Processo de cassação de Demóstenes Torres

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Processo de cassação de Demóstenes Torres
Demostenes torres senado.JPG
Acusado Demóstenes Torres
Proponentes Partido Socialismo e Liberdade
Período 25 de junho de 2012 a 11 de julho de 2012
Situação Concluído pela perda do mandato em 11 de julho de 2012
Consequências: perda dos direitos políticos por 15 anos de Demóstenes e perda imediata do mandato
Acusações Corrupção ativa
Votações
Votação na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar
Placar 15 votos favoráveis
0 votos contrários
Resultado Aprovado
Votação no plenário do Senado Federal
Placar 56 votos favoráveis
19 votos contrários
5 abstenções
1 presidente
Resultado Aprovado

O processo de cassação de Demóstenes Torres consiste na cassação do senador Demóstenes Torres por quebra de decoro parlamentar, acusado de usar o mandato para favorecer o bicheiro Carlos Augusto Ramos (Carlinhos Cachoeira). Em votação secreta, em 11 de julho de 2012, 56 dos 80 senadores presentes votaram pela cassação, 19 foram contra e houve 5 abstenções. Com o resultado, ele se tornou o segundo senador cassado no Brasil, depois de Luís Estêvão (2000). Demóstenes Torres teve seus direitos políticos suspensos por oito anos a contar do fim do mandato parlamentar, que terminaria em 2019. Com isso, ele poderá voltar a disputar eleições somente a partir 2027, com 66 anos.[1]

Referências

  1. Iara Lemos e Fabiano Costa (11 de julho de 2012). «Senador Demóstenes Torres é cassado e fica inelegível até 2027». G1. Consultado em 14 de junho de 2016