liderado por "Geleião" e "Cesinha", responsáveis pela aliança do grupo com a facção criminosa Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro. "Geleião" e "Cesinha" passaram a coordenar atentados violentos contra prédios públicos, a partir do Complexo Penitenciário de Bangu, onde se encontravam detidos. Considerados "radicais" por outra corrente do PCC, mais "moderada", "Geleião" e "Cesinha" usavam atentados para intimidar as autoridades do sistema prisional e foram depostos e jurados de morte em novembro de 2002, quando o grupo foi totalmente assumido por "Marcola". "Cesinha" acabou assassinado, no presídio de Avaré.[13]

Sob a liderança de Marcola, também conhecido como "Playboy", atualmente detido por roubo a bancos, o Primeiro Comando da Capital teria participado no assassinato, em março de 2003, do juiz-corregedor Antônio José Machado Dias, juiz da Vara de Execuções de Presidente Prudente. A facção tinha recentemente apresentado como uma das suas principais metas promover uma rebelião de forma a "desmoralizar" o governo e extinguir o regime disciplinar diferenciado (RDD), no qual os presos passam vinte e três horas confinados às celas, sem acesso a jornais, revistas, rádios ou televisão, por apresentarem alto risco para a sociedade.[11]

Disputas com outras facções em 2016

O conflito entre facções criminosas brasileiras de 2016–2020 foram uma série de confrontos entre organizações criminosas do país divididas em dois lados em fins da década de 2010. Os confrontos têm sido encabeçados por Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), em lados opostos e apoiados por aliados, com episódios dentro de presídios e periferias de cidades brasileiras. Seu surgimento está ligado aos métodos do PCC para conquistar novos territórios para o narcotráfico, que envolvem a cobrança de seguros e centralização econômica e cuja organização rígida pseudoestatal encontra forte resistência de organizações criminais regionais, com organização predominantemente descentralizada.[14]

O confronto tem tomado a forma de rebeliões prisionais culminadas em massacres. No fim de 2016, ocorreu a primeira rebelião em Roraima com detentos mortos.[15] Em 1.° de janeiro de 2017, 56 presos foram mortos após um tumulto ocorrido no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) em Manaus, no Amazonas, na região Norte do país.[15] Integrantes de duas quadrilhas rivais de tráfico de drogas, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e a Família do Norte (FDN) — aliada do Comando Vermelho (CV) — entraram em confronto naquele que foi considerado o massacre mais violento da história do sistema prisional brasileiro desde a chacina do Carandiru (1992).[15] Cinco dias depois, 33 presos foram mortos na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, localizada na zona rural de Boa Vista, em Roraima, também na região Norte.[16] Segundo a Folha de S.Paulo, a chacina em Roraima foi uma resposta do PCC à rebelião comandada pela FDN no Amazonas.[16]

As mortes nessas rebeliões prisionais somente na primeira quinzena do ano de 2017 somaram 133. Comparativamente, o Massacre do Carandiru ocorrido em presídio de São Paulo em 1992 resultou em 111 pessoas mortas.[17] Além disso, a edição lançada em 2019 do Atlas da Violência registrou 65 602 assassinatos (31,6 homicídios a cada cem mil habitantes) no ano de 2017, tendo sido os maiores resultados na série até então.[18]

Essa série de conflitos repercutiram em 2019. Esse acirramento resultou em rebeliões no Amazonas (maio de 2019) e no Pará (julho de 2019). No primeiro, os motins levaram a 55 pessoas detentas mortas, por causa de disputas internas na FDN, que passou a ser rival do CV e do PCC. No segundo, pelo menos, 67 pessoas detentas mortas após rebelião do Centro de Recuperação Regional de Altamira em massacre executado pela facção Comando Classe A, então aliada recente do PCC, contra o CV.[18]

Os últimos conflitos foram registrados no inicio de 2020, com conflitos extremamente violentos entre o que restou da FDN e o CV, em Manaus, no bairro da Compensa.[19]

