Primeiro Justiça (Venezuela)

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Primeiro Justiça
Primero Justicia
Emblema Primero Justicia.svg
Líder Henrique Capriles
Richard Mardo
Carlos Ocariz
Presidente Julio Borges
Fundação 2000 (como partido regional), 2003 (como partido nacional)
Sede Caracas
Ideologia liberalismo
Social-Liberalismo [1]
Espectro político Centro-Direita ao Direita[1]
Cores Laranja, Branco e Cinzento

Primeiro Justiça (PJ) (em espanhol Primero Justicia) é um partido político da Venezuela, de orientação "progressista e humanista". Reivindica oferecer uma alternativa ao governo de Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

História[editar | editar código-fonte]

O partido Primero Justicia foi criado em 1992 como uma associação civil por um grupo sob a liderança do Dr. Alirio Abreu Burelli, um magistrado da Corte de Justiça Suprema da Venezuela e vice-presidente da corte Inter-Americana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Este grupo dos estudantes da universidade, concernido sobre o que viram como uma deterioração do poder judicial no país, juntado seus esforços contribuir à reforma do sistema legal de Venezuela. Dentre eles, encontravam-se Henrique Capriles Radonski, Julio Borges, Gerardo Blyde, entre outros.

A associação entrou na arena política em conseqüência da convenção constitutional de 1999, durante que apresentaram um esboço para o constitutional novo do país. No ano de 2000, apresenta-se para as novas eleições como um partido de nível regional, laçando candidatos à prefeito, elegendo em Baruta (Henrique Capriles Radonski) e Chacao (Leopoldo Lopez).

Se aliou ao International Republican Institute, braço internacional do Partido Republicano norte-americano. O presidente à época era George W. Bush, que ofereceu um amplo apoio à nova formação política que fazia oposição a Hugo Chávez, principalmente mediante o National Endowment for Democracy.[2]

Nas eleições legislativas, 30 de Julho de 2000, o partido ganhou 5 assentos do Congresso Nacional de Venezuela. No ano de 2005, fez parte do boicote oposicionista e não lançou nenhum candidato ao parlamento, o que causou uma cisão no partido, dentre os que concordavam e discordavam da atitude, resultando na saída de Leopoldo Lopez e Gerard Blyde para o partido Un Nuevo Tiempo (UNT).

O candidato presidencial do partido, para as eleições presidenciais de 2006, foi o deputado Julio Borges. Borges depois desistiria para apoiar um candidato único da oposição nas eleições, Manuel Rosales (do UNT).

Em 2008, consegue eleger Capriles para governador de Miranda, que depois se candidataria a presidente em 2012 contra Hugo Chávez, depois de vencer eleições primárias da oposição. Derrotado, conseguiria se reeleger governador em 2012. Lançou-se novamente a candidato, em 2013, logo após a morte do ex-presidente Chávez, onde foi novamente derrotado, dessa vez por seu sucessor Maduro.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «(em espanhol) Julio Borges (presidente del partido): "Somos un partido de centro izquierda"» 🔗, El Universal, 20 Fevereiro 2012 
  2. «50 verdades sobre Henrique Capriles Radonsky, candidato a la presidencia de Venezuela». Opera Mundi. Consultado em 3 de setembro de 2017