Operação Carbono Oculto

Operação Carbono Oculto foi uma operação da Receita Federal do Brasil e do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), para atuar contra um grupo criminoso que usava fintechs para lavagem de dinheiro em 28 de agosto de 2025.[20][21]

Uma dessas instituições, apontada como "banco paralelo" do esquema, movimentou mais de 46 bilhões de reais não rastreáveis entre 2020 e 2024.[20] A Polícia Federal também participou da operação.[22]

É a maior operação contra o crime organizado da história do país, segundo a Receita Federal e o MPSP.[23]

Ataques

Atentado frustrado de 2002

Em outubro de 2002, a Polícia Civil de São Paulo revelou, após investigação, que a sede da Bolsa de Valores de São Paulo havia sido escolhida como alvo de um atentado terrorista a ser perpetrado pela facção criminosa PCC, com ameaça de uso de explosivos. O ataque não ocorreu por causa da prisão de Petronília Maria de Carvalho Felício,[24] que fez os integrantes da facção desistir do ato.[25] Na história da Bovespa até então, só havia registro de ameaças anônimas feitas por telefone, mas o prédio não chegou a ser evacuado.[26]

Ataques de 2006

Cidades paulistas que sofreram ataques do Primeiro Comando da Capital durante os atentados de 2006[27][28]

Iniciada na noite de 12 de maio de 2006, uma sexta-feira, deu-se a onda de atentados contra forças de segurança e alguns alvos civis com origem no Estado de São Paulo por ordem do Primeiro Comando da Capital. No dia 14, o ataque já havia se espalhado por outros estados do Brasil, como Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia (este sem ligação direta com o Primeiro Comando da Capital).[29]

Os ataques, que ficaram conhecidos como "Crimes de Maio",[28] tiveram repercussão na mídia brasileira e foram destaque na mídia internacional naqueles dias.[30] Em todo o estado, 564 pessoas foram mortas e 110 ficaram feridas entre 12 e 21 de maio de 2006, do quais 505 eram civis e 59 agentes públicos.[27]

No dia anterior ao início dos ataques, a Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo havia decidido transferir 765 presos para a penitenciária 2 de Presidente Venceslau, unidade de segurança máxima localizada no interior paulista, depois que escutas telefônicas revelaram que facções criminosas planejavam rebeliões para o Dia das Mães daquele ano. Entre os presos a serem transferidos estava Marcos Willians Herbas Camacho, o "Marcola", considerado o líder do Primeiro Comando da Capital. Em represália, a facção articulou rebeliões em 74 penitenciárias paulistas e, já na madrugada do dia 12, agentes de segurança pública, viaturas, delegacias de polícia, cadeias e prédios públicos passaram a ser alvo de ataques de criminosos.[28]

Ataques de 2012

No final de 2012, outra onda de ataques contra a polícia começou. A causa era aparentemente um anúncio feito por líderes do Primeiro Comando da Capital e espalhado aos membros da gangue fora da cadeia. Durante cerca de trinta dias, todos os dias um ou dois policiais foram mortos, na maior parte em circunstâncias indefesas, como em folgas ou em férias, e até policiais aposentados. Muitos policiais foram assassinados na frente de familiares ou amigos, geralmente quando chegavam ou saíam de suas casas. Em dezembro, as mortes começaram a diminuir e cessaram sem motivo conhecido.[31]

Atentados frustrados de 2023

Senador Sergio Moro (União-PR) concede entrevista sobre ser um dos alvos de grupo suspeito de planejar atentados contra servidores públicos e autoridades.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Sequaz em 22 de março de 2023 com o objetivo de prender membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) que planejam assassinar diversas autoridades brasileiras, como Geraldo Alckimin, Sergio Moro, Rosângela Moro, Coronel Telhada e Lincoln Gakiya. Foram alvos da força-tarefa 11 pessoas, com sete mandados de prisões preventivas e quatro temporárias em Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná, com a participação de cerca de 120 agentes.[32][33]

Em 2024, iniciou-se a Operação i-Fraude, e, em 2025, a Polícia Federal expôs planos de IA espiã para monitorar Moro.[34][35]

Narcoterrorismo

O governo argentino, liderado por Javier Milei, declarou o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações narcoterroristas. Em 29 de outubro de 2025, a ministra da Segurança, Patricia Bullrich, informou que ambas foram incluídas no Registro de Pessoas e Entidades Ligadas a Atos de Terrorismo (Repet), que reúne grupos e indivíduos considerados ameaça à segurança nacional.[36] No dia seguinte, o Paraguai também classificou as facções como organizações terroristas.[37]

Funcionamento

O Primeiro Comando da Capital (PCC) tem cerca de 30 mil membros, em 22 dos 27 estados brasileiros, além de países vizinhos, como Bolívia, Paraguai e Colômbia. A facção criminosa mantém suas principais ações no Estado de São Paulo, onde estão cerca de 8 mil de seus membros, em 90% dos presídios paulistas.[1]

O Primeiro Comando da Capital forma uma ampla rede de criminosos, dividida entre um braço político e outro econômico. No político, atua como um "poder regulador" que criou "estatutos" que sistematizaram a ética e as relações entre seus membros, os quais pagam mensalidades.[1][38]

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. pelo fato de a letra P ser, antes do Acordo Ortográfico de 1990, a 15ª letra do alfabeto português,[3] enquanto a letra C, era a terceira

Referências

  1. a b c International Police Association (ed.). «O Primeiro Comando da Capital - PCC». Consultado em 24 de março de 2023 
  2. «O PCC e as facções criminosas». Politize!. 4 de fevereiro de 2019. Consultado em 30 de dezembro de 2020 
  3. Com o advento do Acordo Ortográfico de 1990, o alfabeto passou a ter 26 letras, com o acréscimo das letras K, W e Y, de modo que o "P" passou a ser a 16ª letra.
  4. Biondi, Karina; Marques, Adalton. Memória e historicidade em dois "comandos" prisionais. Lua Nova: Revista de Cultura e Política. (79) • 2010 • CEDEC - Centro de Estudos de Cultura Contemporânea doi:10.1590/S0102-64452010000100004 .
  5. Extra. «Traficante de São Paulo controla a maior facção do Brasil e quer ser o número um do Narcosul». Consultado em 26 de janeiro de 2016 
  6. Sandra Stein. «O PCC é hoje a maior facção criminosa do Brasil». Consultado em 26 de janeiro de 2016 
  7. Alessi, Naiara Galarraga Gortázar, Gil (12 de junho de 2020). «PCC, a irmandade dos criminosos». EL PAÍS. Consultado em 17 de fevereiro de 2021 
  8. a b c d O Estado de S. Paulo, ed. (11 de outubro de 2013). «Maior investigação da história do crime organizado denuncia 175 do PCC». Consultado em 6 de junho de 2014 
  9. HowStuffWorks (ed.). «Como funciona o PCC - Primeiro Comando da Capital». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 6 de junho de 2014 
  10. País, Ediciones El (16 de julho de 2014). «A polícia prende 40 suspeitos de integrarem o PCC». EL PAÍS 
  11. a b c d e Folha de S. Paulo, ed. (14 de maio de 2006). «Facção criminosa PCC foi criada em 1993». Consultado em 6 de setembro de 2018 
  12. a b Leonardo Coutinho (3 de maio de 2019). O Estado de S.Paulo, ed. «As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil». Consultado em 31 de maio de 2023 
  13. «Ex-líder do PCC é morto no interior de SP - Terra - Guerra Urbana». noticias.terra.com.br. Consultado em 17 de dezembro de 2017 
  14. Época, ed. (25 de outubro de 2016). «O crime está em guerra: as maiores facções brasileiras romperam». Consultado em 3 de janeiro de 2017 
  15. a b c «Rebelião em prisão de Manaus deixa 56 mortos». DW.com. 2 de janeiro de 2017. Consultado em 6 de janeiro de 2017 
  16. a b «Chacina deixa 33 mortos em prisão de Roraima». DW.com. 6 de janeiro de 2017. Consultado em 6 de janeiro de 2017 
  17. «Mortes em presídios do país em 2017 já superam o massacre do Carandiru». Bom Dia Brasil. 16 de janeiro de 2017. Consultado em 31 de julho de 2019 
  18. a b Fábio, André Cabette (29 de julho de 2019). «O massacre no Pará. E a tensão entre facções no Norte do país». Nexo Jornal. Consultado em 31 de julho de 2019 
  19. «DINÂMICAS DE VIOLÊNCIA E POLÍTICAS DE SEGURANÇA NAS REGIÕES BRASILEIRAS: O IMPACTO DAS FACÇÕES CRIMINAIS – MACRORREGIÃO NORTE» (PDF). IPEA: 54. 2024. Consultado em 26 de fevereiro de 2025 
  20. a b «PCC e Faria Lima: esquema com "banco paralelo" movimentou R$ 46 bi». Metrópoles. 28 de agosto de 2025. Consultado em 31 de agosto de 2025 
  21. Bruno Tavares (28 de agosto de 2025). «Megaoperação com 1.400 agentes mira esquema bilionário do PCC no setor de combustíveis, com 350 alvos; R$ 7,6 bi foram sonegados». G1. Consultado em 20 de janeiro de 2026 
  22. «Veja as instituições do mercado financeiro que são alvo da operação da PF». CNN Brasil. 28 de agosto de 2025. Consultado em 31 de agosto de 2025 
  23. Leonardo Amaro (28 de agosto de 2025). «Megaoperação desmonta esquema com combustíveis que envolve PCC e Faria Lima». Metrópoles. Consultado em 31 de agosto de 2025 
  24. «Explosão da Bovespa era parte de onda de atentados». Consultado em 21 de outubro de 2002 
  25. «Folha Online - Cotidiano - Líder do PCC planeja ataques da cadeia; Bovespa seria alvo, diz Deic - 21/10/2002». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 25 de abril de 2017 
  26. Folha de S. Paulo, ed. (21 de outubro de 2002). «Bovespa diz que polícia avisou sobre atentado na semana passada». Consultado em 26 de agosto de 2017 
  27. a b Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ed. (26 de abril de 2018). «Violência de Estado no Brasil: uma análise dos Crimes de Maio de 2006» (PDF). Consultado em 8 de julho de 2022 
  28. a b c Agência Brasil, ed. (12 de maio de 2016). «Crimes de Maio causaram 564 mortes em 2006; entenda o caso». Consultado em 8 de julho de 2022 
  29. Balanço aponta 81 mortes em 180 ataques ocorridos em SP - Folha de S.Paulo, 15 de Maio de 2006
  30. Veja a repercussão dos ataques à polícia em SP na mídia internacional - Folha Online, 15 de Maio de 2006
  31. «Cópia arquivada». Consultado em 8 de novembro de 2006. Arquivado do original em 1 de dezembro de 2008 
  32. «Entenda operação da PF que desbaratou plano do PCC e ação de Moro que atingiu facção». Estadão. Consultado em 23 de março de 2023 
  33. «Ameaças a Sergio Moro partiram de facção criminosa de São Paulo, diz PF». cbn.globoradio.globo.com. Consultado em 23 de março de 2023 
  34. «Moro sobre operação que mira o PCC: "Governo Lula é frouxo contra o crime organizado"». www.gazetadopovo.com.br. 30 de agosto de 2025. Consultado em 7 de setembro de 2025 
  35. «PF expõe invasão de IA espiã do governo federal e uso pelo PCC para monitorar Moro, promotor e STF». Ministério Público do Estado de Mato Grosso. 27 de agosto de 2025 
  36. Verenicz, Marina (29 de outubro de 2025). «Argentina classifica PCC e Comando Vermelho como organizações narcoterroristas». InfoMoney. Consultado em 29 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 29 de outubro de 2025 
  37. Gustavo Uribe (30 de outubro de 2025). «Paraguai assina decreto que designa PCC e CV como grupos terroristas». CNN Brasil. Consultado em 1 de novembro de 2025 
  38. Folha Online (19 de fevereiro de 2001). «Estatuto do PCC prevê rebeliões integradas» 

Bibliografia

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